Projeto de acessibilidade: 5 ambientes para inspiração

Projeto de acessibilidade: 5 ambientes para inspiração

Se você gosta de investir em imóveis, precisa saber que todo projeto de acessibilidade deve cumprir com as exigências da Lei nº 10.098/2000, Lei da Acessibilidade. Entre as determinações, podemos citar a instalação de rampas de acesso em locais públicos e privados. 

Também podemos destacar outras soluções, como a instalação de um elevador de acessibilidade, que garante o direito de ir e vir da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida. 

No entanto, como fazer um bom projeto de acessibilidade e cumprir com a legislação? Neste post, vamos mostrar alguns ambientes para que você possa se inspirar. Ficou interessado em conhecer cada um deles? Siga com a leitura! 

 

Como desenvolver um bom projeto de acessibilidade?

Em primeiro lugar, você deve se colocar no lugar da pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida. Pense nas dificuldades que ela encontra no dia a dia e na falta de acessibilidade nos espaços urbanos. 

Depois coloque em prática o que determina a lei de acessibilidade. Ofereça aos cadeirantes e outras pessoas com deficiência, acesso em todos os lugares. Em locais mais altos, por exemplo, instale rampas de acesso, corrimãos e suportes especiais que colaboram com a mobilidade. 

Não se esqueça de atender idosos, gestantes e obesos, já que a partir da nova atualização da ABNT 9050, o conceito de mobilidade reduzida foi ampliado para essas pessoas. 

Além disso, é importante desenvolver um projeto de acessibilidade que inclua todo o tipo de deficiência. Por isso, preste atenção as seguintes dicas: 

 

Projeto de acessibilidade para deficientes visuais 

Para atender deficientes visuais, o projeto de acessibilidade precisa contar com sinalizadores e tecnologia que ajudam o mesmo a se localizar e a se informar sobre o ambiente ao redor. 

Portanto, você deve: 

  • incluir placas de sinalização;
  • pisos específicos;
  • sinais sonoros;
  • comunicação direcionada com alfabeto braille.

 

Projeto de acessibilidade para deficientes físicos 

Quem é deficiente físico ou que possui mobilidade reduzida precisa de um projeto de acessibilidade que prioriza:

 

Calçadas regulares

Uma calçada regular e adaptada não possui obstáculos para o cadeirante, deficiente visual ou para quem tem mobilidade reduzida. 

 

Rampas 

Rampas de acesso que ajudam na locomoção de quem usa cadeira de rodas, andador ou muletas. 

 

Quais os melhores ambientes para você se inspirar e garantir a acessibilidade das pessoas com deficiência?

 

1. Banheiro

O banheiro acessível precisa ter acessórios específicos e medidas especiais. O espaço livre, no meio do banheiro deve medir, segundo a ABNT 9050, 1,50m de diâmetro. Assim, é o suficiente para a pessoa manobrar com a cadeira de rodas, usar o andador ou a muleta.

A área do banheiro deve contar com barras de apoio horizontal para auxiliar ao cadeirante ou a pessoa com mobilidade reduzida.

 

2. Quarto 

Você pode usar cortinas leves e claras para ajudar a luz natural do ambiente. Instale interruptores paralelos. Coloque um próximo a cama e outro na entrada do quarto. A porta do quarto deve ter um vão livre de 80cm de largura. 

Já a maçaneta deve ser sem alça e com formato mais ergonômico e fácil de acionar. O guarda-roupa deve ser acessível. As partes mais altas, deixe para os itens menos usados. As mais baixas, separe para roupas e sapatos do dia a dia. 

 

3. Cozinha 

Para adaptar a cozinha, você precisa deixar o fogão baixo e de modo que o cadeirante consiga ver por cima das panelas. Também é importante que não tenha forno, para que a pessoa com deficiência consiga usar a cadeira de rodas. 

Já a pia deve ser montada sobre a mesma bancada do fogão. A altura deve ser de 80 a 85 centímetros. Assim, a pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida conseguirá usar a cozinha com mais comodidade e segurança. 

