Elevadores de acessibilidade: entenda a importância de realizar a manutenção

Elevadores de acessibilidade: entenda a importância de realizar a manutenção

Os elevadores de acessibilidade são equipamentos importantes para quem tem mobilidade reduzida ou gosta de investir em imóveis ou realizar eventos.

No entanto, para manter o equipamento em perfeito estado, você precisa fazer a manutenção de elevadores. Mas qual é a importância disso?

Neste post, você vai aprender um pouco sobre o assunto. Quer conferir tudo com a gente? Então, acompanhe com muita atenção a leitura!

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Qual é a importância de fazer a manutenção de elevadores de acessibilidade?

Em primeiro lugar, é que somente com esse cuidado você consegue garantir o bom funcionamento do equipamento e a segurança de quem utiliza o elevador. Além disso, com o acompanhamento da equipe de manutenção de elevadores, você garante a vida útil do aparelho e economiza com reparos mais sérios.

É que ao invés de gastar com manutenções para corrigir os problemas, você previne para que eles não aconteçam.

Por que fazer a manutenção de elevadores de acessibilidade?

Para garantir a segurança dos usuários

Com certeza, garantir a segurança dos usuários é a maior preocupação de quem tem elevadores de acessibilidade.

Esses equipamentos são robustos e seguros por natureza, no entanto, ainda são equipamentos. E você sabe, todo tipo de maquinário, seja frágil ou forte, precisa de manutenção para que funcione bem.

O ponto aqui é que funcionar bem significa o mesmo que funcionar com segurança. Portanto, para garantir essa segurança total é necessário que a manutenção dos elevadores de acessibilidade seja sempre perfeita.

Para garantir o funcionamento ideal

Não há nada pior do que elevadores de acessibilidade que não são confiáveis. Eles podem até ser seguros, se serem bem instalados, mas ainda não estão dando 100% de si.

Se você não presta atenção à manutenção dos elevadores de acessibilidade, você pode ter problemas com lentidão, barulho nas portas ou até dificuldades com a carga média suportada, pois os elevadores de acessibilidade podem não suportar todo o peso.

Portanto, para garantir o funcionamento ideal, você deve investir em manutenção de elevadores. Assim, o seu elevador vai sempre operar na sua máxima performance.

Para economizar com o equipamento

Os elevadores de acessibilidade precisam de manutenção para funcionar bem. Isso você já sabe, não é verdade? Mesmo que ele esteja perfeitamente em ordem, ainda é necessário fazer algumas checagens de rotina.

Aí você observa que tudo parece estar ótimo, o elevador funciona bem, então você pula uma rotina de manutenção de elevadores por achar que não precisa.

Passa mais um mês e tudo ainda permanece perfeito. O problema está em quando algo acontecer. Sem a manutenção, você pode gastar mais caro com um problema inesperado.

O melhor então é estar atento às rotinas trimestrais ou semestrais para ter a certeza de que nada irá te surpreender e te fazer gastar em algum momento inoportuno.

Para ter satisfação com o equipamento

A satisfação com os elevadores de acessibilidade também tem a ver com a quantidade de manutenções realizadas. Não é só instalar e deixar funcionando de qualquer maneira. A manutenção é parte do elevador.

Portanto, para aproveitar tudo que os elevadores de acessibilidade podem te oferecer, a manutenção é fundamental. O funcionamento do equipamento é garantido e não há nenhum risco de se frustrar no futuro e acabar por não encontrar a sua maior utilidade: a facilidade de se movimentar nos locais que precisa.

Viu como é importante a manutenção de elevadores de acessibilidade? Agora que você já sabe, terá mais cuidado com as próximas manutenções preventivas, não é verdade? Lembre-se que a JE Elevadores, empresa fabricante de elevadores para acessibilidade, possui seu próprio time de instalação e manutenção que fazem o serviço em todos os elevadores de acessibilidade JE.

Converse com os especialistas e consultores da empresa e entenda mais. A JE Elevadores está disposta em resolver todas as suas dúvidas e atender as suas demandas.

