Vantagens do elevador residencial

Vantagens do elevador residencial

O elevador residencial possui várias vantagens no seu uso, indo desde maior conforto e comodidade para pessoas com mobilidade reduzida, até a possibilidade de vencer desníveis que, sem ele, seriam intransponíveis.

Os esforços para tornar o elevador residencial mais confiável e seguro fizeram dessa tecnologia mais eficiente e segura, e hoje, com os modelos oferecidos pela JE Elevadores, a limitação de mobilidade dentro de casa já é coisa do passado.

Quer conhecer um pouco mais sobre o elevador residencial? Entender suas principais vantagens? Separamos 5 vantagens principais neste artigo. Continue lendo para conhecê-las!

1 – Conforto em casa

O elevador residencial traz uma grande vantagem com o conforto das pessoas com mobilidade reduzida em casa.

Muitas vezes tido como algo secundário, o conforto diz respeito à qualidade de vida das pessoas. Você pode ter algum tipo de limitação de mobilidade e ainda assim ser plenamente capaz de subir escadas, mas a tarefa pode ser difícil e desconfortável, principalmente para idosos.

Com o elevador residencial, o que era para ser difícil se torna simples e corriqueiro, e a qualidade de vida dá um salto com o conforto que ele oferece.

2 – Segurança para os moradores

Ainda falando sobre as escadas, a pessoa com mobilidade reduzida pode até subi-las sem muito esforço e sem um desconforto muito grande, mas é difícil garantir sua segurança em caso de quedas.

Para resolver essa situação, o elevador residencial possui guardas na lateral interna, e pode ser parado a qualquer momento da sua trajetória caso o passageiro sinta-se inseguro com o seu funcionamento.

A maior questão da segurança é a nossa incapacidade de prever acidentes, o que no caso da pessoa com mobilidade reduzida, torna-se ainda mais potencializado. Assim, o bom mesmo é seguir a velha máxima: é melhor prevenir do que remediar.

Do lado externo, possui uma chave geral, na qual bloqueia o equipamento e mantém as portas fechadas. Ela serve para travar a máquina para que outras pessoas não tenham acesso, como exemplo, crianças.

3 – Liberdade para ir onde quiser

Para muitas pessoas que não possuem o elevador residencial instalado, as mais simples tarefas podem ser bem complicadas. Até mesmo sair de casa ou visitar a cozinha pode ser difícil, caso a casa possua muitas escadas.

Com o elevador residencial, você tem a sua liberdade garantida, podendo ir para onde você quiser, na hora que você quiser, com sua segurança e conforto garantidos.

4 – Custos reduzidos e manutenção garantida

Muita gente nem mesmo cogita a instalação de um elevador residencial em casa pensando nos custos, que cogitam ser altos demais para o orçamento da família.

Isso também é verdade em condomínios, que muitas vezes preferem deixar pra lá as possibilidades para a acessibilidade –  que são, na verdade, obrigatórias – por conta do preço.

Porém, os custos de instalação de um elevador residencial não são nem de longe tão altos assim. Muita gente acha que por ser um elevador a instalação vai chegar às dezenas de milhares, e a manutenção será altíssima. Essa forma de pensar é pouco prática.

O elevador residencial tem seus custos, mas seu preço é justo, e de forma alguma alto demais. Além disso, muitas empresas oferecem pacotes de instalação com manutenção já incluída, que deve ser feita periodicamente. Assim, você só gasta uma vez, e já desfruta das vantagens do elevador residencial imediatamente após a sua realização.

5 – O elevador residencial pode ser instalado em qualquer lugar

Um dos melhores pontos do elevador residencial é a sua praticidade de instalação e suas dimensões compactas, que cabem em qualquer lugar e ainda oferecem o tamanho exato para proporcionar uma viagem tranquila e confortável ao passageiro.

O elevador residencial pode ser encaixado em lugares onde não há movimento intenso de pessoas na casa, para garantir a segurança de todos e a comodidade. Isso é muito aproveitado em lojas, que por se utilizarem muitas vezes de estruturas alugadas, não puderam elaborar o projeto de acessibilidade no momento da obra.

Ele também pode ser instalado em qualquer local que precise de uma conexão para as pessoas com mobilidade reduzida na casa, ligando quartos à cozinhas, banheiros, salas de televisão e onde mais for necessário.

Você não precisa de um espaço muito grande para a instalação, sendo que as dimensões de 1,50m por 1,50m já são suficientes para uma experiência adequada. Com isso, o elevador residencial se mostra uma ferramenta não só em prol da acessibilidade, mas acessível ele próprio.