 

4. Garagem

Os estacionamentos públicos ou privados devem reservar vagas especiais para deficientes físicos. Isso é assegurado pelo decreto 5296 de 2 de dezembro de 2004. No entanto, você também deve observar o que é aplicado em locais privados de uso restrito. 

Nesses casos, a lei não se enquadra, mas a garantia à acessibilidade das pessoas com deficiência deve ser respeitada pelos administradores de cada condomínio, que precisam definir quantas vagas serão reservadas para as pessoas com deficiência. 

 

5. Área de Lazer

A área de lazer do condomínio ou do clube deve ser adaptada para as pessoas com deficiência. Além de piso antiderrapante e tátil, é importante instalar corrimãos no espaço. 

Se o condomínio tem piscina, instale um elevador de acessibilidade para piscinas e ofereça a melhor experiência às pessoas com deficiência e que frequentam o espaço. 

 

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Acessibilidade, direito de todos! | Saiba mais | JE Elevadores

Direitos para portadores de necessidades especiais: como fazer uma denúncia pela falta de acessibilidade?

Direitos para portadores de necessidades especiais: como fazer uma denúncia pela falta de acessibilidade?

Os direitos para portadores de necessidades especiais são garantidos pela Constituição Federal e por várias leis brasileiras. Entre elas, a lei nº 13.146 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência).

No entanto, nem todos os condomínios, estabelecimentos comerciais ou instituições respeitam os direitos das pessoas com necessidades especiais. Neste caso, você sabe como fazer uma denúncia, principalmente quando não há acessibilidade nos determinados espaços? 

Neste post, falaremos sobre o assunto. Ficou interessado no tema do nosso artigo? Siga com a leitura e fique bem informado com a JE Elevadores! 

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Por que respeitar os direitos dos portadores de necessidades especiais?

Em primeiro lugar, porque os direitos dos portadores de necessidades especiais são garantidos por lei. Em segundo, porque promover a acessibilidade é uma questão de responsabilidade social e a empresa não pode deixar de pensar no assunto. 

Mas o mais importante de tudo isso é que fará a diferença na sociedade. E é por esse motivo que devemos pensar nos direitos para portadores de necessidades especiais e na acessibilidade.

Eles não podem ser vistos como uma obrigação, mas como uma maneira de garantir o respeito às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Além disso, você e todos à volta terão a oportunidade de aprender a lidar com as diferenças e, assim, ajudar a combater os preconceitos. 

 

Por que denunciar a falta de acessibilidade? 

Formalizar uma denúncia não é uma tarefa fácil. No entanto, entenda que esse é um direito da pessoa com deficiência, portanto, ela merece ter a cidadania defendida. 

E só com a garantia de direitos que as pessoas deficientes e com mobilidade reduzida terão a tranquilidade para aproveitar os espaços da mesma forma que as outras pessoas. 

Outra razão para fazer uma denúncia é que basta tomar uma atitude simples para que as pessoas se mobilizem e resolvam os problemas relacionados com a falta de acessibilidade. Por muitas vezes, é preciso alguém tomar uma iniciativa para que os outros pensem mais nos portadores de necessidades especiais. 

Desta forma, será possível providenciar os ajustes necessários para garantir a acessibilidade.

 

Como denunciar a falta de acessibilidade? 

Veja como denunciar a falta de acessibilidade nos espaços públicos e privados.

 

Ligue para a Assistência Social do seu município

Você pode ver se na Secretaria de Assistência Social da cidade há uma espécie de Disk-Denúncia. Saiba que a Prefeitura é quem fiscaliza a acessibilidade de prédios públicos e privados. 

Também pode formalizar uma reclamação no setor de fiscalização e licenciamento urbanístico ou protocolar uma denúncia na própria Secretaria de Assistência Social. 

 

Procure o Ministério Público Estadual 

Outra opção para fazer uma denúncia é no Ministério Público da cidade. O órgão recebe reclamações sobre a falta de acessibilidade em locais públicos e privados. Assim, a Justiça garantirá os direitos da pessoa com deficiência. 

 

Informe ao Conselho de Engenharia e Arquitetura 

Caso se sinta prejudicado com a obra do empreendimento, é necessário que seja solicitado a abertura de procedimento administrativo. Assim, é possível fiscalizar as normas de acessibilidade no condomínio ou clube.

