Andadores para idosos: 3 fatores decisivos para a escolha

Andadores para idosos: 3 fatores decisivos para a escolha

Os andadores para idosos têm se mostrado ferramentas valiosas no auxílio à mobilidade e na melhoria da qualidade nessa fase da vida. Afinal, esses dispositivos oferecem uma série de benefícios que vão desde a prevenção de quedas até o aumento da independência. 

Assim, ao proporcionar estabilidade e apoio durante a locomoção, os andadores permitem que os idosos se movam com mais segurança e reduzem o risco de acidentes. 

Além disso, eles promovem a manutenção da atividade física, o que é essencial para a saúde e bem-estar na terceira idade. 

Que tal aprender mais sobre os andadores para idosos? Venha conosco e confira informações importantes para escolher o melhor. Vamos lá?

3 fatores decisivos para fazer a escolha correta dos andadores para idosos

Veja alguns fatores importantes que você precisa considerar na hora de escolher os melhores andadores para idosos.

1. Conforto

Precisamos considerar que o conforto é um dos fatores decisivos para a aceitação eficaz do uso desses equipamentos por parte dos idosos. Afinal, se for um andador inadequado e desconfortável, certamente eles não vão querer usar, pois terão uma experiência frustrada.

Portanto, os andadores para idosos devem ser projetados ergonomicamente, com alças acolchoadas e ajustáveis para garantir uma aderência segura e confortável. 

Se os andadores tiverem assentos e encostos, eles devem ser acolchoados e anatomicamente projetados para proporcionar conforto durante as pausas.

Além disso, os andadores devem ser leves e fáceis de manusear, minimizando o cansaço e o desconforto para os idosos enquanto mantêm a mobilidade deles.

2. Ajustabilidade

Outro fator decisivo na hora de escolher os melhores andadores para idosos é a ajustabilidade. Assim, a capacidade de ajustar a altura das alças e do andador é fundamental para garantir um encaixe e suporte adequados. 

Afinal, cada idoso possui uma estatura e, portanto, o ajuste de altura personalizado é essencial na prevenção de desconforto e lesões. 

Sendo assim, garantir que o andador possa ser adaptado às necessidades individuais de cada usuário é essencial para maximizar sua utilidade e segurança.

3. Orientações médicas

É fundamental seguir as orientações médicas ao escolher um andador para idoso. Os profissionais de saúde estão bem posicionados para avaliar as necessidades individuais. 

Inclusive, em muitos casos, podem até mesmo indicar uma marca e modelo específicos.

Dada a ampla variedade de andadores disponíveis no mercado, a orientação médica assegura que o dispositivo escolhido seja apropriado para as condições de saúde do paciente, maximizando assim sua eficácia e segurança durante o uso.

4 dicas na hora de comprar os melhores andadores para idosos

Dicas na hora de comprar os melhores andadores para idosos

A escolha do melhor andador para idosos é uma decisão importante, pois pode ter um impacto significativo na qualidade de vida e na segurança do usuário. 

Para garantir que você tome a decisão certa ao adquirir um andador para um idoso, apresentamos algumas dicas que podem orientar a escolha e proporcionar maior conforto e bem-estar.

1. Consulte um profissional de saúde

Como vimos anteriormente, antes de adquirir um andador, é fundamental consultar um médico, fisioterapeuta ou terapeuta ocupacional

Afinal, esses profissionais podem avaliar as necessidades específicas do idoso (como mobilidade, equilíbrio e força) e recomendar o tipo de andador mais adequado.

2. Escolha o tipo adequado

Existem vários tipos de andadores disponíveis, como andadores com rodas, andadores com assento, andadores de quatro pontos e andadores de três pontos. 

Assim, cada tipo atende a necessidades diferentes. Portanto, considere as limitações do idoso e a finalidade de uso ao escolher o tipo apropriado.

3. Faça testes com o andador para idosos

Antes de comprar, teste o andador para garantir que ele possa ser facilmente manobrado em diferentes superfícies e espaços — como corredores estreitos e áreas de convívio.

4. Verifique a estabilidade e segurança

Certifique-se de que o andador escolhido seja robusto e estável. Dependendo do modelo, verifique se os freios funcionam corretamente, se as rodas são bloqueáveis e se há recursos de segurança, como um cinto de segurança.

Promova a mobilidade e o conforto dos idosos com elevadores de acessibilidade

Além dos andadores, os elevadores de acessibilidade surgem como uma solução inovadora para aprimorar a mobilidade e o conforto dos idosos em sua jornada diária. 

Os elevadores de acessibilidade oferecem uma solução eficaz para idosos, tornando a locomoção mais segura e conveniente em edifícios residenciais e comerciais. 

Além de reduzir o risco de acidentes, eles promovem a inclusão, permitindo que os idosos acessem todos os espaços com maior facilidade. Isso contribui para uma vida mais independente e confortável.