Viu só as vantagens que um elevador residencial pode te oferecer na sua casa? Para mais informações sobre sua instalação e cuidados, além de dúvidas quanto a possibilidade de montá-lo na sua casa, entre em contato com a JE Elevadores!

E se você quiser saber mais sobre a acessibilidade no Brasil, não deixe de seguir o nosso blog, ok?

Até a próxima!

Acessibilidade na engenharia e a sua importância.

Acessibilidade na engenharia e a sua importância.

A acessibilidade na engenharia é um assunto amplo, que trata tanto das preocupações da área como um todo, quanto dos próprios profissionais, que sendo contratados ou autônomos, precisam ter a consciência de que suas ações na elaboração do projeto e na construção irão impactar a vida de muitas pessoas por muitos anos.

O Brasil possui uma grande quantidade de pessoas com a mobilidade reduzida, e embora existam leis que determinam que a acessibilidade na construção civil seja respeitada, a fiscalização deixa a desejar. Isso nos leva a um cenário onde diz-se que o cadeirante ou o cego são respeitados, mas na prática a história é um pouco diferente.

Quer saber mais sobre a acessibilidade na engenharia, quais são os impactos de um projeto bem elaborado e que presta atenção aos detalhes estruturais que permitem a mobilidade de todos? Isso é o que você encontra neste artigo. Continue a leitura para saber mais!

Acessibilidade na engenharia: o cenário atual

A acessibilidade de um projeto está intimamente ligada a atuação do engenheiro civil e do arquiteto responsável pela sua elaboração e aprovação.

Como dissemos anteriormente, a fiscalização em obras prontas, sejam elas condomínios, espaços públicos ou estabelecimentos, não funciona tão bem quanto deveria no Brasil, país que, segundo o IBGE, possui cerca de 20% da sua população apresentando algum nível de mobilidade reduzida.

Isso nos leva a um problema sério e paradoxal: a necessidade de acessibilidade na engenharia estrutural existe e só aumenta, enquanto a fiscalização das ações e da viabilidade dos projetos, encontra-se apenas em alguns casos, como obras subsidiadas, estruturas de uso público e, grandes prédios comerciais.

E em vários casos, a norma 9050, que regula a acessibilidade em estruturas e está disponível gratuitamente na internet desde a sua concepção, em 2004, ou não é sequer consultada ou aplicada de maneira correta. O resultado? Dificuldades de mobilidade e desrespeito aos direitos básicos das pessoas com mobilidade reduzida garantidos por lei.

Esforços para maior uso da acessibilidade na engenharia

Os engenheiros civis possuem um papel decisivo em trazer a acessibilidade na construção civil, principalmente porque, mesmo não sendo especificamente eles os responsáveis pela elaboração do projeto, eles possuem voz ativa e participação no processo.

Além disso, a engenharia na acessibilidade em muitos casos é reforçada já no projeto, porém de maneira errônea. Cabe aos engenheiros a fiscalização da viabilidade das soluções de mobilidade apresentadas, usando seu know how técnico para fazer comparações certas e sugerir correções.

Dessa forma, os engenheiros civis possuem conhecimentos que podem ser aplicados em instâncias de realização relacionadas a acessibilidade na engenharia, percebendo espaços intransponíveis já na execução da obra e, sendo uma voz ativa na adequação de acordo com o princípio básico e moral de mobilidade que é, como ressaltamos, garantido por lei.

A acessibilidade na engenharia no âmbito acadêmico

Outro grande poder exercido pelos profissionais relacionado a acessibilidade na engenharia é a conscientização, esforço que pode parecer não realizar tanto quanto a correção de um projeto ou a elaboração de um novo, mas que a longo prazo é o mais eficaz.

Os paradigmas mudam somente com a introdução dos temas na formação dos profissionais, algo que deve ser bastante reforçado para todos os graduandos.

Mostrar as vantagens da acessibilidade na engenharia também é essencial, pois assim, é possível entender que por trás das obrigações humanas e da necessidade de se respeitar a lei na hora de construir, a acessibilidade na engenharia também traz questões de valorização do imóvel, oportunidades de marketing positivo para a construtora, turismo, dentre outras.

A deficiência está nas cidades

Não respeitar os parâmetros de mobilidade estabelecidos por lei é, obviamente, um problema grave que as cidades enfrentam. Muitas vezes, as pessoas com mobilidade reduzida são tidas como deficientes, mas será que a deficiência está nelas?

A acessibilidade na construção civil é um assunto tão necessário e urgente, quanto a pavimentação de ruas, criação de calçadas e construção de casas. Se necessitamos de asfalto para dirigir e temos apenas uma estrada de terra, é correto dizer que o carro é deficiente? Obviamente, a deficiência está na cidade que não oferece as condições mínimas de locomoção.

