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Saiba por que pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade são importantes

Saiba por que pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade são importantes

Quem movimenta o debate sobre a acessibilidade no Brasil? Quem mantém o tema relevante e sempre em evidência nos mais diversos círculos? Muito é feito pelos engenheiros e arquitetos na prática diária, muito também é discutido pelos ativistas lutando diariamente.

Mas, o que realmente mantém o assunto em alta são as pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade.

Nas universidades do país muito é discutido, pesquisado e deliberado. É lá onde o Método Científico é aplicado na busca pela verdade sobre uma situação ou assunto a ser debatido.

Uma vez que uma hipótese é levantada, ela é investigada utilizando o rigor científico, e os resultados são debatidos pelos setores responsáveis do governo federal.

Basicamente, esse é o ciclo de vida das pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade. Esse trabalho pode parecer lento sendo lido assim, mas imagine quantas universidades temos no Brasil.

Aliás, não precisa imaginar: o INEP divulgou em 2017 que possuímos mais 2.400 em atividade, e dentro delas, milhares de cursos que tocam em questões relativas à acessibilidade, como a engenharia civil, elétrica, arquitetura, etc.

Todos esses milhares de cursos contam com outras centenas de milhares de discentes, todos com total liberdade para escolher projetos de pesquisa que os aprazem. O resultado é um debate sobre a acessibilidade que nunca morre, e avanços em tecnologias que impactam positivamente todo o cenário sobre acessibilidade no Brasil.

Sendo mais objetivo ainda: as pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade são a força motriz para as mudanças positivas que vemos surgir com cada vez mais regularidade no nosso país.

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Tecnologia Assistiva

Tecnologia Assistiva é o termo que define uma grande área de conhecimento interdisciplinar voltada à investigação de tecnologias que promovem a acessibilidade.

Quando dissemos interdisciplinar, é o que estávamos falando ali em cima. São vários cursos e várias áreas de graduação ativamente pesquisando maneiras de melhorar a vida das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida no Brasil.

E a área conta com total respaldo do Governo Federal. Em 2006, foi instituído no Brasil o CAT, Comitê de Ajudas Técnicas, que procura legitimar a apoiar pesquisas nessa área. A terminologia caiu, e hoje, já é reconhecida como Tecnologia Assistiva.

Esse é apenas um dos caminhos que conectam as pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade ao cotidiano dos brasileiros. As pesquisas recebem visibilidade por parte do Governo Federal e conseguem se desenvolver com tranquilidade e com garantias de serem levadas à sério e de conseguirem espaço após apresentarem resultados.

Qual é a verdadeira importância das pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade?

As pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade não podem nunca acabar. Esse é um fato que nem precisa de debate.

Imagine como era o cenário de inclusão e acessibilidade nos anos 90. Mais uma vez, não precisamos imaginar: podemos ver. A Lei n.º 8.213/91, que regulamenta questões sobre o mercado de trabalho, só foi estabelecida em 1991.

Ela garante que empresas devam abrir espaço para pessoas com deficiência. Isso só foi possível graças ao esforço de pesquisadores que identificaram a marginalização crescente dessas pessoas em competição ampla.

Outro exemplo? A NBR 9050, um dos grande marcos da acessibilidade na arquitetura, só foi estabelecida em 2004, com ratificações ocorrendo só 10 anos depois.

Hoje, se há fiscalizações em novas obras com a acessibilidade como um dos principais escopos, isso se deve a pesquisadores dedicados que entenderam que um dos pontos fundamentais que a sociedade deve entregar aos seus cidadãos é a mobilidade. Quem consegue se movimentar livremente é empoderado dentro de uma cidade.

Não há argumento mais poderoso do que esse. As pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade são o que movem os avanços na área, e os impactos são sentidos a curto, médio e longo prazo.

Como estão as pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade no Brasil?

Os últimos anos trouxeram o Brasil em posição de destaque no mundo das pesquisas acadêmicas, e com otimismo, podemos dizer que as faculdades possuem autonomia suficiente para continuar o bom trabalho nessa área.

Ao mesmo tempo, o cenário é incerto. Não podemos dizer qual será o futuro das pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade no Brasil, já que não podemos dizer como vai ser o futuro das pesquisas acadêmicas hoje.

