5 erros na limpeza de elevadores e plataformas de acessibilidade

5 erros na limpeza de elevadores e plataformas de acessibilidade

Cuidar da limpeza de elevadores ou plataformas de acessibilidade é uma atividade rotineira. Inclusive, sabemos que, na maioria das vezes, ela acontece no “piloto automático”. 

No entanto, é aí que mora o perigo, pois existem diversos cuidados para ter na hora de realizar a higienização correta. Essa atenção especial é importante para evitar a danificação dos equipamentos.

Por exemplo, utilizar produtos químicos inadequados pode prejudicar o funcionamento do elevador. Então, é preciso ter cautela e conferir quais são as melhores práticas para promover uma limpeza completa e eficaz.

Vamos aprender mais sobre o assunto? 

Continue conosco e confira 5 erros na limpeza de elevadores e saiba como evitá-los. Boa leitura!

 

1. Lavar o elevador ou plataforma de acessibilidade com mangueira e água corrente

A água corrente é uma grande aliada da limpeza pesada. No entanto, ela, assim como as mangueiras, não podem ser utilizadas na limpeza de elevadores ou plataformas de acessibilidade.

Isso porque, a água pode ficar acumulada e danificar os componentes do elevador, além de facilitar desta forma a oxidação.

 

2. Utilizar produtos químicos e abrasivos

A água sanitária é uma das queridinhas na hora da limpeza. Afinal, ela é responsável por promover uma higienização completa em todos os cômodos das casas e empresas. No entanto, quando o assunto é limpeza de elevadores ou plataformas de acessibilidade, ela deve ser evitada.

Afinal, trata-se de um produto químico abrasivo que pode danificar tanto a estrutura quanto a sua estética. Portanto, é melhor não arriscar. 

Além disso, não é recomendado utilizar esponjas ásperas, buchas, escovas e outros materiais que possam danificar.

Novamente: um pano macio e umedecido é a melhor alternativa. Você também poderá utilizar detergente neutro.

 

> Você também pode gostar de conferir: Cuidados com a higienização de elevadores de acessibilidade

 

3. Não definir horários para a limpeza 

Convenhamos, limpar os elevadores e plataformas em horários em que há muito fluxo de pessoas não é interessante, certo? Os horários de pico devem ser evitados.

Precisamos considerar que a limpeza deve ser diária. Então, estude qual é o melhor horário para realizá-la a fim de  que essa atividade seja realizada de forma tranquila.

Lembre-se de que é importante apostar em horários com baixo movimento (à noite é uma ótima ideia). Se isso não for possível, o equipamento de acessibilidade precisa ser interditado na hora da limpeza. Assim, você evita acidentes na hora da higienização do elevador.

 

4. Não seguir as recomendações do fabricante

Quando uma empresa realiza a instalação, ela orienta as pessoas sobre quais são as boas práticas para que ele opere com segurança. Inclusive, a equipe responsável deve prestar as informações adequadas sobre a limpeza.

Portanto, saiba que ignorar essas recomendações e orientações só trará prejuízos. Afinal, você pode danificar alguma peça, comprometer a segurança e, até mesmo, diminuir a vida útil do equipamento.

Então, se você estiver em dúvida com relação a um procedimento ou a algum produto, vale a pena entrar em contato com a empresa fabricante que instalou o seu. 

Sendo assim, não fique com dúvida: sempre solicite os esclarecimentos adequados.

 

5. Usar álcool gel em excesso 

Principalmente com a pandemia, as pessoas começaram a limpar tudo com álcool em gel. No entanto, principalmente em locais mais delicados (como os botões e indicadores), é preciso ter cuidado.

O uso excessivo pode fazer “escorrer” o álcool dentro das máquinas. Dessa forma, pode, inclusive, queimar algum componente. Então, é preciso ter muito cuidado na hora da limpeza — principalmente na parte elétrica.

Você gostou de aprender mais sobre os principais erros na limpeza de elevadores? 

Sabia que a JE Elevadores é especializada em fabricar elevadores de acessibilidade? 

Os elevadores de acessibilidade da JE Elevadores são projetados de acordo com a necessidade de cada cliente. 

Então, todos os materiais são selecionados por uma equipe realmente qualificada para garantir total segurança, conforto e qualidade para todos os projetos.

