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Acessibilidade para deficientes na área da saúde

Acessibilidade para deficientes na área da saúde

A acessibilidade para deficientes deve estar presente em qualquer lugar, desde a rua até os prédios, públicos ou privados. Ter boa acessibilidade diz respeito à cidadania, e todos os esforços devem ser direcionados para a inclusão total de todas as pessoas.

Isso é lei. Desde 2004, todos os empreendimentos devem levar a ABNT NBR 9050 em consideração na hora de construir ou reformar ambientes abertos ao público. Isso é ainda mais importante quando tratamos da área da saúde, com estruturas como hospitais e unidades básicas de atendimento, como os postinhos e as UBS.

Neste artigo, vamos elaborar um pouco mais sobre a acessibilidade para deficientes e mobilidade reduzida na área da saúde, mostrando o que precisa ser feito para que os direitos de todos os cidadãos sejam respeitados. Vamos ver?

Acessibilidade para deficientes no caminho à unidade de saúde

Antes de efetivamente chegar à unidade de saúde, a pessoa com deficiência precisa de equipamentos urbanos específicos para conseguir se locomover com segurança e independência. Nos arredores da unidade de saúde, a recomendação é que, em conjunto com o Departamento de Trânsito da cidade, seja criada uma rota acessível.

Acessibilidade para deficientes no caminho à unidade de saúde

Essa rota é definida por um caminho único, desobstruído e sinalizado que leva até a unidade de saúde. Nisso, podemos destacar o piso tátil, calçadas sem buracos e até mesmo uma convergência das ruas e avenidas para uma principal, que conecta a cidade à unidade.

Também recomenda-se a instalação de semáforos com avisos sonoros ao invés de apenas visuais. Com isso, a acessibilidade para pessoas com deficiência se torna ainda mais abrangente. Também é importante adaptar pelo menos um acesso ao transporte público – aliás, um para cada modalidade.

Para quem vem de carro, a vaga exclusiva já é padrão quando falamos de acessibilidade para pessoas com deficiência. 2% do número total de vagas deve ser exclusivo, assim como 5% para pessoas idosas.

Equipamentos urbanos para permitir maior mobilidade

E se o que a gente disse parece muito, ainda tem muito o que uma unidade de saúde deveria oferecer em termos de acessibilidade para pessoas com deficiência. Em conjunto com a prefeitura e o departamento de trânsito, adaptações devem ser criadas para o mobiliário urbano: postes, orelhões, lixeiras, etc.

A largura mínima para a transposição de um poste é de 0,80 metros. Isso significa que o poste deve estar em uma posição em que 0,80 metros devem ser necessários para circulá-lo e prosseguir o caminho. Isso garante a rota acessível de que estávamos falando.

As lixeiras também precisam estar suspensas ao longo do percurso e nos arredores da unidade de saúde, evitando acidentes e trombos.

Mas até agora só estamos falando do acesso à unidade de saúde. Que tal falarmos mais sobre a acessibilidade para deficientes dentro da própria estrutura?

Acessibilidade para deficientes dentro da unidade de saúde

As rotas acessíveis não param quando a unidade de saúde começa. Na verdade, elas circulam seu interior e saem mais uma vez para a rua, e seguem até o ponto de acesso mais próximo ao transporte público. Às vezes ela segue até avenidas de ligação, garantindo que pessoas com deficiência possam fazer o trajeto de volta pra casa sozinhas e com independência.

Ao entrar na unidade de saúde, é importante pensar nos desníveis. Eles devem ser vencidos com rampas ou com os elevadores de acessibilidade, soluções mais seguras e modernas.

Nas catracas para o acesso, deve haver pelo menos um portão para que pessoas com deficiência possam passar sem dificuldades. A catraca limita a movimentação e é uma inimiga da acessibilidade para deficientes.

Acessibilidade para deficientes dentro da unidade de saúde

Entrando na unidade de saúde, as portas devem conter vão livre de pelo menos 0,80 m, espaço suficiente para que cadeirantes e pessoas portadoras de outras deficiências consigam manuseá-las. A altura mínima é de 2,10 m. Isso vale tanto para portas de acesso quanto para elevadores.

Na parte inferior, é recomendado que essas portas possuam guardas inferiores e nos batentes para absorver o impacto de bengalas, cadeiras e andadores. Acionamentos manuais devem estar a 0,90 m ou 1,10 m do piso acabado no mínimo.

