Rampa de acessibilidade: necessidade em estabelecimentos comerciais

Rampa de acessibilidade: necessidade em estabelecimentos comerciais

A rampa de acessibilidade permite o acesso das pessoas com deficiência ou que utilizam cadeira de rodas em diversos lugares, sejam públicos ou privados. 

Além disso, adotar rampas de acesso em imóveis é uma grande vantagem, pois você dá o direito a todos, inclusive à quem tem mobilidade reduzida de utilizar o espaço com muita praticidade e conforto. 

No entanto, neste artigo, você verá porque é importante instalar uma rampa de acessibilidade em estabelecimentos comerciais. Boa leitura!

 

Por que ter uma rampa de acessibilidade? 

Em primeiro lugar, o esforço para se instalar uma rampa de acessibilidade diz respeito à necessidade de se reforçar os valores de direitos humanos. Todos somos livres e iguais perante à constituição e devemos usufruir do nosso direito de visitar qualquer espaço que é utilizado por outras pessoas. 

É importante levar em conta os acessos quando for realizar qualquer projeto. A lei brasileira, como a NBR 9050 estabelece alguns parâmetros que vão além da preocupação dos direitos humanos. A norma dita regras sobre acessibilidade para todos.

Além dessa norma, o Decreto 5.296, que regulamenta a Lei 10.048, de 8 de novembro de 2000 também estabelece algumas regras. Assim, é regulamentada a acessibilidade em estabelecimentos comerciais através de acesso, elevadores e outras soluções obrigatórias. Portanto, instalar uma plataforma de acessibilidade no estabelecimento é uma questão de conscientização e um requerimento legal.

 

O que você deve fazer ao instalar uma rampa de acessibilidade? 

Antes de instalar uma plataforma de acessibilidade, conheça as necessidades e os obstáculos que as pessoas com deficiência poderão enfrentar no estabelecimento. É válido ressaltar também o que é preciso verificar nas normas brasileiras o que as rampas devem ter.

Além disso, é importante ficar atento à largura da rampa e ao que elas devem ter. Também é preciso pensar na inclinação — que é importante para a segurança para quem irá utilizá-la — e no comprimento da projeção horizontal. 

 

O que é melhor: rampa de acessibilidade ou elevador? 

Dependendo do espaço no ambiente, não é possível a instalação de uma rampa de acessibilidade. Portanto, dependendo da condição é melhor optar por um elevador ou uma plataforma hidráulica/eletromecânica. 

Em caso de desníveis, o elevador é uma ótima opção. O equipamento possui um sistema eletromecânico e hidráulico. Assim, o usuário consegue vencer esse obstáculo sem fazer nenhum tipo de esforço. 

Portanto, se você deseja tirar todas as dúvidas, faça uma comparação. Peça também opiniões ao arquiteto ou responsável pelo projeto. 

[Infográfico] Quer saber mais sobre os modelos de elevadores de acessibilidade? | JE Elevadores

 

O que é importante observar nas especificações das plataformas de acessibilidade? 

Há alguns requerimentos técnicos para instalar as plataformas de acessibilidade. Assim, cada estado tem uma norma que por sua vez é regulada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).  Um exemplo são os elevadores. Os equipamentos que são públicos devem possuir dimensões de 0,90m, X 1,40m, enquanto os privados, que só usam um usuário por vez, 0,80m X 1,25m.

Além disso, a projeção do percurso deve ser sinalizada no piso e as escadas não podem ser obstruídas. Por sua vez, as portas do elevador poderão ser abertas se o desnível entre a plataforma e o piso for superior a 7,5 cm. 

 

Como cumprir com as normas de acessibilidade no estabelecimento? 

Veja as nossas principais dicas: 

 

Instale uma rampa de acessibilidade 

A primeira das nossas dicas é instalar uma rampa de acessibilidade. Para escolher a melhor, opte por uma empresa que está há anos no mercado e que entende do assunto. Assim, você garantirá um equipamento seguro e de qualidade para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. 

 

Tenha uma estrutura e sinalização adequadas

Todo estabelecimento deve ter uma estrutura e sinalização adequadas para quem tem mobilidade reduzida e se locomove com o auxílio de uma rampa para cadeirante ou até mesmo muletas. Também é importante alertar sobre os desníveis do piso. 

