Entenda as principais leis de acessibilidade no Brasil

Entenda as principais leis de acessibilidade no Brasil

Em 1988 foi criada a Constituição Brasileira para garantir os direitos sociais e individuais dos cidadãos, inclusive das pessoas deficientes ou com mobilidade reduzida. E foi a partir da Constituição que surgiram as leis de acessibilidade no Brasil, como a Lei 10.098, a primeira lei que garante a autonomia e a oportunidade para todos.

Mais tarde, em 2004, o Decreto Nº 5296 veio para reforçar a Lei 10.098. Assim, enfatizou-se o atendimento prioritário às pessoas portadoras de deficiência, a importância de se ter projetos arquitetônicos e urbanísticos acessíveis e o acesso à comunicação e informação. E por fim, também se fortaleceu a importância das normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). 

Acessibilidade na construção civil: importância dos projetos e a responsabilidade

E foi por causa das normas da ABNT que vários padrões de acessibilidade foram lançados. Assim, também foi possível reunir um manual da ABNT 9050, com foco na construção civil, instalação e adaptação de edificações. Portanto, as principais leis de acessibilidade no Brasil merecem toda a nossa atenção, pois é importante respeitarmos os direitos de todos e entendermos o que podemos fazer para transformar a sociedade em que vivemos.

Entretanto, se você deseja aprender um pouco mais sobre as leis de acessibilidade no Brasil, continue com a leitura do nosso post. Por aqui, vamos explicar tudo que você precisa saber para ter os seus direitos respeitados e ao mesmo tempo respeitar as pessoas com deficiência. Ficou interessado em conferir o conteúdo com a gente? Então, siga com a leitura!

Veja como eram as leis antes de 2000

Antes de 88, a acessibilidade não era vista com grande importância como nos tempos atuais. O desenho universal não estava presente no design urbano. Durante os anos pré ditadura, não havia muito conhecimento para que se pudessem adaptar os espaços e torná-los acessíveis. No entanto, nem tudo parecia perdido. Em 1961, a educação dava os seus primeiros sinais de inclusão.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação trazia em seus artigos o termo “alunos excepcionais”. Segundo a norma, esses alunos deveriam ser integrados em sala para promover a inclusão. Durante a ditadura militar, a lei foi alterada e os estudantes com deficiência mental, visual, auditiva ou física foram chamados de “alunos com deficiências físicas ou mentais”.

Nessa época, as escolas com esses alunos tiveram que enviá-los às instituições diferentes consideradas especiais. Entretanto, a Constituição serviu para reafirmar o compromisso com os direitos humanos. Em 1991, a Lei de Cotas surgiu para derrubar qualquer entrave ou obstáculo para as pessoas com deficiência, oferecendo  mais dignidade, como oportunidade de trabalho. Entretanto, em 2000 que se viu mais avanços com a Lei 10.098.

Entenda a principal Lei de Acessibilidade no Brasil

Considerada a primeira lei de acessibilidade no Brasil, a Lei 10.098 traz temas importantes como o direito de ir e vir das pessoas com deficiência. Também há trechos dedicados à acessibilidade nos meios de transportes, como o transporte coletivo. A Lei determina, ainda, que as pessoas com deficiência tenham acesso aos meios legais para que se sintam realmente representadas. Assim, a partir dessa lei que a acessibilidade no País passou realmente a ser reconhecida.

Anos mais tarde, já em 2004, o Decreto Nº 5296 criado pelo Governo Federal, citava as normas da ABNT e discorria sobre alguns pontos da Lei como Acessibilidade Geral, Atendimento Prioritário, Transporte Coletivo, etc.  Assim, as normas técnicas da ABNT foram compiladas na ABNT NBR 9050, que como o Estatuto da Pessoa com Deficiência, passou a reunir todas as informações revisadas. Dessa forma, empreendedores, construtores e portadores de deficiência passaram a ter mais acesso à informação.

