Rampa de acessibilidade: necessidade em estabelecimentos comerciais

Rampa de acessibilidade: necessidade em estabelecimentos comerciais

A rampa de acessibilidade permite o acesso das pessoas com deficiência ou que utilizam cadeira de rodas em diversos lugares, sejam públicos ou privados. 

Além disso, adotar rampas de acesso em imóveis é uma grande vantagem, pois você dá o direito a todos, inclusive à quem tem mobilidade reduzida de utilizar o espaço com muita praticidade e conforto. 

No entanto, neste artigo, você verá porque é importante instalar uma rampa de acessibilidade em estabelecimentos comerciais. Boa leitura!

 

Por que ter uma rampa de acessibilidade? 

Em primeiro lugar, o esforço para se instalar uma rampa de acessibilidade diz respeito à necessidade de se reforçar os valores de direitos humanos. Todos somos livres e iguais perante à constituição e devemos usufruir do nosso direito de visitar qualquer espaço que é utilizado por outras pessoas. 

É importante levar em conta os acessos quando for realizar qualquer projeto. A lei brasileira, como a NBR 9050 estabelece alguns parâmetros que vão além da preocupação dos direitos humanos. A norma dita regras sobre acessibilidade para todos.

Além dessa norma, o Decreto 5.296, que regulamenta a Lei 10.048, de 8 de novembro de 2000 também estabelece algumas regras. Assim, é regulamentada a acessibilidade em estabelecimentos comerciais através de acesso, elevadores e outras soluções obrigatórias. Portanto, instalar uma plataforma de acessibilidade no estabelecimento é uma questão de conscientização e um requerimento legal.

 

O que você deve fazer ao instalar uma rampa de acessibilidade? 

Antes de instalar uma plataforma de acessibilidade, conheça as necessidades e os obstáculos que as pessoas com deficiência poderão enfrentar no estabelecimento. É válido ressaltar também o que é preciso verificar nas normas brasileiras o que as rampas devem ter.

Além disso, é importante ficar atento à largura da rampa e ao que elas devem ter. Também é preciso pensar na inclinação — que é importante para a segurança para quem irá utilizá-la — e no comprimento da projeção horizontal. 

 

O que é melhor: rampa de acessibilidade ou elevador? 

Dependendo do espaço no ambiente, não é possível a instalação de uma rampa de acessibilidade. Portanto, dependendo da condição é melhor optar por um elevador ou uma plataforma hidráulica/eletromecânica. 

Em caso de desníveis, o elevador é uma ótima opção. O equipamento possui um sistema eletromecânico e hidráulico. Assim, o usuário consegue vencer esse obstáculo sem fazer nenhum tipo de esforço. 

Portanto, se você deseja tirar todas as dúvidas, faça uma comparação. Peça também opiniões ao arquiteto ou responsável pelo projeto. 

[Infográfico] Quer saber mais sobre os modelos de elevadores de acessibilidade? | JE Elevadores

 

O que é importante observar nas especificações das plataformas de acessibilidade? 

Há alguns requerimentos técnicos para instalar as plataformas de acessibilidade. Assim, cada estado tem uma norma que por sua vez é regulada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).  Um exemplo são os elevadores. Os equipamentos que são públicos devem possuir dimensões de 0,90m, X 1,40m, enquanto os privados, que só usam um usuário por vez, 0,80m X 1,25m.

Além disso, a projeção do percurso deve ser sinalizada no piso e as escadas não podem ser obstruídas. Por sua vez, as portas do elevador poderão ser abertas se o desnível entre a plataforma e o piso for superior a 7,5 cm. 

 

Como cumprir com as normas de acessibilidade no estabelecimento? 

Veja as nossas principais dicas: 

 

Instale uma rampa de acessibilidade 

A primeira das nossas dicas é instalar uma rampa de acessibilidade. Para escolher a melhor, opte por uma empresa que está há anos no mercado e que entende do assunto. Assim, você garantirá um equipamento seguro e de qualidade para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. 

 

Tenha uma estrutura e sinalização adequadas

Todo estabelecimento deve ter uma estrutura e sinalização adequadas para quem tem mobilidade reduzida e se locomove com o auxílio de uma rampa para cadeirante ou até mesmo muletas. Também é importante alertar sobre os desníveis do piso. 

 

Conte com um espaço para o deslocamento da cadeira de rodas

No caso de cadeirantes, a determinação da ABNT é que o espaço de deslocamento para a cadeira de rodas deve ser 0,80 m por 1,20m. Portanto, a área de circulação deve respeitar essas medidas e prever espaço suficiente para as manobras de cadeirante. 