A JE Elevadores é uma empresa especializada nesse segmento e está apta a auxiliar na escolha do melhor modelo de elevador de acessibilidade, considerando as necessidades específicas de cada cliente

Então, com a orientação e expertise da JE Elevadores, você pode proporcionar um ambiente mais acessível e confortável. Assim, promove a qualidade de vida e a independência dos idosos em sua vida.

Gostou? Então, aproveite e aprenda mais sobre o assunto baixando gratuitamente o nosso Guia do Elevador de acessibilidade. Boa leitura!

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Calçadas com acessibilidade: o que precisam ter?

Calçadas com acessibilidade: o que precisam ter?

Todos conhecem as calçadas com acessibilidade, certo? Mas nem todos compreendem as características que definem uma calçada acessível. 

Então, para solucionar essas e demais dúvidas quanto ao assunto, continue a leitura. Listamos a seguir as principais informações sobre acessibilidade em calçadas. 

Boa leitura!

Qual é a importância das calçadas com acessibilidade?

As calçadas com acessibilidade são cruciais para as pessoas com mobilidade reduzida. Para quem precisa de apoio para se locomover, todo cuidado é pouco. Logo, as calçadas acessíveis são indispensáveis para promover maior segurança, liberdade e igualdade àqueles que necessitam de suporte. 

Além disso, é um direito constitucional, presente na Declaração dos Direitos Humanos da ONU, o de ir e vir. O que obriga o Estado a oferecer contextos e espaços favoráveis aos habitantes.

Segundo um manual da Câmara dos Deputados, a qualidade da urbanização também depende desse elemento. Em outras palavras, as calçadas são um parâmetro para medir o nível de desenvolvimento de uma cidade.

“As cidades deveriam ser planejadas para as pessoas, as quais primordialmente caminham. A acessibilidade das calçadas, portanto, é uma questão de extrema importância, não só para que as pessoas com deficiência consigam utilizá-las, mas, na verdade, para toda a população, sejam crianças, jovens, adultos, idosos”.

Nesse contexto, todos sofrem quando uma calçada não está adequada. No entanto, há um maior impacto para as pessoas de mobilidade reduzida. Inclusive, ainda conforme o manual, há um enorme número de acidentes gerados por problemas em calçadas. 

Dessa maneira, para uma calçada ser acessível e segura é necessário que o pavimento seja bem nivelado e sem buracos. Além disso, ela deve ter um rebaixamento de qualidade para garantir o acesso da cadeira de rodas.

No entanto, nem sempre isso acontece. Um estudo avaliou as calçadas brasileiras em 5,71, em uma escala de 0 a 10. O mínimo aceitável, conforme a pesquisa, seria a nota 8. 

Esse número foi estabelecido com base em critérios quanto às condições das calçadas, da sinalização para os pedestres, o conforto e a segurança.

Leia também: Entenda as principais leis de acessibilidade no Brasil

O que é uma calçada acessível? 

Segundo uma cartilha do Ministério Público, calçada significa “parte da via não destinada à circulação de veículos, reservada ao trânsito de pedestres e, quando possível, à implantação de mobiliário, sinalização, vegetação e outros fins”.

Já acessibilidade é a “condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida”.

Dessa forma, uma calçada acessível nada mais é do que um espaço que permite a livre circulação de maneira igualitária e justa. Assim, a locomoção é realizada com independência por aqueles que possuem mobilidade reduzida.

Ainda segundo a cartilha, a acessibilidade nas calçadas permite concretizar as condições de segurança, conectividade e conforto na circulação de pessoas nas cidades. 

Leia também: Acessibilidade para deficientes: entenda a importância dos desenhos universais

Quais são as características das calçadas com acessibilidade?

Características das calçadas com acessibilidade

Existem algumas características das calçadas com a acessibilidade que as definem. Conforme o manual citado anteriormente, as calçadas precisam contar com uma largura suficiente e, de preferência, arborização para uma maior proteção do sol.

Além disso, elas precisam contar com boa iluminação para períodos noturnos e equipamentos que contribuem para um caminhar mais agradável. Como, por exemplo, bancos e jardins, faixas de travessia, semáforos especiais, placas de sinalização, entre outros.

E por falar em faixa, a calçada é divida em 3, sendo elas:

  • Faixa de serviço: mais próxima à guia. É destinada à instalação de postes, lixeiras, árvores e rampas de acesso;
  • Faixa livre: faixa do meio. Destinada exclusivamente à circulação de pessoas. Precisa ter continuidade entre os imóveis, sem inclinações;
  • Faixa de acesso: faixa mais próxima ao imóvel.

A Faixa Livre, inclusive, é a mais importante! Ela precisa, de acordo com a prefeitura de São Paulo:

  • Ter superfície regular, firme, contínua, antiderrapante e que não cause trepidação;
  • Ter inclinação longitudinal e transversal adequadas;
  • Ser livre de qualquer barreira, interferência ou obstáculos;
  • Ter altura livre de interferências construtivas e de interferências de instalação pública (como placas e sinalizações);
  • Ser destacada, visualmente, das outras faixas;
  • Ter largura mínima de 1,20m;
  • Corresponder a, no mínimo, 50% da largura total da calçada quando a mesma tiver mais de 2,40m de largura.