Além disso, prestamos todas as orientações com relação à manutenção e limpeza de elevadores. Portanto, não precisa se preocupar: estaremos sempre ao seu lado para tirar todas as suas dúvidas.

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Acessibilidade no ambiente escolar: entenda a importância, desafios e como aplicar

Acessibilidade no ambiente escolar: entenda a importância, desafios e como aplicar

A acessibilidade no ambiente escolar é uma pauta que se mantém em evidência no cenário nacional, em razão da urgência de atender os direitos de um público estimado em mais de 45 milhões cidadãos, dos quais 7,5% são constituídos por crianças de 0 a 14 anos. 

Os números apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmam que ainda é preciso avançar bastante em termos de inclusão já que o número de matrículas na educação especial alcançou 1,3 milhão de crianças e adolescentes. 

Isso significa que a cada ano, instituições de ensino, públicas e privadas, recebem novos alunos que necessitam e têm direito a frequentarem um ambiente escolar acessível e acolhedor. 

Em contrapartida, os maiores desafios do poder público vão das questões estruturais (acessibilidade física nas escolas) até a formação especializada de educadores, que terão papel importante na inclusão desses alunos com os demais colegas de turma. 

Do mesmo modo, um dos pontos que carecem de maior monitoramento é o correto cumprimento da Lei de Acessibilidade, a qual tem objetivo de garantir o acesso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em espaços fechados, abertos, públicos e privados. 

Nesse sentido, existem vários fatores que precisam de aperfeiçoamento para se conquistar a acessibilidade no ambiente escolar, sendo eles: comunicação, deslocamento, aproveitamento dos espaços, sistemas de avaliação, entre outros. 

Por esse motivo, convidamos você a conferir nesse artigo, algumas das temáticas mais importantes sobre o tema. Continue a leitura e fique bem-informado.

 

Comunicação e acessibilidade no ambiente escolar

Em primeiro lugar é preciso destacar que a comunicação é um dos fatores mais importantes para se alcançar a inclusão de todos os membros da comunidade escolar. É por meio dessa ação que acontece a transmissão da mensagem, e consequentemente, o entendimento e interação entre professores e alunos. 

Por esse motivo, é fundamental garantir um atendimento educacional especializado, com ambientes dotados de recursos pedagógicos multifuncionais (previsto nas diretrizes do Conselho Nacional de Educação – CNE). Vale lembrar que essa funcionalidade garante melhores condições de aprendizado para estudantes com deficiências (física, mental, intelectual e sensorial) e ainda, para o grupo com superdotação ou altas habilidades. 

Em termos práticos, uma instituição de ensino com crianças surdas deve contar com um intérprete da Linguagem Brasileira de Sinais (Libras), ou ainda, oferecer materiais didáticos em braile para os alunos cegos. Ainda assim, esses atendimentos não são suficientes para proporcionarem a acessibilidade no ambiente escolar. 

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Processo de aprendizado inclusivo

Antes de mais nada é preciso esclarecer que a aprendizagem é um processo de construção e desenvolvimento de conhecimentos, habilidades, valores e atitudes. Dessa maneira, as instituições de ensino devem contribuir para que toda comunidade escolar compreenda e vivencie a acessibilidade. 

Com essa perspectiva, o maior desafio da acessibilidade no ambiente escolar é criar um espaço de convivência onde não haja preconceito. Isso é possível, estimulando mudanças de atitudes em relação às diferenças e ainda, proporcionando uma estrutura física que permita a circulação e mobilidade dos estudantes com deficiência. 

A transição não acontece de um dia para o outro. Por isso, é fundamental realizar ações pedagógicas com campanhas interdisciplinares, seminários, bate-papo com esclarecimento de dúvidas dos estudantes e participação dos pais e responsáveis. 

É no reconhecimento da condição do outro que as crianças aprendem sobre respeito e empatia, de tal forma que se tornam multiplicadores de boas práticas de convivência. 

 

Formação de educadores: compromisso social

Tão importante quanto preparar o espaço escolar para o acolhimento dos alunos com deficiência é oferecer condições aos professores para que possam lidar com as necessidades de todo grupo. Eles estão na linha de frente e precisam estar preparados para reconhecer as habilidades e limitações de cada educando. 