Escadas e corrimãos

As escadas no interior da unidade de saúde devem conter corrimãos nos dois lados sempre. Se houver degraus, deve haver corrimão. Eles precisam estar a duas alturas, 0.92 m e 0,70 m do piso, medidos da face superior dos corrimãos.

A largura dos corrimãos deve ser de 3,5 a 4 centímetros, sendo feitos preferencialmente sem arestas vivas para não machucar os usuários.

Todos os degraus devem possuir sinalização tátil nas suas extremidades também para evitar acidentes. Elas devem ser em cores contrastantes com o piso e possuírem largura entre 0,25 m e 0,60 m.

Os sanitários

Como todos os sanitários em espaços públicos ou com grande concentração de pessoas, os da unidade de saúde precisam estar adaptados.

A razão é de uma cabine para cada gênero, sendo que eles precisam conter barras de apoio, sanitário adaptado e porta que separa o resto do ambiente da própria cabine de acessibilidade para deficientes.

Essas são apenas poucas recomendações, um compilado de informações de várias leis, normas técnicas e estatutos. Você consegue conferir o documento base, criado pela Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos das Pessoas com Deficiência e a Secretaria Nacional de Direitos Humanos, seguindo este link.

Agora que já ilustramos um pouco mais sobre a situação da acessibilidade para deficientes na área da saúde, que tal falarmos um pouco sobre o lazer? Vamos continuar a conversa no próximo artigo!

E-book: Acessibilidade na construção civil: importância dos projetos e a responsabilidade

Guia para escolher o elevador de acessibilidade para sua casa

Guia para escolher o elevador de acessibilidade para sua casa

Agora é a hora de instalar um elevador de acessibilidade na sua casa. Você começa pesquisando alguns preços, entendendo como funciona o sistema de manutenção da maioria das empresas e pronto, já se decidiu. Tudo pronto? Bem, nem tanto. Agora é que surgem as perguntas mais importantes.

Onde instalar o elevador de acessibilidade? Qual é o modelo mais recomendado? Será que no ambiente há lugar para a casa de máquinas? Será que essa é a parede mais recomendada?

Se essas são as suas maiores perguntas, não precisa se desesperar: é nesse artigo que suas dúvidas vão ser sanadas. Está duvidando? Então vamos prosseguir para a leitura agora mesmo!

Projetar o elevador de acessibilidade antes ou depois da obra?

Bom, tudo depende de você mesmo. É possível já projetar o edifício antes e inserir o elevador de acessibilidade no projeto ou deixar para depois. A maior diferença mesmo é no seu transtorno por conta da reforma, que mesmo não sendo muito extensa, ainda é uma pequena obra.

Orçamento de um elevador de acessibilidade | JE Elevadores

Se você decidir por instalar o elevador de acessibilidade durante a obra, deve encontrar um ponto onde seja possível embuti-lo na parede ou um local sem obstruções verticais para o seu trajeto. Não há pré requisitos além do pé direito, que pede um mínimo de 2,70 metros. O poço é bem pequeno, e vários modelos dispensam a casa de máquinas, mais necessária em elevadores comerciais, de grande carga.

Agora, se você optar por instalar o elevador de acessibilidade depois da casa já estar pronta, também não há nenhum impedimento. Nesse caso, sua maior preocupação deve ser com o espaço livre para a instalação. Dependendo do modelo que você escolher, será necessário fazer uma pequena escavação, mas nada muito complicado. O poço, em muitos casos, funciona até para a sua própria segurança.

Então não importa se você quer incluir o produto no projeto ou não: ele ainda vai se encaixar perfeitamente na sua casa. Mas onde?

Instalar o elevador de acessibilidade dentro de casa

O que queremos dizer aqui é que, no modelo de instalação no interior da casa, todo o equipamento fica por dentro da residência. Não há nenhuma parte dele que fica de fora, e todo o trajeto do passageiro é feito debaixo do mesmo teto!

Nesse caso, o que a maioria das pessoas fazem é instalar em uma posição mais próxima da escada. Mas ao mesmo tempo, desde que você tenha pelo menos o pé direito mínimo e o espaço para a instalação do seu modelo de preferência, é possível colocá-lo em qualquer lugar.

Se há espaço de sobra e você está projetando o elevador junto com a casa, um ótimo toque para o design de interiores é erguer algumas paredes ao seu redor e criar um elevador “embutido”.

