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Acessibilidade urbana em áreas de lazer

Acessibilidade urbana em áreas de lazer

A acessibilidade urbana em áreas de lazer é de fundamental importância para que as pessoas com mobilidade reduzida aproveitem a cidade na sua totalidade, como qualquer outra pessoa.

Essa é a missão da acessibilidade urbana, inclusive: promover o uso total dos espaços metropolitanos. Todas as pessoas podem ir para qualquer lugar se assim desejarem. Porém, a realidade muitas vezes é diferente disso.

Neste artigo falamos um pouco mais sobre a acessibilidade urbana nas áreas de lazer. Mostramos como ela deveria se apresentar, como realmente se apresenta e pensamos em alguns recursos para facilitar a adequação. Vamos com a gente?

A acessibilidade urbana deve ser de casa até a área de lazer

Parques de lazer adaptados para pessoas com mobilidade reduzida existem por todos os lados, e em praticamente todas as grandes metrópoles. Em algumas eles podem ser mais difíceis de encontrar, mas locais públicos adaptados não são tão raros assim.

Essa é a boa notícia. A má é que o trajeto até ele normalmente é difícil para as pessoas com mobilidade reduzida.

Algo que os cadeirantes sofrem diariamente é com o deslocamento para qualquer parte. Chega a ser irônico ter áreas de lazer adaptadas espalhadas pela cidade se para chegar até lá o cadeirante passa por incômodos e constrangimentos.

Se ele mora em um condomínio mais antigo, na maioria das vezes ele não tem um espaço adaptado nem mesmo na própria casa. Assim que sai, se depara com calçadas esburacadas e ônibus sem elevador hidráulico. A situação normalmente só muda quando ele realmente chega no parque.

Isso é bastante problemático. E isso em um cenário mais positivo. Em vários casos, os próprios parques possuem questões que não auxiliam na acessibilidade urbana em áreas de lazer.

O que é necessário adaptar em prol da acessibilidade urbana em áreas de lazer?

Isso vai depender da própria área. O básico é o que é estabelecido pela NBR 9050, como:

  • Piso tátil pelos percursos para pessoas cegas;

  • Banheiros públicos adaptados;

  • Portas com vão livre superior a 0,80 m;

  • Rampas de acesso ou elevadores de acessibilidade;

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Dentre outros pontos. Mas isso é o mais básico, o que a lei estipula. Para realmente ser inclusivo e trabalhar bem a acessibilidade urbana em áreas de lazer, é necessário uma boa dose de empatia e bom senso.

Indo além do básico

É comum encontrar equipamentos de ginástica para os braços em áreas cobertas com areia. Como o cadeirante irá passar por lá? Também não raro encontramos essas áreas rodeadas por um meio fio, o que também impede a passagem de grande parte das pessoas com deficiência.

Áreas abertas cobertas de grama, terra, areia ou qualquer forma que não seja um piso liso precisam ter pelo menos uma faixa especial para as pessoas com mobilidade reduzida transitarem por lá.

É necessário destruir a ideia de que a acessibilidade é um gasto a mais. Não se poupam despesas para fazer a vida dos frequentadores das áreas de lazer mais fáceis, mas qualquer investimento em sustentabilidade termina sendo tratada como despesas. Não é por aí.

Se o seu objetivo é trazer mais visitantes, esses “gastos” são meios de se trazer mais e mais pessoas para o local.

Os elevadores de acessibilidade como guias para um futuro mais inclusivo

Vencer grandes desníveis pode ser um grande problema para cadeirantes, mesmo com as rampas de acessibilidade. Em muitos casos, elas podem ser ineficazes por conta da distância que a pessoa deve percorrer por ela.

Muito se engana quem pensa que essas rampas servem somente para os cadeirantes. Idosos, pessoas grávidas, pessoas com dificuldades temporárias, etc., podem apresentar problemas subindo escadas ou rampas da mesma maneira. Se o vão for grande, a distância percorrida também será.

É aí que entram os elevadores de acessibilidade. Com capacidade para vencer desníveis de todos os tipos – e sendo muitas vezes até mais baratos do que a construção de uma rampa de alvenaria e concreto – a acessibilidade ganha mais um aliado na busca pela inclusão total.