Para garantir calçadas com acessibilidade, é necessário construí-las com rebaixamentos adequados (sem desnível), com inclinações coerentes com as principais normas e seguindo as restrições de cada faixa.

Importante destacar que as calçadas com acessibilidade também devem contar com sinalização tátil para sinalizar e guiar as pessoas com deficiência visual.

Próximo passo

As calçadas com acessibilidade, como vimos, são fundamentais para promover segurança, conforto, bem-estar e autonomia às pessoas com mobilidade reduzida. Esse é um direito que deve ser assegurado pelo Estado e seus governos. 

Mas a busca por acessibilidade não para por aí. É necessário garantir a independência e a qualidade de vida dessa parcela da população, em suas casas também! Para entender mais sobre esse assunto, clique aqui e acesse nosso conteúdo completo com dicas de como escolher um elevador de acessibilidade residencial.

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10 dicas para a correta adequação quanto a acessibilidade em casa!

10 dicas para a correta adequação quanto a acessibilidade em casa!

Acessibilidade em casa é coisa séria, principalmente quando se tem pessoas com mobilidade reduzida vivendo nos mesmos ambientes. 

Um elevador de acessibilidade, um piso antiderrapante e até portas mais largas fazem toda a diferença. Para quem precisa de um apoio ao se locomover, todo suporte é indispensável.

E é comum pensarmos que a acessibilidade em casa se aplica apenas às residências com cadeirantes. A mobilidade reduzida também exige adaptação para garantir uma locomoção segura e confortável. 

Assim, idosos, gestantes e pessoas temporariamente doentes também necessitam de acessibilidade em casa. 

Até porque, de acordo com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), a mobilidade reduzida pode gerar quedas. E esses acidentes podem resultar em hematomas e ossos quebrados. 

No caso dos ossos mais velhos, o cenário é ainda mais grave. Isso porque eles demoram a se regenerar e não se recuperam totalmente.

Pensando nisso, desenvolvemos este artigo. Aqui listamos dez dicas para contribuir com a aplicação e adequação quanto à acessibilidade em casa. Vamos lá?

 

1. Elevador de acessibilidade em casa

Elevador de acessibilidade em casa

Uma das principais dicas, para garantir a locomoção segura, é o investimento no elevador de acessibilidade. Essa solução é perfeita para a movimentação de cargas e pessoas simultaneamente. 

Por isso, eles são os mais indicados para garantir o conforto durante o deslocamento para andares superiores da casa. 

Com o elevador, é possível se locomover em diversos espaços e ambientes. Esse equipamento proporciona a capacidade de conectar a sala ao quarto, o quarto às áreas externas, etc. Tudo isso sem nenhuma restrição ou qualquer tipo de dificuldade.

Sem contar a simplicidade e facilidade de manutenção do elevador de acessibilidade. Além disso, eles ocupam menos espaço que um elevador tradicional, por exemplo.

Leia também: Guia para escolher o elevador de acessibilidade para sua casa

 

2. Elevadores para piscinas

Muitas vezes a pessoa com mobilidade reduzida não consegue ter lazer ou até mesmo se exercitar com segurança e independência. Os receios de quedas e acidentes acabam impedindo que tenham as mesmas condições de passatempo.

Por isso, para garantir a acessibilidade em casa também é preciso apostar em elevadores para piscinas. Eles evitam constrangimentos, promovem autonomia e liberdade.

Com essa solução, as pessoas com mobilidade reduzida têm acesso facilitado à piscina, graças à inovação e às características técnicas. Como, por exemplo:

  • Funcionamento por fuso;
  • Assento giratório;
  • Sistema de tração;
  • Controle de baixa alimentação.

A solução oferece segurança, durabilidade, bem-estar e qualidade de vida, sem complicação na instalação. Para conhecer mais desses elevadores clique aqui e acesse nosso conteúdo completo.

 

3. Rampas ou plataformas de acessibilidade

Rampas ou plataformas de acessibilidade

Qualquer relevo ou desnível podem gerar graves acidentes às pessoas com mobilidade reduzida. No caso das escadas, o risco é ainda maior. 

Afinal, há uma maior elevação entre os espaços. O que pode gerar quedas mais sérias e prejudiciais à qualidade de vida futura.

Sem contar que, em muitos casos, as escadas são barreiras de locomoção. Até mesmo para as pessoas com baixos níveis de mobilidade reduzida.

Então, para substituí-las e garantir acessibilidade em casa, invista em rampas. Elas promovem maior estabilidade na locomoção e, assim, garantem segurança.

