Acessibilidade no ambiente escolar: entenda a importância, desafios e como aplicar

Acessibilidade no ambiente escolar: entenda a importância, desafios e como aplicar

A acessibilidade no ambiente escolar é uma pauta que se mantém em evidência no cenário nacional, em razão da urgência de atender os direitos de um público estimado em mais de 45 milhões cidadãos, dos quais 7,5% são constituídos por crianças de 0 a 14 anos. 

Os números apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmam que ainda é preciso avançar bastante em termos de inclusão já que o número de matrículas na educação especial alcançou 1,3 milhão de crianças e adolescentes. 

Isso significa que a cada ano, instituições de ensino, públicas e privadas, recebem novos alunos que necessitam e têm direito a frequentarem um ambiente escolar acessível e acolhedor. 

Em contrapartida, os maiores desafios do poder público vão das questões estruturais (acessibilidade física nas escolas) até a formação especializada de educadores, que terão papel importante na inclusão desses alunos com os demais colegas de turma. 

Do mesmo modo, um dos pontos que carecem de maior monitoramento é o correto cumprimento da Lei de Acessibilidade, a qual tem objetivo de garantir o acesso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em espaços fechados, abertos, públicos e privados. 

Nesse sentido, existem vários fatores que precisam de aperfeiçoamento para se conquistar a acessibilidade no ambiente escolar, sendo eles: comunicação, deslocamento, aproveitamento dos espaços, sistemas de avaliação, entre outros. 

Por esse motivo, convidamos você a conferir nesse artigo, algumas das temáticas mais importantes sobre o tema. Continue a leitura e fique bem-informado.

 

Comunicação e acessibilidade no ambiente escolar

Em primeiro lugar é preciso destacar que a comunicação é um dos fatores mais importantes para se alcançar a inclusão de todos os membros da comunidade escolar. É por meio dessa ação que acontece a transmissão da mensagem, e consequentemente, o entendimento e interação entre professores e alunos. 

Por esse motivo, é fundamental garantir um atendimento educacional especializado, com ambientes dotados de recursos pedagógicos multifuncionais (previsto nas diretrizes do Conselho Nacional de Educação – CNE). Vale lembrar que essa funcionalidade garante melhores condições de aprendizado para estudantes com deficiências (física, mental, intelectual e sensorial) e ainda, para o grupo com superdotação ou altas habilidades. 

Em termos práticos, uma instituição de ensino com crianças surdas deve contar com um intérprete da Linguagem Brasileira de Sinais (Libras), ou ainda, oferecer materiais didáticos em braile para os alunos cegos. Ainda assim, esses atendimentos não são suficientes para proporcionarem a acessibilidade no ambiente escolar. 

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Processo de aprendizado inclusivo

Antes de mais nada é preciso esclarecer que a aprendizagem é um processo de construção e desenvolvimento de conhecimentos, habilidades, valores e atitudes. Dessa maneira, as instituições de ensino devem contribuir para que toda comunidade escolar compreenda e vivencie a acessibilidade. 

Com essa perspectiva, o maior desafio da acessibilidade no ambiente escolar é criar um espaço de convivência onde não haja preconceito. Isso é possível, estimulando mudanças de atitudes em relação às diferenças e ainda, proporcionando uma estrutura física que permita a circulação e mobilidade dos estudantes com deficiência. 

A transição não acontece de um dia para o outro. Por isso, é fundamental realizar ações pedagógicas com campanhas interdisciplinares, seminários, bate-papo com esclarecimento de dúvidas dos estudantes e participação dos pais e responsáveis. 

É no reconhecimento da condição do outro que as crianças aprendem sobre respeito e empatia, de tal forma que se tornam multiplicadores de boas práticas de convivência. 

 

Formação de educadores: compromisso social

Tão importante quanto preparar o espaço escolar para o acolhimento dos alunos com deficiência é oferecer condições aos professores para que possam lidar com as necessidades de todo grupo. Eles estão na linha de frente e precisam estar preparados para reconhecer as habilidades e limitações de cada educando. 

Nesse sentido, o primeiro passo é ter uma formação específica, a fim de que o profissional reúna elementos que serão usados posteriormente, no planejamento de aulas. Uma dica para diversificar as atividades realizadas em sala de aula é pesquisar uma lista com mais de 50 materiais didáticos, no portal Diversa, do Instituto Rodrigo Mendes.  

Em relação a educação especial, o Ministério da Educação (MEC) estabeleceu os serviços de apoio pedagógico que devem estar presentes no ambiente escolar e que envolvem profissionais com diferentes funções:

Classes comuns: envolve atuação conjunta do professor da classe comum e da educação especial, a fim de atenderem as necessidades especiais dos alunos, durante o processo de aprendizagem. Desse modo, pode contar com a participação de outros especialistas como psicólogos, fonoaudiólogos e psicopedagogos. 