Se o espaço está muito reduzido e o desnível nem é tão grande assim, talvez o melhor a se fazer é optar por uma plataforma de acessibilidade, mais simples e de dimensões muito mais reduzidas. Nesse caso, não há necessidade de reformas, escavações e instalações muito demoradas.

Colocando o elevador “pra fora”

Se não há nenhuma maneira de colocar o elevador de acessibilidade inteiro dentro de casa, também não há problema. A maior parte da sua estrutura também pode ser instalada do lado de fora, e se você for alguém que gosta da sua vista, pode inclusive pedir um elevador panorâmico.

Nesses casos, normalmente só a porta do elevador é visível do lado de dentro. Quando você entra, tecnicamente está do lado de fora. Isso é muito vantajoso para quem não está encontrando aquele espaço dentro de casa, ou acha que um elevador de acessibilidade, equipamento pesado, não cabe no meio da sala de estar.

Vencendo os desníveis do exterior

Tudo bem, até agora falamos basicamente de elevadores de acessibilidade que vão dentro de casa ou que são usados para vencer desníveis no interior, mesmo que sua estrutura esteja do lado de fora. Mas e para vencer escadas no jardim, garagem ou varanda?

Nesses casos, o elevador de acessibilidade não é a melhor recomendação. O melhor é trabalhar com a plataforma elevatória, equipamento mais simples que mencionamos anteriormente. Elas são simples de montar e, no caso das que já vem pré-montadas – produto que a JE Elevadores já oferece – você mesmo consegue fazer a instalação.

Então, desníveis pequenos e do lado de fora precisam não de um elevador de acessibilidade, mas de uma plataforma. Conheça a diferença para não errar!

Ficou um pouco confuso com os modelos que apresentamos? Quer saber mais sobre como instalar um elevador de acessibilidade? Não tem problema. Temos as respostas pra você nesse artigo mais aprofundado. Vamos ver?

Como escolher empresas fabricantes de elevadores de acessibilidade de qualidade

Como escolher empresas fabricantes de elevadores de acessibilidade de qualidade

As empresas fabricantes de elevadores de acessibilidade não são famosas nem possuem o glamour de grandes marcas. Você não duvida da Unilever porque a conhece e consome seus produtos há anos, então há uma relação de confiança implícita muito bem estabelecida aí.

O problema é que, como as empresas fabricantes de elevadores não são tão conhecidas assim, talvez você nunca nem tenha ouvido falar nas que está procurando. Como saber se elas são confiáveis? Como fiscalizar o serviço sendo prestado?

É isso o que você descobre neste artigo, com um antes e depois da escolha. Quer saber mais sobre como escolher a melhor dentre todas as empresas fabricantes de elevadores? Então vamos com a gente!

Ao escolher as empresas fabricantes de elevadores

Na hora de escolher dentre as empresas fabricantes de elevadores, não dá pra ser levado só pelo preço. Na verdade, é bom pensar que você está fazendo um investimento voltado para a sua família e para as pessoas que você ama, então a economia não deve ser o seu maior foco.

Na verdade, seu maior compromisso deve ser com a qualidade dos produtos e dos serviços. Veja algumas dicas neste tópico!

Pesquise bem

Os elevadores estão entre os meios de transporte mais seguros do mundo quando bem instalados. Mas veja bem: quando bem instalados.

É exatamente por isso que escolher as melhores empresas fabricantes de elevadores para fazer seus orçamentos é fundamental. E em um segmento onde as mais conhecidas não trabalham com acessibilidade, você terá que pesquisar bastante.

Alguns métodos de pesquisas que podem te ajudar são:

  • O Reclame Aqui;

  • A página de avaliações da empresa no Facebook (se não tiver, desconfie);

  • As fotos da empresa no Google;

  • Avaliações de antigos clientes;

  • Se o site é bem construído;

  • Se o site dá informações técnicas do produto.

Dentre outras.

Desconfie de preços discrepantes

Se o preço de uma das empresas fabricantes de elevadores que você está sondando está muito abaixo das demais, só há uma conclusão a se extrair: eles cortam custos em algum ponto.

Isso não é necessariamente ruim, o problema é você não saber com certeza de onde esses custos são cortados. E se for na mão de obra certificada? E se for na qualidade dos materiais usados? E se?