E, para evitar grandes obras, é possível optar por plataformas de acessibilidade. Elas são portáteis, de aço e podem ser instaladas e retiradas a qualquer momento. A solução realiza o transporte de pessoas, de maneira vertical, em até 7m.

Leia também: Plataforma de acessibilidade: confira os principais modelos da JE Elevadores

 

4. Pisos emborrachados no banheiro

O banheiro é fonte de preocupação constante. Por isso, é um dos principais ambientes para adequar quanto a acessibilidade em casa. Afinal, a água em contato com pisos mais escorregadios, faz com que cada banho deva ser tomado com muito cuidado.

Sendo assim, para deixar esse espaço mais seguro, deve-se instalar pisos emborrachados e antiderrapantes, em posições estratégicas. Ou seja, não precisa colocá-lo em todo o banheiro! Basta apenas localizá-los em áreas que possuem contato com água.

Assim, é possível evitar acidentes graves e assegurar o bem-estar da pessoa com mobilidade reduzida.

 

5. Barras de apoio no banheiro

Barras de apoio no banheiro

As barras de apoio são mais uma opção de acessibilidade para o banheiro. Até porque, como citado anteriormente, esse é o espaço em que mais gera preocupação. 

Sendo assim, esses instrumentos atuam como apoio às pessoas com mobilidade reduzida. Isso porque garantem mais firmeza durante a locomoção e, consequentemente, maior confiança.

Eles podem ser instalados, também, de maneira estratégica ao longo do espaço, conforme a necessidade de cada um. O ideal é que estejam ao lado do vaso sanitário e dentro do box para prevenir acidentes.

 

6. Barras de apoio pela casa

Como abordado acima, as barras de apoio são instrumentos importantes para a acessibilidade. No entanto, a solução também pode ser colocada em diferentes áreas da casa.

Até porque, às vezes, ter barras de apoio só no banheiro pode não ser o suficiente. Especialmente em casos de pessoas mais idosas ou doentes, que podem ter um mal-estar ou fraqueza em qualquer lugar.

Logo, é interessante instalar algumas barras de apoio em posições estratégicas pela casa para dar mais segurança diáriaElas podem ser colocadas em áreas internas ou externas. Como, por exemplo, piscina e quarto. 

Corredores também são uma boa pedida, assim como a área de preparo de alimentos e varanda.

 

7. Móveis sem quinas

Móveis sem quinas

É preciso reforçar que a acessibilidade em casa não está necessariamente relacionada com adaptações pontuais e a equipamentos. 

Na verdade, ela é quase uma característica intrínseca do design e da arquitetura. Portanto, também está presente no estilo de móveis.

Muito disso está relacionado ao apoio. Dessa maneira, evite móveis com muitas quinas e prefira aqueles que sejam mais acolchoados. 

Também opte por aqueles que são mais resistentes e fixos aos chão, para evitar desequilíbrio. Além disso, prefira os mais práticos e simples. 

E, claro, pense na disposição dos mesmo para promover a melhor circulação entre os espaços.

Essas dicas melhoram tanto a segurança, quanto aumentam o conforto e bem-estar da pessoa com mobilidade reduzida.

 

8. Portas mais largas

A NBR 9050 visa garantir a acessibilidade da pessoa com mobilidade reduzida. Para isso, ela estabelece diretrizes quanto à largura das portas. 

Segundo a NBR, a largura do vão livre desse elemento deve ser de, pelo menos, 80 centímetros. Já a altura precisa ser de 2,10 metros. 

A norma ainda reforça a importância de corredores e elevadores terem as dimensões corretas, para facilitar a locomoção das pessoas.

Com isso, por exemplo, para os cadeirantes, há espaço mais do que suficiente para entrar e sair de diferentes ambientes. Tudo sem maiores desconfortos ou riscos à sua segurança. 

 

9. Iluminação da casa

Iluminação para acessibilidade em casa

A iluminação é mais um elemento que precisa ser considerado durante a adequação quanto à acessibilidade. 

Afinal, a falta de luz pode dificultar a visão, o que gera tropeços, desequilíbrio e quedas em desníveis

Então, em todos os horários do dia, a iluminação deverá ser aliada da pessoa com mobilidade reduzida. 

Pense na instalação de boas luzes para os diversos cômodos, principalmente dos corredores. Isso ajuda na identificação de vãos livres, portas e móveis, por exemplo.

 

10 – Tomadas mais altas

Tomadas mais altas evitam que as pessoas se abaixem com mais frequência. Dessa forma, facilitam a vida delas devido à segurança e o conforto. 

Para isso, basta adicionar extensões discretas que colaboram com a acessibilidade da casa e o bem-estar.

Cabe destacar que as tomadas mais distantes também podem ocasionar acidentes. Afinal, é necessário maiores fios, que ficam espalhados pelos cômodos. 

O que, consequentemente, pode ocasionar tropeços. Logo, instale uma grande quantidade de tomadas e em diferentes ambientes.