Salas de recursos: trata-se de um atendimento de natureza pedagógica, no qual o educador especializado desenvolve um atendimento complementar ou suplementar para turmas da rede regular de ensino.

É válido reforçar que esse espaço deve contar com recursos adequados às necessidades dos alunos com deficiência. O atendimento pode ser feito de forma individual ou em pequenos grupos e em horários diferentes das classes comuns.

Itinerância: serviços de orientação e supervisão pedagógica disponibilizados em forma de visitas periódicas em escolas de educação especial. 

Professores-intérpretes: especializados em Libras, prestam apoio aos alunos surdos ou que apresentem comprometimento de comunicação e sinalização.

É importante destacar que para prestar esse serviço especializado é necessário que os professores das classes comuns e especiais tenham formação específica. 

Acessibilidade no ambiente escolar

Promovendo a acessibilidade integral

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) estabelece na NBR 9050, os critérios e parâmetros técnicos que devem ser seguidos no desenvolvimento de construções, instalações e adaptações de edificações, a fim de garantir acessibilidade da população com deficiência e mobilidade reduzida. 

Contudo, é preciso destacar que o acesso não se restringe ao prédio escolar, já que o aluno precisa ter condições de sair de casa e chegar até o local de estudos. Desse modo, a acessibilidade no ambiente escolar começa nas calçadas, vias, transporte público até a entrada na sala de aula. 

Outra condição que ainda carece de investimentos públicos é o transporte público acessível. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que 88% dos municípios brasileiros com serviço de ônibus não cumprem a Lei da Acessibilidade, ou seja, não contam com equipamentos adaptados. 

Do mesmo modo, o transporte escolar também requer atenção, já que os veículos precisam de algumas adaptações específicas, como por exemplo: plataforma elevatória, cinto de segurança subabdominal, sinalização para alunos com deficiência visual ou auditiva, entre outras. 

 

Arquitetura como mediadora da acessibilidade

Um dos serviços que têm se destacado no contexto da acessibilidade é a arquitetura inclusiva, por defender o acesso para todos os cidadãos, em diferentes espaços (públicos ou privados). 

O trabalho realizado pelos arquitetos vai muito além da parte estrutural, pois, deve ter um olhar abrangente, incluindo detalhes que proporcionem o conforto necessário ao público com deficiência. 

Desse modo, é preciso uma atenção especial com quaisquer elementos que possam configurar barreiras e obstáculos em vias e espaços públicos, mobiliário urbano, construção e reforma de edifícios, meios de transporte e comunicação. 

Por isso, quando se trata de acessibilidade no ambiente escolar, a recomendação dos especialistas é de que algumas medidas básicas devem ser atendidas. Saiba quais são:

– Circulação de largura mínima de 90 cm e altura de 2,10 m.

– Vãos de porta de no mínimo 80 cm e diâmetro de 1,50 m para manobras de cadeiras de rodas em 360º em qualquer ambiente.

– Para conversões de 90º, os corredores devem ter 1,20 m de largura.

Tão importante quanto as dimensões diferenciadas é a existência de rampas, plataformas e elevadores. Ainda que a construção tenha um ou dois andares, esse dispositivo é fundamental para o deslocamento de alunos com mobilidade reduzida. 

 

Requisitos para acessibilidade no ambiente escolar

De acordo com as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, existem uma série de requisitos que deverão ser aplicados para proporcionar à acessibilidade aos estudantes com deficiência. A seguir elencamos alguns dos mais importantes:

– Os ambientes e equipamentos devem ser projetados de forma a não segregarem, excluírem ou discriminarem alunos;

– Os espaços e equipamentos devem permitir o uso e o desempenho das atividades de forma autônoma, por todos os usuários, sem que seja preciso conhecimento prévio e ajuda de terceiros;

– Todos os alunos têm direito a utilização de equipamentos, instrumentos, recursos, materiais pedagógicos adaptados, de uso individual e coletivo;

– Os espaços devem ser projetados de modo a minimizar o cansaço, reduzir o esforço físico, evitar acidentes e riscos à saúde;

– Proporcionar uma comunicação espacial que ofereça informações sobre as diversas atividades existentes, bem como indicando os locais onde os eventos acontecem. Nesse sentido, estão incluídos dados sobre o percurso, meio de deslocamento e uso dos espaços com conforto e segurança. 

Como foi possível observar, a acessibilidade no ambiente escolar depende de uma série de fatores que envolvem o comprometimento da comunidade escolar, poder público e sociedade. 

O compromisso da JE Elevadores é divulgar, compartilhar e propor a reflexão sobre a importância da acessibilidade em todas as esferas da sociedade. Acesse nosso blog e fique atualizado. 

