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Saiba tudo sobre a feira Reatech – Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade

Saiba tudo sobre a feira Reatech – Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade

A acessibilidade garante toda e qualquer pessoa com mobilidade reduzida transitar por espaços públicos e ou privados, sem que sejam encontradas barreiras que impossibilitem o convívio ou o trânsito social em áreas de acesso, circulação ou permanência.

Por ser algo tão importante, muitas pessoas investem em negócios, como a venda de elevadores de acessibilidade ou procuram por equipamentos que lhes dão qualidade de vida.

Por isso, participar de feiras como a Reatech – Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade é tão importante. No evento, você confere as novidades que existem no mercado e as atividades sociais e culturais voltadas à reabilitação e acessibilidade.

Mas o que realmente é esta feira? Neste post, vamos falar um pouco sobre o assunto. Por aqui, você vai saber tudo sobre o evento. Ficou interessado? Então, acompanhe!

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O que é a Reatech?

A Reatech é a Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade. Ela é organizada e promovida pela Cipa Fiera Milano.

O evento é considerado o principal do setor na América Latina e reúne cerca de 300 expositores dos segmentos de agências de emprego voltadas para pessoas com necessidades especiais e mobilidade reduzida.

Também participam da feira instituições financeiras, fabricantes de cadeiras de rodas e de elevadores de acessibilidade, e departamentos de recursos humanos.

Pela feira, você encontra estandes de indústrias farmacêuticas e dos segmentos de animais treinados, veículos adaptados para portadores de necessidades especiais, fabricantes de aparelhos auditivos, equipamentos especiais, materiais hospitalares, higiene pessoal , próteses e órteses, terapias alternativas, turismo e lazer.

Quando e onde o evento vai acontecer?

Este ano acontece a 16ª edição da Reatech. A feira será realizada entre os dias 13 e 16 de junho (13 e 14, das 13h às 20h, e 15 e 16, das 10h às 19h) em um dos novos pavilhões do São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, em São Paulo, para atender as necessidades de seus expositores e visitantes.

Serão quatro dias de evento repletos de atividades sociais como: equoterapia, teste drive de carros adaptados, quadras poliesportivas, seminários, workshops e oficinas com profissionais renomados.

Qual é a importância da feira internacional de acessibilidade?

Além de você que é investidor conhecer as novidades do mercado, a feira possibilita a troca de experiências. A Reatech 2019 também é a oportunidade que você tem de incrementar a sua participação com oportunidades de merchandising, que aumentarão a sua visibilidade na feira e farão com que sua empresa tenha se destaque dos concorrentes.

Quais as oportunidades que o evento traz?

A feira ajuda a posicionar a marca e/ou produto do expositor, pois quem visita o evento é um público qualificado e interessado na realização de negócios e parcerias no setor de reabilitação, inclusão e acessibilidade.

A Reatech também ajuda a fidelizar clientes e a fazer frente aos principais players de mercado presentes no maior e mais importante evento da América Latina do segmento.

Com a feira, o expositor tem a chance de mostrar o seu trabalho para os investidores e conhecer novos fornecedores. Além disso, confere as tendências do mercado, os lançamentos e modelos de negócios recentes. Já para quem apenas participa, a Reatech oferece as principais soluções em produtos e tecnologias embasadas em estudos, pesquisas e inovações.

A feira proporciona ao seu público visitante a chance de se atualizar e aprimorar o conhecimento profissional. O evento também pode ser focado nas mais atuais tendências de mercado e essa é a oportunidade para você que é consumidor, conhecer e experimentar os produtos e serviços. A Reatech também ajuda os investidores a fecharem negócios com empresas de vários segmentos.

Quais as expectativas para 2019?

Para este ano, a feira contará com 35 mil metros quadrados de área de exposição. Ao todo, 300 expositores e 53 mil profissionais do setor são esperados pela organização.

Como você pode ver, a Reatech é uma feira internacional de tecnologias em reabilitação, inclusão e acessibilidade que você não pode deixar de conferir. Portanto, participe! Faça a sua inscrição no site do evento!

E você, gosta de promover feiras como a Reatech? Baixe o nosso e-book e veja a importância de investir em acessibilidade para eventos!  

