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Isenção para PCD: saiba tudo sobre os carros para deficientes

Isenção para PCD: saiba tudo sobre os carros para deficientes

Muitas pessoas não sabem, mas existem automóveis com isenção para pcd (pessoa com deficiência). Neste caso, são enquadradas as pessoas com deficiência física, mental, visual, auditiva, profunda ou severa, como os autistas.

Independente da idade, os portadores de deficiência têm o direito de adquirir carros com isenção para deficientes, sobre impostos como IPI, ICMS, IPVA e IOF. Isso reduz o preço final do automóvel até 30% para a compra em montadoras ou concessionárias.

No entanto, apesar de pouco noticiada, a isenção para deficientes alcança desde pessoas que nasceram com o problema até as que ficaram doentes ao longo da vida e, claro, idosos com mobilidade reduzida. Além disso, os portadores de deficiência que não impede dirigir automóveis, podem ser representados por seus responsáveis legais na condição de condutores do veículo.

Portanto, você que é investidor, empresário ou consumidor final fique atento neste post. Nele, vamos falar sobre a isenção para pcd. Ficou interessado em nosso artigo? Então, acompanhe!

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Por que investir na venda de carros para deficientes?

As montadoras chamam os portadores de deficiência de PCD (Pessoa com Deficiência). Esse tipo de venda atingiu um pico em 2018, chegando a cerca de 187 mil unidades no 1º semestre. Se comparado nos 12 meses de 2017 dá para se observar que o número é o mesmo. Enquanto em 2016, apenas 139 mil pessoas conseguiram a isenção para pcd.

Como a isenção para pcd funciona?

A isenção para deficientes funciona da seguinte maneira:

  • IPI: isenção total a cada 2 anos para compra de carro com qualquer valor;
  • ICMS: isenção total a cada 4 anos na compra de carros de até R$ 70 mil;
  • IOF: isenção total quando o valor financiado é superior a 70% do total do veículo. Pode ser obtida uma única vez por CPF;
  • IPVA: isenção total e válida para apenas um carro daquele proprietário.

Quais são os carros para deficientes?

Há vários modelos de carros de isenção para deficientes. Para ter o maior desconto possível, você deve comprar automóveis com menos de 127cv que chegam a custar até R$ 70 mil.

Nos últimos anos, algumas fabricantes lançaram versões específicas voltadas para este de público, com alguns equipamentos a menos para não bater o limite, mas sempre com câmbio automático ou automatizado.

No entanto, mesmo assim, nada impede que o portador com deficiência peça a isenção para modelos mais caros. Nestes casos, a redução será apenas do IPI.

Como fazer o processo?

Solicite ao Detran a alteração da habilitação

Se você já possui a Carteira Nacional de Habilitação, solicite ao Detran a alteração para a habilitação de portadores de deficiência. Caso ainda não tenha CNH, tire-a já como portador do problema. No próprio órgão de trânsito, você terá as informações necessárias de como proceder com o seu pedido.

Veja a isenção do IPI

A primeira isenção que será solicitada é a do IPI, que deve ser requisitada à Receita Federal. Para consegui-la, você deve ter um laudo médico, que pode ser particular, e que comprova o seu problema.

Hoje, com tantas facilidades, já é possível fazer a solicitação pela Internet e os pedidos devem ser liberados em até 72 horas. O portador de necessidades especiais receberá uma carta de isenção do IPI que tem validade de 270 dias corridos.

Peça a isenção do ICMS na Secretaria da Fazenda

A isenção do ICMS deve ser pedida diretamente na Secretaria da Fazenda de cada Estado apenas depois da liberação do IPI e se o veículo desejado custar até R$ 70 mil. O prazo para a liberação do ICMS é de 60 dias e a carta de isenção tem validade de 270 dias corridos.

