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Entenda as principais leis de acessibilidade no Brasil

Entenda as principais leis de acessibilidade no Brasil

As leis de acessibilidade no Brasil existem por motivos óbvios. Nosso governo nos últimos anos se preocupou bastante com os direitos das pessoas com mobilidade reduzida, e foi firme no propósito de garantir seu direito mais fundamental: o de ir e vir.

Muito além disso, é necessário garantir que todas as pessoas tenham plena capacidade de aproveitar-se do espaço urbano em tudo o que ele oferece. Isso precisa ser assegurado, e fica difícil dizer que o mercado se ajusta sozinho, sem uma legislação por trás.

É por isso que, com as leis de acessibilidade brasileiras, os esforços vem sendo conjuntos e atingem todas as esferas, tanto públicas quanto privadas.

E que leis são essas? Nós elaboramos um pouco mais sobre elas no nosso artigo. Vamos ver?

Acessibilidade na construção civil: importância dos projetos e a responsabilidade

Leis de acessibilidade pré anos 2000

O desenho universal não era pauta muito presente no design urbano brasileiro antes da Constituição de 88. Durante os anos pré ditadura, pouco se fazia e se conhecia para adaptar espaços buscando a acessibilidade, e leis não eram lavradas para atingir esse objetivo.

No campo da educação, em 1961 já havia algum tipo de inclusão. O texto da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional citava “alunos excepcionais”, que deveriam ser integrados em sala para promover a inclusão.

Os anos de chumbo da ditadura também buscaram adereçar essa questão. A Lei foi alterada, e os “alunos com deficiências físicas ou mentais”, como eram chamados, deveriam ser enviados para escolas diferentes, especiais para eles.

Foi com a Constituição e com a reafirmação do compromisso com os direitos humanos que os avanços nessas áreas começaram a ser sentidos. A Lei das Cotas surgiu em 91, e trouxe a reserva de vagas no mercado de trabalho para pessoas com deficiência. Os maiores avanços, porém, vieram após os anos 2000.

Lei 10.098 – A primeira das Leis de Acessibilidade no Brasil

A primeira lei de acessibilidade a surgir em solo brasileiro veio em 2000, em 19 de dezembro.

A Lei 10.098 regula no seu texto questões importantes sobre a acessibilidade urbana e os direitos das pessoas com deficiência, instaurando meios legais de fiscalização e espaço para que essas pessoas pudessem ter representatividade legal no dia a dia. Foi aí que a acessibilidade no Brasil passou a ter voz reconhecida legalmente.

Foi essa lei, por exemplo, que finalmente definiu o conceito de Acessibilidade para os olhos da lei, por exemplo. Isso é muito expressivo, pois não deixa brechas para interpretação do que é necessário ser feito. Como parâmetro para sua execução, as primeiras Normas da ABNT voltadas para a acessibilidade foram criadas.

Em 2004, o governo reafirmou seu compromisso com o Decreto N° 5296, que mais uma vez citava as normas da ABNT e discorria sobre os principais pontos da Lei, como Acessibilidade Geral, de Transportes Coletivos, Atendimento Prioritário, etc.

Em conjunto, as Normas Técnicas da ABNT ganharam mais corpo, e foram compiladas na ABNT NBR 9050, que, como o Estatuto, passou a reunir todas as informações revisadas para consulta fácil de construtores, empreendedores e quem mais se interessa pelas informações ali contidas.

Munidos da Lei e do Decreto oficial do Presidente da República, as leis de acessibilidade no Brasil pareciam estar prontas e já em ação. Porém, mesmo que muito tenha sido feito nesse período, ainda existiam pontos que poderiam ser melhorados, e faltava à pessoa com deficiência…

O Estatuto da Pessoa com Deficiência de 2015

Esse é o documento máximo que determina as condições da pessoa com deficiência no Brasil atual. É uma base legal amparada pela Lei anterior, mas ainda assim um documento totalmente revisto e com complementações.