 

Ofereça vagas de estacionamento para portadores de deficiência

Outra dica é reservar vagas de estacionamento para pessoas com deficiência. Esses espaços devem estar localizados em uma área próxima à entrada do comércio. Portanto, o mesmo deverá ser sinalizado de maneira adequada. 

 

Tenha uma rota acessível 

A ABNT também determina que o estabelecimento deverá ter uma rota acessível. Isso significa que o trajeto deve ser contínuo, sinalizado e desobstruído.

Este trajeto conecta os ambientes externos e internos de edificações e espaços. Ele também pode ser sinalizado de forma autônoma e segura por todas as pessoas, inclusive as que têm deficiência. 

A rota acessível precisa levar em conta a parte externa, que pode precisar de instalar rampas.  

 

Faça portas com vão livre

Todas as portas do estabelecimento deverão ter vão livre de no mínimo 0,80m e altura mínima de 2,10m. Além disso, as maçanetas devem ser instaladas em altura entre 0,9m a 1,10m e devem ser operadas em um único movimento, sem exigir muito esforço. 

 

Cuide dos espaços para mesas de trabalho ou refeições 

A recomendação é de que pelo menos 5% das mesas de trabalho ou de refeições sejam acessíveis para as pessoas com cadeiras de rodas. A mobília deverá ter uma altura entre 0,75m e 0,85m e permitir o avanço da cadeira até no máximo 0,50m.

 

Indicação dos equipamentos de acessibilidade 

Em equipamentos de acessibilidade, é necessário que sejam indicados de acordo com o Símbolo Internacional de Acesso (SAI). Assim, as pessoas estarão bem informadas que no espaço há equipamentos que promovem o acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.  

 

Coloque sinalização tátil 

Quem tem deficiência visual precisa de um ambiente com uma sinalização tátil. A representação deve ser por meio de relevos ou na linguagem braille. 

 

Possua sinalização sonora 

Outra dica importante é emitir sinalização sonora para os deficientes visuais. Ela pode alertar de perigos e também orientar onde está instalada a plataforma de acessibilidade ou demais equipamentos para locomoção. 

 

Pense na largura dos corredores 

Em ambientes onde há corredores, pense em ter alguns com uma largura mínima de 90 cm. Tenha também um balcão de atendimento rebaixado e sanitários adaptados. Assim, as pessoas com mobilidade reduzida terão os espaços livres. 

Gostou das nossas dicas? Leia o nosso próximo post sobre cotas para deficientes nas empresas e acessibilidade nas indústrias!

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Banheiro com acessibilidade: como tornar o local mais inclusivo

Banheiro com acessibilidade: como tornar o local mais inclusivo

Conhecido como PNE, que significa “pessoas com necessidades especiais”, o banheiro com acessibilidade é essencial na vida de quem possui algum tipo de limitação. 

No Brasil, o  banheiro com acessibilidade é obrigatório em locais públicos, seguindo as normas da ABNT. Já nas residências, deve atender às necessidades de cada usuário, além de valorizar o imóvel.

Acompanhe a leitura do nosso artigo e saiba mais sobre o assunto.

 

Obedeça as normas para ter um banheiro mais acessível

Para construir um banheiro com acessibilidade em estabelecimentos, locais públicos ou em casas é preciso seguir as orientações da ABNT NBR 9050. A Associação Brasileira de Normas Técnicas determina os pontos que devem ter acesso nas edificações. 

Segundo a norma, escolas, shoppings, universidades, hotéis, ou seja, prédios públicos e comerciais devem ter ao menos 10% de banheiros destinados às pessoas com deficiência. 

Em casas e apartamentos, o banheiro com acessibilidade não é obrigatório, porém, proporciona mais segurança e conforto aos moradores.

 

Instale barras de apoio

O banheiro com acessibilidade deve ter barras de apoio. Elas oferecem segurança para quem usa cadeira de rodas, têm mobilidade reduzida ou que é idoso e precisa se apoiar. No entanto, para que essas barras sejam seguras, elas precisam suportar 150 kg e ter de 30 a 45 mm de diâmetro. Também é importante posicioná-las a uma distância mínima de 4 cm da parede. 

Próximo ao vaso sanitário, você deve instalar barras atrás da privada. No caso de banheiros que não têm parede ao lado do sanitário, o ideal é uma barra articulada. Pense também em ter suporte ao lado da pia. 