Acessibilidade: Educação Inclusiva no Brasil já foi tema de debate em Conferência da ONU

Acessibilidade: Educação Inclusiva no Brasil já foi tema de debate em Conferência da ONU

Para quem acha que a educação inclusiva não é pauta no Brasil, há vários brilhos de esperança que nos restauram a fé nos avanços sendo feitos na acessibilidade.

Um deles é o assunto que nós vamos tratar hoje neste artigo. O Brasil já foi assunto na ONU com suas políticas de educação inclusiva, e não é à toa: os investimentos na área e os contínuos incentivos para que ela continue contemplando pessoas com deficiência com mais eficácia são verdadeiramente louváveis.

E em um país como o nosso, os impactos que uma política de educação inclusiva tem são enormes. Por nossa extensão territorial, pelo nosso histórico de desigualdade e pela falta de políticas para a área durante muitos anos.

O Brasil vem sendo reconhecido por correr atrás do tempo perdido, e estamos no caminho certo. Isso nos rendeu uma citação na 10ª Conferência dos Estados Partes Signatários da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência em 2017, uma grande honra.

Vamos saber mais sobre o que nos levou até essa citação?

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A educação inclusiva é o destaque brasileiro

Os avanços na educação inclusiva não são velozes, especialmente pelo que nós falamos logo acima. Com a extensão territorial do Brasil, o trabalho de fiscalização é difícil em várias localidades extremas. Ao mesmo tempo, essas regiões muitas vezes não possuem condições de adquirir os equipamentos sozinhos, sem o suporte do Governo Federal.

Nosso trabalho vem sendo elaborado em duas frentes: regulamentação para garantir como deve ser trabalhada a acessibilidade na educação e, trabalho duro para garantir as condições previstas. Essa é a única maneira de prosseguir e de encontrar resultados.

Melhorar a acessibilidade é um dos requerimentos da ONU, previsto nos seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para 2030.

Os países signatários, portanto, precisam investir na área e garantir a aplicação das reformas que a ONU sinaliza. Nessa Convenção, são feitas análises de situação de alguns países, recomendações para melhorias e elogios aos esforços sendo feitos.

O Brasil ficou com essa última parte. Em 2017, na última Convenção, os esforços do Brasil renderam destaque e foram anunciados para todo o mundo como dignos de nota e louváveis.

Pelo que o Brasil foi reconhecido?

O reconhecimento do Brasil foi devido aos seus esforços na área de acessibilidade e o desenvolvimento da área no país desde 2009, quando ocorreu a Ratificação da Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência. O alerta foi dado, e o Brasil percebeu que mudanças precisariam ser feitas.

E elas foram, principalmente na educação inclusiva. Uma das recomendações da ONU é que pessoas com deficiência precisam de acesso ao ensino regular desde a educação básica. As crianças precisam de suporte durante todo o seu desenvolvimento, e quando chegam à idade adulta, precisam de universidades adaptadas também.

O reconhecimento aos esforços do Brasil se deu por seu trabalho nessa esfera. Nosso país foi reconhecido como referência na área de educação inclusiva, por conta das nossas políticas que não terminam na matrícula.

Hoje é Lei: as escolas não podem negar acesso a crianças com deficiência alegando falta de infraestrutura adequada.

Além disso, as escolas privadas ficam proibidas de cobrar acréscimos na mensalidade alegando custos extras com equipamentos e infraestrutura. Também foram criadas cotas para pessoas com deficiência nas universidades federais.

Tudo isso perpassa a Lei Brasileira de Inclusão, ratificada em 2015 com alterações chave para a educação inclusiva.

Como a ONU enxerga o trabalho brasileiro?

Com ótimos olhos!

O que o Brasil vem fazendo é mudar a realidade das pessoas com deficiência desde a base. Hoje, já temos mais de 90% de pessoas com deficiência matriculados no ensino regular, contando com todo o apoio que a escola deve dar por Lei.

Acessibilidade na construção civil: importância dos projetos e a responsabilidade

Mais uma vez, não é só garantir a matrícula. Os alunos precisam de estrutura adequada para que a educação inclusiva realmente funcione, além de questões que extrapolam a infra.