 

Próximo passo

O mais importante da acessibilidade em casa é fazer com que a residência inteira seja segura para qualquer pessoa. Ou seja, com mobilidade reduzida ou não. 

Aplique essas dicas para que todo mundo consiga se locomover adequadamente e com conforto pelos ambientes!

Nesse cenário, a JE Elevadores é a parceira ideal na hora de promover a acessibilidade em casa! 

Somos referência em elevadores para pessoas com mobilidade reduzida, tanto na instalação quanto na manutenção e no preço. Para conhecer mais dessa nossa solução, baixe gratuitamente o nosso catálogo.

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Acessibilidade em condomínios: conforto para idosos

Acessibilidade em condomínios: conforto para idosos

A acessibilidade em condomínios deve ser a principal preocupação desses espaços. A urgência do assunto colabora com a promoção do conforto aos idosos.

Somente a partir dessa prática é possível assegurar a locomoção, sem risco de queda ou acidentes. 

Então, para entender mais sobre o assunto, continue a leitura. Neste texto reunimos as principais informações e dicas de como promover a acessibilidade nos espaços residenciais.

 

Por que se preocupar com a acessibilidade em condomínios?

A acessibilidade em condomínios é uma prática urgente. Essa atenção é imprescindível para promover o conforto, segurança e qualidade de vida das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Como os idosos, por exemplo.

Isso porque eles tendem a ter instabilidade ao caminhar, levantar e sentar devido a inúmeros fatores. Principalmente aqueles relacionados às articulações, músculos, ossos e problemas neurológicos. Tais adversidades podem causar graves acidentes devido aos tombos. 

As quedas podem resultar em ossos quebrados e hematomas, segundo a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Além disso, os ossos mais velhos demoram a se regenerar e não se recuperam totalmente.

Segundo a entidade, se um quadril é fraturado, por exemplo, será necessário usar permanentemente bengalas, andadores ou cadeiras de rodas. Logo, as quedas são a principal causa de lesão e até óbito.

Portanto, a acessibilidade em condomínios é mais do que necessária, é uma obrigação! Vale ressaltar o que está descrito na Lei Nº 10.098:

“A construção, ampliação ou reforma de edifícios públicos ou privados destinados ao uso coletivo deverão ser executadas de modo que sejam ou se tornem acessíveis às pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida”.

Então, a acessibilidade precisa ser uma realidade para as mais de 31,2 milhões de pessoas idosas, segundo o IBGE. Inclusive, é importante destacar que o número obteve um salto de 39,8% entre 2012 e 2021. 

Além disso, de acordo com dados reunidos pela CNN, mais de 17 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência. E quase metade dessa parcela (49,4%) é representada por idosos.

Então, a acessibilidade em condomínios é um direito que deve ser garantido a essa parcela da população. 

 

Quais são os principais desafios diários dos idosos?

A principal causa dos desafios diários enfrentados pelos idosos estão relacionadas à mobilidade reduzida. 

Simples afazeres domésticos, por exemplo, se tornam grandes dificuldades. Muitos precisam, inclusive, de auxílio para se manter saudáveis e confortáveis. 

O que também gera necessidade de ajuda física, psicológica, fisiológica e social. Conforme o Portal do Envelhecimento, a grande adversidade para o idoso é não realizar as atividades diárias. Ou seja, a independência se torna dependência.

Ainda segundo o Portal, são estimados que, aproximadamente 25% dos idosos possuem limitações nas tarefas no dia a dia. 

Portanto, alguns dos desafios incluem: 

  • Tomar banho;
  • Fazer o uso de transporte;
  • Subir ou descer andares;
  • Caminhar pela rua;
  • Se arrumar;
  • Se alimentar.

Logo, nesse cenário, a acessibilidade em condomínios é uma ferramenta importante para a garantia de dignidade do idoso. Em muitos casos, isso proporciona a independência quanto a locomoção.

 

Como promover a acessibilidade em condomínios?

Com base na importância da acessibilidade em condomínios, apresentada anteriormente, a seguir reunimos dicas de como promovê-la. Confira a lista!

 

Barras de apoio

Uma das maneiras de promover a acessibilidade em condomínios é a partir da instalação de barras de apoio. Elas são de diferentes tamanhos e formatos, para prevenir acidentes.

É preciso colocá-las em posições estratégicas, ao longo do condomínio, para gerar maior segurança ao idoso. Como, por exemplo:

  • Em corredores;
  • Áreas escorregadias;
  • Perto de elevadores;
  • Portarias;
  • Espaços de convivência.

 

Portas mais largas

As portas de todo o condomínio precisam seguir as diretrizes da NBR 9050 para garantir o conforto ao idoso. Essa norma ressalta e visa garantir o direito à acessibilidade em todos os lugares.

Segundo a NBR, é necessário que corredores, elevadores e portas tenham as dimensões adequadas para facilitar a locomoção das pessoas. É determinado que a largura do vão livre deverá ser de, no mínimo, 0,80m e altura de 2,10m.