Procure pela isenção do IPVA

Depois de receber o carro, procure a Secretaria da Fazenda do seu Estado e peça a isenção do IPVA. Isso deve ser feito até 30 dias depois do faturamento do automóvel, caso contrário, a isenção só valerá a partir do ano seguinte.

Peça a isenção do IOF

Com o processo de IOF junto á Receita Federal você pode solicitar no mesmo momento do IPI, porém, é limitado a veículos de até 127 cavalos. Além disso, somente pode ser utilizado quando o financiamento é maior que 70% do valor do veículo.

Quais doenças são enquadradas na isenção para pcd?

Entre as principais doenças enquadradas na isenção para pcd, podemos citar:

  • amputações;
  • encurtamento de membros e más-formações;
  • mobilidade reduzida;
  • neuropatias diabéticas;
  • próteses internas e externas (joelho, quadril, coluna, etc).

Agora que você aprendeu tudo sobre os carros para deficientes e também como conseguir a isenção para pcd, saberá onde recorrer na hora que precisar, não é verdade? Siga as nossas dicas e lute pelos seus direitos!

Quer ler mais conteúdos como este? Acesse o nosso próximo post e veja algumas dicas para estruturar um programa de inclusão sustentável! 

 

Acessibilidade na construção civil: entenda sobre a NBR 9050

Acessibilidade na construção civil: entenda sobre a NBR 9050

Quando falamos na construção em geral, na arquitetura, na engenharia e também nos profissionais da área é importante conhecer a NBR 9050. Além disso, você deve saber porque é tão importante falar sobre essa norma. No entanto, a NBR 9050 torna a vida mais fácil para pessoas com mobilidade reduzida, o que prioriza a cidadania e a reforça através da mobilidade.

Entretanto, se você deseja saber um pouco mais sobre a NBR 9050 e porque ela é tão importante para a acessibilidade na construção civil, continue com a gente e leia o nosso artigo.

O que é a NBR 9050?

A NBR 9050 faz parte de uma série de regulamentações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Essa norma respalda arquitetos, engenheiros, construtores, pedreiros e profissionais da área de acessibilidade em relação aos parâmetros técnicos que devem ser seguidos na hora de construir.

Quando o assunto é planejar a construção, o mobiliário, as áreas e os equipamentos urbanos, as restaurações e instalações de edificação é importante se atentar à NBR 9050, já que ela é a grade reguladora da verdadeira democratização dos espaços.

No entanto, nas especificações da NBR 9050, a acessibilidade na construção civil é um ponto chave para nortear o que deve ser consideração na hora de construir ou edificar um espaço.

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O que a atualização da NBR 9050 representa?

Em outras versões, a Norma NBR 9050 não detalhava vários aspectos importantes para acessibilidade na construção civil, deixando lacunas no entendimento do consenso geral a serem considerados no ambiente de construção.

Com a atualização da NBR 9050, feita em 2015, as pessoas com dificuldade de locomoção passaram a frequentar locais que antes, eram inacessíveis para elas. Isso se deu graças a um estreitamento da lei e à adição de novos parâmetros a serem considerados.

Essa mudança influencia nas melhores práticas, e portanto, irá proporcionar maior acessibilidade na construção civil, nos espaços físicos em geral, no transporte, na informação e na comunicação. Principalmente em serviços de uso público, tanto no ambiente rural quanto no ambiente urbano.

Onde há possibilidade de um indivíduo estar, deve haver condições para que todos também possam estar. A versão de 2004, que estava em vigor até a modificação, não trazia a incorporação da utilização de transportes na informação e comunicação ou em sistemas tecnológicos aplicados em espaços de livre acesso. Agora, a atualização lida com esses pontos se alia a tecnologia e a acessibilidade.

Em suma, não é mais considerado somente o projeto arquitetônico do lugar, mas sim, suas características particulares, sua condição singular para aplicar a NBR 9050 e transformar o local em um ambiente alcançável por todos.

Quais as principais mudanças na NBR 9050?