Entrando em vigor somente em 2016, o Estatuto teve como maior inspiração o protocolo da ONU que dispõe sobre o tema. Seguindo suas recomendações, o Brasil embarcou em uma jornada que visava a integração total dos espaços urbanos, tanto os residenciais – como é o caso dos condomínios – como os públicos e privados.

Leis de acessibilidade

A partir daí, todas as bases legais para o estímulo do cumprimento das leis de acessibilidade no Brasil estavam lançados. Esses estímulos se apresentam de diversas formas. Na área da construção civil, por exemplo, projetos simplesmente não são aprovados caso não venha junto o de acessibilidade.

Na educação há algo próximo. Segundo portaria do MEC, as faculdades que não apresentarem adaptações no espaço físico e digital não estão aptas a cadastrar novos cursos.

Na saúde, temos algo parecido. Prédios públicos devem seguir o Estatuto, e a Agência Nacional de Saúde Suplementar estabelece que os planos de saúde precisam, obrigatoriamente, ter acessibilidade em todas as suas comunicações.

As Leis de acessibilidade no Brasil ainda precisam melhorar muito, isso é inegável. Porém, mesmo com o que precisamos melhorar, já estamos com meio caminho andado, e o futuro, mesmo que incerto, já está bem promissor.

Quer saber mais sobre como se apresenta um projeto de acessibilidade na arquitetura? Temos um artigo falando só sobre isso. Vamos ver?

Acessibilidade para deficientes na área da saúde

Acessibilidade para deficientes na área da saúde

A acessibilidade para deficientes deve estar presente em qualquer lugar, desde a rua até os prédios, públicos ou privados. Ter boa acessibilidade diz respeito à cidadania, e todos os esforços devem ser direcionados para a inclusão total de todas as pessoas.

Isso é lei. Desde 2004, todos os empreendimentos devem levar a ABNT NBR 9050 em consideração na hora de construir ou reformar ambientes abertos ao público. Isso é ainda mais importante quando tratamos da área da saúde, com estruturas como hospitais e unidades básicas de atendimento, como os postinhos e as UBS.

Neste artigo, vamos elaborar um pouco mais sobre a acessibilidade para deficientes e mobilidade reduzida na área da saúde, mostrando o que precisa ser feito para que os direitos de todos os cidadãos sejam respeitados. Vamos ver?

Acessibilidade para deficientes no caminho à unidade de saúde

Antes de efetivamente chegar à unidade de saúde, a pessoa com deficiência precisa de equipamentos urbanos específicos para conseguir se locomover com segurança e independência. Nos arredores da unidade de saúde, a recomendação é que, em conjunto com o Departamento de Trânsito da cidade, seja criada uma rota acessível.

Acessibilidade para deficientes no caminho à unidade de saúde

Essa rota é definida por um caminho único, desobstruído e sinalizado que leva até a unidade de saúde. Nisso, podemos destacar o piso tátil, calçadas sem buracos e até mesmo uma convergência das ruas e avenidas para uma principal, que conecta a cidade à unidade.

Também recomenda-se a instalação de semáforos com avisos sonoros ao invés de apenas visuais. Com isso, a acessibilidade para pessoas com deficiência se torna ainda mais abrangente. Também é importante adaptar pelo menos um acesso ao transporte público – aliás, um para cada modalidade.

Para quem vem de carro, a vaga exclusiva já é padrão quando falamos de acessibilidade para pessoas com deficiência. 2% do número total de vagas deve ser exclusivo, assim como 5% para pessoas idosas.

Equipamentos urbanos para permitir maior mobilidade

E se o que a gente disse parece muito, ainda tem muito o que uma unidade de saúde deveria oferecer em termos de acessibilidade para pessoas com deficiência. Em conjunto com a prefeitura e o departamento de trânsito, adaptações devem ser criadas para o mobiliário urbano: postes, orelhões, lixeiras, etc.

A largura mínima para a transposição de um poste é de 0,80 metros. Isso significa que o poste deve estar em uma posição em que 0,80 metros devem ser necessários para circulá-lo e prosseguir o caminho. Isso garante a rota acessível de que estávamos falando.