Nesse sentido, o primeiro passo é ter uma formação específica, a fim de que o profissional reúna elementos que serão usados posteriormente, no planejamento de aulas. Uma dica para diversificar as atividades realizadas em sala de aula é pesquisar uma lista com mais de 50 materiais didáticos, no portal Diversa, do Instituto Rodrigo Mendes.  

Em relação a educação especial, o Ministério da Educação (MEC) estabeleceu os serviços de apoio pedagógico que devem estar presentes no ambiente escolar e que envolvem profissionais com diferentes funções:

Classes comuns: envolve atuação conjunta do professor da classe comum e da educação especial, a fim de atenderem as necessidades especiais dos alunos, durante o processo de aprendizagem. Desse modo, pode contar com a participação de outros especialistas como psicólogos, fonoaudiólogos e psicopedagogos. 

Salas de recursos: trata-se de um atendimento de natureza pedagógica, no qual o educador especializado desenvolve um atendimento complementar ou suplementar para turmas da rede regular de ensino.

É válido reforçar que esse espaço deve contar com recursos adequados às necessidades dos alunos com deficiência. O atendimento pode ser feito de forma individual ou em pequenos grupos e em horários diferentes das classes comuns.

Itinerância: serviços de orientação e supervisão pedagógica disponibilizados em forma de visitas periódicas em escolas de educação especial. 

Professores-intérpretes: especializados em Libras, prestam apoio aos alunos surdos ou que apresentem comprometimento de comunicação e sinalização.

É importante destacar que para prestar esse serviço especializado é necessário que os professores das classes comuns e especiais tenham formação específica. 

Acessibilidade no ambiente escolar

Promovendo a acessibilidade integral

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) estabelece na NBR 9050, os critérios e parâmetros técnicos que devem ser seguidos no desenvolvimento de construções, instalações e adaptações de edificações, a fim de garantir acessibilidade da população com deficiência e mobilidade reduzida. 

Contudo, é preciso destacar que o acesso não se restringe ao prédio escolar, já que o aluno precisa ter condições de sair de casa e chegar até o local de estudos. Desse modo, a acessibilidade no ambiente escolar começa nas calçadas, vias, transporte público até a entrada na sala de aula. 

Outra condição que ainda carece de investimentos públicos é o transporte público acessível. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que 88% dos municípios brasileiros com serviço de ônibus não cumprem a Lei da Acessibilidade, ou seja, não contam com equipamentos adaptados. 

Do mesmo modo, o transporte escolar também requer atenção, já que os veículos precisam de algumas adaptações específicas, como por exemplo: plataforma elevatória, cinto de segurança subabdominal, sinalização para alunos com deficiência visual ou auditiva, entre outras. 

 

Arquitetura como mediadora da acessibilidade

Um dos serviços que têm se destacado no contexto da acessibilidade é a arquitetura inclusiva, por defender o acesso para todos os cidadãos, em diferentes espaços (públicos ou privados). 

O trabalho realizado pelos arquitetos vai muito além da parte estrutural, pois, deve ter um olhar abrangente, incluindo detalhes que proporcionem o conforto necessário ao público com deficiência. 

Desse modo, é preciso uma atenção especial com quaisquer elementos que possam configurar barreiras e obstáculos em vias e espaços públicos, mobiliário urbano, construção e reforma de edifícios, meios de transporte e comunicação. 

Por isso, quando se trata de acessibilidade no ambiente escolar, a recomendação dos especialistas é de que algumas medidas básicas devem ser atendidas. Saiba quais são:

– Circulação de largura mínima de 90 cm e altura de 2,10 m.

– Vãos de porta de no mínimo 80 cm e diâmetro de 1,50 m para manobras de cadeiras de rodas em 360º em qualquer ambiente.

– Para conversões de 90º, os corredores devem ter 1,20 m de largura.

Tão importante quanto as dimensões diferenciadas é a existência de rampas, plataformas e elevadores. Ainda que a construção tenha um ou dois andares, esse dispositivo é fundamental para o deslocamento de alunos com mobilidade reduzida. 