No caso da ABNT 9050, ela exige duas barras, uma de cada lado do lavatório. Elas podem ser instaladas na vertical e na horizontal. Instale também perto do registro do chuveiro, do banco ou da cadeira de banho.

 

Tenha pias indicadas pela ABNT

As pias devem ser projetadas de forma que a cadeira de rodas fique 30 cm abaixo da borda do lavatório. As torneiras também deverão ser acionadas por alavancas ou por sensores. Assim, a pessoa com deficiência terá mais facilidade para lavar as mãos.

 

Tome cuidado na hora de colocar as portas 

As portas do banheiro devem ser acessíveis. A ABNT determina que a porta deve ter 80 cm de largura e abrir para o lado de fora. Instale ainda um puxador na horizontal, com 40 cm de largura. Além disso, ele deve ficar a uma altura em que a pessoa passe com a cadeira de rodas. 

 

Eleve o vaso sanitário 

De acordo com a Norma Brasileira, o vaso sanitário deve ser elevado, dessa forma, os assentos atendem as pessoas com mobilidade reduzida.

 

Torne a área do chuveiro acessível

No banheiro com acessibilidade, a área do chuveiro não pode ter desnível. O chão deve ser nivelado para não causar acidentes. Além disso, é mais fácil utilizar a área com a cadeira de rodas.

Outro detalhe importante é quanto ao piso. Ele deve ser antiderrapante e no lugar do box o mais indicado é o uso de cortinas, pois não atrapalham na saída e entrada. Segundo as normas técnicas brasileiras, a área do banho deve ser em formato retângulo e ter no máximo 95 cm para facilitar a locomoção.  

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Processo seletivo PCD: dicas para o recrutamento

Processo seletivo PCD: dicas para o recrutamento

A princípio, fazer um processo seletivo PCD pode ser um grande desafio. Afinal, é necessário saber o que a lei diz sobre a realização deste processo e entender como funciona todo o recrutamento para profissionais com deficiência. 

O que diz a lei sobre o processo seletivo PCD

Segundo a Lei de Cotas , toda empresa com mais de 100 colaboradores precisa contratar pessoas com deficiência. Portanto, a lei determina que:

  • organizações entre 100 e 200 colaboradores devem ter 2% de pessoas com deficiência;
  • empresas com 201 a 500 funcionários, 3% de PCD’s;
  • organizações com 501 a 1000, total de 4% de pessoas com deficiência;
  • empresas com mais de 1000 colaboradores, 5% deles serão PCDs.

Em relação à demissão de pessoas com deficiência, o empreendedor poderá dispensá-las desde que contrate outra PCD. 

 

Entenda o que é deficiência

Segundo o decreto nº 3.298, de 1999, deficiência é toda perda ou anormalidade de uma estrutura, ou função psicológica, anatômica ou fisiológica. Portanto, sempre que for realizar um processo seletivo PCD dê uma lida neste decreto. Nele, terá outras informações importantes sobre o assunto.

 

Planeje o processo seletivo PCD

Neste momento, deverá considerar as características de cada pessoa para a vaga. Para isso, conte com o apoio do departamento de recursos humanos e faça um bom planejamento. 

Um exemplo: se você procura por pessoas com deficiência auditiva, chame um especialista em linguagem de sinais para ajudar a recrutar os melhores profissionais. 

 

Veja tudo que precisa

É importante ver com antecedência tudo que é necessário para garantir um processo seletivo PCD justo. Portanto, fique atento ao espaço físico, aos equipamentos de escolha de candidatos e aos materiais. No caso de pessoas com deficiência física, faça o processo seletivo em uma área acessível, de preferência que não tenha nenhum obstáculo como escadas ou que tenha um elevador de acessibilidade. 

 

Divulgue vagas que sejam coerentes com a situação da empresa e do futuro profissional

Foque em pessoas que sejam qualificadas para cada vaga. Por isso, divulgue vagas adequadas, ou seja, de cargos que encontrarão candidatos capacitados. Para isso, estude as necessidades da organização dentro do que pode ser oferecido e veja com o RH sobre a adequação de cada cargo. 

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Como usar os canais digitais para divulgar o processo seletivo PCD

Se o cargo é para quem possui deficiência auditiva, será necessário um intérprete de libras no anúncio. Por exemplo, o meio de divulgação é o Instagram. Uma dica é colocar a janela de Libras no vídeo. Assim, o candidato terá a acessibilidade necessária para entender sobre o que está sendo divulgado. 