E aí, quer ler um pouco mais sobre elevadores de acessibilidade? Acesse o nosso próximo post e confira o Guia para escolher o elevador de acessibilidade para sua casa!

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Acessibilidade na construção civil: o papel do engenheiro

Acessibilidade na construção civil: o papel do engenheiro

A acessibilidade na construção civil é mais do que uma obrigação. Quem planeja e executa as obras são os responsáveis por essa acessibilidade. Ela também não é apenas uma preocupação social, mas uma exigência legal regulamentada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Em 2015, a ABNT atualizou a Norma Técnica de Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos (NBR 9050). Essa regulamentação foi criada inicialmente em 2014. De acordo com a norma, a acessibilidade é definida como a possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a atualização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamentos urbanos e elementos.

Mas qual é a responsabilidade da engenharia civil e do engenheiro em relação a acessibilidade? Neste post, iremos falar sobre esse tema que é tão importante para você que é investidor e também para quem tem a mobilidade reduzida. Ficou interessado em nosso artigo? Então, acompanhe a leitura!

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Qual é a responsabilidade da engenharia civil?

A engenharia civil tem a responsabilidade de criar métodos de acessibilidade nas cidades, e fomentar o debate da importância da acessibilidade na construção civil dentro do âmbito acadêmico. Foi assim que partimos de uma definição crua de calçadas dos tempos de Brasil colonial até a legislação ampla que possuímos hoje.

Qual é o papel do engenheiro em relação a acessibilidade na construção civil?

Na hora de construir ou reformar um imóvel, cabe ao engenheiro um profundo conhecimento sobre as normas técnicas vigentes, o espaço público ou simplesmente uma calçada para uso público na rua. É importante que o engenheiro e o arquiteto trabalhem juntos para que nada seja deixado de lado. Eles devem avaliar com cuidado os esforços de acessibilidade que estão contemplados no projeto e se eles compreendem a realidade de uma pessoa com mobilidade reduzida.

A acessibilidade na construção civil também deve ser fiscalizada pelo próprio engenheiro. O profissional tem que observar se as soluções criadas por ele realmente são viáveis quando saem do papel. Portanto, é seguro dizer que o engenheiro civil é quem executa as ações de acessibilidade dentro da realidade da construção e que cabe a ele a necessidade de conhecer toda a legislação e aplicá-la.

O que a formação do engenheiro deve contemplar?

A formação do engenheiro deve contemplar a acessibilidade na construção civil, incentivar a pesquisa e trazer mais embasamento teórico para reafirmar todas essas conclusões. Os graduandos devem entender os problemas que a falta de mobilidade gera nas pessoas, e como os ambientes acessíveis ampliam a noção de urbanidade.

O que o futuro reserva em relação a acessibilidade na construção civil?

Hoje em dia a acessibilidade e a engenharia civil caminham lado a lado. Uma ajuda a outra a criar ambientes urbanos inclusivos e acessíveis para todas as pessoas. Se você já percebeu que a acessibilidade na construção civil chegou ao nível de atuação que vemos atualmente, isso é graças aos esforços de debate e conscientização de engenheiros civis e arquitetos. Portanto, o futuro nos promete um entendimento ainda maior e mais avanços em acessibilidade na construção civil.

Os projetos realizados atualmente serão a referência de construção para o futuro. Dessa forma, quanto mais a acessibilidade na construção civil for um ponto relevante na elaboração dos projetos, mais essa preocupação será tida como padrão para a construção de estruturas no futuro.

Estabelecimentos comerciais, condomínio de moradia, academias, praças e parques públicos projetados com técnicas de mobilidade e acessibilidade contribuem, então, para que outros surjam, alimentando um ciclo benéfico que, em um cenário otimista, resultará na padronização da acessibilidade. Isso é o que o futuro pode trazer, e esse é o dever dos engenheiros civis.

Qual será o futuro das academias em relação a acessibilidade?