Logo, as leis de acessibilidade no Brasil pareciam estar prontas e já em ação. Porém, apesar dos avanços, ainda existem pontos que precisam ser melhorados em relação à pessoa com deficiência, como, por exemplo, mais exigência em relação às calçadas. Ainda hoje, vemos muitos espaços com obstáculos para as pessoas com deficiência. Faltam calçadas conservadas, rampas e em alguns edifícios, elevadores de acessibilidade.

Conheça o Estatuto da Pessoa com Deficiência

Criado em 2015, o Estatuto da Pessoa com Deficiência é o maior documento sobre as condições da pessoa com deficiência no Brasil. Ele é considerado uma base legal, pois é amparado pela Lei anterior, mas ainda é um documento revisto e com complementações. Em 2016, o Estatuto entrou em vigor e trouxe uma novidade para a construção civil. Ele também serviu para integrar totalmente os espaços urbanos, tanto os residenciais como é o caso dos condomínios, como os públicos e privados.

Aprenda um pouco mais sobre as Leis de acessibilidade no Brasil

As leis de acessibilidade no Brasil deram as bases legais para a garantia da acessibilidade em diversas áreas, como na construção civil, nos veículos de transporte coletivos, nos sistemas de comunicação, por meio dos meios de comunicação. Hoje, é possível ver em programas de TV a linguagem dos sinais. Sem dúvida, uma das formas mais lindas de se promover a acessibilidade de quem tem problemas auditivos.

Ainda sobre a acessibilidade em espaços públicos ou privados, é importante ressaltar que edifícios ou outras construções que não respeitam as leis de acessibilidade no Brasil, não têm seus projetos arquitetônicos aprovados. Já outro ponto que não pode ser ignorado é a educação. De acordo com o Ministério da Educação, as faculdades deverão adaptar seus espaços físicos e digitais para receberem os alunos com deficiência. Só assim, elas também estarão aptas para cadastrar novos cursos.

Isso quer dizer que toda a direção da faculdade precisa pensar em construir espaços que sejam acessíveis para as pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida, surdas e mudas, e também portadores de deficiência visual.

Como se adaptar? É necessário ter rampas, elevadores de acessibilidade, pisos adaptados para deficientes visuais, corrimãos e até intérprete de Libras. A Constituição Brasileira diz que todos os cidadãos são iguais perante a lei. E, portanto, devem também ter o seu direito a acessibilidade respeitado.

Leis de acessibilidade

Sobre a área da saúde, de acordo com a Lei de Acessibilidade, prédios públicos devem seguir o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Já a Agência Nacional de Saúde Suplementar será a responsável por estabelecer os planos de saúde para quem precisa, obrigatoriamente, e assim ter a acessibilidade em todas as comunicações.

Você que gosta de investir em empreendimentos, que é empresário e tem casas de shows ou clubes precisa estar ciente da importância de respeitar as principais leis de acessibilidade no Brasil, para que assim todos tenham os seus direitos garantidos. Isso é bom para a pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida, mas também para você, que será reconhecido como alguém que realmente se importa e respeita o próximo.

Agora que você entendeu as principais leis de acessibilidade no Brasil, que tal conhecer as cidades brasileiras que possuem maior acessibilidade? Acesse o próximo post para saber!

Impacto da pandemia na acessibilidade de pessoas com deficiência

Impacto da pandemia na acessibilidade de pessoas com deficiência

Se antes da pandemia do novo coronavírus era difícil a acessibilidade de pessoas com deficiência, imagina agora? Com todas as regras de isolamento social impostas nas cidades, principalmente nos grandes centros, é preciso se adaptar. Outro problema enfrentado por quem é deficiente, como quem tem mobilidade reduzida, é a falta de atendimento médico especializado. Vale ressaltar que há pessoas com deficiência que precisam dar continuidade ao tratamento médico ou fisioterápico.