O caso é o mesmo com as pessoas portadoras de mobilidade reduzida. A engenharia na acessibilidade precisar corrigir os erros já existentes em estabelecimentos comerciais, pontos turísticos, condomínios, nas salas de aula e nas escolas, etc., para que as cidades deixem de ser deficientes e passem a dar condições de mobilidade para todos.

Gostou desse artigo? Temos muito mais sobre mobilidade no nosso blog, não deixe de conferir!

Acessibilidade: 5 obstáculos enfrentados por quem tem mobilidade reduzida

Acessibilidade: 5 obstáculos enfrentados por quem tem mobilidade reduzida

Calçadas sem rampas, escadas, acesso ao transporte coletivo são alguns dos desafios enfrentados diariamente por quem tem mobilidade reduzida. Atividades das mais simples podem se tornar um sacrifício, principalmente no Brasil, onde as leis de acessibilidade são recentes e ainda pouco adotadas em espaços públicos.

Contudo, existem algumas alternativas que podem tornar a vida de idosos e portadores de deficiência física melhor. No artigo de hoje, vamos falar sobre os principais obstáculos enfrentados e o que vêm sendo feito para que eles sejam superados! Acompanhe conosco:

1. Acesso ao transporte público

O direito de ir e vir é garantido a todos na Constituição. Contudo, quando pensamos em portadores de deficiência física e pessoas com dificuldade de locomoção não é bem isso que vemos.

O transporte público é um dos principais desafios enfrentados. Mesmo em cidades onde parte da frota já possui veículos adaptados para receber pessoas em cadeiras de rodas, o sistema ainda apresenta diversos outros problemas.

Além de muitas vezes ter que esperar mais de uma hora pelo ônibus adaptado, os portadores de deficiência ainda precisam lidar com motoristas mal treinados e passageiros impacientes em ter que esperar a subida do cadeirante.

Apesar da acessibilidade já ser lei, ainda é preciso investir em políticas públicas que melhorem o sistema de transporte coletivo. Veículos com piso mais baixo, por exemplo, que dispensem o uso dos elevadores e utilizem rampas de acesso poderiam tornar a vida do motorista e do cadeirante muito mais simples.

2. Movimentação na cidade

Além da dificuldade de ir e vir até os lugares, ainda há os problemas de acesso dos locais em si. Restaurantes e espaços públicos nem sempre são adaptados para receber pessoas com dificuldade de locomoção. Além da falta de rampas, como esses locais querem construir banheiros pequenos para aproveitar melhor o espaço com mesas e cadeiras, é raro encontrar cabines adaptadas para pessoas em cadeiras de rodas.

Alguns aplicativos já existem para que os locais públicos sejam classificados de acordo com sua acessibilidade, facilitando a vida do deficiente, como o O Wheel Map. O app mostra em um mapa todos os estabelecimentos da cidade, classificando-os entre verde (perfeitamente acessível para deficientes), amarelo (acessível mas ainda com alguns problemas) e vermelho (nada acessível).

O grande problema é que, por se tratar de um app colaborativo, muitos estabelecimentos ainda estão na cor cinza, ou seja, ainda não foram classificados e estão aguardando as notas dos usuários.

3. Locomoção dentro de casa

Quem acha que as dificuldades enfrentadas por quem tem dificuldade de locomoção estão só nos locais públicos está bem enganado. Se locomover dentro de casa também pode ser um desafio, principalmente em construções com escadas.

É preciso adaptar os ambientes para tornar a vida de deficientes mais fácil, aumentando a largura das portas e instalando corrimões nos banheiros. Além disso, as novas tecnologias permitiram que essas pessoas pudessem contar com maiores facilidades, como a instalação de um elevador de acessibilidade dentro de casa.

Existem diversos modelos que permitem a adaptação mesmo em residências já construídas, fornecendo uma ótima alternativa aos deficientes.

4. Acesso a piscinas

Mesmo entrar em piscinas pode ser um grande desafio para quem não tem 100% da mobilidade. Normalmente, o acesso a essas é feito por escadas, o que dificulta muito a vida de deficientes e pessoas com dificuldade de locomoção, principalmente no caso de quem não possui força nos braços.

Além do obstáculo em si, ainda é preciso pensar no quesito segurança, visto que nesses casos uma pessoa com deficiência poderia facilmente se afogar. É por isso que hoje muitos locais com piscinas públicas estão passando a investir em elevadores para piscinas, que além de ajudar o cadeirante a entrar sem problemas, ainda aumenta a segurança do mesmo dentro da água.

