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Acessibilidade para condomínios devem atender a adaptações vigentes

Acessibilidade para condomínios devem atender a adaptações vigentes

A acessibilidade para condomínios deve sempre ser respeitada, principalmente porque, além da responsabilidade ética que a construtora possui com as pessoas com mobilidade reduzida, os condôminos estão pagando para ter suas necessidades de locomoção, segurança e bem estar garantidas.

Você conhece a legislação da acessibilidade para condomínios? Gostaria de conhecer? Então você veio ao lugar certo. Neste artigo, vamos explorar os pontos da legislação que tratam da acessibilidade para condomínios e mostrar o que você deve fazer para garantir a mobilidade.

Vamos começar?

Acessibilidade para condomínios é necessária já

A realidade habitacional brasileira está se transformando à medida que nossa população cresce e o custo dos terrenos vai subindo exponencialmente.

Ainda que não seja possível dizer exatamente quantos condomínios existem no Brasil, um senso de 2015 realizado pela AABIC confirmou que, somente no estado de São Paulo, existem 55 mil conjuntos habitacionais. No final dos anos 80 até o meio dos 90, esse número girava em torno dos 15 mil.

Esse número cresceu tanto pela tendência à verticalização da moradia que estamos passando nos tempos atuais, além do aumento do crédito do brasileiro nos anos 2000 e a valorização de terrenos para a construção e de casas já construídas.

A acessibilidade para condomínios, então, passou a ser assunto de pauta por várias reuniões condominiais e adquiriu grande visibilidade com regulamentações federais e estaduais que garantem a mobilidade de todos nesses ambientes, assim como em qualquer estabelecimento.

Infelizmente, a realidade é bem diferente do que a lei estipula: a acessibilidade para condomínios, assim como em vários outros pontos comerciais e estabelecimentos das cidades, muitas vezes é deixado para depois quando deveria ser preocupação fundamental.

Continue lendo o próximo tópico para saber como exatamente a acessibilidade para condomínios se apresenta:

Acessibilidade para condomínios: o que o seu deve ter?

A população de pessoas com a mobilidade reduzida é grande no Brasil, gravitando em torno dos 15% a 20%, segundo pesquisas do IBGE. É de se imaginar, portanto, que em um condomínio onde moram 200 pessoas, pelo menos 30 delas podem apresentar dificuldades de movimentação nos mais diversos níveis.

É a mesma lógica da acessibilidade nas escolas ou em qualquer outro local frequentado rotineiramente por muitas pessoas, e as estatísticas não mentem: onde estiverem pessoas, lá estarão outras que precisam de soluções de mobilidade.

Pensando nisso, é importante que você conheça a legislação e saiba exatamente o que deve ser instalado no seu condomínio. Não deixe de cobrar o síndico: muitos deles dizem que o condomínio não deve ser responsável pela adequação, mas essa informação não procede.

Confira alguns equipamentos indispensáveis:

Piso tátil nas portarias

Segundo a legislação vigente, o piso tátil deve estar presente antes de qualquer desnível nas entradas e nas saídas, para orientar a parcela cega dos moradores do condomínio que ali se encontra um perigo para a sua movimentação.

Isso vale não apenas para desníveis, mas para qualquer alteração não gradual do piso, comumente chamada de mudança de plano.

Rampa e elevador de acesso

Presente em tantos estabelecimentos, a acessibilidade no condomínio requer rampas ou elevadores de acesso para que pessoas com mobilidade reduzida consigam se locomover sem constrangimentos e dificuldades.

Qualquer desnível com mais de 1,5 centímetros já é considerado um degrau, e portanto já requer a instalação da rampa ou elevador de acesso. A largura mínima é de 1,20m e deve haver sinalização tátil de início e fim da rampa.

Portaria sem desníveis

A recomendação é que as portarias tenham piso plano, sem nenhuma inclinação relevante, e que a superfície seja lisa, sem rachaduras.

Isso facilita e muito a vida das pessoas com necessidades especiais de locomoção, e garante a segurança de todos pela acessibilidade no condomínio.

Largura mínima da portaria

Para estar de acordo com a legislação de acessibilidade para condomínios, a portaria do prédio deve ter pelo menos 1,20m de largura, para acomodar uma cadeira de rodas sem desconforto.

A fiscalização é a maior arma da acessibilidade para condomínios

A lei que regula a acessibilidade para condomínios é federal, mas sua fiscalização muitas vezes é feita pela prefeitura do município, já que as próprias cidades também têm em prática suas próprias recomendações a respeito da acessibilidade.