Para você ter ideia, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há no Brasil 46 milhões de pessoas com deficiência. Isso representa 24% da população que sofre com a falta de acessibilidade. Mas os problemas não param por aí. Neste post, você vai saber qual é o impacto da pandemia na acessibilidade das pessoas com deficiência. Ficou interessado? Acompanhe a leitura!

Como se orientar e evitar o impacto provocado pela Covid-19?

Você que se preocupa com a acessibilidade de pessoas com deficiência, precisa ficar atento não só as orientações do Ministério da Saúde. O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos lançou uma cartilha com orientações importantes.

No documento, é reforçada a importância dos cuidados com a higiene, pois muitas vezes, quem tem mobilidade reduzida precisa de ajuda para se locomover. Portanto, estar com as mãos higienizadas, unhas cortadas, ter sempre álcool gel a disposição, andar de máscara, são alguns cuidados necessários para não ficar doente.

Qual é o impacto da pandemia na acessibilidade de pessoas com deficiência?

A pessoa com deficiência sofre com o confinamento, pois muitas vezes se sente sozinha. E isso não é bom, pois a solidão pode causar estresse e até depressão. Além de ter a saúde mental prejudicada, a pandemia pode causar os seguintes problemas:

Saídas interrompidas

Com o isolamento social e a necessidade de ficar em casa, as saídas até o mercado, o passeio na praia ou a conversa na praça com os amigos foram interrompidos.

O confinamento trouxe a tona as barreiras da acessibilidade e o medo de se contaminar com o novo coronavírus, algo que ainda é desconhecido pelos cientistas.

Além disso, quem realmente precisa sair, deve ter preocupação em higienizar a cadeira de rodas ou o meio que usa para se locomover. Um trabalho que necessita de apoio de familiares ou amigos.

Rotas inacessíveis para quem tem mobilidade reduzida

As rotas inacessíveis também é outro impacto da pandemia na acessibilidade de pessoas com deficiência. Muitas cidades não têm rampas de acesso nas calçadas e faltam elevadores de acessibilidade. E os locais que existem esses recursos podem estar a quarteirões de distância de onde você mora.

Barreiras de comunicação

E é preciso pensar em todas as pessoas com deficiência. Quem tem perda auditiva também sofre com os impactos da pandemia, pois nem todos compreendem a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Há pessoas que fazem leitura labial para compreender o que as outras falam. E com o uso de máscaras fica impossível se comunicar.

Falta de informações para este tipo de público

Outro impacto que a pandemia causa na acessibilidade de pessoas com deficiência é a falta de informações. Quem precisa trabalhar, pode ter dificuldades com as reuniões online muito usadas neste período. Nem todo mundo tem acesso à tecnologia ou domina os aplicativos e sites que disponibilizam o recurso de reuniões à distância.

Distanciamento

E outro impacto relacionado à acessibilidade das pessoas com deficiência é o distanciamento social. E aqui, precisamos falar dos deficientes visuais. Quem necessita de acompanhamento periódico e medicamentos para conter glaucoma, doença que impossibilita ver anotações, sofre as consequências por não contar com alguém que pode ajudar.

Dificuldades para manter o isolamento social

Pessoas com deficiência, que precisam de cuidadores, têm dificuldades para manter o distanciamento social. Ficam dependentes de outras pessoas. Sem falar que muitos deficientes são considerados de grupo de risco, como os diabéticos.

Por isso, a Covid-19 se torna ainda mais perigosa. Pois, além dos sintomas graves como febre e falta de ar, que podem levar à morte, também há problemas do paciente que precisa de apoio, cair e se machucar.

O que fazer para reduzir o impacto da pandemia na acessibilidade de pessoas com deficiência?

A melhor maneira de reduzir o impacto da pandemia na acessibilidade de pessoas com deficiência é se informar. Fique atento ao que os órgãos municipais, estaduais e federais divulgam. Também é importante observar páginas de entidades que dão apoio às pessoas com deficiência.

Preste atenção ao que é recomendado para os cuidadores e atendentes pessoais, e para as pessoas com baixa imunidade e tipos de deficiência.