O futuro aponta para uma maior conscientização por parte da engenharia civil, sendo que já existe pressão para a inclusão de cadeiras sobre a acessibilidade dentro da graduação dos futuros engenheiros civis. Isso resulta em uma parcela da população engajada e que produz conteúdo para suportar suas teses de mobilidade urbana. Portanto, é algo crucial em relação a conscientização de toda a população.

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Como você pode ver, o engenheiro tem um papel muito importante sobre a acessibilidade na construção civil. Por isso, quando você investir em qualquer empreendimento, contrate um engenheiro que respeite a norma técnica NBR 9050, conhecida por trazer critérios e parâmetros para a instalação de equipamentos e adaptação de espaços urbanos, de forma a se tornarem acessíveis para todas as pessoas.

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Rampa de acessibilidade: necessidade em estabelecimentos comerciais

Rampa de acessibilidade: necessidade em estabelecimentos comerciais

Muitas vezes a vida de pessoas com mobilidade reduzida se torna mais difícil do que deveria ser. Isso acontece por causa da resistência de outras pessoas em cumprir com regulamentações básicas de mobilidade em suas empresas. Uma dessas regulamentações é a rampa de acessibilidade. O equipamento permite o acesso a locais de uso comum na cidade.

Pensando no assunto, neste artigo iremos tratar da necessidade de se instalar uma rampa para cadeirante. Você também irá saber da importância dessa estrutura para garantir a acessibilidade à todas as pessoas.

E aí, quer conferir o nosso post? Continue com a leitura!

Por que devo instalar uma rampa de acessibilidade?

Em primeiro lugar, o esforço para se instalar uma rampa de acessibilidade diz respeito à necessidade de se reforçar os valores de direitos humanos. Todos somos livres e iguais perante à nossa constituição e devemos usufruir do nosso direito de visitar qualquer espaço que é utilizado por outras pessoas.

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É importante levar em consideração a pessoa com mobilidade reduzida quando realizar qualquer projeto, pois só assim tem sua igualdade garantida perante a sociedade. A lei brasileira estabelece alguns parâmetros que vão além da preocupação dos direitos humanos.

Segundo o Decreto 5.296, que regulamenta a Lei 10.048 (8 de novembro de 2000), a acessibilidade em estabelecimentos comerciais através de rampas de acesso, elevadores e outras soluções é obrigatória.

Portanto, instalar uma rampa de acessibilidade no seu estabelecimento é uma questão de conscientização, um esforço empático para com as pessoas com mobilidade reduzida e um requerimento legal. Instalar uma rampa para cadeirante é uma ação necessária para você e toda a sociedade.

O que você deve fazer ao instalar uma rampa de acessibilidade?

Ao instalar uma rampa de acessibilidade você precisa, antes de tudo, conhecer suas necessidades e os obstáculos que as pessoas com deficiência poderão enfrentar no estabelecimento. Dessa maneira, você vence os desníveis de forma prática e otimiza para a realidade dessas pessoas.

Como conhecer os tipos de rampa de acessibilidade?

Se você é investidor, você precisa saber qual é o tipo de rampa de acessibilidade para o seu estabelecimento. Só assim você conseguirá suprir todas as necessidades de locomoção de quem tem mobilidade reduzida.

Uma rampa de acessibilidade fixa, daquelas construídas com concreto e tijolos, oferece várias limitações, sendo que as vezes é completamente inviável instalá-las: seja por questões de custo ou por ser impossível encaixá-la no local de forma que ela, quando pronta, seja segura para que um cadeirante transite por sua superfície.

O que é melhor: rampa para cadeirante ou elevador?

Em alguns casos, como já citamos neste post, é impossível a instalação de uma rampa de acessibilidade. Nessas condições, o melhor é optar por um elevador ou plataforma hidráulica/eletromecânica. No caso de um desnível muito alto, um elevador sendo operado por alguém de confiança acaba com os seus problemas com facilidade e segurança.