 

Fique de olho na acessibilidade dos espaços públicos

O que diz a lei sobre a acessibilidade nos espaços públicos? Cada cidade deve ter um Plano Diretor Urbano e Código de Posturas. Essas leis orientam o desenvolvimento do município e promovem o equilíbrio social, ambiental, econômico e a qualidade de vida.

O documento é elaborado pelo Executivo e aprovado nas Câmaras Municipais. 

Além disso, de acordo com o Estatuto de cada cidade, o Plano Diretor deverá ter vias acessíveis com os passeios públicos implantados ou reformados pelo poder público. 

 

Denuncie a falta de acessibilidade em bares ou restaurantes

Bares ou restaurantes não podem impedir pessoas com algum tipo de deficiência de frequentarem os locais por falta de acessibilidade. Se isso acontecer, os estabelecimentos serão punidos com o rigor da lei. 

Caso você veja algo parecido, denuncie à Prefeitura e ao Ministério Público. Assim, eles deverão cobrar a adequação da estrutura. 

 

Busque orientação sobre a falta de acessibilidade nas instituições de ensino

As escolas também devem oferecer acessibilidade às pessoas portadoras de deficiência física. Caso a instituição não ofereça, busque orientação na Secretaria Municipal de Educação ou no Conselho Escolar. 

 

Preste atenção se há discriminação no espaço público 

Ainda nos espaços públicos é importante saber que a pessoa portadora de necessidades têm direito ao transporte público de qualidade. E aqui não importa se a deficiência é física ou mental. Toda e qualquer tipo de discriminação deve ser combatida. 

Portanto, fique atento ao que diz a Constituição Federal e a Lei Brasileira de Inclusão, pois todas as pessoas são iguais perante a lei, e não respeitar os direitos do portador de deficiência é crime previsto no artigo 88 da Lei 13.146/15.

 

O que informar na denúncia? 

Para fazer a denúncia é fácil. Você deverá:

  • comunicar por escrito;
  • apresentar fotos que indicam o local da irregularidade;
  • informar o endereço do prédio ou instituição que não tem acessibilidade;
  • definir a instituição como pública ou privada;
  • mostrar o problema;
  • informar quem você já procurou para resolver o problema;
  • anotar o número do protocolo para acompanhar a denúncia.

Agora que você aprendeu como fazer valer os direitos para portadores de necessidades especiais, poderá exigir que os mesmos sejam respeitados. 

 

Quer ler mais conteúdos como este? Acesse o nosso próximo post e entenda as principais leis de acessibilidade no Brasil!

[Infográfico] Quer saber mais sobre os modelos de elevadores de acessibilidade? | JE Elevadores

 

Fique por dentro da acessibilidade em voos e aeroportos

Fique por dentro da acessibilidade em voos e aeroportos

A acessibilidade nos voos e aeroportos é um direito de todos, principalmente de quem vai viajar. No entanto, é importante que você fique por dentro dos seus direitos em relação a viagem de avião.  

Por isso, neste post, vamos falar sobre a acessibilidade em voos e aeroportos. Por aqui você saberá o que a lei diz sobre o assunto e como garantir o acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida durante as viagens. 

Além, é claro, de entender como é feito o embarque e desembarque dos passageiros. Boa leitura.


O que diz a lei sobre a acessibilidade em voos e aeroportos? 

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou em 2018, que um cadeirante fosse indenizado por danos morais.  A companhia aérea a qual ele viajou não garantiu um transporte seguro, pois o cliente teve que ser carregado no colo pelos funcionários da empresa.

Ato que deixou o passageiro constrangido diante das outras pessoas, mas que poderia ter sido evitado. Neste caso, a companhia aérea deveria oferecer equipamentos adequados para o acesso dos passageiros às aeronaves. 

Além disso, a resolução 280 da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) traz orientações sobre a acessibilidade em voos e aeroportos. Entre elas, a norma proíbe que a pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida seja carregada no colo, exceto nos casos em que há necessidade de evacuar com emergência o avião.