As lixeiras também precisam estar suspensas ao longo do percurso e nos arredores da unidade de saúde, evitando acidentes e trombos.

Mas até agora só estamos falando do acesso à unidade de saúde. Que tal falarmos mais sobre a acessibilidade para deficientes dentro da própria estrutura?

Acessibilidade para deficientes dentro da unidade de saúde

As rotas acessíveis não param quando a unidade de saúde começa. Na verdade, elas circulam seu interior e saem mais uma vez para a rua, e seguem até o ponto de acesso mais próximo ao transporte público. Às vezes ela segue até avenidas de ligação, garantindo que pessoas com deficiência possam fazer o trajeto de volta pra casa sozinhas e com independência.

Ao entrar na unidade de saúde, é importante pensar nos desníveis. Eles devem ser vencidos com rampas ou com os elevadores de acessibilidade, soluções mais seguras e modernas.

Nas catracas para o acesso, deve haver pelo menos um portão para que pessoas com deficiência possam passar sem dificuldades. A catraca limita a movimentação e é uma inimiga da acessibilidade para deficientes.

Acessibilidade para deficientes dentro da unidade de saúde

Entrando na unidade de saúde, as portas devem conter vão livre de pelo menos 0,80 m, espaço suficiente para que cadeirantes e pessoas portadoras de outras deficiências consigam manuseá-las. A altura mínima é de 2,10 m. Isso vale tanto para portas de acesso quanto para elevadores.

Na parte inferior, é recomendado que essas portas possuam guardas inferiores e nos batentes para absorver o impacto de bengalas, cadeiras e andadores. Acionamentos manuais devem estar a 0,90 m ou 1,10 m do piso acabado no mínimo.

Escadas e corrimãos

As escadas no interior da unidade de saúde devem conter corrimãos nos dois lados sempre. Se houver degraus, deve haver corrimão. Eles precisam estar a duas alturas, 0.92 m e 0,70 m do piso, medidos da face superior dos corrimãos.

A largura dos corrimãos deve ser de 3,5 a 4 centímetros, sendo feitos preferencialmente sem arestas vivas para não machucar os usuários.

Todos os degraus devem possuir sinalização tátil nas suas extremidades também para evitar acidentes. Elas devem ser em cores contrastantes com o piso e possuírem largura entre 0,25 m e 0,60 m.

Os sanitários

Como todos os sanitários em espaços públicos ou com grande concentração de pessoas, os da unidade de saúde precisam estar adaptados.

A razão é de uma cabine para cada gênero, sendo que eles precisam conter barras de apoio, sanitário adaptado e porta que separa o resto do ambiente da própria cabine de acessibilidade para deficientes.

Essas são apenas poucas recomendações, um compilado de informações de várias leis, normas técnicas e estatutos. Você consegue conferir o documento base, criado pela Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos das Pessoas com Deficiência e a Secretaria Nacional de Direitos Humanos, seguindo este link.

Agora que já ilustramos um pouco mais sobre a situação da acessibilidade para deficientes na área da saúde, que tal falarmos um pouco sobre o lazer? Vamos continuar a conversa no próximo artigo!

E-book: Acessibilidade na construção civil: importância dos projetos e a responsabilidade

Acessibilidade urbana em áreas de lazer

Acessibilidade urbana em áreas de lazer

A acessibilidade urbana em áreas de lazer é de fundamental importância para que as pessoas com mobilidade reduzida aproveitem a cidade na sua totalidade, como qualquer outra pessoa.

Essa é a missão da acessibilidade urbana, inclusive: promover o uso total dos espaços metropolitanos. Todas as pessoas podem ir para qualquer lugar se assim desejarem. Porém, a realidade muitas vezes é diferente disso.

Neste artigo falamos um pouco mais sobre a acessibilidade urbana nas áreas de lazer. Mostramos como ela deveria se apresentar, como realmente se apresenta e pensamos em alguns recursos para facilitar a adequação. Vamos com a gente?