 

Conte com um espaço para o deslocamento da cadeira de rodas

No caso de cadeirantes, a determinação da ABNT é que o espaço de deslocamento para a cadeira de rodas deve ser 0,80 m por 1,20m. Portanto, a área de circulação deve respeitar essas medidas e prever espaço suficiente para as manobras de cadeirante. 

 

Ofereça vagas de estacionamento para portadores de deficiência

Outra dica é reservar vagas de estacionamento para pessoas com deficiência. Esses espaços devem estar localizados em uma área próxima à entrada do comércio. Portanto, o mesmo deverá ser sinalizado de maneira adequada. 

 

Tenha uma rota acessível 

A ABNT também determina que o estabelecimento deverá ter uma rota acessível. Isso significa que o trajeto deve ser contínuo, sinalizado e desobstruído.

Este trajeto conecta os ambientes externos e internos de edificações e espaços. Ele também pode ser sinalizado de forma autônoma e segura por todas as pessoas, inclusive as que têm deficiência. 

A rota acessível precisa levar em conta a parte externa, que pode precisar de instalar rampas.  

 

Faça portas com vão livre

Todas as portas do estabelecimento deverão ter vão livre de no mínimo 0,80m e altura mínima de 2,10m. Além disso, as maçanetas devem ser instaladas em altura entre 0,9m a 1,10m e devem ser operadas em um único movimento, sem exigir muito esforço. 

 

Cuide dos espaços para mesas de trabalho ou refeições 

A recomendação é de que pelo menos 5% das mesas de trabalho ou de refeições sejam acessíveis para as pessoas com cadeiras de rodas. A mobília deverá ter uma altura entre 0,75m e 0,85m e permitir o avanço da cadeira até no máximo 0,50m.

 

Indicação dos equipamentos de acessibilidade 

Em equipamentos de acessibilidade, é necessário que sejam indicados de acordo com o Símbolo Internacional de Acesso (SAI). Assim, as pessoas estarão bem informadas que no espaço há equipamentos que promovem o acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.  

 

Coloque sinalização tátil 

Quem tem deficiência visual precisa de um ambiente com uma sinalização tátil. A representação deve ser por meio de relevos ou na linguagem braille. 

 

Possua sinalização sonora 

Outra dica importante é emitir sinalização sonora para os deficientes visuais. Ela pode alertar de perigos e também orientar onde está instalada a plataforma de acessibilidade ou demais equipamentos para locomoção. 

 

Pense na largura dos corredores 

Em ambientes onde há corredores, pense em ter alguns com uma largura mínima de 90 cm. Tenha também um balcão de atendimento rebaixado e sanitários adaptados. Assim, as pessoas com mobilidade reduzida terão os espaços livres. 

Gostou das nossas dicas? Leia o nosso próximo post sobre cotas para deficientes nas empresas e acessibilidade nas indústrias!

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Banheiro com acessibilidade: como tornar o local mais inclusivo

Banheiro com acessibilidade: como tornar o local mais inclusivo

Conhecido como PNE, que significa “pessoas com necessidades especiais”, o banheiro com acessibilidade é essencial na vida de quem possui algum tipo de limitação. 

No Brasil, o  banheiro com acessibilidade é obrigatório em locais públicos, seguindo as normas da ABNT. Já nas residências, deve atender às necessidades de cada usuário, além de valorizar o imóvel.

Acompanhe a leitura do nosso artigo e saiba mais sobre o assunto.

 

Obedeça as normas para ter um banheiro mais acessível

Para construir um banheiro com acessibilidade em estabelecimentos, locais públicos ou em casas é preciso seguir as orientações da ABNT NBR 9050. A Associação Brasileira de Normas Técnicas determina os pontos que devem ter acesso nas edificações. 

Segundo a norma, escolas, shoppings, universidades, hotéis, ou seja, prédios públicos e comerciais devem ter ao menos 10% de banheiros destinados às pessoas com deficiência. 

Em casas e apartamentos, o banheiro com acessibilidade não é obrigatório, porém, proporciona mais segurança e conforto aos moradores.