No entanto, o que fazer? Neste caso, os aeroportos devem ter finger, que é uma espécie de ponte que leva o passageiro direto à porta do avião. Desta maneira, o embarque e o desembarque de passageiros com deficiência ou mobilidade reduzida são facilitados. 

Entretanto, nem todos os aeroportos do País possuem esse recurso. Para esses casos, a ANAC determina que o embarque de passageiros que não conseguem subir as escadas por usarem cadeiras de rodas, muletas ou andadores deve ser feito por elevador de acessibilidade, rampas móveis ou ambulift, um veículo com uma plataforma elevatória montada sobre a carroceria. 

 

Quais são os direitos da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida nos aeroportos?

Veja os principais direitos das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida:

 

Solicitação dos serviços 

Uma das coisas importantes que você deve saber é que os passageiros com deficiência ou mobilidade reduzida precisam avisar à empresa a área das necessidades. Portanto, informe se há necessidade de um acompanhante. 

No caso dos deficientes visuais, o passageiro precisa informar se há necessidade de levar o cão guia. Também é importante pensar em quais ajudas técnicas e assistências é necessário. 

Por fim, faça tudo isso com antecedência e de preferência na hora que comprar a passagem de avião. No entanto, caso não consiga informar a companhia aérea, faça isso entre 48 horas e 72 horas antes do voo.

 

Assistência especial 

Quem possui deficiência ou mobilidade reduzida têm direito a assistência especial oferecida pelas companhias aéreas. Assim como quem tem idade igual ou superior a 60 anos, é gestante, lactante ou que tem criança de colo.

 

Garantia de acessibilidade 

Mesmo que o passageiro com deficiência ou mobilidade reduzida esqueça de informar a empresa área sobre as necessidades, ele poderá embarcar. Entretanto, só poderá utilizar os serviços assistenciais que forem disponíveis pela companhia.

 

Desconto para o acompanhante 

As companhias aéreas orientam que os passageiros com deficiência só poderão viajar sozinhos se compreenderem as instruções de segurança e possuírem perfeito estado mental.  

Além disso, é importante ter autonomia para realizar atividades como ir ao banheiro, se alimentar, aplicar a própria medicação caso seja necessário. Também devem saber utilizar a máscara de oxigênio de forma independente. 

Já quem não tem essa autonomia, é necessário levar um acompanhante. Neste caso, a pessoa deve ser maior de 18 anos e ter condições de ajudar quem tem mobilidade reduzida ou deficiência.

 

Transporte de Cães-guia

Os passageiros com deficiência visual podem transportar cães-guia de acompanhamento. Esses animais são treinados para viajar de avião e podem voar ao lado dos proprietários, fora da caixa de transporte. 

No caso de uma viagem nacional, há a necessidade do comprovante de treinamento e da carteira de vacinação do animal, emitida pelo médico veterinário. No documento é preciso constar as vacinas antirrábica e múltipla válidas, além do tratamento anti-helmíntico.

Já no caso de viagem internacional, devem ter documentos adicionais como carteira e plaqueta de identificação e o Certificado Zoosanitário Internacional (CZI).

 

Quais as principais recomendações no check-in e no embarque?

  • Procure o balcão ou os funcionários da companhia aérea e solicite prioridade no check-in;
  • Reforce para o atendente as assistências solicitadas;
  • Fale se há necessidade de cadeira de rodas, bengalas, muletas ou andadores;

 

Quais as recomendações durante a viagem e o desembarque?

  • Peça ajuda aos funcionários da companhia aérea;
  • Espere os demais passageiros saírem do avião para depois desembarcar;
  • Lembre-se que só terá preferência no desembarque em caso de uma conexão.

 

Agora que você ficou por dentro da acessibilidade em voos e aeroportos será mais fácil viajar, não é mesmo? Basta solicitar o que precisa com antecedência para ter uma viagem tranquila! 

 

Para conferir outros artigos como esse, acesse o nosso blog e fique sempre por dentro das novidades! 