Dessa forma, as pessoas com mobilidade reduzida terão maior segurança ao entrar e sair de ambientes. Tudo isso sem o risco de acidentes e quedas.

 

Rampas e plataformas de acessibilidade

Acessibilidade em condomínios: conforto com rampas e elevadores de acessibilidade

A rampa é mais uma ferramenta que garante o direito de ir e vir e, portanto, a acessibilidade em condomínios. Ela diminui o risco de quedas e gera maior estabilidade ao idoso.

Além disso, para evitar grandes obras e maiores problemas de locomoção, é possível contar com plataformas de acessibilidade. Elas realizam o transporte de pessoas, na vertical, em até 7m. 

 

Elevador de acessibilidade

Por fim, o elevador de acessibilidade é mais um instrumento que assegura o conforto dos idosos.

Essa solução tem o objetivo de proporcionar o acesso a quem tem mobilidade reduzida. E diferentemente da plataforma, eles são excelentes opções para o deslocamento em andares superiores. 

Por isso, ajuda o idoso a se locomover em diversos espaços e ambientes do condomínio — sem qualquer restrição ou dificuldade.

Vale destacar que ele ocupa menos espaço que um elevador tradicional. Além disso, esse modelo de elevador pode ser instalado no interior ou exterior dos recintos. 

Para conhecer mais dessa solução, clique aqui e veja as principais informações e detalhes do elevador acessível — para garantir a acessibilidade em condomínios!

Mobilidade reduzida: 6 desafios de acessibilidade

Mobilidade reduzida: 6 desafios de acessibilidade

Embora a acessibilidade seja garantida por lei no Brasil, as pessoas com mobilidade reduzida (deficiência locomotiva, gestantes, idosos, obesos) enfrentam diversos desafios.

Problemas com o transporte público, em casa e dificuldade na hora de conseguir um emprego são alguns exemplos de obstáculos.

Portanto, a acessibilidade no Brasil é algo que precisa ser discutido. Assim, essas melhorias podem contribuir para tornar o dia a dia do público mais seguro e confortável. 

Além disso, é uma maneira para proporcionar mais autonomia, bem-estar, qualidade de vida e liberdade para todos.

Para entender mais sobre a acessibilidade, vamos conhecer quais são os principais desafios de pessoas com mobilidade reduzida e discutir algumas melhorias.

Continue conosco e boa leitura!

 

Entenda o que é mobilidade reduzida

Mobilidade reduzida se refere a uma condição em que uma pessoa tem limitações em se movimentar ou se locomover com facilidade e autonomia. 

Assim, essas limitações podem ser causadas por diversos fatores, como doenças, deficiências físicas, lesões, envelhecimento ou outras condições de saúde.

Indivíduos com mobilidade reduzida podem enfrentar desafios para:

  • Caminhar;
  • Subir escadas;
  • Entrar ou sair de veículos;
  • Utilizar transporte público;
  • Acessar edifícios;
  • Participar plenamente de atividades cotidianas. 

Essas limitações têm um impacto significativo na qualidade de vida da pessoa, afetando sua independência, interações sociais e oportunidades de trabalho ou lazer.

 

Conheça 6 desafios de acessibilidade

Conheça os desafios de acessibilidade associados a mobilidade reduzida

Agora que você aprendeu o que é mobilidade reduzida, continue conosco e conheça alguns dos principais desafios de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida.

 

1. Falta de acessibilidade no transporte público

De acordo com a Constituição Brasileira, todas as pessoas têm direito de ir e vir. Porém, infelizmente, muitas vezes isso acontece apenas na teoria.

Isso porque o transporte público é um grande exemplo da falta de acessibilidade nas cidades. 

Veja quais são os principais problemas enfrentados:

  • Poucos ônibus e veículos adaptados para receber esse público;
  • Muito tempo de espera para conseguir pegar um desses ônibus;
  • Falta de treinamento de motoristas e cobradores, que tornam a entrada e a saída do cadeirante realmente frustrante;
  • Passageiros impacientes e mal-educados que querem apressar a entrada do cadeirante.

Portanto, o transporte público ainda precisa de melhorias para conseguir atender bem as pessoas com mobilidade reduzida e criar um ambiente acolhedor e seguro.

 

2. Dificuldade de locomoção em casa

Além da dificuldade da vida social, pessoas com mobilidade reduzida também enfrentam problemas dentro dos seus lares.

Portanto, é fundamental adaptar o ambiente para tornar a vida dessas pessoas mais independente e segura.

Veja alguns exemplos:

  • Instalar corrimãos nos banheiros;
  • Aumentar a largura das portas;
  • Reformar o piso, para que ele se torne regular em toda a casa;
  • Arrumar os móveis para proporcionar liberdade de movimentos;
  • Instalar fitas antiderrapantes para evitar escorregões nas rampas e desníveis;
  • Remover os tapetes da casa (ou fixá-los bem no piso);
  • Instalar elevadores residenciais.