A acessibilidade urbana deve ser de casa até a área de lazer

Parques de lazer adaptados para pessoas com mobilidade reduzida existem por todos os lados, e em praticamente todas as grandes metrópoles. Em algumas eles podem ser mais difíceis de encontrar, mas locais públicos adaptados não são tão raros assim.

Essa é a boa notícia. A má é que o trajeto até ele normalmente é difícil para as pessoas com mobilidade reduzida.

Algo que os cadeirantes sofrem diariamente é com o deslocamento para qualquer parte. Chega a ser irônico ter áreas de lazer adaptadas espalhadas pela cidade se para chegar até lá o cadeirante passa por incômodos e constrangimentos.

Se ele mora em um condomínio mais antigo, na maioria das vezes ele não tem um espaço adaptado nem mesmo na própria casa. Assim que sai, se depara com calçadas esburacadas e ônibus sem elevador hidráulico. A situação normalmente só muda quando ele realmente chega no parque.

Isso é bastante problemático. E isso em um cenário mais positivo. Em vários casos, os próprios parques possuem questões que não auxiliam na acessibilidade urbana em áreas de lazer.

O que é necessário adaptar em prol da acessibilidade urbana em áreas de lazer?

Isso vai depender da própria área. O básico é o que é estabelecido pela NBR 9050, como:

  • Piso tátil pelos percursos para pessoas cegas;

  • Banheiros públicos adaptados;

  • Portas com vão livre superior a 0,80 m;

  • Rampas de acesso ou elevadores de acessibilidade;

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Dentre outros pontos. Mas isso é o mais básico, o que a lei estipula. Para realmente ser inclusivo e trabalhar bem a acessibilidade urbana em áreas de lazer, é necessário uma boa dose de empatia e bom senso.

Indo além do básico

É comum encontrar equipamentos de ginástica para os braços em áreas cobertas com areia. Como o cadeirante irá passar por lá? Também não raro encontramos essas áreas rodeadas por um meio fio, o que também impede a passagem de grande parte das pessoas com deficiência.

Áreas abertas cobertas de grama, terra, areia ou qualquer forma que não seja um piso liso precisam ter pelo menos uma faixa especial para as pessoas com mobilidade reduzida transitarem por lá.

É necessário destruir a ideia de que a acessibilidade é um gasto a mais. Não se poupam despesas para fazer a vida dos frequentadores das áreas de lazer mais fáceis, mas qualquer investimento em sustentabilidade termina sendo tratada como despesas. Não é por aí.

Se o seu objetivo é trazer mais visitantes, esses “gastos” são meios de se trazer mais e mais pessoas para o local.

Os elevadores de acessibilidade como guias para um futuro mais inclusivo

Vencer grandes desníveis pode ser um grande problema para cadeirantes, mesmo com as rampas de acessibilidade. Em muitos casos, elas podem ser ineficazes por conta da distância que a pessoa deve percorrer por ela.

Muito se engana quem pensa que essas rampas servem somente para os cadeirantes. Idosos, pessoas grávidas, pessoas com dificuldades temporárias, etc., podem apresentar problemas subindo escadas ou rampas da mesma maneira. Se o vão for grande, a distância percorrida também será.

É aí que entram os elevadores de acessibilidade. Com capacidade para vencer desníveis de todos os tipos – e sendo muitas vezes até mais baratos do que a construção de uma rampa de alvenaria e concreto – a acessibilidade ganha mais um aliado na busca pela inclusão total.

Para realmente pensar em acessibilidade urbana, o ideal é ir além do básico. Seja empático, ofereça o que realmente as pessoas precisam e estimule a cidadania!

Mas agora que já tratamos das áreas de lazer, que tal levarmos essa conversa adiante no nosso artigo sobre adaptações necessárias nos condomínios?

10 dicas para adaptar acessibilidade em casa para idosos ou doentes

10 dicas para adaptar acessibilidade em casa para idosos ou doentes

Acessibilidade em casa é coisa séria, principalmente quando se tem pessoas com mobilidade reduzida vivendo nos mesmos ambientes. Um elevador de acessibilidade, um piso tátil e até portas mais largas fazem toda a diferença para quem precisa de um apoio ao se locomover.