Para realmente pensar em acessibilidade urbana, o ideal é ir além do básico. Seja empático, ofereça o que realmente as pessoas precisam e estimule a cidadania!

Mas agora que já tratamos das áreas de lazer, que tal levarmos essa conversa adiante no nosso artigo sobre adaptações necessárias nos condomínios?

10 dicas para adaptar acessibilidade em casa para idosos ou doentes

10 dicas para adaptar acessibilidade em casa para idosos ou doentes

Acessibilidade em casa é coisa séria, principalmente quando se tem pessoas com mobilidade reduzida vivendo nos mesmos ambientes. Um elevador de acessibilidade, um piso tátil e até portas mais largas fazem toda a diferença para quem precisa de um apoio ao se locomover.

E é comum pensarmos que a acessibilidade em casa se aplica para residências com cadeirantes. A verdade não é bem essa: a mobilidade reduzida é justamente o que seu nome diz, algum fator que impede que alguém se locomova bem.

Assim, idosos, gestantes e pessoas temporariamente doentes também vão precisar de acessibilidade em casa. Pensando nisso, desenvolvemos este artigo onde damos dez dicas para te dar uma força em tornar seus ambientes acessíveis. Vamos lá?

1 – Elevador de acessibilidade em casa

O elevador de acessibilidade em casa sempre aparece pelos nossos artigos, e não é por nada: eles são os mais indicados para resolver várias questões de acessibilidade em casa.

Com um elevador bem instalado, seus problemas com a locomoção segura já estão a meio caminho de se resolver. Você pode conectar a sala ao quarto, o quarto à cozinha, áreas externas e o que mais você quiser.

E tudo isso com simplicidade e facilidade de manutenção. Incrível? Mas nós só estamos começando…

2 – Elevadores para piscinas

Se você tem uma piscina em casa, muitas vezes as pessoas de mais idade acabam deixando de usá-la por receios de quedas.

Também pode ser bastante constrangedor precisar de ajuda para entrar e sair, além de que se banhar sem ninguém por perto pode ser difícil ou até impossível.

A acessibilidade em casa resolve todas essas questões. Com os elevadores para piscinas, você leva independência para as pessoas com mobilidade reduzida com facilidade e economia.

3 – Pisos emborrachados no banheiro

O banheiro é fonte de grande preocupação na hora de pensar a acessibilidade em casa para pessoas idosas. A água em contato com pisos mais escorregadios, como a ardósia e os porcelanatos, fazem com que cada banho deva ser tomado com muito cuidado.

Para deixar o ambiente mais seguro, o melhor é instalar aqueles pisos emborrachados, antiderrapantes, em posições estratégicas no banheiro.

A acessibilidade em casa, então, mais uma vez atua para a segurança das pessoas que precisam de mais cuidado e com mobilidade reduzida.

4 – Barras de apoio no banheiro

As barras de apoio são outra funcionalidade que devem necessariamente estar inserida nos banheiros de pessoas idosas ou doentes. Elas atuam da mesma forma que os pisos antiderrapantes, sendo um apoio a mais para prevenir acidentes.

5 – Escadas? Rampas!

Escadas são grandes inimigas de pessoas com mobilidade reduzida. Há o risco de quedas sempre presentes, mesmo nos menores desníveis, que podem ocasionar em fraturas e graves hematomas.

O que der pra você substituir por rampas, substitua. Você pode evitar obras demasiadas com rampas portáteis de aço, que podem ser instaladas e retiradas a qualquer hora.

6 – Móveis sem quinas

Mas a acessibilidade em casa não está necessariamente relacionada com adaptações pontuais e equipamentos. Na verdade, ela é quase um “estado de espírito” do lar, e isso inclui o estilo de móveis.

Evite móveis com muitas quinas e prefira aqueles que sejam mais acolchoados. Isso vai melhorar tanto a segurança quanto aumentar o conforto da sua família!

7 – Barras de apoio pela casa

Às vezes, ter barras de apoio só no banheiro pode não ser o suficiente. Especialmente em casos de pessoas mais idosas ou doentes, que podem ter um mal estar ou fraqueza em qualquer lugar da casa.

É interessante instalar algumas barras de apoio em posições estratégicas pela casa para dar mais segurança em caso de problemas no dia a dia. Corredores são uma boa pedida, assim como a área de preparo de alimentos e na varanda.