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O equipamento possui um sistema hidráulico ou eletromecânico. Assim, o usuário vence o desnível sem precisar fazer qualquer esforço. Para o caso de escadas no interior de estabelecimentos onde o espaço é reduzido, também é possível instalar uma pequena plataforma de elevação ou até mesmo embutir o elevador na escada.

Portanto, se você deseja tirar todas as dúvidas, faça uma comparação. Conheça os modelos e peça opiniões ao seu arquiteto ou responsável pelo projeto do seu estabelecimento, assim, você opta pela rampa de acessibilidade ou pelo elevador com consciência e procura sempre garantir a mobilidade para todos.

O que verificar nas especificações técnicas das plataformas de acessibilidade?

As plataformas de acessibilidade possuem alguns requerimentos técnicos de instalação. Cada Estado tem uma norma que por sua vez é regulada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Os elevadores públicos devem possuir dimensões de  0,90m, X 1,40m, enquanto os privados, que só usam um usuário por vez, 0,80m X 1,25m.

Além disso, eles precisam ter projeção do seu percurso sinalizada no piso, e não podem obstruir as escadas. As portas do elevador poderão ser abertas se o desnível entre a plataforma e o piso forem superiores a 7,5 cm.

Outra regra é que o equipamento só pode ser usado para vencer desníveis de 2,0m em ambientes coletivos e 4,0m em ambientes particulares, sendo que pode vencer até 9,0m se possuir caixa enclausurada. Podem também vencer desníveis verticais ou inclinados.

Como cumprir com as normas de acessibilidade em seu estabelecimento?

Tenha uma estrutura e sinalização adequadas

Todo estabelecimento deve ter uma estrutura e sinalização adequadas para quem tem mobilidade reduzida e se locomove com o auxílio de uma rampa para cadeirante ou até mesmo muletas. Também é importante alertar sobre os desníveis do piso.

Conte com espaço para o deslocamento da cadeira de rodas

No caso de cadeirantes, a determinação da ABNT é que o espaço de deslocamento para a cadeira de rodas deve ser 0,80m por 1,20m. Portanto, a sua área de circulação deve respeitar essas medidas e prever espaço suficiente para as manobras do cadeirante.

Ofereça vagas de estacionamento para portadores de deficiência

Outra dica é ter vagas de estacionamento reservadas para portadores de deficiência. Esses espaços devem estar localizados em área próxima à entrada do estabelecimento comercial. Você deve pensar em sinalizar o estacionamento de maneira adequada.

Conte com uma rota acessível

Outra regra da ABNT é que seu estabelecimento tenha uma rota acessível. Isso significa que o trajeto deve ser contínuo, desobstruído e sinalizado. Este trajeto conecta os ambientes externos ou internos de espaço e edificações.

Ele também pode ser utilizado de forma autônoma e segura por todas as pessoas, inclusive as que têm deficiência. A rota acessível também precisa levar em conta a parte externa, o que pode exigir, a instalação de rampas.

Faça portas com vão livre

Todas as portas do seu estabelecimento precisam ter um ;vão livre de no mínimo 0,80m e altura mínima de 2,10m. Além disso, as maçanetas devem ser instaladas em altura entre 0,90m a 1,10m e devem ser operadas em um único movimento, sem exigir muito esforço.

Como você pode ver, é importante contar com uma rampa de acessibilidade em seu estabelecimento comercial. Agora que você já sabe, que tal pensar em um equipamento de acessibilidade para a sua empresa?

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Acessibilidade e o poder da diversidade e inclusão nas empresas

Acessibilidade e o poder da diversidade e inclusão nas empresas

A acessibilidade e o poder da diversidade são dois assuntos que vem ganhando espaço no dia a dia das empresas. Em março deste ano, a Revista Exame divulgou o Guia Exame de Diversidade: diversos e melhores. O trabalho mostrou a realidade de 109 empresas que promovem a inclusão de mulheres, negros, pessoas com deficiência e LGBTI+.