E é comum pensarmos que a acessibilidade em casa se aplica para residências com cadeirantes. A verdade não é bem essa: a mobilidade reduzida é justamente o que seu nome diz, algum fator que impede que alguém se locomova bem.

Assim, idosos, gestantes e pessoas temporariamente doentes também vão precisar de acessibilidade em casa. Pensando nisso, desenvolvemos este artigo onde damos dez dicas para te dar uma força em tornar seus ambientes acessíveis. Vamos lá?

1 – Elevador de acessibilidade em casa

O elevador de acessibilidade em casa sempre aparece pelos nossos artigos, e não é por nada: eles são os mais indicados para resolver várias questões de acessibilidade em casa.

Com um elevador bem instalado, seus problemas com a locomoção segura já estão a meio caminho de se resolver. Você pode conectar a sala ao quarto, o quarto à cozinha, áreas externas e o que mais você quiser.

E tudo isso com simplicidade e facilidade de manutenção. Incrível? Mas nós só estamos começando…

2 – Elevadores para piscinas

Se você tem uma piscina em casa, muitas vezes as pessoas de mais idade acabam deixando de usá-la por receios de quedas.

Também pode ser bastante constrangedor precisar de ajuda para entrar e sair, além de que se banhar sem ninguém por perto pode ser difícil ou até impossível.

A acessibilidade em casa resolve todas essas questões. Com os elevadores para piscinas, você leva independência para as pessoas com mobilidade reduzida com facilidade e economia.

3 – Pisos emborrachados no banheiro

O banheiro é fonte de grande preocupação na hora de pensar a acessibilidade em casa para pessoas idosas. A água em contato com pisos mais escorregadios, como a ardósia e os porcelanatos, fazem com que cada banho deva ser tomado com muito cuidado.

Para deixar o ambiente mais seguro, o melhor é instalar aqueles pisos emborrachados, antiderrapantes, em posições estratégicas no banheiro.

A acessibilidade em casa, então, mais uma vez atua para a segurança das pessoas que precisam de mais cuidado e com mobilidade reduzida.

4 – Barras de apoio no banheiro

As barras de apoio são outra funcionalidade que devem necessariamente estar inserida nos banheiros de pessoas idosas ou doentes. Elas atuam da mesma forma que os pisos antiderrapantes, sendo um apoio a mais para prevenir acidentes.

5 – Escadas? Rampas!

Escadas são grandes inimigas de pessoas com mobilidade reduzida. Há o risco de quedas sempre presentes, mesmo nos menores desníveis, que podem ocasionar em fraturas e graves hematomas.

O que der pra você substituir por rampas, substitua. Você pode evitar obras demasiadas com rampas portáteis de aço, que podem ser instaladas e retiradas a qualquer hora.

6 – Móveis sem quinas

Mas a acessibilidade em casa não está necessariamente relacionada com adaptações pontuais e equipamentos. Na verdade, ela é quase um “estado de espírito” do lar, e isso inclui o estilo de móveis.

Evite móveis com muitas quinas e prefira aqueles que sejam mais acolchoados. Isso vai melhorar tanto a segurança quanto aumentar o conforto da sua família!

7 – Barras de apoio pela casa

Às vezes, ter barras de apoio só no banheiro pode não ser o suficiente. Especialmente em casos de pessoas mais idosas ou doentes, que podem ter um mal estar ou fraqueza em qualquer lugar da casa.

É interessante instalar algumas barras de apoio em posições estratégicas pela casa para dar mais segurança em caso de problemas no dia a dia. Corredores são uma boa pedida, assim como a área de preparo de alimentos e na varanda.

8 – Portas mais largas

Estabelecida pela NBR 9050, a largura das portas para contemplar a acessibilidade em casa deve ser de pelo menos 80 centímetros, e a altura 2,10 metros.

Assim, para o caso de cadeirantes, há espaço mais do que suficiente para que ele passe sem maiores desconfortos ou riscos à sua segurança.