 

Requisitos para acessibilidade no ambiente escolar

De acordo com as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, existem uma série de requisitos que deverão ser aplicados para proporcionar à acessibilidade aos estudantes com deficiência. A seguir elencamos alguns dos mais importantes:

– Os ambientes e equipamentos devem ser projetados de forma a não segregarem, excluírem ou discriminarem alunos;

– Os espaços e equipamentos devem permitir o uso e o desempenho das atividades de forma autônoma, por todos os usuários, sem que seja preciso conhecimento prévio e ajuda de terceiros;

– Todos os alunos têm direito a utilização de equipamentos, instrumentos, recursos, materiais pedagógicos adaptados, de uso individual e coletivo;

– Os espaços devem ser projetados de modo a minimizar o cansaço, reduzir o esforço físico, evitar acidentes e riscos à saúde;

– Proporcionar uma comunicação espacial que ofereça informações sobre as diversas atividades existentes, bem como indicando os locais onde os eventos acontecem. Nesse sentido, estão incluídos dados sobre o percurso, meio de deslocamento e uso dos espaços com conforto e segurança. 

Como foi possível observar, a acessibilidade no ambiente escolar depende de uma série de fatores que envolvem o comprometimento da comunidade escolar, poder público e sociedade. 

O compromisso da JE Elevadores é divulgar, compartilhar e propor a reflexão sobre a importância da acessibilidade em todas as esferas da sociedade. Acesse nosso blog e fique atualizado. 

Entenda as principais leis de acessibilidade no Brasil

Entenda as principais leis de acessibilidade no Brasil

Criada em 1988, a Constituição Brasileira serviu para garantir os direitos sociais e individuais dos cidadãos, inclusive das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. E foi a partir da Constituição que surgiram as leis de acessibilidade no Brasil, como a Lei 10.098, a primeira lei que garante a autonomia e a oportunidade para todos. 

No entanto, mais tarde, em 2004, o decreto Nº 5296 foi criado com o objetivo de reforçar a Lei 10.098. Assim, as pessoas com algum tipo de deficiência passaram a ter direito ao atendimento prioritário e promover ambientes acessíveis tornou-se um assunto importante nos projetos arquitetônicos e urbanísticos. 

Por fim, também se fortaleceu a importância das normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). No entanto, ainda hoje, muitas pessoas têm dúvidas sobre as leis de acessibilidade no Brasil.Neste artigo, vamos falar tudo sobre o assunto. Ficou interessado? Acompanhe a leitura!  

 

Como eram as leis antes de 2000? 

Antes de 88, a acessibilidade não era vista com grande importância e vale ressaltar que o desenho universal não estava presente no design urbano. 

Assim, durante os anos da pré-ditadura, não havia muito conhecimento para que se pudessem adaptar os espaços e torná-los acessíveis. Já em 1961, a educação dava os primeiros sinais de inclusão. 

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação trazia nos artigos o termo “alunos excepcionais”. Segundo a norma, esses alunos deveriam ser integrados em sala para promover a inclusão. 

No entanto, durante a ditadura militar, a lei foi alterada e os estudantes com deficiência visual, mental, física ou auditiva foram chamados de “alunos com deficiências físicas ou mentais”. 

Nessa época, as escolas com esses alunos tiveram que enviá-los às instituições diferentes consideradas especiais. Entretanto, a Constituição serviu para reafirmar o compromisso com os direitos humanos. 

Assim, em 1991, a Lei de Cotas surgiu para derrubar qualquer entrave ou obstáculo para milhões de pessoas portadoras de deficiência, oferecendo mais dignidade, como oportunidade de trabalho. Entretanto, foi em 2000 que se viu mais avanços com a Lei 10.098. 

 

Qual é a principal Lei de Acessibilidade no Brasil? 

A Lei 10.098 é considerada a primeira lei de acessibilidade no Brasil. Ela traz temas importantes como o direito de ir e vir das pessoas com deficiência. Também há trechos dedicados à acessibilidade nos meios de transportes, como o transporte coletivo. 

Além disso, a Lei determina que as pessoas portadoras de deficiência tenham acesso aos meios legais para que se sintam realmente representadas. Assim, a partir dessa lei que a acessibilidade no País passou realmente a ser reconhecida. 

Outro ponto importante abordado na lei são os espaços públicos. Segundo o artigo 4º da norma,  parques e demais espaços de uso público existentes, assim como as respectivas instalações de serviços e mobiliários urbanos deverão ser adaptados para as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. 