Não necessariamente por conta de governantes ou ministros, mas sim, por uma questão prática: estamos, em 2019, em um momento de transição.

É difícil dizer o que o futuro nos reserva, mas é provável que continuaremos a desenvolver nossas pesquisas. A autonomia das instituições já é grande, e elas praticamente já funcionam sozinhas.

O problema é só o financiamento. Dessa forma, precisamos nos mobilizar e ordenar, como parcela relevante da população, que os caminhos da pesquisa não podem se fechar. Como você pôde ver, há muito em jogo.

Quer saber mais sobre a NBR 9050, que mencionamos ali em cima? Então saiba mais no nosso artigo dedicado à ela!

Acessibilidade: Educação Inclusiva no Brasil já foi tema de debate em Conferência da ONU

Acessibilidade: Educação Inclusiva no Brasil já foi tema de debate em Conferência da ONU

Para quem acha que a educação inclusiva não é pauta no Brasil, há vários brilhos de esperança que nos restauram a fé nos avanços sendo feitos na acessibilidade.

Um deles é o assunto que nós vamos tratar hoje neste artigo. O Brasil já foi assunto na ONU com suas políticas de educação inclusiva, e não é à toa: os investimentos na área e os contínuos incentivos para que ela continue contemplando pessoas com deficiência com mais eficácia são verdadeiramente louváveis.

E em um país como o nosso, os impactos que uma política de educação inclusiva tem são enormes. Por nossa extensão territorial, pelo nosso histórico de desigualdade e pela falta de políticas para a área durante muitos anos.

O Brasil vem sendo reconhecido por correr atrás do tempo perdido, e estamos no caminho certo. Isso nos rendeu uma citação na 10ª Conferência dos Estados Partes Signatários da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência em 2017, uma grande honra.

Vamos saber mais sobre o que nos levou até essa citação?

Baixe nosso infográfico exclusivo com os modelos e aplicações da plataforma e elevador de acessibilidade

A educação inclusiva é o destaque brasileiro

Os avanços na educação inclusiva não são velozes, especialmente pelo que nós falamos logo acima. Com a extensão territorial do Brasil, o trabalho de fiscalização é difícil em várias localidades extremas. Ao mesmo tempo, essas regiões muitas vezes não possuem condições de adquirir os equipamentos sozinhos, sem o suporte do Governo Federal.

Nosso trabalho vem sendo elaborado em duas frentes: regulamentação para garantir como deve ser trabalhada a acessibilidade na educação e, trabalho duro para garantir as condições previstas. Essa é a única maneira de prosseguir e de encontrar resultados.

Melhorar a acessibilidade é um dos requerimentos da ONU, previsto nos seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para 2030.

Os países signatários, portanto, precisam investir na área e garantir a aplicação das reformas que a ONU sinaliza. Nessa Convenção, são feitas análises de situação de alguns países, recomendações para melhorias e elogios aos esforços sendo feitos.

O Brasil ficou com essa última parte. Em 2017, na última Convenção, os esforços do Brasil renderam destaque e foram anunciados para todo o mundo como dignos de nota e louváveis.

Pelo que o Brasil foi reconhecido?

O reconhecimento do Brasil foi devido aos seus esforços na área de acessibilidade e o desenvolvimento da área no país desde 2009, quando ocorreu a Ratificação da Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência. O alerta foi dado, e o Brasil percebeu que mudanças precisariam ser feitas.

E elas foram, principalmente na educação inclusiva. Uma das recomendações da ONU é que pessoas com deficiência precisam de acesso ao ensino regular desde a educação básica. As crianças precisam de suporte durante todo o seu desenvolvimento, e quando chegam à idade adulta, precisam de universidades adaptadas também.

O reconhecimento aos esforços do Brasil se deu por seu trabalho nessa esfera. Nosso país foi reconhecido como referência na área de educação inclusiva, por conta das nossas políticas que não terminam na matrícula.

Hoje é Lei: as escolas não podem negar acesso a crianças com deficiência alegando falta de infraestrutura adequada.

Além disso, as escolas privadas ficam proibidas de cobrar acréscimos na mensalidade alegando custos extras com equipamentos e infraestrutura. Também foram criadas cotas para pessoas com deficiência nas universidades federais.

Tudo isso perpassa a Lei Brasileira de Inclusão, ratificada em 2015 com alterações chave para a educação inclusiva.