Se você tem lesões medulares, saiba que está no grupo de risco e por isso pode ter dificuldade respiratória. Se deseja sair para algum lugar, limpe o aro da sua cadeira de rodas quando chegar em casa. Não se esqueça de dar a mesma atenção para o joystick, as órteses e próteses, e os meios de locomoção como muletas, andadores e bengalas.

Agora você já sabe como é importante ser bem informado e ter a consciência sobre os impactos na acessibilidade de pessoas com deficiência, não é verdade? Se informe e fique em casa se puder! Evite a Covid-19!

Gostou do conteúdo? Acesse o nosso próximo post e saiba como higienizar os elevadores de acessibilidade!

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Acessibilidade em condomínios: ofereça bem estar dentro das leis

Acessibilidade em condomínios: ofereça bem estar dentro das leis

A lei garante a acessibilidade em condomínios. Em 2004, entrou em vigor a Lei de Acessibilidade, que orienta a adequação dos condomínios e prédios para que possam atender a todos. Segundo a norma, é importante oferecer mais conforto e qualidade de vida para quem reside nesses locais e têm alguma deficiência ou mobilidade reduzida.

Além da lei federal, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) também trata da necessidade de implementação de acessibilidade nas construções tanto novas quanto antigas. A norma contempla pessoas obesas, gestantes e idosos. Também é necessário conhecer as leis do seu Estado e município para saber quais são as orientações sobre a acessibilidade.

Entretanto, além de todas essas leis, você pode aplicar algumas dicas que preparamos, para promover a acessibilidade em condomínios. Quer conferir cada uma delas? Siga com a leitura!

Como pensar em todos que residem no condomínio?

Em primeiro lugar, pense que os moradores devem se sentir confortáveis onde moram. Por isso, na hora de elaborar um projeto de acessibilidade em condomínios, não se esqueça de pensar nos cadeirantes, deficientes físico e visuais, ou que possuam mobilidade reduzida.

Lembre-se dos idosos e de quem sofre com doenças que interferem na mobilidade. Também não se esqueça das gestantes. Muitas mulheres podem ter uma gravidez de risco que impede uma boa locomoção. Também há aquelas que não podem fazer muito esforço físico.

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Como promover a acessibilidade em condomínios e oferecer conforto dentro das leis?

Você pode seguir as seguintes dicas aqui listadas:

Adapte a portaria do condomínio

Coloque piso antiderrapante e tátil para oferecer mais segurança. Sinalize a rampa de acesso e instale corrimão. Compre uma porta com no mínimo 80 cm de largura, que facilite a acessibilidade de quem tem mobilidade reduzida e utiliza andador, carrinho de bebê ou cadeira de rodas. Pense também no interfone do condomínio. Ele deve ter uma marcação em braile para ajudar quem tem deficiência visual.

Facilite a mobilidade na garagem do condomínio

Instale elevadores de acesso e coloque sinalizadores luminosos que indicam os andares dos prédios. Tenha botões em braile e sensor de presença. Trabalhe todos os espaços da garagem para trazer mais conforto e segurança aos moradores.

Cuide dos degraus e das rampas

Os degraus e as rampas devem ter piso tátil que facilitem a acessibilidade de quem tem deficiência visual ou baixa visão. Nas escadas, instale um corrimão para auxiliar quem tem problemas para se locomover. Em áreas comuns, como playground, piscina e salão de festas, construa rampas de acesso. Pense sempre no direito de ir e vir de quem reside ou visita o condomínio.

Cuide da área da piscina

Além de você ter que construir uma área com piso antiderrapante, é importante ter um elevador de acessibilidade para piscinas. Cuidar para que todos aproveitem os momentos de lazer, o elevador dá mais segurança à quem tem mobilidade reduzida. É um equipamento que garante a acessibilidade em condomínios.

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Adapte os banheiros

Os banheiros de uso comum precisam ter barras de ferro ao lado dos sanitários. Você também deve pensar em vasos e pias adaptados. Deixe que a porta abra para o lado externo do sanitário e coloque um puxador horizontal no lado interno do box.