O ensino também é pauta dos nossos esforços para a acessibilidade na educação, sendo que por recomendação da ONU, estamos focando em leitura por braille, comunicação por LIBRAS e outros métodos de comunicação ampliada.

Hoje, inclusive, a educação inclusiva já perpassa professores dedicados para alunos com deficiências cognitivas. É um trabalho que avança lentamente, mas avança. Esse reconhecimento da ONU, mesmo que de dois anos atrás, trouxe vida ao debate sobre a educação inclusiva no Brasil e a acessibilidade nas escolas.

Uma maneira simples e elegante de trabalhar a educação inclusiva é com a adição de elevadores de acessibilidade nas escolas. Mas esse trabalho requer um bom conhecimento das empresas que os fabricam! Vamos saber mais no próximo artigo?

Acessibilidade corporativa: os escritórios estão preparados?

Acessibilidade corporativa: os escritórios estão preparados?

A acessibilidade corporativa já é uma necessidade presente em qualquer empresa. O mundo vem se acelerando de formas cada vez mais evidentes, e os cuidados a se ter com a acessibilidade, hoje em dia, se tornam ainda mais necessários nesse ritmo veloz.

O maior problema de ambientes que não estão adaptados é, sem dúvida, a impossibilidade de abrigar pessoas diferentes do “padrão” nele. Isso gera amplo espaço para questionamentos sobre a sua empresa. Já pensou ouvir frases como as abaixo?

  • Eu claramente era o mais indicado na entrevista, mas a empresa X não me contratou porque uso cadeira de rodas e eles não tem elevador de cadeirantes na entrada, só um longo lance de degraus.

  • Gostaria muito de trabalhar na empresa X, mas não há espaço para mim. Porque há para todos, menos para pessoas com deficiência?

  • A empresa X é boa para a população, mas não trabalha com cadeirantes.

Difícil, não é? O tipo de julgamento que sua empresa atrai quando não trabalha a acessibilidade corporativa é arriscado demais para se manter. Mas a recíproca também é verdadeira…
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Acessibilidade corporativa te conecta com a comunidade

Se não trabalhar a acessibilidade corporativa te coloca em uma situação difícil, trabalhá-la te posiciona não de forma neutra, mas sim benevolente para a comunidade.

Não nos leve a mal: trabalhar a acessibilidade com seus vários recursos – elevadores para cadeirantes, rampas de acesso, sinalização, etc. – não é nada além da obrigação de empresas.

A questão é que hoje em dia tão poucas delas levam a acessibilidade corporativa a sério que quem investe na área e faz um bom marketing se destaca.

Os ventos da mudança estão soprando nos rumos da universalidade e da acessibilidade. Eles só estão muito novos e enfrentam resistência. Nesse cenário, quem sai na frente colhe os frutos mais cedo. Quem deixa para depois acaba fazendo junto com todo mundo.

Mas e qual é o cenário atual da acessibilidade corporativa?

Os escritórios estão preparados para a acessibilidade corporativa?

Sendo direto ao ponto: não, eles não estão. Uma pesquisa recente da Catho mostrou que 44% das pessoas do mundo todo já tiveram problemas em participar de alguma entrevista de emprego por conta de falta de acessibilidade. Leia de novo: essas pessoas não conseguiram sequer participar das entrevistas por condições que vão desde o acesso difícil até a falta de equipamentos na própria empresa.

E o mesmo estudo mostra que 37% dos pedidos de demissão de pessoas com deficiência ocorreram pelo mesmo motivo: falta de acessibilidade corporativa.

Mas como isso acontece? E a Lei de Cotas? Bem, a Lei diz que as empresas devem contratar colaboradores com deficiência de acordo com a quantidade de pessoal na empresa como um todo.

Uma outra estatística do mesmo estudo ajuda a iluminar a questão: 78% dos entrevistados que estão trabalhando nesse momento em alguma empresa disseram não precisar de acessibilidade corporativa.

Os escritórios estão preparados para a acessibilidade corporativa?

O que isso nos diz? Essa é uma questão de interpretação, mas para os profissionais da Catho a questão é bem complicada: se existem profissionais com dificuldades de participar de entrevistas – se eles estão se demitindo também – enquanto pessoas dizem estar tudo bem com o ambiente, só nos resta assumir que existem “categorias” de pessoas com deficiência buscando emprego: as que precisam de adaptações e as que não.