 

Instale barras de apoio

O banheiro com acessibilidade deve ter barras de apoio. Elas oferecem segurança para quem usa cadeira de rodas, têm mobilidade reduzida ou que é idoso e precisa se apoiar. No entanto, para que essas barras sejam seguras, elas precisam suportar 150 kg e ter de 30 a 45 mm de diâmetro. Também é importante posicioná-las a uma distância mínima de 4 cm da parede. 

Próximo ao vaso sanitário, você deve instalar barras atrás da privada. No caso de banheiros que não têm parede ao lado do sanitário, o ideal é uma barra articulada. Pense também em ter suporte ao lado da pia. 

No caso da ABNT 9050, ela exige duas barras, uma de cada lado do lavatório. Elas podem ser instaladas na vertical e na horizontal. Instale também perto do registro do chuveiro, do banco ou da cadeira de banho.

 

Tenha pias indicadas pela ABNT

As pias devem ser projetadas de forma que a cadeira de rodas fique 30 cm abaixo da borda do lavatório. As torneiras também deverão ser acionadas por alavancas ou por sensores. Assim, a pessoa com deficiência terá mais facilidade para lavar as mãos.

 

Tome cuidado na hora de colocar as portas 

As portas do banheiro devem ser acessíveis. A ABNT determina que a porta deve ter 80 cm de largura e abrir para o lado de fora. Instale ainda um puxador na horizontal, com 40 cm de largura. Além disso, ele deve ficar a uma altura em que a pessoa passe com a cadeira de rodas. 

 

Eleve o vaso sanitário 

De acordo com a Norma Brasileira, o vaso sanitário deve ser elevado, dessa forma, os assentos atendem as pessoas com mobilidade reduzida.

 

Torne a área do chuveiro acessível

No banheiro com acessibilidade, a área do chuveiro não pode ter desnível. O chão deve ser nivelado para não causar acidentes. Além disso, é mais fácil utilizar a área com a cadeira de rodas.

Outro detalhe importante é quanto ao piso. Ele deve ser antiderrapante e no lugar do box o mais indicado é o uso de cortinas, pois não atrapalham na saída e entrada. Segundo as normas técnicas brasileiras, a área do banho deve ser em formato retângulo e ter no máximo 95 cm para facilitar a locomoção.  

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Acessibilidade para deficientes na área da saúde

Acessibilidade para deficientes na área da saúde

Desde 2004, os empreendimentos levam a ABNT NBR 9050 em consideração na hora de construir ou reformar ambientes abertos ao público. Isso é ainda mais importante quando tratamos da área da saúde, com hospitais e unidades básicas. 

Confira o artigo completo com a gente!

 

Entenda como funciona a acessibilidade para deficientes no caminho à unidade de saúde

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 45 milhões de pessoas têm algum tipo de deficiência. Isso significa que 25% da população precisa de acessibilidade. Portanto, o acesso à saúde começa antes de chegar às unidades básicas de atendimento. É necessário pensar desde a vaga do estacionamento, aos banheiros e demais ambientes onde há circulação de pessoas.

Acessibilidade para deficientes no caminho à unidade de saúde

Quando o assunto são os arredores da unidade de saúde, a recomendação é que seja criada uma rota acessível junto ao Departamento de Trânsito da cidade, para que haja facilidade no acesso ao local.

Também é essencial instalar semáforos com avisos sonoros, ao invés de apenas visuais. Com isso, a acessibilidade para pessoas com deficiência se torna ainda mais abrangente. 

Outro detalhe importante é a adaptação de pelo menos um acesso ao transporte público. Pode ser uma rampa ou elevador de acesso até a plataforma onde passa o transporte coletivo. Já para as pessoas portadoras de deficiência que vem de carro, são necessárias vagas exclusivas para deficientes e idosos.

 

Pense em rotas acessíveis para todos

É importante pensar em rotas acessíveis para deficientes visuais e físicos. Ao entrar na unidade de saúde, é importante pensar nos desníveis. Eles devem ser vencidos com rampas ou com elevadores de acessibilidade, soluções mais seguras e modernas para as pessoas com deficiência e que precisam de cadeiras de rodas. 