Ampliação da acessibilidade

Foi acrescentada na NBR 9050 a utilização de transportes, a informação, os sistemas e as tecnologias, o que não fazia parte do escopo.

Mobiliários em rotas acessíveis

Em relação às calçadas, a nova norma inclui a existência de mobiliários em rotas acessíveis. Isso tem a ver com um maior detalhamento sobre os puxadores e as maçanetas, visando às pessoas cegas.

Símbolos e desenhos

Também foram acrescentados símbolos e desenhos representando obesos, grávidas, idosos, indivíduos com bebê de colo, cegos com ou sem cão-guia e aqueles com mobilidade reduzida como uso obrigatório.

Informações sobre a sinalização sonora

Há, ainda, informações sobre a sinalização sonora, como a colocação de sinais em áreas de resgate, focando em rotas de fuga que se adaptem às pessoas com cadeiras de rodas.

Rampas nas calçadas

As calçadas devem ter rebaixamento para a instalação de rampas, considerando um limite de 6%.

Quais os ambientes de uso coletivo devem ser adaptados para quem tem a mobilidade reduzida?

  • Portarias;
  • Garagens;
  • Halls de acesso;
  • Salas e salões;
  • Praças;
  • Banheiros;
  • Piscinas;
  • Saunas;
  • Academias;
  • Quadras esportivas.

É importante que as construções tenham calçadas projetadas com rampas e piso tátil de alerta para possíveis obstáculos. Portas, corredores e elevadores também precisam ter as dimensões adequadas para facilitar a locomoção das pessoas, principalmente dos cadeirantes.

Quem fiscaliza o cumprimento da NBR 9050?

A NBR 9050 é fiscalizada pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA). O documento que atesta o atendimento à norma é a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) vinculada ao projeto. Entretanto, os órgãos municipais de licenciamento para obras também podem realizar essa vistoria, amparados por leis federais e municipais.

Porém, vale destacar que o arquiteto ou engenheiro que assinam o projeto da edificação são os grandes responsáveis pelo cumprimento das exigências da NBR 9050. Os CREAs geralmente possuem materiais que orientam os profissionais sobre o tema, para evitar o desrespeito aos princípios de acessibilidade universal por desconhecimento das normas. A promoção da acessibilidade é uma lei regulamentada pelo Decreto 5.296,  de 2004. Já a Lei de Inclusão, de 2015, veio para complementar essa legislação.

Por que deve retomar o conceito de desenho universal para a construção civil?

O conceito surgiu na década de 1960, nos Estados Unidos, quando foi questionada a padronização feita pelo homem em projetos de ambientes. Hoje, o tema é tão importante que está exposto como obrigatório em cursos universitários da área de construção e suas vertentes.

O objetivo é incluir produtos que são acessíveis para todas as pessoas, sem se importar com as suas características individuais e habilidades. Desse modo, qualquer um poderia usufruir plenamente de mercadorias e ambientes, independentemente da situação em que se encontra.

O desenho universal valoriza o desenvolvimento do cidadão, que pode mudar conforme a fase da vida (a postura e o tamanho, por exemplo). Foi a partir disso que a ideia começou a ser utilizada em todos os setores, inclusive na construção. A nova versão da NBR 9050 usa muito desse conceito em suas revisões.

A construção civil é um setor fundamental e de interesse o desenvolvimento sustentável de cidades e espaços de convivência. A acessibilidade na construção civil é essencial para o pleno exercício da cidadania e as diretrizes que guiam os empreendimentos favoráveis a essa realidade se encontram na NBR 9050.

Entretanto, essa norma veio para embasar as construções do futuro. Seguir essa determinação é cumprir o que manda a legislação do País, garantir uma obra de sucesso e estimular uma sociedade mais humana e inclusiva.

Como usar os elevadores para a acessibilidade na construção civil?