Se você ver algum desses itens não adequado, mostre para o síndico o quanto é importante tratar as questões relacionadas a acessibilidade para condomínios, e cobre mudanças. Se elas não acontecerem, o melhor a se fazer é uma denúncia: assim, quem está falando é a lei em toda a sua autoridade.

Gostou desse artigo? Então venha conhecer o nosso blog. Para nós, a acessibilidade para condomínios, estabelecimentos públicos, comércios e casas é a preocupação maior. Venha continuar essa conversa nos nossos outros artigos.

Até a próxima!

 

Plataforma de acessibilidade para todos os tipos de empreendimentos.

Plataforma de acessibilidade para todos os tipos de empreendimentos.

Muita gente entende os esforços de acessibilidade como um auxílio às pessoas com mobilidade reduzida, uma ajuda oferecida para elas, quando na verdade a história é outra: ações como a instalação de uma plataforma de acessibilidade não servem para auxiliar, mas para garantir o direito de ir e vir que todos devemos desfrutar.

Nesse artigo, vamos falar sobre como a plataforma de acessibilidade vem transformando a realidade das pessoas com mobilidade reduzida, e como os esforços para a sua popularização e instauração em todos os lugares contribui para uma maior inserção social dessa parcela da sociedade.

Podemos começar?

A plataforma de acessibilidade a favor da inclusão

A plataforma de acessibilidade, como mencionada acima, é um dos grandes facilitadores de locomoção existentes, e possibilita que pessoas com mobilidade reduzida acessem um espaço que, por descuido de construtores ao projetar ou por uma legislação que não contemplava esses esforços anteriormente, se encontravam impossibilitadas de entrar.

Segundo o Ministério de Direitos Humanos do Brasil, “O termo acessibilidade significa incluir a pessoa com deficiência na participação de atividades como o uso de produtos, serviços e informações”. O Ministério ainda ressalta que uma rampa ou plataforma de acessibilidade é a melhor forma de se realizar essa inclusão.

Mas incluir vai muito além do sentido normalmente atribuído à palavra. Se existem escadas para que as pessoas subam por elas, é necessário que exista uma alternativa. As escadas existem porque os seres humanos não conseguem vencer desníveis de dois metros de altura no dia a dia. A acessibilidade está presente em todos os lugares, só não é direcionada para pessoas com mobilidade reduzida.

Quando todos conseguem usufruir de um espaço não importando suas limitações físicas, dois problemas são resolvidos de uma só vez: a inclusão física e a inclusão social.

Plataforma de acessibilidade para todos os tipos de empreendimentos

A inclusão social age de maneiras abstratas mas também muito objetivas. Se um cadeirante vai a um hospital que não costuma ir, por exemplo, e experimenta transtornos para entrar na estrutura, está tendo seus direitos como cidadão desrespeitados. O mesmo acontece com repartições públicas, escolas, prédios governamentais, etc.

A plataforma de acessibilidade chega como uma solução prática e com custo muito reduzido para tentar vencer as barreiras de locomoção e aspirar por mais: estar presente em todos os tipos de empreendimentos em um futuro próximo.

O problema enfrentado pela grande maioria das pessoas com mobilidade reduzida hoje em dia é justamente esse. A falta de inclusão faz com que elas não possam usufruir dos seus direitos básicos como cidadão. É uma triste realidade onde todos nascemos com os mesmos direitos, mas algumas pessoas não podem usufruir deles.

A grande popularização das plataformas de acessibilidade resolve o problema da melhor forma possível. Elas podem ser instaladas na grande maioria dos estabelecimentos, sejam eles públicos ou privados (que, por lei, devem oferecer meios alternativos de vencer desníveis), e não requerem um grande investimento nem mesmo muito espaço disponível, ao contrário das rampas de acessibilidade construídas com concreto.

A grande aposta é que as plataformas de acessibilidade comecem a aparecer em mais e mais lugares, promovendo assim a inclusão em todos os níveis.

Cuidados com a plataforma de acessibilidade

A instalação de uma plataforma de acessibilidade hidráulica ou eletromecânica garante que todos, sem restrições, consigam acessar os locais que gostariam de acessar. Ao mesmo tempo, como várias pessoas a utilizarão (algumas delas idosas e com a saúde fragilizada), é muito importante que a plataforma de acessibilidade seja instalada com grande cuidado.