 

Promova a acessibilidade dentro da unidade de saúde

Dentro da unidade de saúde, as portas devem conter vão livre de pelo menos 0,80m, espaço suficiente para que cadeirantes e pessoas portadoras de outras deficiências consigam manuseá-las. A altura mínima é de 2,10m. Isso vale tanto para portas de acesso quanto para elevadores. 

Na parte inferior é recomendado que essas portas possuam guardas inferiores e nos batentes para absorver o impacto de bengala, cadeiras de rodas e andadores. Acionamentos manuais devem estar a 0,90 m ou 1,10 m do piso acabado no mínimo.

Acessibilidade para deficientes na área da saúde | JE Elevadores

 

Instale corrimãos nas escadas

As escadas no interior da unidade de saúde devem conter corrimãos nos dois lados, sempre que for possível instalar. Eles precisam estar a duas alturas, 0.92 m e 0,70 m do piso, medidos na face superior dos corrimãos. A largura deve ser de 3,5 a 4 centímetros, sendo feitos preferencialmente sem arestas vivas para não machucar os usuários.

Todos os degraus devem possuir sinalização tátil nas extremidades para evitar acidentes. A sinalização deve ser em cores contrastantes com o piso e possuírem largura entre 0,25m e 0,60m. 

 

Dê atenção aos sanitários das unidades de saúde 

Como todos os sanitários em espaços públicos, os da unidade de saúde também precisam estar adaptados. É feita uma cabine para cada gênero, sendo que precisam conter barras de apoio, sanitário adaptado e porta para separar o resto do ambiente da própria cabine. 

Além disso, essas são apenas algumas recomendações, um compilado de informações de várias leis, normas técnicas e estatutos. Você consegue conferir o documento base, criado pela Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos das Pessoas com Deficiência e a Secretaria Nacional de Direitos Humanos.

 

Ofereça informações para as pessoas com deficiência 

A Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência é uma das ferramentas adotadas pelo poder público. Ela diz respeito à reabilitação da pessoa com deficiência na capacidade funcional e no desempenho humano. Por isso, o Ministério da Saúde desenvolveu uma cartilha chamada “A Pessoa com Deficiência e o SUS”, na qual há um conjunto de informações necessárias para que os deficientes compreendam os direitos no setor de saúde. 

Como você pode ver, é importante pensar na acessibilidade para deficientes na área de saúde. Portanto, informe-se e adapte os espaços para que as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida tenham a acessibilidade. Gostou do conteúdo? Leia o nosso próximo post sobre cota para deficientes nas empresas e acessibilidade nas indústrias! 

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Plataforma de acessibilidade em escolas: volta às aulas com inclusão social

Plataforma de acessibilidade em escolas: volta às aulas com inclusão social

Plataforma de acessibilidade em escolas: volta às aulas com inclusão social 

A acessibilidade às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida é garantida por lei. Todos os estabelecimentos deveriam e devem se preocupar com essa questão. Isso vale também para as  instituições de ensino. Por isso, plataformas de acessibilidade em escolas são equipamentos de grande importância.

Ainda sobre a inclusão, o  artigo 24 do decreto 5296 de 2004 regulamenta a acessibilidade nas escolas, tornando-a obrigatória. Segundo a norma, quem investe em ambiente escolar deve pensar desde o projeto até a finalização, pois as instituições de ensino devem se adequar a lei e a realidade dos alunos. 

Para entender a importância da plataforma de acessibilidade em escolas, preparamos este post. Confira! 

 

Qual é a importância de contar com uma plataforma de acessibilidade em escolas?

Instituições de ensino que têm plataformas de acessibilidade acolhem crianças e jovens com deficiências físicas ou mobilidade reduzida. Ela possibilita o acesso à educação e ao mesmo tempo:

Garante o bem estar físico e mental

O papel da escola na inclusão social é importante. Ela trabalha com todos os tipos de público, desde o infantil ao adulto. Assim, quando  um investidor pensa no futuro e se prepara para receber crianças com mobilidade reduzida ou algum tipo de deficiência, ele contribui para um mundo mais igualitário.

Promove a integração de todos no ambiente escolar

Ao promover a inclusão com uma plataforma de acessibilidade em escolas, você valoriza a diversidade. Pois, alunos com mobilidade reduzida ou deficiência não se sentem excluídos do grupo ou da sociedade. Assim, a promoção da acessibilidade também torna-se uma verdadeira oportunidade para se discutir assuntos relacionados ao tema.