Apesar de serem recentes, as iniciativas do estudo estão estruturadas em quatro pilares de diversidade e equidade — étnico-racial, LGBTI+, mulheres e pessoas com deficiência — Trata-se de uma iniciativa em parceria com o Instituto Ethos, que há 20 anos ajuda empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável.

No entanto, por que pensar na acessibilidade e na diversidade? Como as empresas foram avaliadas neste Guia e como se destacaram? Por que você deve investir em acessibilidade? Essas são algumas perguntas que vamos responder ao longo deste artigo. Acompanhe!

Mini E-book: Qual a responsabilidade da arquitetura no projeto de acessibilidade

Por que pensar na acessibilidade e na diversidade?

Muitas empresas têm pensado em várias alternativas em relação a acessibilidade. Um grande exemplo é o Banco Santander, que despontou como a empresa do ano, na primeira edição do Guia Exame de Diversidade. É que além de oferecer mais oportunidades às pessoas com deficiência, o banco tem grupos de discussão que envolvem pessoas negras e com deficiência.

A diversidade é uma das bases de fomento à inovação e que deve alimentar o propósito das empresas. Portanto, promover a inclusão de negros e mulheres é, segundo o Guia da Exame, uma meta para os 150 principais executivos do País. Ainda sobre o Banco Santander, em 2018, a instituição abriu vaga para 620 jovens entre os quais 70% eram meninas e 55% negras.

Oferecer espaço para todos os jovens é uma das formas de reter esses talentos. Já em relação a diversidade sexual, as iniciativas do banco começaram em 2018, mas o tema já era tratado de maneira natural. Entretanto, a instituição cria um ambiente em que cada pessoa se encontra e desenvolve o melhor de si mesma.

No entanto, apesar das iniciativas do banco serem recentes, elas estão estruturadas nos quatro pilares de diversidade que toda empresa deve seguir: ético-racial, LGBTI+, mulheres e pessoas com deficiência.

Como as empresas foram avaliadas no Guia da Exame?

O Guia avaliou as empresas por meio de uma metodologia própria que teve como base a adaptação de uma série de guias temáticos desenvolvidos pelo Ethos e seus parceiros: Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert), Coalizão Empresarial para Equidade Racial e de Gênero, Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, Movimento Mulher 360 e Rede Empresarial de Inclusão. As melhores empresas são as que mais se aproximaram da equidade e da inclusão nos quatro temas avaliados.

Como as empresas foram avaliadas no Guia da Exame?

Entre elas, classificaram-se as que tiveram nota maior que 7, nas questões qualitativas, e que durante a etapa de apuração, apresentaram dados quantitativos para serem avaliados. Com base nisso, foram calculadas as notas médias de cada categoria. No Brasil, as empresas que dão atenção à questão da diversidade se encontram em diferentes graus de maturidade.

No estudo, foi possível perceber algumas tendências entre as melhores empresas. O tema em que elas estão mais avançadas é o das mulheres, no que diz respeito à sua presença na força de trabalho e em programas de desenvolvimento de carreira e liderança.

Pessoas com deficiência é o segundo tema em que as companhias inscritas estão em estágio mais adiantado. A lei prevê, no mínimo, 5% de Pessoas com Deficiência (PCDs) em empresas com mais de 1000 funcionários.

Em seguida, segue-se o de diversidade étnico-racial, em que também há cotas. Neste caso, há admissão de jovens pretos e pardos e universidades. Por fim, há promoção dos direitos do grupo LGBT+. Nesse pilar, apenas 15 das 36 empresas destacadas no Guia obtiveram notas acima da média.

Como as organizações se destacaram?                           

No entanto, a avaliação deixou claro que as oportunidades são ainda mais restritas para travestis e transexuais, que vivem à margem da sociedade. É que grande parte deles está na prostituição, segundo estimativas. Por outro lado, a análise feita pelo Guia revelou que as empresas que mais se destacaram por promover a diversidade no Brasil apresentaram diferenças significativas entre os setores de atividade.