O uso de elevadores como forma de acessibilidade é um exemplo concreto e eficaz de democratização do espaço público. Se pautando na NBR 9050, a instalação dos elevadores para acessibilidade em espaços inacessíveis para as pessoas com mobilidade reduzida, como por exemplo, em espaços com piscinas que geralmente contemplam as dificuldades de locomoção, é socializar o espaço a todos, sem exceção.

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Portanto, alinhar a Norma NBR 9050 à melhor alternativa para uma acessibilidade da construção civil 100% segura é o caminho certo para que as pessoas com mobilidade reduzida percorram, e é isso o que os elevadores de acessibilidade oferecem.

Como você pode ver, é importante cumprir com a NBR 9050 e assim garantir a acessibilidade na construção civil para as pessoas que têm a mobilidade reduzida. Por isso, fique atento e cumpra a norma! Tenha um clube, uma academia o qualquer outro espaço adaptado!

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Acessibilidade: dicas para estruturar um programa de inclusão sustentável

Acessibilidade: dicas para estruturar um programa de inclusão sustentável

A acessibilidade é um tema que vem sendo debatido por muitas empresas. A inclusão de pessoas com deficiência, além da obrigatoriedade legal, passou a fazer parte da rotina das organizações que cumprem com o seu papel social.

Atualmente, espera-se que as empresas busquem maneiras de se envolver com a sociedade e por meio de ações responsáveis, melhorem a qualidade de vida das pessoas e promovam a inclusão sustentável.

O direito a acessibilidade também passou a ser uma exigência dos consumidores. Hoje, as pessoas vêem com outros olhos a empresa que cumpre a Lei de Cotas, implantada em 1991 e respaldada pela Lei Brasileira de Inclusão, que propõe a inclusão sustentável, ou seja, que não contratam apenas por causa da lei e sim, entendam que todas as pessoas são capazes de agregar valor a uma organização. A acessibilidade, portanto, ajuda no posicionamento da sua marca no mercado.

Só para ter uma ideia, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o censo de 2010 registrou que 24% da população brasileira tem alguma deficiência. Isso equivale a mais de 45 milhões de pessoas. De acordo com a RAIS 2016, aproximadamente 430 mil pessoas tinham emprego formal, o que corresponde a menos de 1% dos vínculos empregatícios.

No entanto, a questão é que muitas vezes essa baixa participação não é devido ao desinteresse dos profissionais com deficiência de ingressarem no mercado de trabalho, mas pela ausência de uma política de inclusão sustentável nas empresas.

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Mas como promover a acessibilidade das pessoas com deficiência e estruturar um programa de inclusão sustentável? Isso é o que você vai saber a partir de agora com as nossas dicas. Confira!

1. Conscientize as pessoas sobre a acessibilidade

Alguns rótulos e paradigmas geram muito preconceito. E isso acontece por falta de informação. Então, é preciso que você conscientize os seus colaboradores sobre a importância da acessibilidade das pessoas com mobilidade reduzida. Promova palestras, faça panfletos sobre o assunto. Divulgue a importância da acessibilidade.

2. Promova a inclusão sustentável

Para promover a inclusão sustentável é necessário ter em sua empresa um ambiente onde todos possam compartilhar as suas experiências. Pessoas com ou sem deficiência devem transitar neste espaço e desenvolver o trabalho com total autonomia.

Isso é, portanto, fundamental para inclusão. No entanto, para que tudo isso aconteça é necessário garantir a acessibilidade arquitetônica e tecnológica na sua empresa.

3. Invista na acessibilidade

Muitos empresários pensam que é caro promover a acessibilidade. Isso é um erro. Como também é errado imaginar que um ambiente acessível elevará os custos da sua organização e só atingirá as pessoas com deficiência. Quer um exemplo de que isso não é verdade?

As rampas facilitam a circulação da pessoa com deficiência de locomoção, certo? Mas também são ideais para as mulheres que usam salto.