Possibilita a participação dos alunos nas atividades

Com uma plataforma de acessibilidade em escolas, o aluno se sente mais seguro para participar das atividades escolares. Ele sabe que a escola se preocupa com o bem estar de todos e oferece auxílio aos estudantes que precisam para ter um ano letivo mais proveitoso. Além disso, se o aluno se sente parte da instituição, ele tem um aprendizado mais eficiente.

[infográfico] Modelos e Aplicações da Plataforma e Elevador de Acessibilidade | Baixe grátis | JE Elevadores

Como promover a acessibilidade? 

Além da plataforma de acessibilidade em escolas, a inclusão de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida nos ambientes deve começar com a comunicação. Portanto, a inclusão deve contemplar a maneira que as aulas são administradas. 

Veja alguns exemplos: 

No caso das crianças ou jovens surdos, o ideal é ter intérprete de LIBRAS para fazer a tradução simultânea. Já para as que têm deficiências cognitivas, deverão contar com os professores habilitados. No caso das crianças cegas, é importante oferecer materiais em braille. 

Além disso, a tecnologia com o uso de projetores interativos também facilita a vida de estudantes, assim como atividades que envolvem: 

  • movimento corporal;
  • fala;
  • consciência espacial.

Outras dicas para promover a acessibilidade no ambiente escolar:

Instale pisos táteis

Esses pisos oferecem acessibilidade para quem tem deficiência visual, que indicam os caminhos que os alunos cego precisam, evitando barreiras que existem nos espaços.

Ofereça acessibilidade na entrada

A rua e a entrada da escola precisam garantir a acessibilidade no ambiente escolar. Portanto, você pode instalar uma plataforma de acessibilidade em escolas. Assim, a criança ou o jovem com mobilidade reduzida conseguirão entrar no ambiente escolar sem dificuldades.

Pense na acessibilidade aos toalhetes

Os banheiros precisam receber adaptações para os alunos com deficiência ou mobilidade reduzida. É importante contar com sanitários apropriados, com barras de apoio e pias com no máximo um metro de altura. Uma dica é projetar um banheiro completamente adaptado. Pode-se, inclusive, pensar na plataforma de acessibilidade em escolas para os banheiros.

 

Qual é a melhor plataforma de acessibilidade em escolas?

Se você deseja promover a inclusão dos alunos no ambiente escolar, você precisa de uma plataforma de acessibilidade como a Plataforma de Acessibilidade PNE, da JE Elevadores. Ela pode ser instalada em qualquer lugar e oferece segurança a quem a utiliza. Além disso, para a instalação da plataforma é simples e não exige grandes espaços como num elevador tradicional. Portanto, a escola só terá vantagem com esse equipamento.  

Plataforma de acessibilidade PNE | JE Elevadores

E então, agora que você aprendeu um pouco mais sobre plataforma de acessibilidade em escolas, saberá o que fazer para garantir a inclusão dos estudantes. Pense em ter um espaço mais confortável e atrativo. Invista em acessibilidade!

Gostou do conteúdo? Leia o nosso próximo post sobre a acessibilidade no ambiente escolar e aprenda a aplicá-la! 

Cota para deficientes nas empresas: acessibilidade em indústrias

Cota para deficientes nas empresas: acessibilidade em indústrias

Desde 1991, a Lei de Cotas Nº 8.213/91 definiu que houvesse cota para deficientes nas empresas e organizações com mais de 200 colaboradores, sendo deficiências físicas ou mobilidade reduzida. Por isso, é importante, tanto para PCD quanto para contratantes, entender como funciona esta lei.

Se você quer saber mais sobre o assunto, continue lendo esse conteúdo.

Qual é a cota para deficientes nas empresas?

De acordo com a Lei, as organizações que possuem mais de 100 funcionários, e que têm um percentual entre 2% e 5% do total de colaboradores, precisam estar atentas às seguintes cotas para deficientes:

  • organizações com até 200 colaboradores: 2% das vagas para deficientes;
  • entre 201 e 500: 3%;
  • 501 a 1000: 4%;
  • a partir de 1001 colaboradores: 5%.