Procure por profissionais capacitados para adquirir sua rampa de acessibilidade, e procure conferir se eles seguem todas as normas de segurança estabelecidas pela ABNT. A empresa que irá fazer a instalação também deve oferecer treinamento, para que a forma de utilização da rampa de acessibilidade não apresente riscos para o passageiro.

Com tudo isso dito, é fácil entender que a plataforma de acessibilidade é muito mais do que uma solução para cadeirantes, não é? Podemos ver que ela é um motor a favor da inclusão social, propiciando oportunidades iguais de acesso para todas as pessoas.

Gostou deste artigo? Então espere que temos uma grande oportunidade para você. Nós elaboramos um e-book completamente grátis, um guia prático do elevador de acessibilidade, para que você entenda como ele funciona, o que proporciona e quais são os cuidados de operação.

Depois disso, venha dar uma olhada no nosso blog! Temos muito mais informações como essa. Até a próxima!

O que é e como é feita a reabilitação de edifício?

O que é e como é feita a reabilitação de edifício?

O crescimento vertical das grandes cidades não é de agora. Desde a década de 80, quando a vida em apartamento passou a se popularizar, cada vez mais vemos um horizonte cercado de prédios e edifícios.

Isso significa que, principalmente nas grandes cidades, o número de prédios antigos não é pequeno. Nos grandes centros e em bairros tradicionais, inclusive, eles dominam o cenário.

O grande problema, contudo, é que essas construções foram feitas para demandas antigas, passando não mais a atender as necessidades do homem moderno. É aí, então que surgiu uma demanda no mercado pela reabilitação de edifício.

Continue lendo e descubra como a reabilitação é feita e o que você deve considerar na hora de montar o seu projeto!

Afinal, o que é a reabilitação de edifício?

Reabilitar um edifício é como chegar à sua mesa de escritório que está há dias sem ser organizada e colocar tudo no lugar novamente. Você vai fazer aquela limpa nas gavetas, na mesa, e ainda acrescentar novas ferramentas, como um organizador de papéis, que poderão otimizar a distribuição dos itens e ainda o seu trabalho.

A reabilitação acontece seguindo o mesmo processo, porém aplicado à arquitetura e à engenharia. Isso porque edifícios antigos perdem com o tempo muito de sua usabilidade, e é preciso pensar em como adaptá-los às necessidades atuais.

Isso é válido tanto para edifícios comerciais quanto residenciais. Mais do que uma simples reforma, a reabilitação de edifício envolve uma série de ações que buscam modernizar a construção, corrigir falhas, readequar instalações e deixá-la mais funcional para atender melhor o usuário moderno.

Como é feita a reabilitação de edifício?

Qualquer prédio antigo, como falamos, perde funcionalidades com o passar do tempo e precisa de adaptações. Essas adaptações envolvem não só itens para atender novas demandas do consumidor, mas também adequar o edifício às novas leis e exigências legais que também mudam ao longo dos anos.

O conceito de reabilitação busca revitalizar o prédio, conservando seus aspectos originais, mas adaptando-os para atender novos padrões. Para começar, é feito um estudo verificando a viabilidade econômica do projeto. Em seguida, será feita a elaboração dos estudos preliminares de viabilidade técnica, elaboração do projeto e avaliação da relação entre custo e benefício.

A reabilitação de edifício não só traz benefícios para quem efetivamente usa a edificação, sejam moradores ou funcionários de uma empresa, como também ajuda a reduzir gastos com manutenções e com a conta de energia (aumentando a eficiência energética dos sistemas do edifício).

Por que pensar na acessibilidade durante uma reabilitação de edifício?

Entre as diversas demandas que devem ser cumpridas em um projeto de reabilitação, podemos destacar a necessidade de deixar o edifício acessível para pessoas com deficiência ou dificuldade de locomoção.

Isso porque, em primeiro lugar, a acessibilidade atualmente é lei. Há no país muitas legislações voltadas para o assunto, que estão em vigor há pelo menos uma década. Como a norma federal NBR 9050, de 1994, revisada pela terceira vez em 2015, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção dos portadores de deficiência ou com mobilidade reduzida.

Outro ponto a se considerar é que além dos 45.6 milhões de brasileiros com alguma deficiência física, a população do país está envelhecendo, com expectativa de vida atingindo os 71,2 anos para homens e 78,5 anos para mulheres, segundo dados do IBGE.

Ou seja, a acessibilidade é uma demanda cada vez maior para atender esse público. Os projetos de reabilitação de edifícios, portanto, devem seguir essa tendência e pensar não só instalação de rampas e elevadores de acessibilidade que facilitem a vida de quem tem dificuldade locomoção.

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