As rampas servem para você, que precisa usar uma mala com rodinhas e passar pelos corredores ou andares da sua empresa. Além disso, quem utiliza equipamentos de limpeza e carrinhos de mercadorias também agradecem  por essa forma de acessibilidade.

4. Compre equipamentos que promovam a inclusão

Quando falamos de acessibilidade tecnológica logo pensamos nos computadores. Grande parte deles já possuem a acessibilidade com ampliação de textos, softwares de voz para deficientes visuais e tradutores de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para seu site. Ao adotar uma linguagem simples, você facilita o entendimento das pessoas com deficiência.

Outro equipamento que facilita a inclusão é o elevador de acessibilidade da JE Elevadores. Ele garante que a pessoa com mobilidade reduzida e tenha acesso aos departamentos da sua empresa e também faz com que os seus próprios clientes com essa mesma mobilidade consigam ter acesso aos serviços que você oferece.

Além disso, os elevadores de acessibilidade oferecem total segurança para quem precisa utilizá-los.

5. Promova ações de retenção

Algumas ações de retenção são necessárias para entender como está a qualidade da empregabilidade da pessoa com deficiência na empresa. Um bom e simples exemplo é o acompanhamento formal dos contratados.

Esta ação deve ser iniciada desde o primeiro mês da contratação profissional. Também é necessário você saber o que os funcionários pensam e como avaliam a empresa. Só assim você conseguirá melhorar o nível de inclusão sustentável.

Agora você já sabe como promover a acessibilidade na sua organização, não é verdade? Coloque as nossas dicas em prática e elabore seu programa de inclusão sustentável!

Você quer ler mais sobre acessibilidade? Acesse o nosso próximo post e entenda a importância dos desenhos universais!

Saiba tudo sobre a feira Reatech – Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade

Saiba tudo sobre a feira Reatech – Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade

A acessibilidade garante toda e qualquer pessoa com mobilidade reduzida transitar por espaços públicos e ou privados, sem que sejam encontradas barreiras que impossibilitem o convívio ou o trânsito social em áreas de acesso, circulação ou permanência.

Por ser algo tão importante, muitas pessoas investem em negócios, como a venda de elevadores de acessibilidade ou procuram por equipamentos que lhes dão qualidade de vida.

Por isso, participar de feiras como a Reatech – Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade é tão importante. No evento, você confere as novidades que existem no mercado e as atividades sociais e culturais voltadas à reabilitação e acessibilidade.

Mas o que realmente é esta feira? Neste post, vamos falar um pouco sobre o assunto. Por aqui, você vai saber tudo sobre o evento. Ficou interessado? Então, acompanhe!

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O que é a Reatech?

A Reatech é a Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade. Ela é organizada e promovida pela Cipa Fiera Milano.

O evento é considerado o principal do setor na América Latina e reúne cerca de 300 expositores dos segmentos de agências de emprego voltadas para pessoas com necessidades especiais e mobilidade reduzida.

Também participam da feira instituições financeiras, fabricantes de cadeiras de rodas e de elevadores de acessibilidade, e departamentos de recursos humanos.

Pela feira, você encontra estandes de indústrias farmacêuticas e dos segmentos de animais treinados, veículos adaptados para portadores de necessidades especiais, fabricantes de aparelhos auditivos, equipamentos especiais, materiais hospitalares, higiene pessoal , próteses e órteses, terapias alternativas, turismo e lazer.

Quando e onde o evento vai acontecer?

Este ano acontece a 16ª edição da Reatech. A feira será realizada entre os dias 13 e 16 de junho (13 e 14, das 13h às 20h, e 15 e 16, das 10h às 19h) em um dos novos pavilhões do São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, em São Paulo, para atender as necessidades de seus expositores e visitantes.

Serão quatro dias de evento repletos de atividades sociais como: equoterapia, teste drive de carros adaptados, quadras poliesportivas, seminários, workshops e oficinas com profissionais renomados.

Qual é a importância da feira internacional de acessibilidade?