Saiba o que é capacitismo e como combatê-lo no ambiente de trabalho

Saiba o que é capacitismo e como combatê-lo no ambiente de trabalho

O capacitismo é uma das formas de discriminação enfrentada pelas pessoas com deficiências (PcDs) em todos os âmbitos da vida social e por isso, requer esclarecimento e debate. Em linhas gerais, diz respeito a percepção do senso comum, que acredita na incapacidade desses cidadãos por não se “adequarem” ao padrão corporal estabelecido pela sociedade.

Cabe destacar que esse pensamento é baseado em pressuposições preconceituosas, visto que cada indivíduo é único e conta com habilidades e potencialidades que devem ser despertadas e estimuladas. Com essa perspectiva elaboramos um artigo para detalhar o quanto essa forma de discriminação é nociva e deve ser combatida no ambiente corporativo.

 

O que é capacitismo?

Em primeiro lugar é preciso ficar claro que o termo capacitismo é definido como uma manifestação de preconceito contra pessoas com deficiência. Isso acontece porque uma grande parcela da população acredita na existência de um padrão corporal considerado correto.

Desse modo, as pessoas que não seguem o modelo estabelecido são consideradas incapazes de exercerem atividades laborais, ou mesmo de terem autonomia para tomarem as próprias decisões. Em outras palavras, o pensamento capacitista julga que uma pessoa com deficiência não está em condição de igualdade com os demais membros da comunidade.

Uma exemplificação prática feita por pesquisadores acadêmicos é de que o capacitismo está ligado ao público com deficiência, assim como o racismo contra pessoas negras ou o machismo em relação às mulheres.

Nesse sentido é fundamental combater essa crença, pautada em preconceitos repassados por desconhecimento e pela não aceitação de que um ser humano com limitações físicas tem direito as mesmas oportunidades profissionais e sociais dos demais cidadãos.

capacitismo

Como identificar o capacitismo?

Antes de mais nada é necessário reforçar que no capítulo 2 do Estatuto da Pessoa com Deficiência, foi estabelecido o direito à igualdade e a não discriminação. Sendo assim, os cidadãos com deficiência devem ter direito à igualdade de oportunidades e não sofrerem nenhuma espécie de preconceito ou exclusão.

Nesse sentido, está incluído o ofertamento da acessibilidade aos profissionais que precisarem de infraestrutura adaptada para realizarem as atividades laborais. Em outras palavras, a inclusão não se limita a mobiliário ou rampas, pelo contrário, deve incluir as ferramentas digitais existentes no ambiente virtual.

Do mesmo modo, o baixo número ou ausência de PcDs em postos formais de trabalho também configura uma prática capacitista, por partes das organizações. Essa informação é verificada nos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No Brasil, cerca de 24% da população apresenta algum tipo de deficiência, representando 46 milhões de pessoas. Em contrapartida, o número desses trabalhadores no mercado formal é de 440 mil.

 

Capacitismo no ambiente de trabalho

Em razão da sociedade naturalizar o preconceito contra os PcDs, é comum ouvirmos ou reproduzirmos expressões capacitistas, como por exemplo: você está cego ou surdo? Ou o uso de palavras como retardado e idiota.

Complicado não é mesmo? Mas, você pode ter mais atenção com a sua linguagem a fim de não ofender as pessoas com as quais se relaciona pessoal ou profissionalmente. Além disso, se usa a deficiência de um colega para identificá-lo é o momento de analisar o quanto está normalizando a discriminação nas suas relações sociais.

Para contribuir com a mudança de hábitos, elencamos algumas atitudes e ações que devem ser adotadas pelas empresas e colaboradores, a fim de proporcionar um ambiente mais acolhedor e inclusivo aos colegas com deficiência. Confira:

Educação: ainda é a melhor forma de combate à discriminação e o preconceito. Por isso, é fundamental investir em palestras e treinamentos que possam auxiliar na construção coletiva da empatia entre os funcionários;

Evite o protecionismo: pode não parecer, mas ao promover a distinção de funções e distribuição do trabalho entre a equipe, você está contribuindo com o capacitismo. Profissionais com deficiência são perfeitamente capazes de executar as atividades diárias, desde que tenham as condições necessárias;

Mudança de vocabulário: como foi dito anteriormente, muitas pessoas não se atentam para termos ou expressões de cunho discriminatório. É importante despertar nos funcionários, o cuidado com a linguagem e isso pode ser feito com campanhas educativas.

Em resumo, ainda temos um longo caminho para acabar com atitudes e ações que reforçam o capacitismo na sociedade. Contudo, podemos contribuir ao repensarmos a forma como tratamos nossos colegas, amigos e funcionários com deficiência e esclarecendo sobre a importância de evitar expressões discriminatórias, presentes nas conversas cotidianas.

O compromisso da JE Elevadores é multiplicar informações que possam tornar a sociedade mais consciente e inclusiva, por isso convidamos você a conhecer nosso blog e acessar os conteúdos sobre acessibilidade.  