Como a ONU enxerga o trabalho brasileiro?

Com ótimos olhos!

O que o Brasil vem fazendo é mudar a realidade das pessoas com deficiência desde a base. Hoje, já temos mais de 90% de pessoas com deficiência matriculados no ensino regular, contando com todo o apoio que a escola deve dar por Lei.

Acessibilidade na construção civil: importância dos projetos e a responsabilidade

Mais uma vez, não é só garantir a matrícula. Os alunos precisam de estrutura adequada para que a educação inclusiva realmente funcione, além de questões que extrapolam a infra.

O ensino também é pauta dos nossos esforços para a acessibilidade na educação, sendo que por recomendação da ONU, estamos focando em leitura por braille, comunicação por LIBRAS e outros métodos de comunicação ampliada.

Hoje, inclusive, a educação inclusiva já perpassa professores dedicados para alunos com deficiências cognitivas. É um trabalho que avança lentamente, mas avança. Esse reconhecimento da ONU, mesmo que de dois anos atrás, trouxe vida ao debate sobre a educação inclusiva no Brasil e a acessibilidade nas escolas.

Uma maneira simples e elegante de trabalhar a educação inclusiva é com a adição de elevadores de acessibilidade nas escolas. Mas esse trabalho requer um bom conhecimento das empresas que os fabricam! Vamos saber mais no próximo artigo?

Guia para escolher o elevador de acessibilidade para sua casa

Guia para escolher o elevador de acessibilidade para sua casa

Agora é a hora de instalar um elevador de acessibilidade na sua casa. Você começa pesquisando alguns preços, entendendo como funciona o sistema de manutenção da maioria das empresas e pronto, já se decidiu. Tudo pronto? Bem, nem tanto. Agora é que surgem as perguntas mais importantes.

Onde instalar o elevador de acessibilidade? Qual é o modelo mais recomendado? Será que no ambiente há lugar para a casa de máquinas? Será que essa é a parede mais recomendada?

Se essas são as suas maiores perguntas, não precisa se desesperar: é nesse artigo que suas dúvidas vão ser sanadas. Está duvidando? Então vamos prosseguir para a leitura agora mesmo!

Projetar o elevador de acessibilidade antes ou depois da obra?

Bom, tudo depende de você mesmo. É possível já projetar o edifício antes e inserir o elevador de acessibilidade no projeto ou deixar para depois. A maior diferença mesmo é no seu transtorno por conta da reforma, que mesmo não sendo muito extensa, ainda é uma pequena obra.

Orçamento de um elevador de acessibilidade | JE Elevadores

Se você decidir por instalar o elevador de acessibilidade durante a obra, deve encontrar um ponto onde seja possível embuti-lo na parede ou um local sem obstruções verticais para o seu trajeto. Não há pré requisitos além do pé direito, que pede um mínimo de 2,70 metros. O poço é bem pequeno, e vários modelos dispensam a casa de máquinas, mais necessária em elevadores comerciais, de grande carga.

Agora, se você optar por instalar o elevador de acessibilidade depois da casa já estar pronta, também não há nenhum impedimento. Nesse caso, sua maior preocupação deve ser com o espaço livre para a instalação. Dependendo do modelo que você escolher, será necessário fazer uma pequena escavação, mas nada muito complicado. O poço, em muitos casos, funciona até para a sua própria segurança.

Então não importa se você quer incluir o produto no projeto ou não: ele ainda vai se encaixar perfeitamente na sua casa. Mas onde?

Instalar o elevador de acessibilidade dentro de casa

O que queremos dizer aqui é que, no modelo de instalação no interior da casa, todo o equipamento fica por dentro da residência. Não há nenhuma parte dele que fica de fora, e todo o trajeto do passageiro é feito debaixo do mesmo teto!

Nesse caso, o que a maioria das pessoas fazem é instalar em uma posição mais próxima da escada. Mas ao mesmo tempo, desde que você tenha pelo menos o pé direito mínimo e o espaço para a instalação do seu modelo de preferência, é possível colocá-lo em qualquer lugar.

Se há espaço de sobra e você está projetando o elevador junto com a casa, um ótimo toque para o design de interiores é erguer algumas paredes ao seu redor e criar um elevador “embutido”.