Os dados nos mostram, então, que empresas podem segregar os colaboradores com deficiência entre aqueles que precisam da acessibilidade corporativa e aqueles que não. Imagina quem sai ganhando?

É preciso uma mudança de mentalidade

Então acabamos de provar numericamente que os escritórios não estão nem de longe prontos para um ambiente acessível, e que a acessibilidade corporativa continua sendo um problema no Brasil e no mundo.

A conclusão que chegamos logo acima é extremamente preocupante. Como cada empresa é de um jeito, não podemos generalizar e dizer que é assim que funciona com todas e pronto. O problema, ao mesmo tempo, é sim generalizado, e precisa ser combatido onde ele se apresenta.

É preciso uma mudança de mentalidade nos donos de empresas. Você pode ser essa mudança, inclusive. Investir em elevadores de acessibilidade e fazer as alterações que a NBR 9050 exige, além de te colocar no lado certo da Lei, te posiciona como um benevolente da comunidade, oferecendo emprego sem distinções.

E já que começamos a falar sobre a Lei, vamos para o próximo artigo? É nele que falamos sobre o que a falta de acessibilidade corporativa pode ocasionar. Vamos ver?

Acessibilidade no ambiente escolar: entenda a importância, desafios e como aplicar

Acessibilidade no ambiente escolar: entenda a importância, desafios e como aplicar

A acessibilidade no ambiente escolar é um assunto que nunca deveria sair de pauta. Isso porque mesmo quando atingirmos um patamar de inclusão total, ainda há muito o que fazer para tornar tudo ainda mais fácil, cômodo e adequado.

A questão é que aqui no Brasil nós estamos muito longe de atingir esse patamar. Na verdade, nós temos problemas em seguir as mais básicas recomendações da Lei de Acessibilidade nas escolas.

Em espaços como a escola, que recebe alunos de todas as esferas sociais e de todo tipo de perfil, é natural esperar que em algum momento pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida eventualmente vão aparecer por lá. É natural e lógico que as estruturas para o seu melhor aproveitamento estejam lá, esperando por elas.

A questão é que a acessibilidade no ambiente escolar não é tão simples assim. Existem vários pontos que precisam ser trabalhados, envolvendo comunicação, deslocamento, aproveitamento dos espaços, sistemas de avaliação, dentre outros. É sobre isso que falamos no artigo de hoje. Vamos ver?

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A acessibilidade no ambiente escolar começa com a comunicação

Muito mais importante do que até o próprio deslocamento, a comunicação lida diretamente com a mensagem transmitida em sala de aula. A escola existe para convívio e ensino, ambos de grande importância, mas o ensino é ainda mais. É necessário um esquema de inclusão começando por aí, na maneira com que as aulas são ministradas.

Primeiro, o básico: se há crianças surdas, um intérprete de LIBRAS deve ser contratado pela escola para fazer a tradução simultânea. Da mesma forma, crianças com deficiências cognitivas precisam de acompanhamento de professores habilitados a tratar com elas.

Para crianças cegas, materiais didáticos em braille são simplesmente necessários. A escola que oferece esse sistema está melhor colocada para trabalhar a acessibilidade no ambiente escolar.

O ensino também é parte fundamental

É assim que se começa, mas dá para ir mais além. A tecnologia já é protagonista na vida de todos nós hoje, por que não seguir para a sala de aula? O uso de projetores interativos é um exemplo: ele facilita a inclusão de alunos incapacitados de comparecer à lousa e quebra o tabu de que eles “não estão participando”.

Dentro do próprio ensino, também há muito a ser feito. A inclusão de atividades que estimulam todos os sentidos e competências já é currículo, mas suas adaptações para pessoas com deficiência não. Seja criativo, invente algo que trabalhe competências como:

  • A própria LIBRAS;

  • A consciência espacial;

  • O movimento corporal;

  • A fala;

  • A extroversão;

E muito mais. Acessibilidade no ambiente escolar é extremamente importante, mas também é bem profunda para quem quer se jogar de cabeça.