Guia para novos projetos, com padrões adaptados para acessibilidade

 

Inclusão digital: ferramentas para ajudar na acessibilidade

Inclusão digital: ferramentas para ajudar na acessibilidade

A inclusão digital permite que as pessoas com deficiência usem a internet sem dificuldades. Esse tipo de acessibilidade tornou-se indispensável mesmo antes da pandemia do novo coronavírus. Segundo os dados de 2010 referente ao Censo Demográfico, há no Brasil 45 milhões de pessoas com deficiência, isso representa 23,9% da população brasileira. 

No entanto, apesar deste número ser considerado elevado, nem todos os sites ou canais de comunicação são otimizados para a acessibilidade digital. Há, ainda, empresas que apesar de entender os benefícios da inclusão digital e da acessibilidade não conseguiram adotar as melhores soluções tecnológicas. 

Por sua vez, isso afasta as pessoas com deficiência e dificulta o acesso livre à internet. No entanto, se você se preocupa com a inclusão digital, acompanhe esse post. Nele, vamos mostrar algumas ferramentas para ajudar na acessibilidade do seu empreendimento. Confira! 

 

Intérprete visual 

A Lei Brasileira de Inclusão (LBI), Lei 13.146/2015 diz que a acessibilidade na internet é obrigatória. Segundo a norma, as pessoas com deficiência devem ter acesso às informações. No entanto, para cumprir a lei existem diversos recursos que podem ser adotados como o intérprete visual 3D.

Esse intérprete traduz simultaneamente os textos em português para Libras. Desta forma, você como investidor ou empresário quebra as barreiras da acessibilidade. Já a pessoa com deficiência, sabe que com esse recurso conseguirá acessar o site de maneira simples. Assim basta clicar em uma tarja azul que representa a ilustração de duas mãos e o usuário compreenderá todo conteúdo do site.

 

Sites para daltônicos

Alguns sites já adotam um recurso que facilita a leitura de quem é daltônico. Você clica no ícone de brilho e as cores do site tornam preto e branco. Assim, quem tem daltonismo não terá problemas para distinguir as cores. 

Outra dica importante em relação aos sites é que você nunca deve disponibilizar as informações somente por meio de cores. No caso dos gráficos ou de diagramas coloridos, acrescente rótulos ou descrições que liguem os dados. 

 

Movimento #PRACEGOVER e #PRATODOSVEREM

As empresas que se preocupam com a inclusão digital utilizam sempre um texto alternativo nas imagens das mídias digitais, acompanhado pelas hashtags #paracegover e #pratodosverem. Neste texto, você descreve o que há na imagem, como cores, objetos, pessoas, o que estão fazendo, assim por diante. 

 

Alternativas para a mobilidade 

Quem tem problemas com a mobilidade, sabe o quanto é difícil andar pelas ruas e frequentar estabelecimentos sem se esbarrar nos obstáculos. Por falta de informação ou até mesmo interesse de muitas pessoas, a acessibilidade para quem tem cadeira de rodas chega a ser limitada e mal planejada. 

Mas isso pode mudar. Basta você ficar atento às novidades sobre inclusão digital que existem no mercado. Uma delas é o aplicativo Guia de Rodas, que permite ao usuário avaliar o nível de acessibilidade de locais que visita e disponibiliza a informação para outros usuários. 

 

Extensões do Google

Você pode instalar extensões no Google que ajudam os deficientes visuais como o Evernote Clearly, que deixa apenas o texto na tela. Também tem o Color Enhancer, que cria filtros de cores personalizadas. Esse recurso serve para dar um conforto a mais aos daltônicos que têm dificuldades com as cores na internet. 

 

Acrescente recursos de inclusão digital na comunicação

Algumas alternativas, como o chat, ajudam na comunicação. Portanto, quando criar o site da empresa, ofereça essa alternativa para dar acessibilidade a vida das pessoas com deficiência. 

 

Pense nas melhores cores para o site 

As cores do site de empreendimento precisam ser adequadas para as pessoas com restrições visuais, como para quem é daltônico. Portanto, pense bem antes de usar qualquer cor.  

 

Treine os seus atendentes 

Treine a sua equipe de profissionais. Elas precisam aprender como atender ligações feitas por aplicativos que leem textos para as pessoas surdas. 

 

Acolha a pessoa com deficiência

E por último, acolha a pessoa com deficiência. Promova a acessibilidade na empresa e a inclusão digital. Você pode desenvolver um aplicativo de atendimento ao cliente com todos os recursos que os deficientes visuais e auditivos precisam. 