9 – Iluminação dos corredores

Nem precisamos falar da iluminação dos corredores, não é? Para pessoas idosas ou que apresentam algum problema para enxergar, é fundamental que eles sejam bem claros e que haja um bom contraste para identificar as portas e os vãos livres.

10 – Tomadas mais altas

Pessoas idosas e gestantes também podem ter dificuldades para se abaixar. Portanto, deixar tomadas mais altas vai facilitar a vida dessas pessoas e ainda trazer muito mais segurança.

Se o seu imóvel tem as tomadas baixas, não tem problema. Existem várias extensões bem discretas para você aplicar a acessibilidade em casa!

O mais importante da acessibilidade em casa é fazer com que a residência inteira seja segura e fácil de usar por qualquer pessoa, com mobilidade reduzida ou não. Aplique essas dicas para que todo mundo consiga andar bem pelos ambientes!

A JE Elevadores quer te ajudar a trabalhar a acessibilidade em casa! Somos referência em elevadores para pessoas com mobilidade reduzida, tanto na instalação quanto na manutenção e no preço. Vamos fazer um orçamento?

Acessibilidade em condomínios: como tratar essa questão

Acessibilidade em condomínios: como tratar essa questão

Quando falamos em acessibilidade em condomínios, logo nos vem à mente as adaptações feitas para contemplar pessoas cegas e cadeirantes, não é? Mas para realmente entender essa questão, precisamos buscar um questionamento que vai um pouco além disso, e estabelecer o que realmente é a mobilidade reduzida.

A mobilidade reduzida em si é exatamente o que o seu nome implica. Ter uma limitação ao se locomover tanto permanente quanto temporária. Assim, uma pessoa que sofreu um acidente e está de muletas também tem a mobilidade reduzida, assim como os idosos, as gestantes e até mesmo as crianças menores.

A acessibilidade em condomínios abrange todas essas pessoas, não só as que precisam do auxílio de uma cadeira de rodas para se locomover ou que são cegas. Um dos nossos maiores problemas é justamente não perceber essa questão, e postergar as obras por conta da baixa quantidade de cadeirantes no condomínio.

O problema é que um dia alguém irá precisar da acessibilidade em condomínios. Essa é a visão que o síndico deve ter, e pela qual deve pautar os seus esforços na criação de um ambiente seguro para todos.

O que regula a acessibilidade em condomínios?

O maior guia para a acessibilidade em condomínios, com toda a certeza, é a NBR 9050. Essa norma técnica da ABNT garante, em forma de lei, que todos os novos prédios devam ser construídos seguindo os preceitos de acessibilidade. Mas ela ainda vai além: prédios antigos também precisam ser adaptados.

Dessa forma, todo e qualquer local que não acate as diretrizes de acessibilidade em condomínios vai contra uma determinação legal, e está sujeito à sanções. É responsabilidade dos síndicos levar a questão para o proprietário e realizar as alterações necessárias.

Mas precisa ir para assembleia?

Não necessariamente. Embora a obra vá acarretar custos que provavelmente serão inseridos na taxa condominial, não é necessária a sua aprovação em assembleia.

Isso porque a acessibilidade em condomínios é, como dissemos, garantida por lei. Isso faz com que o trâmite para a sua aplicação não se sujeite à aprovação por assembleia de condôminos, algo que facilita bastante a obra e agiliza o seu início.

Mas é interessante levar o assunto para discussão, mesmo que a decisão já esteja tomada. Os condôminos podem não ter o que opinar nessa questão legal, mas ainda assim precisam saber que a obra irá começar. Isso vai garantir ao síndico maior tranquilidade ao executá-la.

Se por acaso alguém for contra a acessibilidade em condomínios, não há o que fazer a não ser registrar em ata a voz dissonante. Assim, o síndico deixa registrado que houve oposição, mas que ele se manteve firme no seu propósito.

O que a acessibilidade em condomínios garante?

São vários os pontos que a NBR 9050 estipula para garantir a acessibilidade em condomínios. Basicamente, o que se propõe é um ambiente livre de obstáculos para qualquer pessoa que possa se prejudicar com eles.