8 – Portas mais largas

Estabelecida pela NBR 9050, a largura das portas para contemplar a acessibilidade em casa deve ser de pelo menos 80 centímetros, e a altura 2,10 metros.

Assim, para o caso de cadeirantes, há espaço mais do que suficiente para que ele passe sem maiores desconfortos ou riscos à sua segurança.

9 – Iluminação dos corredores

Nem precisamos falar da iluminação dos corredores, não é? Para pessoas idosas ou que apresentam algum problema para enxergar, é fundamental que eles sejam bem claros e que haja um bom contraste para identificar as portas e os vãos livres.

10 – Tomadas mais altas

Pessoas idosas e gestantes também podem ter dificuldades para se abaixar. Portanto, deixar tomadas mais altas vai facilitar a vida dessas pessoas e ainda trazer muito mais segurança.

Se o seu imóvel tem as tomadas baixas, não tem problema. Existem várias extensões bem discretas para você aplicar a acessibilidade em casa!

O mais importante da acessibilidade em casa é fazer com que a residência inteira seja segura e fácil de usar por qualquer pessoa, com mobilidade reduzida ou não. Aplique essas dicas para que todo mundo consiga andar bem pelos ambientes!

A JE Elevadores quer te ajudar a trabalhar a acessibilidade em casa! Somos referência em elevadores para pessoas com mobilidade reduzida, tanto na instalação quanto na manutenção e no preço. Vamos fazer um orçamento?

Acessibilidade em condomínios: como tratar essa questão

Acessibilidade em condomínios: como tratar essa questão

Quando falamos em acessibilidade em condomínios, logo nos vem à mente as adaptações feitas para contemplar pessoas cegas e cadeirantes, não é? Mas para realmente entender essa questão, precisamos buscar um questionamento que vai um pouco além disso, e estabelecer o que realmente é a mobilidade reduzida.

A mobilidade reduzida em si é exatamente o que o seu nome implica. Ter uma limitação ao se locomover tanto permanente quanto temporária. Assim, uma pessoa que sofreu um acidente e está de muletas também tem a mobilidade reduzida, assim como os idosos, as gestantes e até mesmo as crianças menores.

A acessibilidade em condomínios abrange todas essas pessoas, não só as que precisam do auxílio de uma cadeira de rodas para se locomover ou que são cegas. Um dos nossos maiores problemas é justamente não perceber essa questão, e postergar as obras por conta da baixa quantidade de cadeirantes no condomínio.

O problema é que um dia alguém irá precisar da acessibilidade em condomínios. Essa é a visão que o síndico deve ter, e pela qual deve pautar os seus esforços na criação de um ambiente seguro para todos.

O que regula a acessibilidade em condomínios?

O maior guia para a acessibilidade em condomínios, com toda a certeza, é a NBR 9050. Essa norma técnica da ABNT garante, em forma de lei, que todos os novos prédios devam ser construídos seguindo os preceitos de acessibilidade. Mas ela ainda vai além: prédios antigos também precisam ser adaptados.

Dessa forma, todo e qualquer local que não acate as diretrizes de acessibilidade em condomínios vai contra uma determinação legal, e está sujeito à sanções. É responsabilidade dos síndicos levar a questão para o proprietário e realizar as alterações necessárias.

Mas precisa ir para assembleia?

Não necessariamente. Embora a obra vá acarretar custos que provavelmente serão inseridos na taxa condominial, não é necessária a sua aprovação em assembleia.

Isso porque a acessibilidade em condomínios é, como dissemos, garantida por lei. Isso faz com que o trâmite para a sua aplicação não se sujeite à aprovação por assembleia de condôminos, algo que facilita bastante a obra e agiliza o seu início.

Mas é interessante levar o assunto para discussão, mesmo que a decisão já esteja tomada. Os condôminos podem não ter o que opinar nessa questão legal, mas ainda assim precisam saber que a obra irá começar. Isso vai garantir ao síndico maior tranquilidade ao executá-la.

Se por acaso alguém for contra a acessibilidade em condomínios, não há o que fazer a não ser registrar em ata a voz dissonante. Assim, o síndico deixa registrado que houve oposição, mas que ele se manteve firme no seu propósito.