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Entenda as principais leis de acessibilidade no Brasil

Entenda as principais leis de acessibilidade no Brasil

Criada em 1988, a Constituição Brasileira serviu para garantir os direitos sociais e individuais dos cidadãos, inclusive das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. E foi a partir da Constituição que surgiram as leis de acessibilidade no Brasil, como a Lei 10.098, a primeira lei que garante a autonomia e a oportunidade para todos. 

No entanto, mais tarde, em 2004, o decreto Nº 5296 foi criado com o objetivo de reforçar a Lei 10.098. Assim, as pessoas com algum tipo de deficiência passaram a ter direito ao atendimento prioritário e promover ambientes acessíveis tornou-se um assunto importante nos projetos arquitetônicos e urbanísticos. 

Por fim, também se fortaleceu a importância das normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). No entanto, ainda hoje, muitas pessoas têm dúvidas sobre as leis de acessibilidade no Brasil.Neste artigo, vamos falar tudo sobre o assunto. Ficou interessado? Acompanhe a leitura!  

 

Como eram as leis antes de 2000? 

Antes de 88, a acessibilidade não era vista com grande importância e vale ressaltar que o desenho universal não estava presente no design urbano. 

Assim, durante os anos da pré-ditadura, não havia muito conhecimento para que se pudessem adaptar os espaços e torná-los acessíveis. Já em 1961, a educação dava os primeiros sinais de inclusão. 

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação trazia nos artigos o termo “alunos excepcionais”. Segundo a norma, esses alunos deveriam ser integrados em sala para promover a inclusão. 

No entanto, durante a ditadura militar, a lei foi alterada e os estudantes com deficiência visual, mental, física ou auditiva foram chamados de “alunos com deficiências físicas ou mentais”. 

Nessa época, as escolas com esses alunos tiveram que enviá-los às instituições diferentes consideradas especiais. Entretanto, a Constituição serviu para reafirmar o compromisso com os direitos humanos. 

Assim, em 1991, a Lei de Cotas surgiu para derrubar qualquer entrave ou obstáculo para milhões de pessoas portadoras de deficiência, oferecendo mais dignidade, como oportunidade de trabalho. Entretanto, foi em 2000 que se viu mais avanços com a Lei 10.098. 

 

Qual é a principal Lei de Acessibilidade no Brasil? 

A Lei 10.098 é considerada a primeira lei de acessibilidade no Brasil. Ela traz temas importantes como o direito de ir e vir das pessoas com deficiência. Também há trechos dedicados à acessibilidade nos meios de transportes, como o transporte coletivo. 

Além disso, a Lei determina que as pessoas portadoras de deficiência tenham acesso aos meios legais para que se sintam realmente representadas. Assim, a partir dessa lei que a acessibilidade no País passou realmente a ser reconhecida. 

Outro ponto importante abordado na lei são os espaços públicos. Segundo o artigo 4º da norma,  parques e demais espaços de uso público existentes, assim como as respectivas instalações de serviços e mobiliários urbanos deverão ser adaptados para as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. 

As áreas externas ou internas da edificação, destinadas à garagem e ao estacionamento de uso público deverão ter vagas reservadas próximas aos acessos de circulação de pedestres. Essas vagas devem ser sinalizadas para veículos que transportam pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. 

Além da Lei de Acessibilidade, em 2004, o Governo Federal, através do decreto nº 5296, citava as normas da ABNT e discorria sobre alguns pontos da Lei como acessibilidade geral, atendimento prioritário, transporte coletivo, etc. 

Assim, as normas técnicas da ABNT foram compiladas na ABNT NBR 9050. Por isso, o Estatuto da Pessoa com Deficiência reuniu todas as informações revisadas. 

Deste modo, os empreendedores, construtores e portadores de deficiência passaram a ter mais acesso à informação. Logo, as leis de acessibilidade no Brasil pareciam estar prontas e em ação. Porém, apesar de avançadas, ainda existiam alguns pontos para serem discutidos e melhorados. 

Um deles é a exigência em relação às calçadas. É fato que ainda hoje vemos muitos problemas como calçadas mal conservadas, falta de rampas e de elevadores de acessibilidade em alguns edifícios. 

 

O que diz o Estatuto da Pessoa com Deficiência? 

Criado em 2015, o Estatuto da Pessoa com Deficiência é o maior documento sobre as condições da pessoa com deficiência no Brasil. Ele é a base legal, pois é amparado pela Lei anterior, mas ainda é um documento revisto e com complementações. 

O Estatuto entrou em vigor em 2016 e trouxe uma novidade para a construção civil. Ele também serviu para integrar totalmente os espaços urbanos, tanto os residenciais como é o caso dos condomínios, como os públicos e privados. 