Na entrevista, é necessário saber sobre a deficiência do profissional, para assim, ter noção se o ambiente precisará de adaptações na questão de acessibilidade caso a pessoa seja selecionada.

Ainda sobre essa etapa, deixe claro o que a empresa espera do (a) profissional. E por último, saiba quais as experiências o (a) profissional já teve e como foi para ele (a), trabalhar em outras organizações.

A contratação de PCD pode exigir testes de aptidão que verifiquem os conhecimentos dos candidatos. Embora muitas pessoas sejam autodidatas, é importante verificar o conhecimento. Analise as experiências, veja quais cursos o candidato tem e fique atento às suas habilidades. 

 

Explique a jornada de trabalho

Uma pessoa com deficiência pode trabalhar até 8 horas diárias ou 44 semanais. No entanto, caso tenha necessidade de flexibilizar o horário, será possível. Segundo a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, isso só dependerá do grau de deficiência do selecionado à vaga. 

Algumas pessoas poderão exigir condições especiais de trabalho, jornada variável e horário flexível. Desta forma, a empresa terá que optar por um contrato específico dentro da legislação trabalhista. 

Com essas dicas de como fazer um processo seletivo PCD, não haverá dificuldades na hora de fazê-lo, não é mesmo? E caso precise de um equipamento que promova a acessibilidade dos candidatos, pense em ter no local um elevador de acessibilidade. Ele garantirá a segurança e o deslocamento dos candidatos. 

Gostou do conteúdo? Leia o nosso próximo post e entenda as principais leis de acessibilidade no Brasil! 

Plataforma de acessibilidade em escolas: volta às aulas com inclusão social

Plataforma de acessibilidade em escolas: volta às aulas com inclusão social

Plataforma de acessibilidade em escolas: volta às aulas com inclusão social 

A acessibilidade às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida é garantida por lei. Todos os estabelecimentos deveriam e devem se preocupar com essa questão. Isso vale também para as  instituições de ensino. Por isso, plataformas de acessibilidade em escolas são equipamentos de grande importância.

Ainda sobre a inclusão, o  artigo 24 do decreto 5296 de 2004 regulamenta a acessibilidade nas escolas, tornando-a obrigatória. Segundo a norma, quem investe em ambiente escolar deve pensar desde o projeto até a finalização, pois as instituições de ensino devem se adequar a lei e a realidade dos alunos. 

Para entender a importância da plataforma de acessibilidade em escolas, preparamos este post. Confira! 

 

Qual é a importância de contar com uma plataforma de acessibilidade em escolas?

Instituições de ensino que têm plataformas de acessibilidade acolhem crianças e jovens com deficiências físicas ou mobilidade reduzida. Ela possibilita o acesso à educação e ao mesmo tempo:

Garante o bem estar físico e mental

O papel da escola na inclusão social é importante. Ela trabalha com todos os tipos de público, desde o infantil ao adulto. Assim, quando  um investidor pensa no futuro e se prepara para receber crianças com mobilidade reduzida ou algum tipo de deficiência, ele contribui para um mundo mais igualitário.

Promove a integração de todos no ambiente escolar

Ao promover a inclusão com uma plataforma de acessibilidade em escolas, você valoriza a diversidade. Pois, alunos com mobilidade reduzida ou deficiência não se sentem excluídos do grupo ou da sociedade. Assim, a promoção da acessibilidade também torna-se uma verdadeira oportunidade para se discutir assuntos relacionados ao tema.

Possibilita a participação dos alunos nas atividades

Com uma plataforma de acessibilidade em escolas, o aluno se sente mais seguro para participar das atividades escolares. Ele sabe que a escola se preocupa com o bem estar de todos e oferece auxílio aos estudantes que precisam para ter um ano letivo mais proveitoso. Além disso, se o aluno se sente parte da instituição, ele tem um aprendizado mais eficiente.

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Como promover a acessibilidade? 

Além da plataforma de acessibilidade em escolas, a inclusão de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida nos ambientes deve começar com a comunicação. Portanto, a inclusão deve contemplar a maneira que as aulas são administradas. 

Veja alguns exemplos: 

No caso das crianças ou jovens surdos, o ideal é ter intérprete de LIBRAS para fazer a tradução simultânea. Já para as que têm deficiências cognitivas, deverão contar com os professores habilitados. No caso das crianças cegas, é importante oferecer materiais em braille. 

Além disso, a tecnologia com o uso de projetores interativos também facilita a vida de estudantes, assim como atividades que envolvem: 

  • movimento corporal;
  • fala;
  • consciência espacial.