O que a acessibilidade em condomínios garante?

São vários os pontos que a NBR 9050 estipula para garantir a acessibilidade em condomínios. Basicamente, o que se propõe é um ambiente livre de obstáculos para qualquer pessoa que possa se prejudicar com eles.

Um dos recursos mais famosos é a rampa de acessibilidade, mas engana-se quem pensa que só os cadeirantes se beneficiam delas. Pessoas que estão no fim da gravidez não podem fazer esforço abdominal, algo que as escadas oferecem como ônus. Outro exemplo? Idosos, que por vários motivos, podem ter problemas nas pernas que os fazem não ter tanta força assim.

A rampa de acessibilidade é o mínimo a ser oferecido. Uma forma de inovar e até de economizar no projeto é substituindo-a por elevadores de acessibilidade, que são mais garantidos, fáceis de instalar e acabam saindo mais baratos.

Algumas das principais estipulações da NBR 9050 são:

  • Rampas de acessibilidade;

  • Corrimãos em qualquer desnível vencido por escadas ou rampas;

  • Piso tátil;

  • Vaga na garagem maior e próxima dos elevadores ou do hall;

  • Portas largas para a passagem de cadeirantes;

  • Banheiros adaptados.

Dentre várias outras.

Condomínios antigos precisam mesmo de obras?

Essa é fácil de responder: sim, estruturas antigas precisam sim se adequar o quanto antes e apresentar recursos de acessibilidade em condomínios.

Muita gente acha que a lei só se aplica para novas construções, e isso se dá em partes por conta da fiscalização, que realmente é muito mais eficaz durante a construção. Na verdade, dependendo do regime de incorporação, o projeto nem mesmo é aprovado se não houver acessibilidade.

Já em estruturas mais antigas, a fiscalização demora mais, o que faz com que proprietários acabem “deixando pra lá” a acessibilidade em condomínios ou evitando obras custosas. Esse é um erro bem triste, mas nem por isso incomum.

Se o seu condomínio não é adaptado, ele precisa ser o quanto antes. A dificuldade muitas vezes se mostra na adequação à estrutura do prédio, que possui restrições fiscais ou simplesmente estruturais, relacionados à viabilidade técnica dos recursos de acessibilidade.

Realizando o estudo de viabilidade técnica

Em muitos casos, pode ser inviável mudar toda a estrutura sem danificar o prédio através dos métodos convencionais de construção. Fazer portas mais largas, por exemplo, em prédios mais antigos pode colocar em risco a integridade de toda a parede, dependendo da sua idade.

É nesse ponto que entra o estudo de viabilidade técnica em conjunto com a acessibilidade em condomínios. Várias empresas – como a JE Elevadores – realizam esse estudo como prioridade, buscando analisar qual é a melhor forma de incluir a acessibilidade naquele condomínio em particular.

A acessibilidade em condomínios valoriza o empreendimento

Uma das maiores vantagens que a acessibilidade em condomínios oferece é a valorização da estrutura como um todo. No mundo em que vivemos, onde os avanços sociais e de minorias são sempre pauta, ter um ambiente acessível conta muitos pontos em valorização.

Isso sem contar com as futuras fiscalizações. Não compensa ter um prédio não acessível, tanto pelos moradores que o empreendimento perde, quanto pelas multas que ele pode sofrer no futuro. Assim, seguindo a lógica do mercado, ele se valoriza com muito mais certeza e todos saem ganhando.

Trabalhar a acessibilidade em condomínios, como você pode ver, não é coisa de outro mundo. Na verdade, é basicamente uma série de preocupações a se tomar que se mostra em uma vida mais simples e segura pra todo mundo.

Agora que nós já falamos sobre os condomínios, que tal continuar a conversa falando sobre hotéis e lugares turísticos? Vamos juntos!

Elevadores de acessibilidade: entenda a importância de realizar a manutenção

Elevadores de acessibilidade: entenda a importância de realizar a manutenção

A manutenção de elevadores de acessibilidade é de suma importância para garantir o seu bom funcionamento e a segurança dos passageiros.

Através de um acompanhamento de perto da equipe de manutenção, você também garante uma vida útil bem maior do equipamento e economiza bastante. Ao invés de gastar com manutenções para corrigir problemas, você garante que eles não aconteçam.