Se o preço está muito abaixo, infelizmente o barato pode sair caro. Evite problemas futuros, não se esqueça de que estamos lidando com a sua família e pessoas fragilizadas. 

Inspeções durante a instalação

Escolheu a empresa e agora vai instalar? Calma que o seu trabalho ainda não terminou. E se durante a instalação você percebe irregularidades? Aí é melhor procurar outra empresa fabricante de elevadores mesmo.

Mas como saber que a instalação não está sendo da maneira mais satisfatória? Existem algumas maneiras de perceber, olha só:

Profissional qualificado

A certificação do profissional é um ótimo indício de que a instalação e as manutenções futuras será feita de maneira satisfatória.

Não vale a pena apostar em trabalho informal. Converse com o seu atendente e peça a certificação e a identificação do profissional que irá te atender. Confira seu crachá quando ele chegar e também o seu uniforme. Pode parecer preocupação extra, mas o equipamento vai ser amplamente usado na sua casa por anos e anos.

Serviço bem feito

Não deixe de inspecionar o serviço e perguntar o que está acontecendo. Pode parecer inconveniente, mas é seu direito como consumidor se certificar de que o trabalho está sendo bem realizado.

Peça para conhecer a casa das máquinas e inspecione o padrão. Quando mal instalado, ele pode dar brecha para que animais entrem na sua casa ou até pessoas mal intencionadas.

Quando o trabalho terminar, confira se há fios soltos e se todas as peças estão no lugar. Lembre-se: a integridade do seu elevador é a segurança da sua família.

Dentre as empresas fabricantes de elevadores, a JE se destaca

A JE Elevadores trabalha apenas com profissionais qualificados e certificados, além de fabricar as melhores soluções para a sua casa ou o seu negócio.

Se há preocupações em escolher a melhor empresa fabricante de elevadores, não precisa se preocupar. Estamos de portas abertas para resolver qualquer dúvida que você possa ter!

E já que estamos falando em equipamentos, por que você não vem conferir nosso catálogo de produtos? Temos todas as informações que você precisa para se decidir por lá. Vem fazer um orçamento com a gente e garanta o melhor serviço em elevação agora mesmo!

Acessibilidade em condomínios: como tratar essa questão

Acessibilidade em condomínios: como tratar essa questão

Quando falamos em acessibilidade em condomínios, logo nos vem à mente as adaptações feitas para contemplar pessoas cegas e cadeirantes, não é? Mas para realmente entender essa questão, precisamos buscar um questionamento que vai um pouco além disso, e estabelecer o que realmente é a mobilidade reduzida.

A mobilidade reduzida em si é exatamente o que o seu nome implica. Ter uma limitação ao se locomover tanto permanente quanto temporária. Assim, uma pessoa que sofreu um acidente e está de muletas também tem a mobilidade reduzida, assim como os idosos, as gestantes e até mesmo as crianças menores.

A acessibilidade em condomínios abrange todas essas pessoas, não só as que precisam do auxílio de uma cadeira de rodas para se locomover ou que são cegas. Um dos nossos maiores problemas é justamente não perceber essa questão, e postergar as obras por conta da baixa quantidade de cadeirantes no condomínio.

O problema é que um dia alguém irá precisar da acessibilidade em condomínios. Essa é a visão que o síndico deve ter, e pela qual deve pautar os seus esforços na criação de um ambiente seguro para todos.

O que regula a acessibilidade em condomínios?

O maior guia para a acessibilidade em condomínios, com toda a certeza, é a NBR 9050. Essa norma técnica da ABNT garante, em forma de lei, que todos os novos prédios devam ser construídos seguindo os preceitos de acessibilidade. Mas ela ainda vai além: prédios antigos também precisam ser adaptados.

Dessa forma, todo e qualquer local que não acate as diretrizes de acessibilidade em condomínios vai contra uma determinação legal, e está sujeito à sanções. É responsabilidade dos síndicos levar a questão para o proprietário e realizar as alterações necessárias.

Mas precisa ir para assembleia?

Não necessariamente. Embora a obra vá acarretar custos que provavelmente serão inseridos na taxa condominial, não é necessária a sua aprovação em assembleia.

Isso porque a acessibilidade em condomínios é, como dissemos, garantida por lei. Isso faz com que o trâmite para a sua aplicação não se sujeite à aprovação por assembleia de condôminos, algo que facilita bastante a obra e agiliza o seu início.