Entre os principais pontos abordados no Estatuto, podemos citar o artigo 4º. Nele, o direito à igualdade de oportunidades é garantido pela norma. No mesmo artigo é mencionada a questão da discriminação. 

É proibido qualquer tipo de discriminação a pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida. Outro ponto importante são os aspectos de inclusão do deficiente como um todo. 

No Estatuto também é descrito os direitos fundamentais da pessoa com deficiência e previstos crimes e infrações administrativas cometidas com os deficientes e os seus direitos. 

 

O que podemos aprender mais com as leis de acessibilidade no Brasil? 

É importante enfatizar que as leis de acessibilidade no Brasil deram as bases legais para garantir a acessibilidade em várias áreas. Hoje, há meios de comunicação preocupados com a linguagem de sinais e os direitos da pessoa com deficiência.

Também vemos meios de transporte que se preocupam com a instalação de rampas de acesso para cadeirantes, que garantem o direito de ir e vir. Portanto, pensar no próximo é promover a acessibilidade de todos, desde os deficientes visuais, auditivos, mentais, físicos, etc. 

Afinal, o direito à acessibilidade é a forma mais bela de lutarmos por um país mais justo para todos. Além disso, os espaços públicos ou privados que não se importam com as leis de acessibilidade no Brasil, não têm seus projetos arquitetônicos aprovados. 

Outro ponto importante para a acessibilidade é a educação. É necessário que as faculdades adaptem seus espaços físicos e digitais para receberem os alunos com deficiência, pois as faculdades que não são adaptadas para a acessibilidade, não podem cadastrar novos cursos. 

Portanto, a direção da faculdade precisa pensar em construir espaços acessíveis para as pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, surdas e mudas, e também portadores de deficiência visual. 

Entretanto, você deve se perguntar: como adaptar os ambientes acadêmicos? Primeiro, eles deverão ter rampas, elevadores de acessibilidade, pisos adaptados para deficientes visuais, corrimãos e até intérprete de Libras. 

Pois, a Constituição Brasileira diz que todos os cidadãos são iguais perante a lei. E, portanto, alunos ou visitantes das instituições devem ter o direito à acessibilidade respeitado. 

 

O que dizer sobre as leis de acessibilidade na área da saúde? 

Segundo a Lei de Acessibilidade em relação a área da saúde, prédios públicos devem seguir o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Também é importante enfatizar que a Agência Nacional de Saúde Suplementar é quem será a responsável por estabelecer os planos de saúde para quem precisa, respeitando a questão da acessibilidade em todas as comunicações. 

Agora que você entendeu as principais leis de acessibilidade no Brasil, que tal conversar com o seu engenheiro e entender como funciona a acessibilidade na construção civil? Invista em acessibilidade e tenha sucesso nos empreendimentos! 

Gostou do conteúdo? Conheça as cidades que possuem maior acessibilidade no Brasil!

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Acessibilidade digital na pandemia: entenda a importância

Acessibilidade digital na pandemia: entenda a importância

Desde 2020, o mundo inteiro enfrenta um inimigo em comum: o novo coronavírus. A Covid-19 se espalhou de forma rápida e impactante e mudou a vida das pessoas. Assim, a acessibilidade digital na pandemia tem sido uma grande aliada para quem não pode sair de casa.

No entanto, para que você entenda tudo sobre a acessibilidade digital na pandemia, preparamos este post. Se ficou interessado em esclarecer todas as dúvidas sobre o nosso tema? Acompanhe o artigo!

 

O que é acessibilidade digital? 

Você já sabe que todo mundo tem direito a acessibilidade,certo? E a acessibilidade digital é um conjunto de recursos que ajuda na navegação das pessoas com deficiência. Ela é uma ferramenta que elimina barreiras e que precisa seguir as diretrizes de acessibilidade para conteúdo da Web (WCAG). 

Essas normas fornecem um único padrão compartilhado para a acessibilidade de conteúdos da Web, que atende as necessidades de quem tem deficiência. Assim, é por conta da acessibilidade digital que as pessoas com deficiência têm acesso aos recursos da Internet e conseguem trabalhar, entreter e estudar.

 

Quais as aplicações da acessibilidade digital?  

Nos sites e portais adaptados para pessoas com deficiência há várias ferramentas que auxiliam na acessibilidade digital. Também existem programas de softwares e serviços online que facilitam a vida dessas pessoas. 

Serviços online como e-commerces, redes sociais e sites governamentais fazem uso de soluções de acessibilidade. Todos eles visam a inclusão de PCD’s. Portanto, é fato que cada vez mais,  a aplicação dessas soluções aparece de várias maneiras como: 

  • leitura de tela para quem não consegue visualizar o conteúdo;
  • descrições em imagens;
  • língua de sinais e outras soluções oferecidas pela acessibilidade digital na pandemia.