Para você ter ideia, nos ambientes predominantemente masculinos, geralmente  fabris, é menor o número de empresas que se classificaram entre as melhores. Os setores de agronegócio, auto indústria, bens de capital, eletroeletrônico, construção civil, mineração e siderurgia tiveram cada um apenas uma representante entre as melhores.

Uma delas é a empresa de alimentos Cargill, onde as ações afirmativas, como a inclusão de funcionários negros e trans no programa jovens aprendizes, começam a gerar efeitos positivos, especialmente após a criação do comitê de diversidade em 2016. Outro bom exemplo é a Schneider Electric, do setor eletroeletrônico.

Em 2011, com o apoio da então presidente Tania Cosentino, a subsidiária multinacional francesa criou um grupo para ampliar as oportunidades de carreira para mulheres. Em 2014, o movimento ganhou força quando a companhia assumiu compromissos globais junto à ONU Mulheres, braço das Nações Unidas focado na promoção da igualdade de gênero.

Então, uma meta foi estabelecida. Até 2020, 30% dos cargos de liderança seriam ocupados por mulheres. Em busca desse objetivo, a empresa criou ações para desenvolver líderes e suas equipes. Em uma delas, adotou a regra de que, em todo processo seletivo, pelo menos uma mulher deve estar entre os candidatos finalistas para qualquer vaga.

Entre as companhias que se destacam por suas práticas de diversidade, é possível identificar um caminho em comum. O primeiro passo para a maioria das empresas é realizar a coleta de informações para traçar o retrato social que existe internamente. Já o próximo passo é envolver os funcionários nos processos e ouvir as suas necessidades. Nessa etapa, muitas companhias criam os grupos de afinidade.

Já organizações como Natura, John Deere e Santander foram consideradas empresas que possuem força de vontade para cumprir a cota de PCDs estabelecida por lei. Cerca de 15% dos funcionários que trabalham no centro de distribuição de cosméticos da Natura, localizado em São Paulo, tem alguma deficiência. A empresa está preparada para empregar até 30% do quadro com essa característica.

A John Deere, fabricante de tratores, começou a estruturar políticas de aceleração para PCDs. Um exemplo é a meta traçada para que 50% dos funcionários com deficiência realizem um programa de desenvolvimento até 2022.

Já o banco Santander, criou um aplicativo em fevereiro de 2017, para os funcionários com deficiência, para poder traçar o seu perfil, entender as suas necessidades e mapear as oportunidades para ascensão na carreira.

Por que as empresas precisam pensar na acessibilidade?

Para cumprir com a lei

A Lei nº 8.213, criada em 1991, conhecida como Lei de Cotas, determina que toda empresa com 100 funcionários ou mais é obrigada a preencher o seu quadro com 2% a 5% de pessoas portadoras de deficiência. Assim, para você saber todos os itens que deseja seguir é necessário fazer uma consulta no documento.

Para acolher as pessoas

A empresa que pratica a acessibilidade faz com que os seus funcionários se sintam motivados. No entanto, o benefício não para por aí, pois, clientes e público que visitam o estabelecimento também se sentem acolhidos. Quer um exemplo? As pessoas com mobilidade reduzida. Para que elas consigam se deslocar em um determinado ambiente, é necessário um espaço adequado e sem obstáculos.

Nesse sentido, não adequar o ambiente de trabalho às pessoas com deficiência pode ainda ser visto como uma forma de discriminação. Afinal, todo colaborador têm direito à possibilidade de trabalhar com autonomia, sem a necessidade de pedir auxílio de outras pessoas que estão ao seu redor, não é verdade?

E como facilitar a vida desses funcionários? Adquirir um elevador de acessibilidade não é um gasto e sim um investimento para o seu negócio. Afinal, além de você tratar as pessoas com respeito, você também vai atrair clientes para a sua empresa, pois eles terão a certeza que a sua organização se importa com o próximo.