A questão dos elevadores residenciais é bem importante. Afinal, a maioria das pessoas ainda pensa que a tecnologia é exclusiva para empresas ou ambientes maiores — como shoppings, escolas, universidades, entre outros.

Porém, atualmente, é possível instalar um elevador em qualquer residência (tanto em fase de construção quanto nas casas já construídas). 

Para isso, basta investir em uma empresa especializada no assunto, como a JE Elevadores.

Assim, fica mais fácil entender as necessidades e criar um projeto único e personalizado para o lar.

> Você também pode gostar de ler: Elevadores residenciais: tire todas as suas dúvidas!

 

3. Preconceito e desrespeito da população: um dos maiores problemas de acessibilidade

O preconceito é um dos piores obstáculos enfrentados por quem tem mobilidade reduzida. 

Por exemplo, estacionar o carro em uma vaga para deficiente e/ou em frente às rampas de acesso são atitudes que desrespeitam as pessoas com mobilidade reduzida.

Por isso, é importante conscientizar a população sobre a importância do respeito e da empatia com todos — não somente no trânsito, mas em todos os ambientes.

 

4. Mercado de trabalho e a falta de adaptação para pessoas com mobilidade reduzida

Para contratar pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, é preciso adaptar a infraestrutura.

Afinal, não basta apenas divulgar a vaga e querer mostrar que a empresa trabalha com responsabilidade social para melhorar o posicionamento da marca.

É preciso adaptar a estrutura para que o novo colaborador possa desenvolver o seu potencial de forma tranquila, segura e independente.

É preciso contar com um espaço adequado e ferramentas adaptadas para poder executar o trabalho.

Além disso, é essencial investir em treinamentos para que todos os colaboradores saibam a importância de promover a inclusão social e evitar o capacitismo.

 

5. Dificuldade com a movimentação e acesso

Outro desafio enfrentado pelas pessoas com mobilidade reduzida, com relação às saídas de casa, são as ruas.

Ruas com desníveis, buracos e sem rampas de acesso tornam a experiência de uma pessoa com mobilidade reduzida extremamente desconfortável.

Além disso, é muito comum ver lojas, restaurantes, parques, cinemas (e diversos outros estabelecimentos) sem adaptação na infraestrutura.

Portas pequenas, banheiros sem corrimões e ambientes apertados são alguns exemplos que tornam a experiência do público frustrada.

Por isso, se você tem uma loja, com alguns ajustes você conseguirá atender muito bem esse público. 

Dessa forma, é uma maneira para promover mais empatia, solidariedade e respeito.

 

6. Transporte individual

A mobilidade reduzida pode representar uma série de desafios para pessoas que dependem do transporte individual.

Isso acontece principalmente em áreas onde o transporte público não é suficientemente acessível ou adequado às necessidades específicas.

Além disso, algumas pessoas com mobilidade reduzida podem preferir ou precisar do uso de transporte individual por questões de comodidade, privacidade ou disponibilidade.

Veja algumas dificuldades enfrentadas por pessoas com mobilidade reduzida no transporte individual!

 

Acesso a veículos adaptados

Muitas pessoas dependem de veículos especialmente adaptados para acomodar cadeiras de rodas, scooters ou outros dispositivos de assistência à mobilidade. 

No entanto, esses veículos são menos comuns e, muitas vezes, mais caros, o que pode dificultar o acesso a eles.

 

Dificuldade em entrar e sair do veículo

Pessoas com mobilidade reduzida podem enfrentar desafios significativos ao entrar e sair de veículos.

Isso acontece principalmente se não houver adaptações ou dispositivos de auxílio disponíveis, como rampas, elevadores ou transferidores.

 

Restrições de espaço

Muitos veículos particulares não oferecem espaço suficiente para acomodar adequadamente cadeiras de rodas ou dispositivos de mobilidade. 

Isso pode limitar a capacidade de viajar com independência e conforto.

 

Custo do transporte adaptado

O custo de adaptação de um veículo, ou aquisição de um veículo adaptado, pode ser alto. Então, isso se torna uma barreira financeira para algumas pessoas com mobilidade reduzida.

Você gostou de conferir os 6 obstáculos enfrentados por quem tem mobilidade reduzida? Se sim, que tal continuar aprendendo um pouco mais sobre como contribuir para ter mais mobilidade em casa? Então, leia também: Onde instalar a plataforma residencial para facilitar a mobilidade em casa? 

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A cadeira de rodas é essencial para pessoas com deficiência física, porque proporciona independência e mobilidade

Um papel fundamental, pois permite que indivíduos superem barreiras e desfrutem de uma vida plena.

No entanto, é importante estar ciente que a cadeira de rodas também requer cuidados e manutenção adequados.