Esses números são o total de funcionários, somando sede e filiais da empresa. Ainda, é proibida por lei a contratação dos PCDs para um mesmo setor ou departamento da organização. Isso existe para que haja a valorização da mão-de-obra, independente das condições físicas, integrando todos de forma igualitária no ambiente de trabalho.

Quais os direitos garantidos pela Lei de cota para deficientes nas empresas?

Conheça os direitos garantidos abaixo:

Jornada especial de trabalho

O primeiro ponto é a jornada especial de trabalho. Caso um funcionário PCD precise de horários flexíveis, a empresa precisa adaptar as rotinas a essa solicitação. Pode ser chegar mais tarde, sair mais cedo, ou outras condições, desde que seja acordado por ambas as partes.

Cota para deficientes nas empresas: Igualdade salarial

As empresas não podem pagar menos aos colaboradores com deficiência. Se a função exercida for a mesma para os funcionários PCD, a igualdade salarial deve ser respeitada. Caso não seja, a empresa pode ser acusada de prática discriminatória e ilícita, cabendo denúncia à Justiça do Trabalho.

Estabilidade

As pessoas com deficiência só podem ser demitidas, sem justa causa, após o fim do contrato de 90 dias. Isso também só poderá acontecer diante da admissão de outro colaborador nas mesmas condições que a pessoa que será dispensada. Essa regra é para empresas que não atingiram o número mínimo de PCDs contratados. Caso a empresa tenha atingido, deve seguir as regras gerais da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Como saber se a empresa se preocupa com a acessibilidade?

Toda organização que se preocupa com a acessibilidade implementa um programa de inclusão e respeita a cota para deficientes nas empresas. Neste programa, há um plano de carreira para os colaboradores, para que eles aproveitem, da melhor maneira possível, as qualificações profissionais. Também é importante observar:

As metas que a empresa propõe

Todas as metas definidas e gerenciadas pela empresa devem respeitar as limitações dos colaboradores PDC ou com mobilidade reduzida, garantindo o desenvolvimento profissional. Além disso, os supervisores devem deixar claro para os outros funcionários que a pessoa com deficiência conquistou determinada posição dentro da empresa, não pela condição física, mas por mérito.

A cultura organizacional

Como a empresa trabalha a cultura organizacional? Ela deixa claro para os colaboradores a importância de incluir pessoas com deficiência no meio? Se sim, é sinal que a organização se preocupa com a cultura organizacional e está no caminho certo.

A diversidade nas empresas

A inclusão nas empresas deve ser tratada como oportunidade de trabalhar a diversidade. Além disso, garantir aacessibilidade das pessoas com deficiência não pode ser uma obrigação, mas sim uma maneira de demonstrar empatia.

Portanto, oferecer oportunidades de trabalho para pessoas com mobilidade reduzida ou qualquer outro tipo de deficiência é uma maneira de garantir boa cultura organizacional e social.

Como você viu neste artigo, todas as pessoas com deficiência têm direitos que devem ser respeitados. Neste contexto, saber como as cotas funcionam é o primeiro passo para entender o mercado de trabalho. Afinal, todos somos iguais perante a lei.

Gostou do nosso conteúdo? Leia o próximo artigo sobre elevador para cadeirante nas empresas!

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7 passos para projetar o elevador de acessibilidade

7 passos para projetar o elevador de acessibilidade

Para projetar um elevador de acessibilidade, você precisa conhecer as especificações do equipamento e saber quem irá utilizá-lo. Além disso, é importante pensar nas condições de carga, entender a frequência de uso e a manutenção do aparelho. Ainda, se a frequência de uso for alta, contar com uma boa equipe técnica garantirá maior segurança.

Sendo assim, se você está aí se perguntando como projetar um elevador de acessibilidade, preste atenção neste post e confira os 7 passos que preparamos para você!

1. Inclua o elevador de acessibilidade no projeto arquitetônico do seu imóvel

Se você deseja investir em qualquer imóvel, inclua o elevador de acessibilidade no projeto arquitetônico. Não importa se é uma casa de dois andares, um condomínio ou até mesmo uma academia. Ao pensar na acessibilidade antecipadamente, você valoriza o bem que adquiriu e escolhe o local mais adequado para instalar o equipamento. 