Além de você que é investidor conhecer as novidades do mercado, a feira possibilita a troca de experiências. A Reatech 2019 também é a oportunidade que você tem de incrementar a sua participação com oportunidades de merchandising, que aumentarão a sua visibilidade na feira e farão com que sua empresa tenha se destaque dos concorrentes.

Quais as oportunidades que o evento traz?

A feira ajuda a posicionar a marca e/ou produto do expositor, pois quem visita o evento é um público qualificado e interessado na realização de negócios e parcerias no setor de reabilitação, inclusão e acessibilidade.

A Reatech também ajuda a fidelizar clientes e a fazer frente aos principais players de mercado presentes no maior e mais importante evento da América Latina do segmento.

Com a feira, o expositor tem a chance de mostrar o seu trabalho para os investidores e conhecer novos fornecedores. Além disso, confere as tendências do mercado, os lançamentos e modelos de negócios recentes. Já para quem apenas participa, a Reatech oferece as principais soluções em produtos e tecnologias embasadas em estudos, pesquisas e inovações.

A feira proporciona ao seu público visitante a chance de se atualizar e aprimorar o conhecimento profissional. O evento também pode ser focado nas mais atuais tendências de mercado e essa é a oportunidade para você que é consumidor, conhecer e experimentar os produtos e serviços. A Reatech também ajuda os investidores a fecharem negócios com empresas de vários segmentos.

Quais as expectativas para 2019?

Para este ano, a feira contará com 35 mil metros quadrados de área de exposição. Ao todo, 300 expositores e 53 mil profissionais do setor são esperados pela organização.

Como você pode ver, a Reatech é uma feira internacional de tecnologias em reabilitação, inclusão e acessibilidade que você não pode deixar de conferir. Portanto, participe! Faça a sua inscrição no site do evento!

E você, gosta de promover feiras como a Reatech? Baixe o nosso e-book e veja a importância de investir em acessibilidade para eventos!  

Acessibilidade: Educação Inclusiva no Brasil já foi tema de debate em Conferência da ONU

Acessibilidade: Educação Inclusiva no Brasil já foi tema de debate em Conferência da ONU

Para quem acha que a educação inclusiva não é pauta no Brasil, há vários brilhos de esperança que nos restauram a fé nos avanços sendo feitos na acessibilidade.

Um deles é o assunto que nós vamos tratar hoje neste artigo. O Brasil já foi assunto na ONU com suas políticas de educação inclusiva, e não é à toa: os investimentos na área e os contínuos incentivos para que ela continue contemplando pessoas com deficiência com mais eficácia são verdadeiramente louváveis.

E em um país como o nosso, os impactos que uma política de educação inclusiva tem são enormes. Por nossa extensão territorial, pelo nosso histórico de desigualdade e pela falta de políticas para a área durante muitos anos.

O Brasil vem sendo reconhecido por correr atrás do tempo perdido, e estamos no caminho certo. Isso nos rendeu uma citação na 10ª Conferência dos Estados Partes Signatários da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência em 2017, uma grande honra.

Vamos saber mais sobre o que nos levou até essa citação?

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A educação inclusiva é o destaque brasileiro

Os avanços na educação inclusiva não são velozes, especialmente pelo que nós falamos logo acima. Com a extensão territorial do Brasil, o trabalho de fiscalização é difícil em várias localidades extremas. Ao mesmo tempo, essas regiões muitas vezes não possuem condições de adquirir os equipamentos sozinhos, sem o suporte do Governo Federal.

Nosso trabalho vem sendo elaborado em duas frentes: regulamentação para garantir como deve ser trabalhada a acessibilidade na educação e, trabalho duro para garantir as condições previstas. Essa é a única maneira de prosseguir e de encontrar resultados.

Melhorar a acessibilidade é um dos requerimentos da ONU, previsto nos seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para 2030.