Além disso, portais e sites adaptados à acessibilidade digital são melhor avaliados pelos mecanismos de buscas como o Google. Isso ocorre porque hoje é cada vez mais necessário pensar na inclusão das pessoas.  

 

O mundo online realmente é acessível para todos? 

Infelizmente, não! Ainda temos um longo caminho a percorrer. Atualmente há 14 milhões de sites ativos no Brasil. Desses, 99% não possuem acessibilidade.

Isso quer dizer que os conteúdos não são compreendidos por pelo menos 45 milhões de pessoas. Um surdo, por exemplo, depende da língua de sinais para compreender as notícias sobre a pandemia. 

Se uma pessoa cega precisa fazer compras online em um site, o portal deverá possuir uma navegação adequada para ela. Assim, pessoas com deficiência enfrentam várias barreiras que precisam ser solucionadas com a acessibilidade digital na pandemia. 

Desta forma, a acessibilidade digital é uma necessidade que envolve as pessoas que precisam acessar conteúdos online e também uma maneira das organizações ampliarem o alcance. 

No entanto, também há um outro lado dessa história. Empresas como o Banco BMG, a Claro e a Azul Linhas Aéreas já saíram na frente em relação à acessibilidade digital na pandemia. 

Essas organizações têm sites acessíveis em libras e abrem as portas para os milhões de surdos com uma comunicação efetiva e adequada à eles. Assim, os resultados são surpreendentes! 

Quando qualquer empresa pensa na acessibilidade digital na pandemia, ela respeita a diversidade e atende o interesse de cada pessoa. Ela também reflete uma imagem positiva para todos que de certa forma convivem com ela. 

E mais uma vez, isso mostra o quanto a acessibilidade digital na pandemia tem sido cada vez mais fundamental na vida das pessoas. Afinal, todos precisam trabalhar, entreter e também estudar, não é mesmo? 

 

Como adotar a acessibilidade digital? 

Existem algumas maneiras simples de oferecer a acessibilidade digital na pandemia. Confira! 

  • adicione descrições em imagens para ajudar na leitura das pessoas;
  • otimize o conteúdo com espaços entre um parágrafo e outro para facilitar a compreensão;
  • implante a língua de sinais.

Como você viu neste artigo, é importante pensar na acessibilidade digital na pandemia. Para isso, fique sempre de olho nas notícias sobre acessibilidade e nunca se esqueça que, em tempos de pandemia, as pessoas ficam mais em casa e buscam por conteúdos online. 

 

Quer ler mais conteúdos como este? Acesse o nosso blog e fique sempre bem informado! 

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O que a falta de acessibilidade nas empresas pode ocasionar

O que a falta de acessibilidade nas empresas pode ocasionar

A acessibilidade nas empresas é um direito de todos. No entanto, você sabe o que a falta de acessibilidade nas empresas pode ocasionar? Qual o investimento em acessibilidade nas empresas? Isso é o que você vai descobrir neste post. Siga com a leitura!  

 

Qual é a importância da acessibilidade nas empresas? 

Tornar a empresa mais acessível é pensar em um bom lugar para trabalhar. Além disso, a acessibilidade pode melhorar o quadro de funcionários. A seguir, vamos apresentar alguns tópicos importantes sobre:

 

Acessibilidade metodológica

Relacionada aos procedimentos, processos seletivos com testes e dinâmicas de grupo. Esse tipo de acessibilidade permite que as pessoas participem plenamente das atividades. 

 

Acessibilidade instrumental

Neste tipo de acessibilidade o colaborador tem acesso às ferramentas para que possa realizar o trabalho. 

 

Acessibilidade de atitude

São as atitudes que as pessoas têm dentro da empresa. Você consegue conscientizar colaboradores e gestores sobre as medidas de inclusão. 

 

Acessibilidade arquitetônica 

É a mais lembrada. Ela trata das barreiras físicas que muitas vezes impedem a locomoção, como a falta de sinalização em braille, as rampas, etc. 

É importante lembrar que o espaço deve seguir as regras do desenho universal, ou seja, tudo deve ser adaptado para as pessoas com algum tipo de deficiência. Também é importante enfatizar que esse tipo de acessibilidade está relacionada aos regimentos, leis e normas.

 

Acessibilidade natural 

Está relacionada à natureza como praias, trilhas e recursos naturais. Ela é ligada, por exemplo, quando moramos em uma área rural e temos que nos deslocar para os centros urbanos e trabalhar.  

 

Acessibilidade comunicacional

Garante que a mensagem da empresa chegue a todos. Além dos recursos escritos, você precisa pensar nos visuais como: audiodescrição de imagens para pessoas cegas, legendas e libras para as pessoas surdas. 

[infográfico] Modelos e Aplicações da Plataforma e Elevador de Acessibilidade | Baixe grátis | JE Elevadores

 

Quais os custos para implantar a acessibilidade nas empresas? 