Acesso é mais do que a lei de acessibilidade requer

Se você procurar ao longo da ABNT NBR 9050, é pouco provável que vá achar muito sobre os acessos para a escola. É garantido que você encontra informações sobre a acessibilidade nas escolas, e pouco sobre elas.

Investimentos foram feitos pelo Governo Federal e até continuam sendo feitos hoje em dia, mas em escala cada vez mais reduzida. Mesmo assim, quando o governo investe, são normalmente as escolas estaduais e municipais que se beneficiam.

O transporte escolar acessível deve ser direito de todos os que precisam. Não adianta a escola inteira estar acessível se o aluno não consegue chegar lá. Se você quer se destacar em relação à acessibilidade no ambiente escolar – e com isso elevar o prestígio da sua escola à níveis bem altos – precisa considerar o transporte.

Se pararmos para analisar, a função da escola é educar. Ela é o refúgio principal do aluno, que passará anos e anos aprendendo para se tornar um bom cidadão. As crianças dependem dela. Se alunos não estão conseguindo chegar, a responsabilidade em si não é da escola, mas a moralidade pede um esforço da parte dela.

E não é só contratar um ônibus adaptado: para trabalhar verdadeiramente a acessibilidade no ambiente escolar, é necessário um trabalho mais extenso. Monitores devem acompanhar a viagem, monitores esses que precisam se comunicar bem com as crianças. Nisso podemos incluir a LIBRAS e até treinamentos para lidar com deficiências cognitivas.

O mesmo vale para o motorista. Transformar a viagem em uma experiência comum, típica da infância, é o trabalho da escola preocupada com a acessibilidade no ambiente escolar.

Arquitetura de acordo com as leis de acessibilidade

Nós já tratamos extensivamente sobre as leis de acessibilidade ao longo do nosso blog. Já tratamos da acessibilidade em eventos, já falamos sobre as normas a serem seguidas nos condomínios, em áreas de lazer pela cidade, etc. Se o assunto é normas e leis de inclusão, pode ter certeza que nós já falamos sobre.

Acessibilidade no ambiente escolar

Mas ainda assim é extremamente necessário ressaltar a importância e o impacto que uma arquitetura focada na acessibilidade no ambiente escolar tem e provoca. Estamos lidando com crianças, e as crianças precisam das condições mínimas para aproveitamento da aula. Imagine se, ao chegar para estudar, os alunos percebessem que a sala não tem cadeiras?

Essa é a realidade de pessoas com deficiência quando não encontram acessibilidade no ambiente escolar. As condições mínimas não existem.

O melhor para trabalhar a inclusão no ambiente escolar é começar pelo mobiliário além das mesas e carteiras. Ele é realmente necessário? As mesas, armários e outras peças podem ser facilmente removidas para que o espaço fique maior e crianças cegas possam circular com maior confiança.

Outra questão: os banheiros. É necessário que adaptações sejam feitas de acordo com a NBR 9050. Esse ponto é básico, e um dos mais procurados em fiscalizações arquitetônicas.

Pisos táteis também são ótimas ideias, especialmente para crianças cegas. Elas dependem severamente dessas estruturas para se guiar para as outras partes da escola.

As adaptações são muitas para citar nesse finalzinho de artigo. O melhor a se fazer é estudar a NBR 9050 em conjunto com as outras leis para ter certeza de que seus esforços estão seguindo no caminho certo.

Vamos continuar a conversa no próximo artigo sobre acessibilidade nas escolas? Garantimos que ainda tem muito pra ser dito. Vem com a gente! 

Acessibilidade em piscinas para clubes e áreas de lazer neste verão

Acessibilidade em piscinas para clubes e áreas de lazer neste verão

Acessibilidade em piscinas se torna ainda mais necessária durante o verão. O sol brilha forte, o tempo está claro e o calorão sobe. Imagina se tudo o que você quisesse fosse uma piscina e descobrisse que o mais difícil não é nem pagar por um clube ou ir até um local público: é entrar na água?

Essa é a realidade de muita gente no Brasil. Temos cerca de 25% de pessoas com algum tipo de deficiência física hoje no país, sendo que boa parte delas têm mobilidade reduzida. Se os clubes não oferecem acessibilidade em piscinas, muita gente não consegue nem entrar na água.