Mas estamos nos adiantando. Neste artigo vamos tratar destes e de outros aspectos da manutenção de elevadores de acessibilidade. E aí, vamos com a gente?

A manutenção de elevadores de acessibilidade traz segurança

Essa é a maior preocupação que você deve ter com o elevador de acessibilidade. É necessário, acima de tudo, oferecer as melhores condições de segurança para os seus passageiros.

Os elevadores de acessibilidade são equipamentos robustos e seguros por natureza, mas ainda assim são equipamentos. Todo tipo de maquinário, seja forte ou frágil, precisa de manutenção para funcionar bem.

O ponto é que, em elevadores de acessibilidade, funcionar bem é o mesmo que funcionar com segurança. Para garantir essa segurança total, é fundamental que a manutenção dos elevadores de acessibilidade seja sempre perfeita.

Protegendo o seu investimento

Os elevadores de acessibilidade são sim robustos, mas eles dependem de componentes chave para funcionar corretamente.

Se você realiza a manutenção dos elevadores de acessibilidade, o dinheiro gasto para comprá-lo e instalá-lo está completamente seguro. Nunca dá para saber qual será a extensão do dano que o elevador terá por falta de manutenção, sendo que se for algo muito complicado, você corre o risco de até perder o investimento inicial com os custos do reparo.

Proteja seu dinheiro e o invista na manutenção de elevadores de acessibilidade.

O funcionamento ideal

Não tem nada mais frustrante do que ter um elevador de acessibilidade que você não pode confiar. Ele é seguro, ele está bem instalado, mas ainda assim ele não está dando 100% de si.

O elevador pode estar muito lento, fazendo muito barulho, com problemas nas portas ou até mesmo não conseguindo carregar sua carga média suportada. Tudo isso pode acontecer caso você não preste atenção à manutenção dos elevadores de acessibilidade.

Para garantir o funcionamento ideal, é fundamental que você invista na manutenção. Assim, o seu elevador vai sempre operar na sua máxima performance.

Economia

Os elevadores de acessibilidade, então, precisam de manutenção para funcionar bem. Isso nós já estabelecemos nos tópicos anteriores, não é? Mas além disso, mesmo que ele esteja perfeitamente em ordem, ainda é necessário fazer checagens de rotina.

Tudo parece estar ótimo, o elevador funciona muito bem, então você pula uma rotina de manutenção por achar que não precisa. Passa mais um mês e tudo ainda permanece perfeito. O problema está em quando algo acontecer.

Sem a manutenção, você pode acabar gastando bem mais caso um problema inesperado surja. O melhor é estar atento às rotinas trimestrais ou semestrais para ter certeza de que nada irá te surpreender e te fazer gastar em algum momento inoportuno.

Satisfação com o equipamento

A satisfação com os elevadores de acessibilidade também está relacionada com a quantidade de manutenções que você realiza. Não é só instalar e deixar funcionando, de forma alguma. A manutenção é parte do elevador.

É como beber um copo d’água. O copo vazio não é nada, e a água sem um copo é difícil de beber. O elevador é a mesma coisa: você compra tanto o equipamento quanto a manutenção. Ter só um dos dois não adianta.

Para se aproveitar melhor dos elevadores de acessibilidade, a manutenção é fundamental. Seu funcionamento está garantido e não há nenhum risco de se frustrar no futuro e acabar por não encontrar a sua maior utilidade: a facilitação do movimento pela casa.

Viu só como a manutenção de elevadores de acessibilidade é importante para o seu aproveitamento total? Sem realizá-la o seu equipamento se torna imprevisível, e portanto, inseguro.

A JE Elevadores possui seu próprio time de instalação e manutenção só esperando você chamar. Nós oferecemos planos acessíveis para que você nem precise passar pelo transtorno de contratar uma outra empresa para fazer a manutenção do nosso equipamento.

Duvida? Então venha conversar com os nossos especialistas e consultores! Temos certeza que podemos resolver todas as suas dúvidas e solucionar todos os seus questionamentos e suas necessidades. Até a próxima!