A resposta para essa pergunta é relativa, pois depende de cada empresa. Se na empresa já existem pessoas com deficiência no quadro de funcionários, você deve pensar se a estrutura está preparada para receber os colaboradores. 

Portanto, os ambientes da empresa devem ser adequados, principalmente para as pessoas com deficiência física. Então, é preciso calcular o investimento final da implementação da acessibilidade no negócio. 

 

Como implantar a acessibilidade nas empresas? 

 

Conheça as leis

O primeiro passo para você implantar a acessibilidade nas empresas é conhecer as leis, como a lei brasileira de inclusão e a lei de cotas.

 

Proporcione às pessoas um ambiente inclusivo

Proporcione um ambiente inclusivo. Construa rampas para facilitar o acesso das pessoas que possuem algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida. 

 

Entenda as necessidades dos seus colaboradores 

Converse com cada um dos colaboradores. Escute quais são as maiores dificuldades no trabalho e peça a opinião. A melhor maneira de promover a acessibilidade é ouvir a experiência de quem vive na pele a dificuldade dos lugares que não são acessíveis. 

acessibilidade nas empresas

O que a falta de acessibilidade nas empresas provoca? 

 

Prejudica os colaboradores 

Muitas vezes você perde excelentes colaboradores por não oferecer acessibilidade nas empresas. Você pode ter um colaborador cadeirante e não ter condições de oferecer um local adequado para ele trabalhar.

 

Gera multas 

Outro problema da falta de acessibilidade nas empresas é que ela pode gerar multas. A Lei Brasileira de Inclusão, que muita gente conhece como o Estatuto da Pessoa com Deficiência, junto com a Lei de Cotas, guiam o entendimento da quantidade de pessoas com deficiência por números de funcionários. 

Portanto, a partir dos 100 colaboradores, já é obrigatório a abertura de processo seletivo exclusivo. Ao mesmo tempo, a NBR 9050 determina que as empresas devem adaptar os espaços para as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. 

Mesmo que não haja nenhum colaborador nesta situação, a empresa terá que se enquadrar na regra. E caso você não cumpra as leis de acessibilidade nas empresas será multado. 

 

Traz prejuízos para o negócio 

A falta de acessibilidade nas empresas faz perder clientes que precisam entrar e sair dos espaços. Imagine elaborar propostas para um potencial cliente e descobrir que ele precisa de acessibilidade e você não poderá atendê-lo porque a empresa não é adaptada. 

Isso será ruim tanto para você, quanto para ele. Portanto, é bom evitar a perda de clientes e investir em ambientes acessíveis. Para isso, utilize equipamentos para acessibilidade. 

Além disso, você deve saber que a falta de acessibilidade nas empresas gera outros tipos de prejuízos. No caso das empresas menores, elas podem ser denunciadas a qualquer momento, tanto pelos funcionários quanto por qualquer pessoa que passe por lá. 

Se você tem um espaço pequeno, procure uma empresa responsável que possa te ajudar com a acessibilidade. 

 

Gostou do conteúdo? Acesse o nosso próximo post e confira tudo sobre a acessibilidade e o poder da diversidade e inclusão nas empresas. 

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Acessibilidade: adaptação em hotéis e lugares turísticos

Acessibilidade: adaptação em hotéis e lugares turísticos

Pessoas com mobilidade reduzida ou algum tipo de deficiência devem ter o direito à acessibilidade garantido. Entretanto, o que ainda vemos é que faltam investimentos em hotéis e locais turísticos, assim como políticas públicas e adaptações que atendam às pessoas com deficiência. 

No entanto, porque é importante investir em acessibilidade em hotéis e locais turísticos? Leia o nosso post para descobrir! 

 

Para se destacar no mercado de hotelaria 

A acessibilidade em hotéis e lugares turísticos é rentável. Hoje em dia, o hotel que investe em acessibilidade é bem visto pelos turistas. Além disso, ninguém mais deseja ficar refém de rampas de concreto, não é verdade? 

Essas rampas são caras e demoram semanas ou até meses para ficarem prontas. Entretanto, os elevadores de acessibilidade são instalados em menos tempo e atendem muito bem os portadores de necessidades especiais ou mobilidade reduzida. 

Isso significa que, o investimento é pequeno se comparado a hora de contratar um pedreiro ou comprar o material de construção que será utilizado nas rampas de acesso. Além disso, quando você oferece acessibilidade para os hóspedes, atrai todas as pessoas sem restrições.

 

Para fazer bons negócios 

Pequenas mudanças ajudam nos grandes negócios. A acessibilidade em hotéis e lugares turísticos vai além da mobilidade. Embora ainda não haja uma regulamentação muito grande sobre a aplicação do símbolo internacional de acessibilidade, muitos hotéis aplicam o que é obrigatório.