Neste artigo falamos um pouco mais sobre a acessibilidade em piscinas e sua grande necessidade. Também damos dicas de adaptações estruturais e através de equipamentos específicos, como os elevadores de piscina. Vamos saber mais?

O verão pede acessibilidade em piscinas

As piscinas são destino certo para as pessoas durante o verão. O sol fica forte demais e só um bom banho durante a tarde para aliviar. O ponto é que todo mundo quer a possibilidade e entrar na água com conforto, e é por isso que a acessibilidade em piscinas é importante.

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A acessibilidade em piscinas está relacionada com a possibilidade de oferecer seus serviços para todas as pessoas com o máximo possível de segurança. E isso é bom pra todo mundo: segurança nunca é demais, assim como frequentadores para o seu clube.

Aumentando o rendimento da sua piscina

Quando falamos em acessibilidade, o tom é sempre parecido: é um esforço de democracia, dever te todos nós enquanto seres humanos.

Mas esse não é o único motivo para investir em acessibilidade em piscinas. Qual é o seu objetivo maior ao construir uma piscina? Ter bastante banhistas. Isso é real tanto para clubes quanto para piscinas públicas. Uma piscina serve para se banhar.

A acessibilidade em piscinas oferece justamente isso: mais pessoas se banham. Em locais públicos, isso é interessante pois aumenta a frequência de visitantes e faz negócios locais ganharem mais. Em clubes, a situação fica ainda melhor, pois a acessibilidade em piscinas torna-se um argumento de vendas.

Acessibilidade em piscinas como forma de vender mais

Como responsável pelo seu clube, a sua principal preocupação está nas vendas? É claro que é difícil responder essa pergunta: existe a segurança, a satisfação dos clientes, sua fidelização, etc. As vendas são importantes, mas tudo isso também.

E olha que interessante: o trabalho da acessibilidade em piscinas é garantir que tudo isso seja contemplado. Você aumenta a segurança dos banhistas, melhora o seu aproveitamento e de quebra ainda ganha um grande argumento de vendas.

Você pode, inclusive, oferecer hidroginástica no seu clube como um “extra” para as pessoas que precisam. A acessibilidade em piscinas te abre caminhos que você ainda não imaginava, melhorando e muito a estadia dos seus clientes. Tudo isso é venda.

Acessibilidade em piscinas

E bota grande nisso! Oferecer acessibilidade em piscinas hoje ainda não é o padrão, então há bastante espaço para o seu clube se diferenciar nesse aspecto.

Como aplicar a acessibilidade em piscinas?

Existem algumas maneiras diferentes de realizar um bom trabalho de acessibilidade em piscinas. De longe, a mais eficaz é a instalação de um elevador de piscinas.

Você pode ter uma rampa de acesso, por exemplo, mas ela não contempla todas as necessidades e há outra questão: é necessário reformar a piscina inteira para instalá-la. Isso é completamente inviável para grande parte dos clubes.

A escada de acesso, com degraus submersos e mais largos do que uma escada normal, também requer uma reforma básica na piscina. Se você está construindo, o nível de complexidade e atenção à NBR 9050 pode encarecer todo o projeto.

Um elevador de acessibilidade em piscinas resolve essa questão com simplicidade e elegância. Ele é eficaz para todas as pessoas com qualquer tipo de deficiência, além de permitir que pessoas com mobilidade reduzida, como idosos e gestantes, consigam entrar na água com o máximo de segurança possível.

Não dê bobeira: vai adaptar a piscina? Pelo menos considere um elevador de acessibilidade. Fique à vontade para conferir nossos preços e condições, além das especificações técnicas dos nossos produtos. Vamos ver?

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O que a falta de acessibilidade nas empresas pode ocasionar

O que a falta de acessibilidade nas empresas pode ocasionar

A acessibilidade nas empresas é um direito compartilhado. É dos trabalhadores que as frequentam diariamente, dos prestadores de serviços que a visitam ocasionalmente, dos clientes e stakeholders que vão tratar de negócios, dentre várias outras pessoas.

Ficar atento aos esforços de acessibilidade nas empresas, então, é o mesmo que se atentar para as necessidades das pessoas que a frequentam. Não é uma questão de leis pura e simplesmente, mas também de empatia.