Instale dispositivos de segurança nas portas de acesso

No condomínio, muitas portas podem ser acionadas por sensores. Neste caso, use uma tecnologia que controla a abertura e o fechamento das portas de acordo com a necessidade de cada morador. O dispositivo de segurança deve impedir que a porta se feche sobre o morador.

Sinalize os locais que têm acessibilidade

É importante indicar os locais com acessibilidade. Sinalize com o símbolo internacional de acesso. A figura deve estar voltada para o lado direito e afixada em local visível ao público. Utilize a sinalização nos seguintes lugares:

  • Áreas acessíveis de embarque/desembarque;
  • Sanitários;
  • Entradas, áreas e vagas de estacionamento de veículos;
  • Áreas de assistência para resgate, saídas de emergência e áreas de refúgio;
  • Áreas reservadas para pessoas com cadeira de rodas;
  • Equipamentos que são exclusivos para a pessoa com deficiência.

Promova a acessibilidade dentro dos apartamentos e casas

Além de pensar nas áreas externas do condomínio, você precisa dar atenção ao interior dos apartamentos e das casas. Portanto, pense em promover a acessibilidade em todos os ambientes como:

  • Sala e quarto: precisam ser amplos para quem usa andadores, carrinho de bebê, cadeira de rodas ou muletas;
  • Banheiro: deve ter um espaço amplo e que caiba uma cadeira de rodas, um andador ou uma pessoa com muletas. Instale barras de ferro no box e na área do chuveiro;
  • Parede do banheiro: precisa ser reforçada para receber barras de apoio;
  • Cozinha: é importante que o espaço seja amplo e disponibilize o suficiente para a aproximação lateral aos equipamentos eletrodomésticos. Para isso, converse com o construtor ou engenheiro responsável pela obra.

Acessibilidade em condomínios

Como você pode ver, é preciso pensar na acessibilidade em condomínios. Para isso, reúna os moradores e explique o quanto os imóveis serão valorizados após as adaptações.

E para você que já tem um projeto de acessibilidade em condomínios, acesse o link e solicite um orçamento do nosso elevador!

Cidades com maior acessibilidade no Brasil

Cidades com maior acessibilidade no Brasil

A acessibilidade no Brasil ainda é um grande desafio. No entanto, hoje há cidades que possuem maior acessibilidade, ou seja, que contam com recursos para ajudar na locomoção de pessoas e estimular a interação entre a própria cidade e a população. São mais agradáveis e acolhedoras para a pessoa com deficiência, mobilidade reduzida e turistas.

Além disso, as cidades mais acessíveis são as que garantem o acesso igual aos direitos fundamentais, melhoram a qualidade de vida da população e asseguram que todo mundo, independentemente de mobilidade, capacidade ou idade tenham igual acesso a todos os recursos que qualquer município pode oferecer.

No entanto, para que você conheça as cidades com maior acessibilidade no Brasil, preparamos este post. Ficou interessado no assunto? Então, confira o nosso artigo!

São Paulo (SP)

A cidade de São Paulo é a primeira da lista das cidades com maior acessibilidade no Brasil. Considerada uma das maiores capitais do mundo, ela se destaca por apresentar atrações como o Memorial da América Latina e o Museu do Futebol.

Esses locais também têm áudio-guias, maquetes táteis, totens em braille, imagens em relevo, acesso para cadeirantes e piso tátil.

Lembra que quando falamos em acessibilidade, não pensamos apenas nas pessoas com mobilidade reduzida, mas em quem tem deficiência visual e auditiva.

Por isso, é importante que as cidades brasileiras façam como São Paulo, invistam em projetos que atendem qualquer pessoa com mobilidade reduzida ou outro tipo de deficiência.

Rio de Janeiro (RJ)

Outra cidade com maior acessibilidade no Brasil é o Rio de Janeiro. Considerada a Cidade Maravilhosa, ela é conhecida por sediar as Paraolimpíadas em 2016.