Um dos recursos mais famosos é a rampa de acessibilidade, mas engana-se quem pensa que só os cadeirantes se beneficiam delas. Pessoas que estão no fim da gravidez não podem fazer esforço abdominal, algo que as escadas oferecem como ônus. Outro exemplo? Idosos, que por vários motivos, podem ter problemas nas pernas que os fazem não ter tanta força assim.

A rampa de acessibilidade é o mínimo a ser oferecido. Uma forma de inovar e até de economizar no projeto é substituindo-a por elevadores de acessibilidade, que são mais garantidos, fáceis de instalar e acabam saindo mais baratos.

Algumas das principais estipulações da NBR 9050 são:

  • Rampas de acessibilidade;

  • Corrimãos em qualquer desnível vencido por escadas ou rampas;

  • Piso tátil;

  • Vaga na garagem maior e próxima dos elevadores ou do hall;

  • Portas largas para a passagem de cadeirantes;

  • Banheiros adaptados.

Dentre várias outras.

Condomínios antigos precisam mesmo de obras?

Essa é fácil de responder: sim, estruturas antigas precisam sim se adequar o quanto antes e apresentar recursos de acessibilidade em condomínios.

Muita gente acha que a lei só se aplica para novas construções, e isso se dá em partes por conta da fiscalização, que realmente é muito mais eficaz durante a construção. Na verdade, dependendo do regime de incorporação, o projeto nem mesmo é aprovado se não houver acessibilidade.

Já em estruturas mais antigas, a fiscalização demora mais, o que faz com que proprietários acabem “deixando pra lá” a acessibilidade em condomínios ou evitando obras custosas. Esse é um erro bem triste, mas nem por isso incomum.

Se o seu condomínio não é adaptado, ele precisa ser o quanto antes. A dificuldade muitas vezes se mostra na adequação à estrutura do prédio, que possui restrições fiscais ou simplesmente estruturais, relacionados à viabilidade técnica dos recursos de acessibilidade.

Realizando o estudo de viabilidade técnica

Em muitos casos, pode ser inviável mudar toda a estrutura sem danificar o prédio através dos métodos convencionais de construção. Fazer portas mais largas, por exemplo, em prédios mais antigos pode colocar em risco a integridade de toda a parede, dependendo da sua idade.

É nesse ponto que entra o estudo de viabilidade técnica em conjunto com a acessibilidade em condomínios. Várias empresas – como a JE Elevadores – realizam esse estudo como prioridade, buscando analisar qual é a melhor forma de incluir a acessibilidade naquele condomínio em particular.

A acessibilidade em condomínios valoriza o empreendimento

Uma das maiores vantagens que a acessibilidade em condomínios oferece é a valorização da estrutura como um todo. No mundo em que vivemos, onde os avanços sociais e de minorias são sempre pauta, ter um ambiente acessível conta muitos pontos em valorização.

Isso sem contar com as futuras fiscalizações. Não compensa ter um prédio não acessível, tanto pelos moradores que o empreendimento perde, quanto pelas multas que ele pode sofrer no futuro. Assim, seguindo a lógica do mercado, ele se valoriza com muito mais certeza e todos saem ganhando.

Trabalhar a acessibilidade em condomínios, como você pode ver, não é coisa de outro mundo. Na verdade, é basicamente uma série de preocupações a se tomar que se mostra em uma vida mais simples e segura pra todo mundo.

Agora que nós já falamos sobre os condomínios, que tal continuar a conversa falando sobre hotéis e lugares turísticos? Vamos juntos!

Acessibilidade: adaptação em hotéis e lugares turísticos

Acessibilidade: adaptação em hotéis e lugares turísticos

A acessibilidade em hotéis é um assunto que deve ser tratado o quanto antes, pois a não compatibilidade com todas as pessoas, com mobilidade reduzida ou não, acaba impedindo que esses espaços – que por serem turísticos devem ser utilizados por todos os turistas – sejam frequentados por pessoas com limitações de locomoção.