Outras dicas para promover a acessibilidade no ambiente escolar:

Instale pisos táteis

Esses pisos oferecem acessibilidade para quem tem deficiência visual, que indicam os caminhos que os alunos cego precisam, evitando barreiras que existem nos espaços.

Ofereça acessibilidade na entrada

A rua e a entrada da escola precisam garantir a acessibilidade no ambiente escolar. Portanto, você pode instalar uma plataforma de acessibilidade em escolas. Assim, a criança ou o jovem com mobilidade reduzida conseguirão entrar no ambiente escolar sem dificuldades.

Pense na acessibilidade aos toalhetes

Os banheiros precisam receber adaptações para os alunos com deficiência ou mobilidade reduzida. É importante contar com sanitários apropriados, com barras de apoio e pias com no máximo um metro de altura. Uma dica é projetar um banheiro completamente adaptado. Pode-se, inclusive, pensar na plataforma de acessibilidade em escolas para os banheiros.

 

Qual é a melhor plataforma de acessibilidade em escolas?

Se você deseja promover a inclusão dos alunos no ambiente escolar, você precisa de uma plataforma de acessibilidade como a Plataforma de Acessibilidade PNE, da JE Elevadores. Ela pode ser instalada em qualquer lugar e oferece segurança a quem a utiliza. Além disso, para a instalação da plataforma é simples e não exige grandes espaços como num elevador tradicional. Portanto, a escola só terá vantagem com esse equipamento.  

Plataforma de acessibilidade PNE | JE Elevadores

E então, agora que você aprendeu um pouco mais sobre plataforma de acessibilidade em escolas, saberá o que fazer para garantir a inclusão dos estudantes. Pense em ter um espaço mais confortável e atrativo. Invista em acessibilidade!

Gostou do conteúdo? Leia o nosso próximo post sobre a acessibilidade no ambiente escolar e aprenda a aplicá-la! 

Entenda as principais leis de acessibilidade no Brasil

Entenda as principais leis de acessibilidade no Brasil

Em 1988 foi criada a Constituição Brasileira para garantir os direitos sociais e individuais dos cidadãos, inclusive das pessoas deficientes ou com mobilidade reduzida. E foi a partir da Constituição que surgiram as leis de acessibilidade no Brasil, como a Lei 10.098, a primeira lei que garante a autonomia e a oportunidade para todos.

Mais tarde, em 2004, o Decreto Nº 5296 veio para reforçar a Lei 10.098. Assim, enfatizou-se o atendimento prioritário às pessoas portadoras de deficiência, a importância de se ter projetos arquitetônicos e urbanísticos acessíveis e o acesso à comunicação e informação. E por fim, também se fortaleceu a importância das normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). 

Acessibilidade na construção civil: importância dos projetos e a responsabilidade

E foi por causa das normas da ABNT que vários padrões de acessibilidade foram lançados. Assim, também foi possível reunir um manual da ABNT 9050, com foco na construção civil, instalação e adaptação de edificações. Portanto, as principais leis de acessibilidade no Brasil merecem toda a nossa atenção, pois é importante respeitarmos os direitos de todos e entendermos o que podemos fazer para transformar a sociedade em que vivemos.

Entretanto, se você deseja aprender um pouco mais sobre as leis de acessibilidade no Brasil, continue com a leitura do nosso post. Por aqui, vamos explicar tudo que você precisa saber para ter os seus direitos respeitados e ao mesmo tempo respeitar as pessoas com deficiência. Ficou interessado em conferir o conteúdo com a gente? Então, siga com a leitura!

Veja como eram as leis antes de 2000

Antes de 88, a acessibilidade não era vista com grande importância como nos tempos atuais. O desenho universal não estava presente no design urbano. Durante os anos pré ditadura, não havia muito conhecimento para que se pudessem adaptar os espaços e torná-los acessíveis. No entanto, nem tudo parecia perdido. Em 1961, a educação dava os seus primeiros sinais de inclusão.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação trazia em seus artigos o termo “alunos excepcionais”. Segundo a norma, esses alunos deveriam ser integrados em sala para promover a inclusão. Durante a ditadura militar, a lei foi alterada e os estudantes com deficiência mental, visual, auditiva ou física foram chamados de “alunos com deficiências físicas ou mentais”.

Nessa época, as escolas com esses alunos tiveram que enviá-los às instituições diferentes consideradas especiais. Entretanto, a Constituição serviu para reafirmar o compromisso com os direitos humanos. Em 1991, a Lei de Cotas surgiu para derrubar qualquer entrave ou obstáculo para as pessoas com deficiência, oferecendo  mais dignidade, como oportunidade de trabalho. Entretanto, em 2000 que se viu mais avanços com a Lei 10.098.