Mas é interessante levar o assunto para discussão, mesmo que a decisão já esteja tomada. Os condôminos podem não ter o que opinar nessa questão legal, mas ainda assim precisam saber que a obra irá começar. Isso vai garantir ao síndico maior tranquilidade ao executá-la.

Se por acaso alguém for contra a acessibilidade em condomínios, não há o que fazer a não ser registrar em ata a voz dissonante. Assim, o síndico deixa registrado que houve oposição, mas que ele se manteve firme no seu propósito.

O que a acessibilidade em condomínios garante?

São vários os pontos que a NBR 9050 estipula para garantir a acessibilidade em condomínios. Basicamente, o que se propõe é um ambiente livre de obstáculos para qualquer pessoa que possa se prejudicar com eles.

Um dos recursos mais famosos é a rampa de acessibilidade, mas engana-se quem pensa que só os cadeirantes se beneficiam delas. Pessoas que estão no fim da gravidez não podem fazer esforço abdominal, algo que as escadas oferecem como ônus. Outro exemplo? Idosos, que por vários motivos, podem ter problemas nas pernas que os fazem não ter tanta força assim.

A rampa de acessibilidade é o mínimo a ser oferecido. Uma forma de inovar e até de economizar no projeto é substituindo-a por elevadores de acessibilidade, que são mais garantidos, fáceis de instalar e acabam saindo mais baratos.

Algumas das principais estipulações da NBR 9050 são:

  • Rampas de acessibilidade;

  • Corrimãos em qualquer desnível vencido por escadas ou rampas;

  • Piso tátil;

  • Vaga na garagem maior e próxima dos elevadores ou do hall;

  • Portas largas para a passagem de cadeirantes;

  • Banheiros adaptados.

Dentre várias outras.

Condomínios antigos precisam mesmo de obras?

Essa é fácil de responder: sim, estruturas antigas precisam sim se adequar o quanto antes e apresentar recursos de acessibilidade em condomínios.

Muita gente acha que a lei só se aplica para novas construções, e isso se dá em partes por conta da fiscalização, que realmente é muito mais eficaz durante a construção. Na verdade, dependendo do regime de incorporação, o projeto nem mesmo é aprovado se não houver acessibilidade.

Já em estruturas mais antigas, a fiscalização demora mais, o que faz com que proprietários acabem “deixando pra lá” a acessibilidade em condomínios ou evitando obras custosas. Esse é um erro bem triste, mas nem por isso incomum.

Se o seu condomínio não é adaptado, ele precisa ser o quanto antes. A dificuldade muitas vezes se mostra na adequação à estrutura do prédio, que possui restrições fiscais ou simplesmente estruturais, relacionados à viabilidade técnica dos recursos de acessibilidade.

Realizando o estudo de viabilidade técnica

Em muitos casos, pode ser inviável mudar toda a estrutura sem danificar o prédio através dos métodos convencionais de construção. Fazer portas mais largas, por exemplo, em prédios mais antigos pode colocar em risco a integridade de toda a parede, dependendo da sua idade.

É nesse ponto que entra o estudo de viabilidade técnica em conjunto com a acessibilidade em condomínios. Várias empresas – como a JE Elevadores – realizam esse estudo como prioridade, buscando analisar qual é a melhor forma de incluir a acessibilidade naquele condomínio em particular.

A acessibilidade em condomínios valoriza o empreendimento

Uma das maiores vantagens que a acessibilidade em condomínios oferece é a valorização da estrutura como um todo. No mundo em que vivemos, onde os avanços sociais e de minorias são sempre pauta, ter um ambiente acessível conta muitos pontos em valorização.

Isso sem contar com as futuras fiscalizações. Não compensa ter um prédio não acessível, tanto pelos moradores que o empreendimento perde, quanto pelas multas que ele pode sofrer no futuro. Assim, seguindo a lógica do mercado, ele se valoriza com muito mais certeza e todos saem ganhando.

Trabalhar a acessibilidade em condomínios, como você pode ver, não é coisa de outro mundo. Na verdade, é basicamente uma série de preocupações a se tomar que se mostra em uma vida mais simples e segura pra todo mundo.

Agora que nós já falamos sobre os condomínios, que tal continuar a conversa falando sobre hotéis e lugares turísticos? Vamos juntos!

Elevadores de acessibilidade: entenda a importância de realizar a manutenção

Elevadores de acessibilidade: entenda a importância de realizar a manutenção

A manutenção de elevadores de acessibilidade é de suma importância para garantir o seu bom funcionamento e a segurança dos passageiros.