E então, viu como é fácil promover a inclusão digital? Agora que você conhece as melhores ferramentas, que tal utilizá-las? Lembre-se que se cada um fizer a sua parte, a acessibilidade será uma realidade para todos! 

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Sinalização de acessibilidade: saiba como usar

Sinalização de acessibilidade: saiba como usar

Você sabe como usar a sinalização de acessibilidade? O uso desses sinais garante ambientes mais seguros para quem precisa. Além disso, investir nessas ações é uma vantagem, pois com um imóvel mais acessível, você terá maior possibilidade de alugá-lo ou vendê-lo.

Neste post, vamos falar sobre o assunto. Ficou interessado no tema do nosso artigo? Acompanhe a leitura!

 

Quais são os tipos de sinalização de acessibilidade? 

A seguir, confira quais são os tipos de sinalização de acessibilidade:

 

Símbolo Internacional de Acesso

O Símbolo Internacional de Acesso (SIA) identifica os espaços onde existem elementos acessíveis ou utilizáveis por pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Você poderá inserir esses símbolos nas entradas, áreas e vagas de estacionamento de veículos

Também é importante a sinalização de acessibilidade em banheiro, rotas de fugas, embarque/desembarque, áreas de assistência para resgate, saídas de emergência e áreas de refúgio. Outra dica é não esquecer as áreas reservadas para pessoas com cadeira de rodas e equipamentos para pessoas com mobilidade reduzida. 

É importante ressaltar que aqui no Brasil, a Norma Brasileira de Regulamentação (NBR 9050) criada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) trata exclusivamente da acessibilidade. Segundo a lei, há critérios técnicos de sinalização de acessibilidade em espaços e equipamentos urbanos, mobiliário e edificações. 

 

Sinalização de acessibilidade para deficientes visuais

Este símbolo deve indicar a existência de equipamentos, serviços para pessoas com deficiência visual e mobiliário. É importante lembrar que os cães-guias devem ser permitidos em todos os locais, sejam eles em restaurantes, locais públicos e meios de transporte.  

Além disso, muitos locais que possuem acessibilidade têm panfletos explicativos, materiais, programas ou cardápios em braille. 

 

Sinalização de acessibilidade para pessoas com deficiência física

A sinalização de acessibilidade para pessoas com deficiência física é indicada pelo símbolo internacional de acesso. Ele é representado por um pictograma branco sobre o fundo azul. Não há estilização, adição ou modificação que deverá ser feita nesse símbolo. 

 

Sinalização de acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual

Esse tipo de deficiência é considerada um transtorno de desenvolvimento constatado nas pessoas que possuem um nível cognitivo e comportamental abaixo do que é esperado para a idade cronológica. Ou seja, as pessoas que têm déficit intelectual apresentam limitações nas habilidades mentais. 

 

Sinalização de acessibilidade para deficientes auditivos

Geralmente, este símbolo é exposto em lugares que oferecem acessibilidade, acesso aos deficientes auditivos ou algum tipo de ajuda. Também identifica uma pessoa com deficiência auditiva. No Brasil, motoristas com deficiência auditiva podem usar um adesivo com esse símbolo no para-brisa do carro. É importante ressaltar que a utilização não é obrigatória. 

Os deficientes auditivos também precisam estar atentos ao símbolo de telebobina. Os ambientes com a imagem acima servem para identificar locais com sistema de aro magnético instalado. Portanto, só resta acionar o modo “T” do aparelho. Além disso, o símbolo de sistema de audição assistida também emite sons diretamente ao aparelho do usuário. 

 

Como usar a sinalização de acessibilidade?

Confira algumas dicas para serem adotadas em seu imóvel: 

 

Displays e painéis indicativos 

Servem para ajudar a pessoa com deficiência a se orientar em vários ambientes urbanos.

 

Piso tátil

Os modelos de piso tátil direcional e piso tátil de alerta servem como sinalização de acessibilidade para deficientes visuais. Esses produtos chamam a atenção porque oferecem uma alternativa segura e prática para quem precisa.