Viu como a acessibilidade e o respeito a diversidade são importantes para as organizações? Agora que você já sabe, que tal promover ações que melhoram a acessibilidade dos seus colaboradores e que incluem todas as pessoas na sua empresa? Pense nisso!

Quer ler mais conteúdos como esse? Acesse o nosso próximo post e saiba se os escritórios estão preparados para a acessibilidade corporativa!

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Acessibilidade na construção civil: entenda sobre a NBR 9050

Acessibilidade na construção civil: entenda sobre a NBR 9050

Quando falamos na construção em geral, na arquitetura, na engenharia e também nos profissionais da área é importante conhecer a NBR 9050. Além disso, você deve saber porque é tão importante falar sobre essa norma. No entanto, a NBR 9050 torna a vida mais fácil para pessoas com mobilidade reduzida, o que prioriza a cidadania e a reforça através da mobilidade.

Entretanto, se você deseja saber um pouco mais sobre a NBR 9050 e porque ela é tão importante para a acessibilidade na construção civil, continue com a gente e leia o nosso artigo.

O que é a NBR 9050?

A NBR 9050 faz parte de uma série de regulamentações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Essa norma respalda arquitetos, engenheiros, construtores, pedreiros e profissionais da área de acessibilidade em relação aos parâmetros técnicos que devem ser seguidos na hora de construir.

Quando o assunto é planejar a construção, o mobiliário, as áreas e os equipamentos urbanos, as restaurações e instalações de edificação é importante se atentar à NBR 9050, já que ela é a grade reguladora da verdadeira democratização dos espaços.

No entanto, nas especificações da NBR 9050, a acessibilidade na construção civil é um ponto chave para nortear o que deve ser consideração na hora de construir ou edificar um espaço.

[e-book] Acessibilidade na construção civil: importância dos projetos e a responsabilidade

O que a atualização da NBR 9050 representa?

Em outras versões, a Norma NBR 9050 não detalhava vários aspectos importantes para acessibilidade na construção civil, deixando lacunas no entendimento do consenso geral a serem considerados no ambiente de construção.

Com a atualização da NBR 9050, feita em 2015, as pessoas com dificuldade de locomoção passaram a frequentar locais que antes, eram inacessíveis para elas. Isso se deu graças a um estreitamento da lei e à adição de novos parâmetros a serem considerados.

Essa mudança influencia nas melhores práticas, e portanto, irá proporcionar maior acessibilidade na construção civil, nos espaços físicos em geral, no transporte, na informação e na comunicação. Principalmente em serviços de uso público, tanto no ambiente rural quanto no ambiente urbano.

Onde há possibilidade de um indivíduo estar, deve haver condições para que todos também possam estar. A versão de 2004, que estava em vigor até a modificação, não trazia a incorporação da utilização de transportes na informação e comunicação ou em sistemas tecnológicos aplicados em espaços de livre acesso. Agora, a atualização lida com esses pontos se alia a tecnologia e a acessibilidade.

Em suma, não é mais considerado somente o projeto arquitetônico do lugar, mas sim, suas características particulares, sua condição singular para aplicar a NBR 9050 e transformar o local em um ambiente alcançável por todos.

Quais as principais mudanças na NBR 9050?

Ampliação da acessibilidade

Foi acrescentada na NBR 9050 a utilização de transportes, a informação, os sistemas e as tecnologias, o que não fazia parte do escopo.

Mobiliários em rotas acessíveis

Em relação às calçadas, a nova norma inclui a existência de mobiliários em rotas acessíveis. Isso tem a ver com um maior detalhamento sobre os puxadores e as maçanetas, visando às pessoas cegas.

Símbolos e desenhos

Também foram acrescentados símbolos e desenhos representando obesos, grávidas, idosos, indivíduos com bebê de colo, cegos com ou sem cão-guia e aqueles com mobilidade reduzida como uso obrigatório.

Informações sobre a sinalização sonora

Há, ainda, informações sobre a sinalização sonora, como a colocação de sinais em áreas de resgate, focando em rotas de fuga que se adaptem às pessoas com cadeiras de rodas.