De qualquer maneira e analisando sobre qualquer uma dessas óticas, não trabalhar a acessibilidade nas empresas gera uma série de prejuízos que você precisa evitar. Neste artigo mostramos quais são eles, vamos ver?

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A falta de acessibilidade nas empresas as faz perder oportunidades

Você nunca sabe como uma oportunidade irá se apresentar. Talvez ela chegue através de um colaborador cheio de qualificações, mas que precisa de um ambiente adaptado para conseguir se locomover pela empresa e realizar suas funções.

Talvez a oportunidade seja ainda mais direta: quem sabe um investidor quer conhecer suas dependências, mas, como cadeirante, não consegue subir a escadaria íngreme que leva até os escritórios?

A falta de acessibilidade nas empresas pode te fazer perder grandes oportunidades em um momento ou outro. Para garantir que todas sejam aproveitadas, o melhor a fazer é deixar o ambiente adaptado, mesmo sem nenhuma pessoa com deficiência trabalhando com você no momento. As oportunidades, como o futuro, chegam sem avisar. Esteja preparado para elas!

A falta de acessibilidade nas empresas pode gerar multas

A LBI, que muita gente conhece como o Estatuto da Pessoa com Deficiência, junto com a Lei de Cotas, guiam o entendimento da quantidade de pessoas com deficiência nas sua empresa por número de funcionários. A partir dos 100, já se torna mandatório a abertura de processos seletivos exclusivos.

Ao mesmo tempo, a NBR 9050 determina que espaços comuns, inclusive as empresas, precisam ser adaptados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Mesmo que não haja nenhuma pessoa que precise desses cuidados, ainda assim a adaptação é necessária.

Não cumprir com essas leis de acessibilidade nas empresas geram multas para a diretoria. É fato, não há como escapar dessa realidade. E a distância é mínima: apenas uma denúncia anônima para o Ministério Público ou o Ministério do Trabalho já é mais do que suficiente para uma fiscalização e a autuação.

Então, não caia na bobeira de querer economizar onde não se deve. Faça as adaptações necessárias o quanto antes pra não perder dinheiro!

A falta de acessibilidade nas empresas faz perder clientes

A acessibilidade nas empresas abraça a questão dos seus clientes, que precisam entrar nela para conseguir fazer negócios.

Se você trabalha com o varejo, isso fica ainda mais evidente. A falta de acessibilidade faz com que você perca vendas pelo pior motivo de todos: um certo grupo de pessoas simplesmente não consegue entrar na empresa.

Perder vendas por desinteresse com o produto, com o preço ou até por outros motivos tudo bem, mas perder só porque pessoas não conseguem entrar no espaço é inadmissível.

Mas além do varejo, empresas de serviços também podem perder clientes por falta de acessibilidade. Imagine só elaborar propostas e enviar para clientes em potencial, só para descobrir, quando ele quiser marcar uma reunião, que o seu espaço não permite que ele passe da porta da frente? Aí é alugar coworkings e esperar pelo melhor, mas a perda desse cliente já é anunciada.

A falta de acessibilidade nas empresas realmente dá multa?

Dá, pode acreditar. Só em uma operação da Prefeitura, 196 multas foram aplicadas a pontos de ônibus, rodoviárias e empresas de transporte no Distrito Federal.

A acessibilidade em empresas está bastante em evidência hoje em dia, e não vale a pena dar chance ao azar. Para empresas menores, você pode ser denunciado a qualquer momento, tanto pelos funcionários quanto por qualquer pessoa que passe por lá.

A falta de acessibilidade nas empresas realmente dá multa?

Não vale a pena arriscar. Se você digitar no Google agora mesmo “multa acessibilidade”, vai encontrar várias notícias trazendo a mesma história. Não seja mais um. Aplique agora mesmo as mudanças necessárias na sua empresa!

Agora imagine essa situação: sua empresa é nova e você recebe muitos clientes, mas está em um sobradinho espremido no centro da cidade. Não dá pra instalar uma rampa de acessibilidade. Sabe o que você faz?

Procura uma empresa responsável para instalar um elevador de acessibilidade! Mas essa procura pode acabar sendo bastante complicada, não é? Então veja com a gente como escolher a melhor!