Os países signatários, portanto, precisam investir na área e garantir a aplicação das reformas que a ONU sinaliza. Nessa Convenção, são feitas análises de situação de alguns países, recomendações para melhorias e elogios aos esforços sendo feitos.

O Brasil ficou com essa última parte. Em 2017, na última Convenção, os esforços do Brasil renderam destaque e foram anunciados para todo o mundo como dignos de nota e louváveis.

Pelo que o Brasil foi reconhecido?

O reconhecimento do Brasil foi devido aos seus esforços na área de acessibilidade e o desenvolvimento da área no país desde 2009, quando ocorreu a Ratificação da Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência. O alerta foi dado, e o Brasil percebeu que mudanças precisariam ser feitas.

E elas foram, principalmente na educação inclusiva. Uma das recomendações da ONU é que pessoas com deficiência precisam de acesso ao ensino regular desde a educação básica. As crianças precisam de suporte durante todo o seu desenvolvimento, e quando chegam à idade adulta, precisam de universidades adaptadas também.

O reconhecimento aos esforços do Brasil se deu por seu trabalho nessa esfera. Nosso país foi reconhecido como referência na área de educação inclusiva, por conta das nossas políticas que não terminam na matrícula.

Hoje é Lei: as escolas não podem negar acesso a crianças com deficiência alegando falta de infraestrutura adequada.

Além disso, as escolas privadas ficam proibidas de cobrar acréscimos na mensalidade alegando custos extras com equipamentos e infraestrutura. Também foram criadas cotas para pessoas com deficiência nas universidades federais.

Tudo isso perpassa a Lei Brasileira de Inclusão, ratificada em 2015 com alterações chave para a educação inclusiva.

Como a ONU enxerga o trabalho brasileiro?

Com ótimos olhos!

O que o Brasil vem fazendo é mudar a realidade das pessoas com deficiência desde a base. Hoje, já temos mais de 90% de pessoas com deficiência matriculados no ensino regular, contando com todo o apoio que a escola deve dar por Lei.

Acessibilidade na construção civil: importância dos projetos e a responsabilidade

Mais uma vez, não é só garantir a matrícula. Os alunos precisam de estrutura adequada para que a educação inclusiva realmente funcione, além de questões que extrapolam a infra.

O ensino também é pauta dos nossos esforços para a acessibilidade na educação, sendo que por recomendação da ONU, estamos focando em leitura por braille, comunicação por LIBRAS e outros métodos de comunicação ampliada.

Hoje, inclusive, a educação inclusiva já perpassa professores dedicados para alunos com deficiências cognitivas. É um trabalho que avança lentamente, mas avança. Esse reconhecimento da ONU, mesmo que de dois anos atrás, trouxe vida ao debate sobre a educação inclusiva no Brasil e a acessibilidade nas escolas.

Uma maneira simples e elegante de trabalhar a educação inclusiva é com a adição de elevadores de acessibilidade nas escolas. Mas esse trabalho requer um bom conhecimento das empresas que os fabricam! Vamos saber mais no próximo artigo?

Acessibilidade corporativa: os escritórios estão preparados?

Acessibilidade corporativa: os escritórios estão preparados?

A acessibilidade corporativa já é uma necessidade presente em qualquer empresa. O mundo vem se acelerando de formas cada vez mais evidentes, e os cuidados a se ter com a acessibilidade, hoje em dia, se tornam ainda mais necessários nesse ritmo veloz.

O maior problema de ambientes que não estão adaptados é, sem dúvida, a impossibilidade de abrigar pessoas diferentes do “padrão” nele. Isso gera amplo espaço para questionamentos sobre a sua empresa. Já pensou ouvir frases como as abaixo?

  • Eu claramente era o mais indicado na entrevista, mas a empresa X não me contratou porque uso cadeira de rodas e eles não tem elevador de cadeirantes na entrada, só um longo lance de degraus.