Se o espaço está muito reduzido e o desnível nem é tão grande assim, talvez o melhor a se fazer é optar por uma plataforma de acessibilidade, mais simples e de dimensões muito mais reduzidas. Nesse caso, não há necessidade de reformas, escavações e instalações muito demoradas.

Colocando o elevador “pra fora”

Se não há nenhuma maneira de colocar o elevador de acessibilidade inteiro dentro de casa, também não há problema. A maior parte da sua estrutura também pode ser instalada do lado de fora, e se você for alguém que gosta da sua vista, pode inclusive pedir um elevador panorâmico.

Nesses casos, normalmente só a porta do elevador é visível do lado de dentro. Quando você entra, tecnicamente está do lado de fora. Isso é muito vantajoso para quem não está encontrando aquele espaço dentro de casa, ou acha que um elevador de acessibilidade, equipamento pesado, não cabe no meio da sala de estar.

Vencendo os desníveis do exterior

Tudo bem, até agora falamos basicamente de elevadores de acessibilidade que vão dentro de casa ou que são usados para vencer desníveis no interior, mesmo que sua estrutura esteja do lado de fora. Mas e para vencer escadas no jardim, garagem ou varanda?

Nesses casos, o elevador de acessibilidade não é a melhor recomendação. O melhor é trabalhar com a plataforma elevatória, equipamento mais simples que mencionamos anteriormente. Elas são simples de montar e, no caso das que já vem pré-montadas – produto que a JE Elevadores já oferece – você mesmo consegue fazer a instalação.

Então, desníveis pequenos e do lado de fora precisam não de um elevador de acessibilidade, mas de uma plataforma. Conheça a diferença para não errar!

Ficou um pouco confuso com os modelos que apresentamos? Quer saber mais sobre como instalar um elevador de acessibilidade? Não tem problema. Temos as respostas pra você nesse artigo mais aprofundado. Vamos ver?

Acessibilidade em condomínios: como tratar essa questão

Acessibilidade em condomínios: como tratar essa questão

Quando falamos em acessibilidade em condomínios, logo nos vem à mente as adaptações feitas para contemplar pessoas cegas e cadeirantes, não é? Mas para realmente entender essa questão, precisamos buscar um questionamento que vai um pouco além disso, e estabelecer o que realmente é a mobilidade reduzida.

A mobilidade reduzida em si é exatamente o que o seu nome implica. Ter uma limitação ao se locomover tanto permanente quanto temporária. Assim, uma pessoa que sofreu um acidente e está de muletas também tem a mobilidade reduzida, assim como os idosos, as gestantes e até mesmo as crianças menores.

A acessibilidade em condomínios abrange todas essas pessoas, não só as que precisam do auxílio de uma cadeira de rodas para se locomover ou que são cegas. Um dos nossos maiores problemas é justamente não perceber essa questão, e postergar as obras por conta da baixa quantidade de cadeirantes no condomínio.

O problema é que um dia alguém irá precisar da acessibilidade em condomínios. Essa é a visão que o síndico deve ter, e pela qual deve pautar os seus esforços na criação de um ambiente seguro para todos.

O que regula a acessibilidade em condomínios?

O maior guia para a acessibilidade em condomínios, com toda a certeza, é a NBR 9050. Essa norma técnica da ABNT garante, em forma de lei, que todos os novos prédios devam ser construídos seguindo os preceitos de acessibilidade. Mas ela ainda vai além: prédios antigos também precisam ser adaptados.

Dessa forma, todo e qualquer local que não acate as diretrizes de acessibilidade em condomínios vai contra uma determinação legal, e está sujeito à sanções. É responsabilidade dos síndicos levar a questão para o proprietário e realizar as alterações necessárias.

Mas precisa ir para assembleia?

Não necessariamente. Embora a obra vá acarretar custos que provavelmente serão inseridos na taxa condominial, não é necessária a sua aprovação em assembleia.

Isso porque a acessibilidade em condomínios é, como dissemos, garantida por lei. Isso faz com que o trâmite para a sua aplicação não se sujeite à aprovação por assembleia de condôminos, algo que facilita bastante a obra e agiliza o seu início.

Mas é interessante levar o assunto para discussão, mesmo que a decisão já esteja tomada. Os condôminos podem não ter o que opinar nessa questão legal, mas ainda assim precisam saber que a obra irá começar. Isso vai garantir ao síndico maior tranquilidade ao executá-la.