Mas em geral, os locais acabam pecando em situações simples e fáceis de resolver: com um investimento mínimo, é possível realizar as adaptações necessárias e oferecer a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos sem comprometer o orçamento.

E é aí onde a oportunidade se mostra: se é barato investir e se a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos abrange um novo público, o que é um dever de cidadania também passa a ser rentável.

A acessibilidade em hotéis e lugares turísticos é rentável

Os tempos mudaram e com eles as tecnologias avançaram bastante. Hoje em dia, ninguém mais está refém das rampas de concreto armado para promover a acessibilidade em hotéis e pontos turísticos. Elas são caras e demandam tempo, sendo que os elevadores de acessibilidade podem realizar o trabalho tão bem quanto elas.

Isso quer dizer que o investimento é pequeno se comparado ao preço da hora dos pedreiros, aos tijolos que devem ser comprados, ao concreto que deve ser misturado em betoneiras alugadas, ao ferro, etc.

Onde nós queremos chegar com isso? Pense com a gente: oferecer a acessibilidade em hotéis abre a possibilidade de encantar mais pessoas, não só as que normalmente o frequentam. Muitos cadeirantes deixam de frequentar lugares que não oferecem acessibilidade.

Portanto, se é barato e se abre para que mais pessoas frequentem o hotel, a rentabilidade é garantida.

Pequenas mudanças, grandes negócios

Mas a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos vai muito além da mobilidade. Como hoje não há uma regulamentação muito grande sobre a aplicação do símbolo internacional de acessibilidade, muitos hotéis acabam aplicando o que é obrigatório, como 5% de quartos adaptados, e se esquecendo do resto.

Um despertador para surdos raramente passa dos 200 reais, e garante grande autonomia para o hóspede, que com certeza irá preferir o seu hotel. Mudar algum mobiliário de lugar para garantir maior espaço de manobra não custa nada, e organizar as geladeiras de acordo com sinalizações em braille também não.

Todas essas mudanças, que são bem pequenas quando comparadas com mobiliar um quarto e pronto, vão garantir que você fidelize mais clientes e abram uma nova realidade de mercado.

A acessibilidade é garantida por lei

Hoje em dia, a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos já é garantida por lei. Na verdade, estabelecimentos que recebem outras pessoas já são obrigados a seguir a NBR 9050 na concepção do projeto e na execução da obra, sendo que a adaptação dos já existentes também são contempladas.

Os hotéis que já estão construídos devem reservar pelo menos 2% dos seus quartos para pessoas com mobilidade reduzida, sendo que eles devem conter banheiros com barras de sustentação, piso tátil, sanitários adaptados e cama baixa.

Porém, ir além do que a lei estipula é sempre a melhor ideia, como nós ressaltamos ali em cima, especialmente quando vivemos em um mundo cada vez mais digital.

Acessibilidade em hotéis é marketing grátis

Primeiramente, é muito necessário ressaltar que a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos é um esforço para a cidadania principalmente, sendo que todos esses tipos de locais no mundo inteiro deveriam ser acessíveis. O problema é o que os hoteleiros encaram como gastos os recursos necessários.

Gasto é uma palavra forte demais para descrever a acessibilidade em hotéis. Tudo o que é investimento é, no fundo, um gasto. Se você constrói dez andares pensando em quantas pessoas pode receber sem pensar nos gastos, porque com a acessibilidade essa situação muda de figura?

O ponto é que, na era digital, onde cada vez mais buscamos os clientes de onde eles estão, ter um hotel acessível é uma poderosa ferramenta de marketing. Os clientes irão procurar o seu hotel pela internet com toda a certeza antes de reservar, e muito provavelmente farão a reserva também online.

Ter fotos de ambientes acessíveis e de como o hotel valoriza essa questão e traz mais garantias de sucesso em fisgar os seus clientes em potencial ainda no momento da busca.

Viu só como a acessibilidade em hotéis é importante e vantajosa? Mas por enquanto só falamos nos interiores, não é? E a área da piscina, como fica? Descubra neste artigo!