  • Gostaria muito de trabalhar na empresa X, mas não há espaço para mim. Porque há para todos, menos para pessoas com deficiência?

  • A empresa X é boa para a população, mas não trabalha com cadeirantes.

Difícil, não é? O tipo de julgamento que sua empresa atrai quando não trabalha a acessibilidade corporativa é arriscado demais para se manter. Mas a recíproca também é verdadeira…
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Acessibilidade corporativa te conecta com a comunidade

Se não trabalhar a acessibilidade corporativa te coloca em uma situação difícil, trabalhá-la te posiciona não de forma neutra, mas sim benevolente para a comunidade.

Não nos leve a mal: trabalhar a acessibilidade com seus vários recursos – elevadores para cadeirantes, rampas de acesso, sinalização, etc. – não é nada além da obrigação de empresas.

A questão é que hoje em dia tão poucas delas levam a acessibilidade corporativa a sério que quem investe na área e faz um bom marketing se destaca.

Os ventos da mudança estão soprando nos rumos da universalidade e da acessibilidade. Eles só estão muito novos e enfrentam resistência. Nesse cenário, quem sai na frente colhe os frutos mais cedo. Quem deixa para depois acaba fazendo junto com todo mundo.

Mas e qual é o cenário atual da acessibilidade corporativa?

Os escritórios estão preparados para a acessibilidade corporativa?

Sendo direto ao ponto: não, eles não estão. Uma pesquisa recente da Catho mostrou que 44% das pessoas do mundo todo já tiveram problemas em participar de alguma entrevista de emprego por conta de falta de acessibilidade. Leia de novo: essas pessoas não conseguiram sequer participar das entrevistas por condições que vão desde o acesso difícil até a falta de equipamentos na própria empresa.

E o mesmo estudo mostra que 37% dos pedidos de demissão de pessoas com deficiência ocorreram pelo mesmo motivo: falta de acessibilidade corporativa.

Mas como isso acontece? E a Lei de Cotas? Bem, a Lei diz que as empresas devem contratar colaboradores com deficiência de acordo com a quantidade de pessoal na empresa como um todo.

Uma outra estatística do mesmo estudo ajuda a iluminar a questão: 78% dos entrevistados que estão trabalhando nesse momento em alguma empresa disseram não precisar de acessibilidade corporativa.

Os escritórios estão preparados para a acessibilidade corporativa?

O que isso nos diz? Essa é uma questão de interpretação, mas para os profissionais da Catho a questão é bem complicada: se existem profissionais com dificuldades de participar de entrevistas – se eles estão se demitindo também – enquanto pessoas dizem estar tudo bem com o ambiente, só nos resta assumir que existem “categorias” de pessoas com deficiência buscando emprego: as que precisam de adaptações e as que não.

Os dados nos mostram, então, que empresas podem segregar os colaboradores com deficiência entre aqueles que precisam da acessibilidade corporativa e aqueles que não. Imagina quem sai ganhando?

É preciso uma mudança de mentalidade

Então acabamos de provar numericamente que os escritórios não estão nem de longe prontos para um ambiente acessível, e que a acessibilidade corporativa continua sendo um problema no Brasil e no mundo.

A conclusão que chegamos logo acima é extremamente preocupante. Como cada empresa é de um jeito, não podemos generalizar e dizer que é assim que funciona com todas e pronto. O problema, ao mesmo tempo, é sim generalizado, e precisa ser combatido onde ele se apresenta.

É preciso uma mudança de mentalidade nos donos de empresas. Você pode ser essa mudança, inclusive. Investir em elevadores de acessibilidade e fazer as alterações que a NBR 9050 exige, além de te colocar no lado certo da Lei, te posiciona como um benevolente da comunidade, oferecendo emprego sem distinções.

E já que começamos a falar sobre a Lei, vamos para o próximo artigo? É nele que falamos sobre o que a falta de acessibilidade corporativa pode ocasionar. Vamos ver?