Entenda a principal Lei de Acessibilidade no Brasil

Considerada a primeira lei de acessibilidade no Brasil, a Lei 10.098 traz temas importantes como o direito de ir e vir das pessoas com deficiência. Também há trechos dedicados à acessibilidade nos meios de transportes, como o transporte coletivo. A Lei determina, ainda, que as pessoas com deficiência tenham acesso aos meios legais para que se sintam realmente representadas. Assim, a partir dessa lei que a acessibilidade no País passou realmente a ser reconhecida.

Anos mais tarde, já em 2004, o Decreto Nº 5296 criado pelo Governo Federal, citava as normas da ABNT e discorria sobre alguns pontos da Lei como Acessibilidade Geral, Atendimento Prioritário, Transporte Coletivo, etc.  Assim, as normas técnicas da ABNT foram compiladas na ABNT NBR 9050, que como o Estatuto da Pessoa com Deficiência, passou a reunir todas as informações revisadas. Dessa forma, empreendedores, construtores e portadores de deficiência passaram a ter mais acesso à informação.

Logo, as leis de acessibilidade no Brasil pareciam estar prontas e já em ação. Porém, apesar dos avanços, ainda existem pontos que precisam ser melhorados em relação à pessoa com deficiência, como, por exemplo, mais exigência em relação às calçadas. Ainda hoje, vemos muitos espaços com obstáculos para as pessoas com deficiência. Faltam calçadas conservadas, rampas e em alguns edifícios, elevadores de acessibilidade.

Conheça o Estatuto da Pessoa com Deficiência

Criado em 2015, o Estatuto da Pessoa com Deficiência é o maior documento sobre as condições da pessoa com deficiência no Brasil. Ele é considerado uma base legal, pois é amparado pela Lei anterior, mas ainda é um documento revisto e com complementações. Em 2016, o Estatuto entrou em vigor e trouxe uma novidade para a construção civil. Ele também serviu para integrar totalmente os espaços urbanos, tanto os residenciais como é o caso dos condomínios, como os públicos e privados.

Aprenda um pouco mais sobre as Leis de acessibilidade no Brasil

As leis de acessibilidade no Brasil deram as bases legais para a garantia da acessibilidade em diversas áreas, como na construção civil, nos veículos de transporte coletivos, nos sistemas de comunicação, por meio dos meios de comunicação. Hoje, é possível ver em programas de TV a linguagem dos sinais. Sem dúvida, uma das formas mais lindas de se promover a acessibilidade de quem tem problemas auditivos.

Ainda sobre a acessibilidade em espaços públicos ou privados, é importante ressaltar que edifícios ou outras construções que não respeitam as leis de acessibilidade no Brasil, não têm seus projetos arquitetônicos aprovados. Já outro ponto que não pode ser ignorado é a educação. De acordo com o Ministério da Educação, as faculdades deverão adaptar seus espaços físicos e digitais para receberem os alunos com deficiência. Só assim, elas também estarão aptas para cadastrar novos cursos.

Isso quer dizer que toda a direção da faculdade precisa pensar em construir espaços que sejam acessíveis para as pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida, surdas e mudas, e também portadores de deficiência visual.

Como se adaptar? É necessário ter rampas, elevadores de acessibilidade, pisos adaptados para deficientes visuais, corrimãos e até intérprete de Libras. A Constituição Brasileira diz que todos os cidadãos são iguais perante a lei. E, portanto, devem também ter o seu direito a acessibilidade respeitado.

Leis de acessibilidade

Sobre a área da saúde, de acordo com a Lei de Acessibilidade, prédios públicos devem seguir o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Já a Agência Nacional de Saúde Suplementar será a responsável por estabelecer os planos de saúde para quem precisa, obrigatoriamente, e assim ter a acessibilidade em todas as comunicações.

Você que gosta de investir em empreendimentos, que é empresário e tem casas de shows ou clubes precisa estar ciente da importância de respeitar as principais leis de acessibilidade no Brasil, para que assim todos tenham os seus direitos garantidos. Isso é bom para a pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida, mas também para você, que será reconhecido como alguém que realmente se importa e respeita o próximo.

Agora que você entendeu as principais leis de acessibilidade no Brasil, que tal conhecer as cidades brasileiras que possuem maior acessibilidade? Acesse o próximo post para saber!