5. Preconceito e acessibilidade atitudinal

Por último, ainda há o desafio cultural e social enfrentado por quem tem dificuldade de locomoção. Apesar do aumento no número de pessoas que se declararam deficientes no Censo de 2010 do IBGE, o que pode significar uma aceitação maior da população, eles ainda enfrentam muitos preconceitos diários que agravam ainda mais os demais obstáculos.

Enquanto a acessibilidade dos espaços e construções é lei, a atitudinal, que tem a ver com o comportamento das pessoas sem deficiência, ainda é um grande problema. Carros parados em frente às rampas das calçadas ou em vagas destinadas aos deficientes são só alguns deles. Os passageiros do transporte coletivo sem paciência também, e é preciso não só investir em mais políticas que tornem espaços e ônibus mais acessíveis, mas que torne a cabeça das pessoas mais aberta e empática aos problemas do deficiente físico.

E você, o que acha? Quais obstáculos enfrenta diariamente e qual acha que seria a melhor solução para resolvê-lo? Comente abaixo e compartilhe conosco!

Por que considerar a acessibilidade no seu projeto?

Por que considerar a acessibilidade no seu projeto?

No Brasil, a grande maioria dos espaços públicos possui uma característica em comum: a falta de acessibilidade. Não é difícil encontrar estações de ônibus, escolas, supermercados, praças e outros locais que acabam segregando os deficientes físicos e tornam sua vida muito mais difícil.

O cenário não é muito diferente no mercado imobiliário: apesar de o Brasil ter 45,6 milhões de pessoas com alguma deficiência física e uma população geral com expectativa de vida atingindo os 71,2 anos para homens e 78,5 anos para mulheres, segundo dados do IBGE, o mercado imobiliário ainda caminha a passos lentos para atender pessoas com dificuldade de locomoção.

Houve um tempo em que acessibilidade não era algo obrigatório, e poucos empresários e engenheiros de obras adicionavam tais melhorias em seus projetos, entretanto as coisas evoluem e nos dias de hoje, acessibilidade é algo indispensável.

Acessibilidade do projeto é lei

Em todo o país, empreendimentos estão sendo construídos a cada momento. Porém, a inclusão dos conceitos de mobilidade nas obras para beneficiar portadores de deficiência física ou idosos ainda são tímidas, mesmo com leis que defendem a acessibilidade.

Há atualmente no país muitas legislações voltadas para o assunto, que estão em vigor há pelo menos uma década. Como a norma federal NBR 9050, de 1994, revisada pela terceira vez em 2015, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção dos portadores de deficiência ou com mobilidade reduzida.

É possível encontrar construções que abraçaram a causa, mas em outras a acessibilidade não passa do hall da entrada. Rampas, portas maiores e sinalização em braile são alguns dos elementos que respeitam aqueles com limitações, mas ainda é preciso investir em outros itens, como áreas de lazer, banheiros e elevadores acessíveis.

Contudo, mais do que cumprir normas, essa é uma oportunidade para o mercado imobiliário.

Um mercado com potencial inexplorado

Como mostramos, o número de deficientes no país, segundo o último censo do IBGE, é alto. Isso sem contar que a população está envelhecendo e a expectativa de vida aumentando, gerando mais pessoas com possíveis problemas de locomoção.

Para esse público, adaptar uma casa ou um apartamento às suas necessidade tem um custo muito alto, com o qual, muitas vezes, não conseguem arcar. É por isso que investir na acessibilidade de novos projetos também é uma forma de conquistar novos clientes.

Além de ser uma obrigação legal, essa é uma ótima estratégia comercial para atrair uma grande fatia de consumidores, de mais de 45 milhões de brasileiros. Isso porque o custo presente desde a elaboração do projeto é pouco se comparado com o valor das adaptações feitas no imóvel pronto, o que aumenta consideravelmente a procura por imóveis já adaptados.

Custo baixo frente aos retornos

É comum encontrar projetos que não investiram na sua acessibilidade por acharem que as adaptações aumentariam os custos da obra, porém, o que se gasta com a acessibilidade no fim das contas representa apenas uma pequena parcela do orçamento total do projeto, pequena esta que é facilmente paga vendo o total retorno do investimento.

Um investimento pequeno aos ganhos de respeitar uma legislação defendida internacionalmente e um mercado que clama por ser atendido.

A acessibilidade é um dos objetivos do milênio da Organização das Nações Unidas (ONU). Isso significa que cada dia mais e mais a acessibilidade do seu projeto será um item questionado e exigido pelo mercado.

E você não quiser ficar para trás, precisa se mover agora! Entre em contato conosco e conheça nossas opções de elevadores para melhorar a mobilidade dos usuários no seu projeto!