 

Pintura de vagas 

Podem ser usadas em estacionamentos de prédios. Ela é feita no chão e é considerada uma solução visual bem interessante. 

 

Linguagem de sinais 

Se for em um shopping, por exemplo, você pode fazer um vídeo institucional com a janela e a linguagem de sinais. Com certeza, as pessoas surdas e mudas poderão ter o acesso a tudo que precisam. 

Agora que você já sabe como usar a sinalização de acessibilidade, que tal aplicá-la em seu empreendimento. Siga as regras e você só ganhará com elas! 

 

Gostou do conteúdo? Acesse o nosso blog e confira mais conteúdos como esse! 

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Banheiro com acessibilidade: como tornar o local mais inclusivo

Banheiro com acessibilidade: como tornar o local mais inclusivo

Conhecido como PNE, que significa “pessoas com necessidades especiais”, o banheiro com acessibilidade é essencial na vida de quem possui algum tipo de limitação. 

No Brasil, o  banheiro com acessibilidade é obrigatório em locais públicos, seguindo as normas da ABNT. Já nas residências, deve atender às necessidades de cada usuário, além de valorizar o imóvel.

Acompanhe a leitura do nosso artigo e saiba mais sobre o assunto.

 

Obedeça as normas para ter um banheiro mais acessível

Para construir um banheiro com acessibilidade em estabelecimentos, locais públicos ou em casas é preciso seguir as orientações da ABNT NBR 9050. A Associação Brasileira de Normas Técnicas determina os pontos que devem ter acesso nas edificações. 

Segundo a norma, escolas, shoppings, universidades, hotéis, ou seja, prédios públicos e comerciais devem ter ao menos 10% de banheiros destinados às pessoas com deficiência. 

Em casas e apartamentos, o banheiro com acessibilidade não é obrigatório, porém, proporciona mais segurança e conforto aos moradores.

 

Instale barras de apoio

O banheiro com acessibilidade deve ter barras de apoio. Elas oferecem segurança para quem usa cadeira de rodas, têm mobilidade reduzida ou que é idoso e precisa se apoiar. No entanto, para que essas barras sejam seguras, elas precisam suportar 150 kg e ter de 30 a 45 mm de diâmetro. Também é importante posicioná-las a uma distância mínima de 4 cm da parede. 

Próximo ao vaso sanitário, você deve instalar barras atrás da privada. No caso de banheiros que não têm parede ao lado do sanitário, o ideal é uma barra articulada. Pense também em ter suporte ao lado da pia. 

No caso da ABNT 9050, ela exige duas barras, uma de cada lado do lavatório. Elas podem ser instaladas na vertical e na horizontal. Instale também perto do registro do chuveiro, do banco ou da cadeira de banho.

 

Tenha pias indicadas pela ABNT

As pias devem ser projetadas de forma que a cadeira de rodas fique 30 cm abaixo da borda do lavatório. As torneiras também deverão ser acionadas por alavancas ou por sensores. Assim, a pessoa com deficiência terá mais facilidade para lavar as mãos.

 

Tome cuidado na hora de colocar as portas 

As portas do banheiro devem ser acessíveis. A ABNT determina que a porta deve ter 80 cm de largura e abrir para o lado de fora. Instale ainda um puxador na horizontal, com 40 cm de largura. Além disso, ele deve ficar a uma altura em que a pessoa passe com a cadeira de rodas. 

 

Eleve o vaso sanitário 

De acordo com a Norma Brasileira, o vaso sanitário deve ser elevado, dessa forma, os assentos atendem as pessoas com mobilidade reduzida.

 

Torne a área do chuveiro acessível

No banheiro com acessibilidade, a área do chuveiro não pode ter desnível. O chão deve ser nivelado para não causar acidentes. Além disso, é mais fácil utilizar a área com a cadeira de rodas.

Outro detalhe importante é quanto ao piso. Ele deve ser antiderrapante e no lugar do box o mais indicado é o uso de cortinas, pois não atrapalham na saída e entrada. Segundo as normas técnicas brasileiras, a área do banho deve ser em formato retângulo e ter no máximo 95 cm para facilitar a locomoção.  

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