Se por acaso alguém for contra a acessibilidade em condomínios, não há o que fazer a não ser registrar em ata a voz dissonante. Assim, o síndico deixa registrado que houve oposição, mas que ele se manteve firme no seu propósito.

O que a acessibilidade em condomínios garante?

São vários os pontos que a NBR 9050 estipula para garantir a acessibilidade em condomínios. Basicamente, o que se propõe é um ambiente livre de obstáculos para qualquer pessoa que possa se prejudicar com eles.

Um dos recursos mais famosos é a rampa de acessibilidade, mas engana-se quem pensa que só os cadeirantes se beneficiam delas. Pessoas que estão no fim da gravidez não podem fazer esforço abdominal, algo que as escadas oferecem como ônus. Outro exemplo? Idosos, que por vários motivos, podem ter problemas nas pernas que os fazem não ter tanta força assim.

A rampa de acessibilidade é o mínimo a ser oferecido. Uma forma de inovar e até de economizar no projeto é substituindo-a por elevadores de acessibilidade, que são mais garantidos, fáceis de instalar e acabam saindo mais baratos.

Algumas das principais estipulações da NBR 9050 são:

  • Rampas de acessibilidade;

  • Corrimãos em qualquer desnível vencido por escadas ou rampas;

  • Piso tátil;

  • Vaga na garagem maior e próxima dos elevadores ou do hall;

  • Portas largas para a passagem de cadeirantes;

  • Banheiros adaptados.

Dentre várias outras.

Condomínios antigos precisam mesmo de obras?

Essa é fácil de responder: sim, estruturas antigas precisam sim se adequar o quanto antes e apresentar recursos de acessibilidade em condomínios.

Muita gente acha que a lei só se aplica para novas construções, e isso se dá em partes por conta da fiscalização, que realmente é muito mais eficaz durante a construção. Na verdade, dependendo do regime de incorporação, o projeto nem mesmo é aprovado se não houver acessibilidade.

Já em estruturas mais antigas, a fiscalização demora mais, o que faz com que proprietários acabem “deixando pra lá” a acessibilidade em condomínios ou evitando obras custosas. Esse é um erro bem triste, mas nem por isso incomum.

Se o seu condomínio não é adaptado, ele precisa ser o quanto antes. A dificuldade muitas vezes se mostra na adequação à estrutura do prédio, que possui restrições fiscais ou simplesmente estruturais, relacionados à viabilidade técnica dos recursos de acessibilidade.

Realizando o estudo de viabilidade técnica

Em muitos casos, pode ser inviável mudar toda a estrutura sem danificar o prédio através dos métodos convencionais de construção. Fazer portas mais largas, por exemplo, em prédios mais antigos pode colocar em risco a integridade de toda a parede, dependendo da sua idade.

É nesse ponto que entra o estudo de viabilidade técnica em conjunto com a acessibilidade em condomínios. Várias empresas – como a JE Elevadores – realizam esse estudo como prioridade, buscando analisar qual é a melhor forma de incluir a acessibilidade naquele condomínio em particular.

A acessibilidade em condomínios valoriza o empreendimento

Uma das maiores vantagens que a acessibilidade em condomínios oferece é a valorização da estrutura como um todo. No mundo em que vivemos, onde os avanços sociais e de minorias são sempre pauta, ter um ambiente acessível conta muitos pontos em valorização.

Isso sem contar com as futuras fiscalizações. Não compensa ter um prédio não acessível, tanto pelos moradores que o empreendimento perde, quanto pelas multas que ele pode sofrer no futuro. Assim, seguindo a lógica do mercado, ele se valoriza com muito mais certeza e todos saem ganhando.

Trabalhar a acessibilidade em condomínios, como você pode ver, não é coisa de outro mundo. Na verdade, é basicamente uma série de preocupações a se tomar que se mostra em uma vida mais simples e segura pra todo mundo.

Agora que nós já falamos sobre os condomínios, que tal continuar a conversa falando sobre hotéis e lugares turísticos? Vamos juntos!

Elevadores de acessibilidade: entenda a importância de realizar a manutenção

Elevadores de acessibilidade: entenda a importância de realizar a manutenção

A manutenção de elevadores de acessibilidade é de suma importância para garantir o seu bom funcionamento e a segurança dos passageiros.