Acessibilidade: adaptação em hotéis e lugares turísticos

Acessibilidade: adaptação em hotéis e lugares turísticos

A acessibilidade em hotéis é um assunto que deve ser tratado o quanto antes, pois a não compatibilidade com todas as pessoas, com mobilidade reduzida ou não, acaba impedindo que esses espaços – que por serem turísticos devem ser utilizados por todos os turistas – sejam frequentados por pessoas com limitações de locomoção.

Mas em geral, os locais acabam pecando em situações simples e fáceis de resolver: com um investimento mínimo, é possível realizar as adaptações necessárias e oferecer a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos sem comprometer o orçamento.

E é aí onde a oportunidade se mostra: se é barato investir e se a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos abrange um novo público, o que é um dever de cidadania também passa a ser rentável.

A acessibilidade em hotéis e lugares turísticos é rentável

Os tempos mudaram e com eles as tecnologias avançaram bastante. Hoje em dia, ninguém mais está refém das rampas de concreto armado para promover a acessibilidade em hotéis e pontos turísticos. Elas são caras e demandam tempo, sendo que os elevadores de acessibilidade podem realizar o trabalho tão bem quanto elas.

Isso quer dizer que o investimento é pequeno se comparado ao preço da hora dos pedreiros, aos tijolos que devem ser comprados, ao concreto que deve ser misturado em betoneiras alugadas, ao ferro, etc.

Onde nós queremos chegar com isso? Pense com a gente: oferecer a acessibilidade em hotéis abre a possibilidade de encantar mais pessoas, não só as que normalmente o frequentam. Muitos cadeirantes deixam de frequentar lugares que não oferecem acessibilidade.

Portanto, se é barato e se abre para que mais pessoas frequentem o hotel, a rentabilidade é garantida.

Pequenas mudanças, grandes negócios

Mas a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos vai muito além da mobilidade. Como hoje não há uma regulamentação muito grande sobre a aplicação do símbolo internacional de acessibilidade, muitos hotéis acabam aplicando o que é obrigatório, como 5% de quartos adaptados, e se esquecendo do resto.

Um despertador para surdos raramente passa dos 200 reais, e garante grande autonomia para o hóspede, que com certeza irá preferir o seu hotel. Mudar algum mobiliário de lugar para garantir maior espaço de manobra não custa nada, e organizar as geladeiras de acordo com sinalizações em braille também não.

Todas essas mudanças, que são bem pequenas quando comparadas com mobiliar um quarto e pronto, vão garantir que você fidelize mais clientes e abram uma nova realidade de mercado.

A acessibilidade é garantida por lei

Hoje em dia, a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos já é garantida por lei. Na verdade, estabelecimentos que recebem outras pessoas já são obrigados a seguir a NBR 9050 na concepção do projeto e na execução da obra, sendo que a adaptação dos já existentes também são contempladas.

Os hotéis que já estão construídos devem reservar pelo menos 2% dos seus quartos para pessoas com mobilidade reduzida, sendo que eles devem conter banheiros com barras de sustentação, piso tátil, sanitários adaptados e cama baixa.

Porém, ir além do que a lei estipula é sempre a melhor ideia, como nós ressaltamos ali em cima, especialmente quando vivemos em um mundo cada vez mais digital.

Acessibilidade em hotéis é marketing grátis

Primeiramente, é muito necessário ressaltar que a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos é um esforço para a cidadania principalmente, sendo que todos esses tipos de locais no mundo inteiro deveriam ser acessíveis. O problema é o que os hoteleiros encaram como gastos os recursos necessários.

Gasto é uma palavra forte demais para descrever a acessibilidade em hotéis. Tudo o que é investimento é, no fundo, um gasto. Se você constrói dez andares pensando em quantas pessoas pode receber sem pensar nos gastos, porque com a acessibilidade essa situação muda de figura?

O ponto é que, na era digital, onde cada vez mais buscamos os clientes de onde eles estão, ter um hotel acessível é uma poderosa ferramenta de marketing. Os clientes irão procurar o seu hotel pela internet com toda a certeza antes de reservar, e muito provavelmente farão a reserva também online.

Ter fotos de ambientes acessíveis e de como o hotel valoriza essa questão e traz mais garantias de sucesso em fisgar os seus clientes em potencial ainda no momento da busca.

Viu só como a acessibilidade em hotéis é importante e vantajosa? Mas por enquanto só falamos nos interiores, não é? E a área da piscina, como fica? Descubra neste artigo!