2. Pense na casa de máquinas para instalar o elevador

Alguns elevadores de acessibilidade têm casa de máquinas, que ocupam espaço na laje e na fundação. Então, pensar em lugares adequados para instalar essas partes do equipamento é fundamental para evitar problemas futuros. Vale ressaltar que a casa de máquinas do elevador de acessibilidade não é tão grande quanto os modelos residenciais, mas deve haver planejamento mesmo assim.

Por isso, meça-os e tenha a certeza que a casa de máquinas caberá antes de instalar o elevador de acessibilidade. Normalmente, casas com o pé direito de 2,7 metros e 20 centímetros de folga na fundação já podem ser agraciadas com um elevador de acessibilidade sem maiores problemas.

elevador de acessibilidade | JE Elevadores

3. Acompanhe a instalação e faça testes

Durante a instalação, esteja presente para acompanhar se tudo está correndo de acordo com o imaginado. As chances de algo ser deixado de fora podem ser pequenas, mas é melhor prevenir do que remediar. Assim, veja todo o processo e não tenha medo de perguntar o que está sendo feito e por que.

Não se esqueça que é você quem investe na instalação do elevador de acessibilidade e, mais do que isso, talvez, alguém da sua própria família poderá usar o equipamento. Essas são as principais questões que você deve ficar atento quanto ao elevador de acesso:

  • Qual é a carga máxima do elevador?
  • O que acontece quando a carga é excedida?
  • Como funciona o resgate de parada?
  • Como são os procedimentos de entrada e saída?
  • A viagem é suave?

Ao responder todas essas perguntas, você já terá noção de como o equipamento poderá te atender com qualidade e segurança. 

4. Avalie os custos totais e a manutenção

Você precisa avaliar e planejar bem todos os custos totais do equipamento. Eles vão além da compra do aparelho. Inclua também nos cálculos e valores relacionados à obra, à instalação do elevador e à manutenção. Pense também em oferecer segurança para quem tem mobilidade reduzida e precisa usar o elevador. Para isso, nunca descuide da manutenção preventiva.

5. Saiba escolher o fabricante do elevador de acessibilidade

Escolha com cuidado o fabricante do elevador de acessibilidade. Afinal, é ele que garantirá eficiência e segurança para o equipamento adquirido. Portanto, procure saber qual é a experiência da empresa no mercado, que tipo de assistência ela oferece e se os funcionários são capacitados. Mão de obra de qualidade é sinônimo de produto eficiente, afinal, prova que quem fabricou o equipamento é preparado para o ofício.

Outro ponto importante é avaliar a opinião dos consumidores. Para isso, pesquise na Internet o que eles dizem sobre o elevador de acessibilidade e avalie a marca do equipamento. Veja os comentários no site da empresa ou na página do fabricante no Facebook. 

Não se esqueça de avaliar a tecnologia. Veja os serviços adicionais, como as garantias estendidas, as manutenções, entre outros. Ao tomar esses cuidados, terá a certeza de investir em um elevador de acessibilidade seguro e com uma vida útil prolongada.

6. Escolha o revestimento adequado para o piso onde será instalado o elevador

Entenda que alguns tipos de revestimento de piso apresentam risco na hora de instalar o equipamento, principalmente em ambientes mais úmidos. A ideia é que os cômodos próximos ao elevador de acessibilidade tenham piso antiderrapante,  para que não haja acidentes e escorregões. Portanto, evite instalar o equipamento próximo aos pisos polidos ou de pedras.

7. Cuide da iluminação dos ambientes

Além de pensar no espaço adequado para o seu elevador de acessibilidade, cuide da iluminação dos ambientes. Adapte sensores simples e ofereça alternativas práticas para auxiliar as pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida.

Agora que você aprendeu esses 7 passos para projetar o elevador de acessibilidade, que tal pensar em instalar o equipamento no seu imóvel? Ofereça comodidade, segurança e conforto para as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

Gostou do conteúdo? Quer ficar por dentro das novidades do blog da JE Elevadores? Acesse o nosso próximo post e veja o quanto o elevador de acessibilidade pode valorizar o seu imóvel, atrair clientes e auxiliar pessoas que precisam de acessibilidade! 

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