Atletas de várias partes do Brasil e do mundo brilharam nos jogos durante o evento, que recebeu R$ 75 milhões em obras de acessibilidade.

Além disso, hoje, o turista com deficiência pode ir ao Pão de Açúcar e ao Cristo Redentor sem nenhum problema.

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Florianópolis (SC)

A cidade de Florianópolis é a terceira capital com maior acessibilidade no Brasil. No entanto, mesmo sendo considerada um modelo, a capital de Santa Catarina implementa melhorias de acessibilidade e conta com um manual conhecido como “Calçada Certa” para os moradores seguirem.

Neste manual, há normas e definições em relação a instalação de pisos e rampas para travessias, o que facilita a orientação de pessoas com deficiência visual ou cadeirantes.

Mesmo assim, a acessibilidade urbana ainda é um desafio para as cidades que buscam a inclusão social. E por isso, todas as regiões da “ilha da magia” foram avaliadas e cerca de 20 vias foram analisadas por pesquisadores.

Como resultado deste estudo, três locais foram considerados adequados por possuírem calçadas mais acessíveis. São eles: Praça 15 de Novembro, Terminal Rodoviário Rita Maria e Centro de Estudos da Polícia Militar de SC.

 

Foz do Iguaçu (PR)

Cidade linda, conhecida pelas Cataratas do Iguaçu. Foz recebe milhares de turistas de várias partes do mundo e é considerada o primeiro município no turismo de inclusão no País. É um dos destinos com maior acessibilidade no Brasil com pontos turísticos.

Salvador (BA)

Salvador também é outra cidade com maior acessibilidade no Brasil. Ela adaptou aos tempos modernos. A cidade possui um centro histórico que é considerado patrimônio cultural da humanidade.

Hoje, o local conta com guias rebaixadas, elevadores e rampas, recursos que ajudam a transitar pelas famosas escadarias e ladeiras de Salvador.

Uberlândia (MG)

E temos uma cidade mineira em nossa lista! Uberlândia não consta no site do Governo Federal como uma das cidades com maior acessibilidade no Brasil, mas ela não pode ficar de fora. O motivo? É que em cada esquina da cidade, você encontra rampas de acessibilidade. Se você andar pelo Centro ou pelos bairros, verá piso tátil e uma frota de ônibus coletivos com elevadores para cadeirantes.

Para você ter ideia, a acessibilidade é tão importante para os mineiros, que em Uberlândia, qualquer projeto para uma nova rua, loteamento ou prédio só pode ser aprovado se tiver um plano de mobilidade. Bom para os 600 mil moradores e para quem tem mobilidade reduzida e visita o município.

Como pode ver, essas são as cidades com maior acessibilidade no Brasil e que você pode conhecê-las.

Quer continuar lendo conteúdos como este? Acesse o nosso próximo post e entenda as principais leis de acessibilidade no Brasil!

8 Vantagens do elevador residencial

8 Vantagens do elevador residencial

O elevador residencial possui várias vantagens no seu uso. Ele oferece conforto e comodidade para quem anda de cadeira de rodas ou tem outro tipo de mobilidade reduzida.

Os elevadores residenciais ajudam a vencer desníveis que seriam intransponíveis e fazem com que a limitação de mobilidade se torne coisa do passado. Exemplos de equipamentos eficientes são os elevadores elétricos ou plataforma de acessibilidade.

No entanto, se você deseja conhecer um pouco mais sobre o elevador residencial, continue com a gente em nosso post. Entenda quais as principais vantagens deste equipamento!

1. Oferece mais acessibilidade

O elevador hidráulico para residências oferece mais acessibilidade. Essa é uma das principais vantagens de ter esse tipo de elevador.

Ele serve para cadeirantes, gestantes, idosos e demais pessoas com mobilidade reduzida e deficiência física. O equipamento garante a autonomia dessas pessoas, principalmente dos usuários de cadeira de rodas.