Nesse sentido, um aspecto fundamental é saber quando substituí-la. Para descobrir mais sobre esse tema, convidamos você a explorar as informações sobre quando é o momento certo para fazer a substituição. Vamos lá?

 

1. Desgaste excessivo

O desgaste excessivo da cadeira de rodas é um fator que pode indicar a necessidade de substituição. 

Ao longo do tempo, o uso contínuo pode resultar em sinais visíveis de desgaste, como ferrugem, rachaduras na estrutura ou deterioração dos componentes. 

Esses problemas podem comprometer a segurança e a funcionalidade da cadeira, colocando em risco a independência e a mobilidade do usuário. 

Portanto, é importante estar atento a esses sinais e, ao identificar um desgaste excessivo, considerar substituir a cadeira de rodas. 

Afinal, garantir que a cadeira esteja em boas condições garante conforto, segurança e confiança ao usuário.

 

2. Falhas mecânicas frequentes

Apresentar falhas mecânicas frequentes pode ser um indicativo de que está na hora de considerar uma substituição. Alguns sinais são rodas soltas, freios defeituosos ou problemas no sistema de inclinação. 

Isso porque tais falhas podem comprometer a segurança e a funcionalidade da cadeira, prejudicando a mobilidade e a independência do usuário.

 

3. Mudança nas necessidades do usuário

A mudança nas necessidades do usuário é um motivo importante para substituir a cadeira de rodas.

Afinal, à medida que as circunstâncias físicas do usuário evoluem (como aumento de peso, perda de mobilidade ou necessidade de recursos adicionais), a cadeira de rodas atual pode não atender mais às suas demandas. 

Então, uma cadeira de rodas nova e adequada é essencial para garantir o suporte, a segurança e a funcionalidade necessários. 

Assim, ao fazer a substituição, o usuário pode desfrutar de maior conforto, mobilidade e independência, adaptando-se às mudanças em sua condição física e melhorando sua qualidade de vida.

 

4. Falta de conforto

Caso a cadeira de rodas não ofereça mais o conforto adequado ao usuário, é um sinal de que ela pode precisar ser substituída. 

Afinal, o conforto é fundamental para garantir a qualidade de vida e a saúde do usuário. 

Portanto, uma cadeira de rodas nova, capaz de proporcionar o suporte adequado e com ajuste correto ao corpo, pode melhorar significativamente a experiência de uso.

 

5. Tamanho inadequado

Quando a cadeira de rodas não se adequar corretamente ao usuário (seja devido ao crescimento, perda de peso ou outros fatores), é importante considerar a substituição. 

Isso porque um tamanho inadequado pode resultar em problemas posturais, desconforto e dificuldade de equilíbrio durante o uso da cadeira.

 

6. Desatualização tecnológica

A desatualização tecnológica é outro sinal que pode indicar a necessidade de substituir a cadeira de rodas. 

Afinal, precisamos considerar que, com avanços constantes na tecnologia, novos recursos e melhorias surgem para aumentar o conforto, a funcionalidade e a acessibilidade

Dessa maneira, se a cadeira de rodas atual carece de recursos recentes com benefícios ao usuário, a substituição pode proporcionar uma experiência mais atualizada e melhor adaptada às necessidades individuais.

 

7. Manutenção inadequada da cadeira de rodas

A manutenção inadequada da cadeira de rodas pode comprometer sua durabilidade e desempenho. 

Então, investir na manutenção adequada pode prolongar a vida útil da cadeira de rodas e garantir sua funcionalidade e segurança a longo prazo. Confira algumas dicas.

  • Limpeza regular: faça a limpeza da cadeira de rodas com um pano úmido e detergente suave. Remova sujeiras e resíduos para evitar danos e deterioração;
  • Verifique as rodas: regularmente, verifique se as rodas estão firmes e em boas condições. Aperte os parafusos, certifique se não há objetos presos e substitua rodas desgastadas;
  • Lubrificação: aplique o lubrificante adequado nas partes móveis, como dobradiças e eixos das rodas, para garantir um movimento suave;
  • Verifique os freios: certifique-se de que os freios funcionam corretamente e estão ajustados adequadamente para garantir a segurança;
  • Inspeção dos assentos e encostos: verifique se há rasgos, desgastes ou afundamentos nos assentos e encostos, substituindo-os quando necessário para garantir o conforto e o suporte adequado;
  • Consulte um profissional: agende consultas com um profissional especializado em cadeiras de rodas para ajustes, manutenção preventiva e reparos necessários.

 

8. Deterioração estética

Embora a estética não seja o fator mais importante para considerar, a deterioração estética da cadeira de rodas pode ser um sinal de que é hora de substituí-la.

Então, se a cadeira está desgastada, com aparência envelhecida, arranhada ou danificada, isso pode afetar a autoestima do usuário. 

Dessa forma, substituir a cadeira de rodas pode melhorar a aparência, e, também, trazer uma sensação renovada de confiança e orgulho ao usuário.

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