Através de um acompanhamento de perto da equipe de manutenção, você também garante uma vida útil bem maior do equipamento e economiza bastante. Ao invés de gastar com manutenções para corrigir problemas, você garante que eles não aconteçam.

Mas estamos nos adiantando. Neste artigo vamos tratar destes e de outros aspectos da manutenção de elevadores de acessibilidade. E aí, vamos com a gente?

A manutenção de elevadores de acessibilidade traz segurança

Essa é a maior preocupação que você deve ter com o elevador de acessibilidade. É necessário, acima de tudo, oferecer as melhores condições de segurança para os seus passageiros.

Os elevadores de acessibilidade são equipamentos robustos e seguros por natureza, mas ainda assim são equipamentos. Todo tipo de maquinário, seja forte ou frágil, precisa de manutenção para funcionar bem.

O ponto é que, em elevadores de acessibilidade, funcionar bem é o mesmo que funcionar com segurança. Para garantir essa segurança total, é fundamental que a manutenção dos elevadores de acessibilidade seja sempre perfeita.

Protegendo o seu investimento

Os elevadores de acessibilidade são sim robustos, mas eles dependem de componentes chave para funcionar corretamente.

Se você realiza a manutenção dos elevadores de acessibilidade, o dinheiro gasto para comprá-lo e instalá-lo está completamente seguro. Nunca dá para saber qual será a extensão do dano que o elevador terá por falta de manutenção, sendo que se for algo muito complicado, você corre o risco de até perder o investimento inicial com os custos do reparo.

Proteja seu dinheiro e o invista na manutenção de elevadores de acessibilidade.

O funcionamento ideal

Não tem nada mais frustrante do que ter um elevador de acessibilidade que você não pode confiar. Ele é seguro, ele está bem instalado, mas ainda assim ele não está dando 100% de si.

O elevador pode estar muito lento, fazendo muito barulho, com problemas nas portas ou até mesmo não conseguindo carregar sua carga média suportada. Tudo isso pode acontecer caso você não preste atenção à manutenção dos elevadores de acessibilidade.

Para garantir o funcionamento ideal, é fundamental que você invista na manutenção. Assim, o seu elevador vai sempre operar na sua máxima performance.

Economia

Os elevadores de acessibilidade, então, precisam de manutenção para funcionar bem. Isso nós já estabelecemos nos tópicos anteriores, não é? Mas além disso, mesmo que ele esteja perfeitamente em ordem, ainda é necessário fazer checagens de rotina.

Tudo parece estar ótimo, o elevador funciona muito bem, então você pula uma rotina de manutenção por achar que não precisa. Passa mais um mês e tudo ainda permanece perfeito. O problema está em quando algo acontecer.

Sem a manutenção, você pode acabar gastando bem mais caso um problema inesperado surja. O melhor é estar atento às rotinas trimestrais ou semestrais para ter certeza de que nada irá te surpreender e te fazer gastar em algum momento inoportuno.

Satisfação com o equipamento

A satisfação com os elevadores de acessibilidade também está relacionada com a quantidade de manutenções que você realiza. Não é só instalar e deixar funcionando, de forma alguma. A manutenção é parte do elevador.

É como beber um copo d’água. O copo vazio não é nada, e a água sem um copo é difícil de beber. O elevador é a mesma coisa: você compra tanto o equipamento quanto a manutenção. Ter só um dos dois não adianta.

Para se aproveitar melhor dos elevadores de acessibilidade, a manutenção é fundamental. Seu funcionamento está garantido e não há nenhum risco de se frustrar no futuro e acabar por não encontrar a sua maior utilidade: a facilitação do movimento pela casa.

Viu só como a manutenção de elevadores de acessibilidade é importante para o seu aproveitamento total? Sem realizá-la o seu equipamento se torna imprevisível, e portanto, inseguro.

A JE Elevadores possui seu próprio time de instalação e manutenção só esperando você chamar. Nós oferecemos planos acessíveis para que você nem precise passar pelo transtorno de contratar uma outra empresa para fazer a manutenção do nosso equipamento.

Duvida? Então venha conversar com os nossos especialistas e consultores! Temos certeza que podemos resolver todas as suas dúvidas e solucionar todos os seus questionamentos e suas necessidades. Até a próxima!