Rampas nas calçadas

As calçadas devem ter rebaixamento para a instalação de rampas, considerando um limite de 6%.

Quais os ambientes de uso coletivo devem ser adaptados para quem tem a mobilidade reduzida?

  • Portarias;
  • Garagens;
  • Halls de acesso;
  • Salas e salões;
  • Praças;
  • Banheiros;
  • Piscinas;
  • Saunas;
  • Academias;
  • Quadras esportivas.

É importante que as construções tenham calçadas projetadas com rampas e piso tátil de alerta para possíveis obstáculos. Portas, corredores e elevadores também precisam ter as dimensões adequadas para facilitar a locomoção das pessoas, principalmente dos cadeirantes.

Quem fiscaliza o cumprimento da NBR 9050?

A NBR 9050 é fiscalizada pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA). O documento que atesta o atendimento à norma é a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) vinculada ao projeto. Entretanto, os órgãos municipais de licenciamento para obras também podem realizar essa vistoria, amparados por leis federais e municipais.

Porém, vale destacar que o arquiteto ou engenheiro que assinam o projeto da edificação são os grandes responsáveis pelo cumprimento das exigências da NBR 9050. Os CREAs geralmente possuem materiais que orientam os profissionais sobre o tema, para evitar o desrespeito aos princípios de acessibilidade universal por desconhecimento das normas. A promoção da acessibilidade é uma lei regulamentada pelo Decreto 5.296,  de 2004. Já a Lei de Inclusão, de 2015, veio para complementar essa legislação.

Por que deve retomar o conceito de desenho universal para a construção civil?

O conceito surgiu na década de 1960, nos Estados Unidos, quando foi questionada a padronização feita pelo homem em projetos de ambientes. Hoje, o tema é tão importante que está exposto como obrigatório em cursos universitários da área de construção e suas vertentes.

O objetivo é incluir produtos que são acessíveis para todas as pessoas, sem se importar com as suas características individuais e habilidades. Desse modo, qualquer um poderia usufruir plenamente de mercadorias e ambientes, independentemente da situação em que se encontra.

O desenho universal valoriza o desenvolvimento do cidadão, que pode mudar conforme a fase da vida (a postura e o tamanho, por exemplo). Foi a partir disso que a ideia começou a ser utilizada em todos os setores, inclusive na construção. A nova versão da NBR 9050 usa muito desse conceito em suas revisões.

A construção civil é um setor fundamental e de interesse o desenvolvimento sustentável de cidades e espaços de convivência. A acessibilidade na construção civil é essencial para o pleno exercício da cidadania e as diretrizes que guiam os empreendimentos favoráveis a essa realidade se encontram na NBR 9050.

Entretanto, essa norma veio para embasar as construções do futuro. Seguir essa determinação é cumprir o que manda a legislação do País, garantir uma obra de sucesso e estimular uma sociedade mais humana e inclusiva.

Como usar os elevadores para a acessibilidade na construção civil?

O uso de elevadores como forma de acessibilidade é um exemplo concreto e eficaz de democratização do espaço público. Se pautando na NBR 9050, a instalação dos elevadores para acessibilidade em espaços inacessíveis para as pessoas com mobilidade reduzida, como por exemplo, em espaços com piscinas que geralmente contemplam as dificuldades de locomoção, é socializar o espaço a todos, sem exceção.

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Portanto, alinhar a Norma NBR 9050 à melhor alternativa para uma acessibilidade da construção civil 100% segura é o caminho certo para que as pessoas com mobilidade reduzida percorram, e é isso o que os elevadores de acessibilidade oferecem.

Como você pode ver, é importante cumprir com a NBR 9050 e assim garantir a acessibilidade na construção civil para as pessoas que têm a mobilidade reduzida. Por isso, fique atento e cumpra a norma! Tenha um clube, uma academia o qualquer outro espaço adaptado!

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