2. Aumenta o conforto da sua casa

Uma grande vantagem do elevador residencial é proporcionar o conforto das pessoas com mobilidade reduzida ou deficiência física em casa. Muitas vezes tido como secundário, o conforto diz respeito à qualidade de vida.

Você pode ter algum tipo de limitação de mobilidade e ainda assim ser plenamente capaz de subir as escadas, mas a tarefa pode ser desconfortável e ser difícil, principalmente para idosos.

Com o elevador residencial, o que era para ser difícil se torna simples e corriqueiro, e a qualidade de vida dá um salto com o conforto que ele oferece.

3. Dá mais segurança aos moradores

O elevador residencial garante a segurança da pessoa com mobilidade reduzida em relação a quedas. Para resolver essa situação, o elevador residencial possui guardas na lateral interna, e pode ser parado a qualquer momento da sua trajetória caso o passageiro sinta-se inseguro com o funcionamento.

A maior questão da segurança é a nossa incapacidade de prever acidentes, o que no caso da pessoa com mobilidade reduzida, torna-se ainda mais potencializado.

Assim, o bom mesmo é seguir a velha máxima: é melhor prevenir do que remediar. Do lado externo, possui uma chave geral, na qual bloqueia o equipamento e mantém as portas fechadas. Ela serve para travar a máquina para que outras pessoas não tenham acesso, como por exemplo, as crianças.

4. Faz você ir mais longe

O elevador é uma maneira de oferecer liberdade para as pessoas que necessitam de acessibilidade. Ele auxilia a sair de casa ou ajuda a chegar na cozinha, caso a sua casa tenha dois andares e possua muitas escadas. Portanto, o elevador residencial é o equipamento que faltava para você conseguir ir e vir em sua casa ou apartamento.

5. Tem custos reduzidos e manutenção garantida

Muitas pessoas não cogitam a instalação de um elevador residencial em casa pensando nos custos como o consumo de energia elétrica. No entanto, ele pode variar conforme o tipo e o modelo de elevador.

Também há preocupação com os custos da instalação de um elevador residencial. No entanto, apesar de você ter que fazer um investimento na instalação do equipamento, o preço é justo e de forma alguma é alto demais.

Além disso, muitas empresas oferecem pacotes de instalação com manutenção já incluída, que deve ser feita periodicamente. Assim, você só gasta uma vez, e já desfruta das vantagens do elevador residencial após a sua instalação.

6. Podem ser instalados em qualquer lugar

O elevador residencial pode ser instalado em qualquer lugar. Um dos melhores pontos do elevador residencial é a sua praticidade de instalação e suas dimensões compactas, que cabem em qualquer lugar e ainda oferecem o tamanho exato para proporcionar uma viagem tranquila e confortável ao passageiro.

Você pode encaixar o elevador residencial em lugares onde há movimento intenso de pessoas na casa e garantir a segurança de todos e a comodidade.Também dá para instalar em qualquer local que precise de uma conexão para as pessoas com mobilidade reduzida na casa, ligando quartos à cozinhas, salas de televisão, banheiros e onde mais for necessário.

7. Valoriza o imóvel

O elevador residencial também valoriza o seu imóvel. Ele agrega valor. Estima-se que a sua casa ou apartamento valorize entre 20% e 25% o imóvel, o que é importante caso você queira vendê-lo mais tarde.

8. Melhora a estética da sua casa ou apartamento

Independente da necessidade do elevador residencial, vale ressaltar que ele agrega melhoria estética ao projeto e isso sem precisar de muito espaço, pois há opções a partir de 2 metros quadrados. Os modelos são elegantes e que acompanham os materiais usados no restante da casa.

Agora você já sabe as vantagens do elevador residencial, não é mesmo? Portanto, quando comprar uma casa ou apartamento, prefira imóveis com esse tipo de elevador.

Gostou do conteúdo? Leia o nosso próximo post e confira algumas vantagens do elevador de acessibilidade!

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