Além disso, uma mudança que pode ser feita para melhorar a acessibilidade é alterar o mobiliário de lugar e garantir maior espaço de manobra para quem usa andador ou cadeira de rodas. 

Outra dica é organizar as geladeiras de acordo com a sinalização em braille. Assim, todas as mudanças, apesar de serem pequenas, quando comparadas com a mobília de um quarto, garantem a fidelização de clientes.

Sem contar que a acessibilidade é garantida por lei. Os estabelecimentos que recebem pessoas com deficiência devem atender a NBR 9050. Portanto, é preciso ficar atento desde a concepção do projeto até a execução da obra, sendo que a adaptação dos já existentes também é contemplada. 

Segundo a norma, os hotéis construídos devem reservar pelo menos 2% dos quartos para pessoas com mobilidade reduzida. Sem contar que esses dormitórios devem ter banheiros com barras de sustentação, piso tátil, sanitários adaptados e uma cama baixa. 

 

Para garantir o direito de ir e vir

Investir em acessibilidade é adaptar os espaços para oferecer conforto aos hóspedes e turistas. Desta forma, quando uma pessoa procura por um hotel ou quer visitar os pontos mais atrativos da cidade, ela terá preferência pelos locais seguros. 

Portanto, pense como é bom oferecer rampas, elevadores de acessibilidade e corrimãos que garantam o direito de ir e vir às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. 

 

Para as pessoas se sentirem incluídas na sociedade

A acessibilidade garante a inclusão das pessoas na sociedade. Você oferece autonomia para todos, inclusive para os deficientes visuais. 

Assim, uma das maneiras de atender esse público é investir em equipamentos urbanos como elevadores de acesso e piso tátil na entrada do equipamento e em vários pontos do hotel.

Sem dúvida, essa é uma das formas de acabar com qualquer tipo de barreira nos hotéis ou em locais turísticos. Afinal, é importante sempre falar sobre acessibilidade e promovê-la para:

 

Cumprir a lei 

Todas as pessoas portadoras de deficiência devem ter a possibilidade de acessar qualquer ambiente que desejam. Isso é um direito da pessoa com deficiência. Portanto, há vários tipos de acessibilidade como, por exemplo: 

Ajudar os deficientes visuais

Com a instalação de avisos sonoros e piso tátil nos principais locais de acesso dos hotéis.

Acolher os deficientes físicos

Com rampas nas estradas e elevadores de acessibilidade entre um andar e outro dos hotéis você ajuda os deficientes físicos.

Compreender as pessoas surdas

Com ajuda de profissionais que entendem a linguagem dos sinais e conseguem se comunicar com as pessoas surdas, você oferece a acessibilidade que elas realmente precisam.

Garantir o acesso aos locais turísticos

No Brasil há vários locais turísticos com acessibilidade. No Rio de Janeiro, boa parte do núcleo urbano conta com rampas de acesso para deficientes físicos ou pessoas com dificuldades de locomoção.  

 

Alguns lugares turísticos que possuem acessibilidade

Confira agora alguns estados brasileiros que possuem lugares turísticos que são exemplos de acessibilidade:

 

Rio de Janeiro 

Assim, desde as Olimpíadas de 2016, o projeto de acessibilidade carioca incluiu 4 mil metros quadrados de calçadas acessíveis e mais de 5 mil metros quadrados de pavimento em concreto nos acessos aos pontos turísticos como o Pão de Açúcar, a Praça XV, o Corcovado, entre outros. 

 

São Paulo

No Estado de São Paulo, o destaque vai para a Biblioteca Mário de Andrade, que possui intérpretes de Libras. Também há um acervo em braile e áudio. O Teatro Municipal oferece materiais táteis e olfativos sobre a história do teatro, além de acesso para cadeirantes. 

 

Santa Catarina

E por último, a gente destaca Florianópolis. A Ilha da Magia tem um transporte público que garante a acessibilidade na capital de Santa Catarina. Além disso, muitos coletivos têm cadeiras especiais, botões de parada com alcance fácil e corredores largos.

Os ônibus contam com elevadores de acessibilidade para facilitar o transporte de quem utiliza cadeira de rodas, andadores ou muletas. Já as praias da cidade, famosas pela beleza, têm locais adaptados para deficientes. 

Nos locais há travessias, passarelas e banheiros adaptados. Há, ainda, cadeiras para banho e supervisão de guarda-vidas. Outro detalhe que merece destaque é a rede hoteleira. 

Ela oferece estruturas adaptadas para deficientes com quartos e banheiros apropriados. Também há elevadores e rampas que dão acesso aos hotéis e as principais entradas. 

Como você viu neste artigo, com adaptações simples você garante a acessibilidade das pessoas em hotéis e lugares turísticos. Também colabora com um ambiente seguro e confortável para a pessoa com deficiência.

 

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