Através de um acompanhamento de perto da equipe de manutenção, você também garante uma vida útil bem maior do equipamento e economiza bastante. Ao invés de gastar com manutenções para corrigir problemas, você garante que eles não aconteçam.

Mas estamos nos adiantando. Neste artigo vamos tratar destes e de outros aspectos da manutenção de elevadores de acessibilidade. E aí, vamos com a gente?

A manutenção de elevadores de acessibilidade traz segurança

Essa é a maior preocupação que você deve ter com o elevador de acessibilidade. É necessário, acima de tudo, oferecer as melhores condições de segurança para os seus passageiros.

Os elevadores de acessibilidade são equipamentos robustos e seguros por natureza, mas ainda assim são equipamentos. Todo tipo de maquinário, seja forte ou frágil, precisa de manutenção para funcionar bem.

O ponto é que, em elevadores de acessibilidade, funcionar bem é o mesmo que funcionar com segurança. Para garantir essa segurança total, é fundamental que a manutenção dos elevadores de acessibilidade seja sempre perfeita.

Protegendo o seu investimento

Os elevadores de acessibilidade são sim robustos, mas eles dependem de componentes chave para funcionar corretamente.

Se você realiza a manutenção dos elevadores de acessibilidade, o dinheiro gasto para comprá-lo e instalá-lo está completamente seguro. Nunca dá para saber qual será a extensão do dano que o elevador terá por falta de manutenção, sendo que se for algo muito complicado, você corre o risco de até perder o investimento inicial com os custos do reparo.

Proteja seu dinheiro e o invista na manutenção de elevadores de acessibilidade.

O funcionamento ideal

Não tem nada mais frustrante do que ter um elevador de acessibilidade que você não pode confiar. Ele é seguro, ele está bem instalado, mas ainda assim ele não está dando 100% de si.

O elevador pode estar muito lento, fazendo muito barulho, com problemas nas portas ou até mesmo não conseguindo carregar sua carga média suportada. Tudo isso pode acontecer caso você não preste atenção à manutenção dos elevadores de acessibilidade.

Para garantir o funcionamento ideal, é fundamental que você invista na manutenção. Assim, o seu elevador vai sempre operar na sua máxima performance.

Economia

Os elevadores de acessibilidade, então, precisam de manutenção para funcionar bem. Isso nós já estabelecemos nos tópicos anteriores, não é? Mas além disso, mesmo que ele esteja perfeitamente em ordem, ainda é necessário fazer checagens de rotina.

Tudo parece estar ótimo, o elevador funciona muito bem, então você pula uma rotina de manutenção por achar que não precisa. Passa mais um mês e tudo ainda permanece perfeito. O problema está em quando algo acontecer.

Sem a manutenção, você pode acabar gastando bem mais caso um problema inesperado surja. O melhor é estar atento às rotinas trimestrais ou semestrais para ter certeza de que nada irá te surpreender e te fazer gastar em algum momento inoportuno.

Satisfação com o equipamento

A satisfação com os elevadores de acessibilidade também está relacionada com a quantidade de manutenções que você realiza. Não é só instalar e deixar funcionando, de forma alguma. A manutenção é parte do elevador.

É como beber um copo d’água. O copo vazio não é nada, e a água sem um copo é difícil de beber. O elevador é a mesma coisa: você compra tanto o equipamento quanto a manutenção. Ter só um dos dois não adianta.

Para se aproveitar melhor dos elevadores de acessibilidade, a manutenção é fundamental. Seu funcionamento está garantido e não há nenhum risco de se frustrar no futuro e acabar por não encontrar a sua maior utilidade: a facilitação do movimento pela casa.

Viu só como a manutenção de elevadores de acessibilidade é importante para o seu aproveitamento total? Sem realizá-la o seu equipamento se torna imprevisível, e portanto, inseguro.

A JE Elevadores possui seu próprio time de instalação e manutenção só esperando você chamar. Nós oferecemos planos acessíveis para que você nem precise passar pelo transtorno de contratar uma outra empresa para fazer a manutenção do nosso equipamento.

Duvida? Então venha conversar com os nossos especialistas e consultores! Temos certeza que podemos resolver todas as suas dúvidas e solucionar todos os seus questionamentos e suas necessidades. Até a próxima!