As áreas externas ou internas da edificação, destinadas à garagem e ao estacionamento de uso público deverão ter vagas reservadas próximas aos acessos de circulação de pedestres. Essas vagas devem ser sinalizadas para veículos que transportam pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. 

Além da Lei de Acessibilidade, em 2004, o Governo Federal, através do decreto nº 5296, citava as normas da ABNT e discorria sobre alguns pontos da Lei como acessibilidade geral, atendimento prioritário, transporte coletivo, etc. 

Assim, as normas técnicas da ABNT foram compiladas na ABNT NBR 9050. Por isso, o Estatuto da Pessoa com Deficiência reuniu todas as informações revisadas. 

Deste modo, os empreendedores, construtores e portadores de deficiência passaram a ter mais acesso à informação. Logo, as leis de acessibilidade no Brasil pareciam estar prontas e em ação. Porém, apesar de avançadas, ainda existiam alguns pontos para serem discutidos e melhorados. 

Um deles é a exigência em relação às calçadas. É fato que ainda hoje vemos muitos problemas como calçadas mal conservadas, falta de rampas e de elevadores de acessibilidade em alguns edifícios. 

 

O que diz o Estatuto da Pessoa com Deficiência? 

Criado em 2015, o Estatuto da Pessoa com Deficiência é o maior documento sobre as condições da pessoa com deficiência no Brasil. Ele é a base legal, pois é amparado pela Lei anterior, mas ainda é um documento revisto e com complementações. 

O Estatuto entrou em vigor em 2016 e trouxe uma novidade para a construção civil. Ele também serviu para integrar totalmente os espaços urbanos, tanto os residenciais como é o caso dos condomínios, como os públicos e privados. 

Entre os principais pontos abordados no Estatuto, podemos citar o artigo 4º. Nele, o direito à igualdade de oportunidades é garantido pela norma. No mesmo artigo é mencionada a questão da discriminação. 

É proibido qualquer tipo de discriminação a pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida. Outro ponto importante são os aspectos de inclusão do deficiente como um todo. 

No Estatuto também é descrito os direitos fundamentais da pessoa com deficiência e previstos crimes e infrações administrativas cometidas com os deficientes e os seus direitos. 

 

O que podemos aprender mais com as leis de acessibilidade no Brasil? 

É importante enfatizar que as leis de acessibilidade no Brasil deram as bases legais para garantir a acessibilidade em várias áreas. Hoje, há meios de comunicação preocupados com a linguagem de sinais e os direitos da pessoa com deficiência.

Também vemos meios de transporte que se preocupam com a instalação de rampas de acesso para cadeirantes, que garantem o direito de ir e vir. Portanto, pensar no próximo é promover a acessibilidade de todos, desde os deficientes visuais, auditivos, mentais, físicos, etc. 

Afinal, o direito à acessibilidade é a forma mais bela de lutarmos por um país mais justo para todos. Além disso, os espaços públicos ou privados que não se importam com as leis de acessibilidade no Brasil, não têm seus projetos arquitetônicos aprovados. 

Outro ponto importante para a acessibilidade é a educação. É necessário que as faculdades adaptem seus espaços físicos e digitais para receberem os alunos com deficiência, pois as faculdades que não são adaptadas para a acessibilidade, não podem cadastrar novos cursos. 

Portanto, a direção da faculdade precisa pensar em construir espaços acessíveis para as pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, surdas e mudas, e também portadores de deficiência visual. 

Entretanto, você deve se perguntar: como adaptar os ambientes acadêmicos? Primeiro, eles deverão ter rampas, elevadores de acessibilidade, pisos adaptados para deficientes visuais, corrimãos e até intérprete de Libras. 

Pois, a Constituição Brasileira diz que todos os cidadãos são iguais perante a lei. E, portanto, alunos ou visitantes das instituições devem ter o direito à acessibilidade respeitado. 

 

O que dizer sobre as leis de acessibilidade na área da saúde? 

Segundo a Lei de Acessibilidade em relação a área da saúde, prédios públicos devem seguir o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Também é importante enfatizar que a Agência Nacional de Saúde Suplementar é quem será a responsável por estabelecer os planos de saúde para quem precisa, respeitando a questão da acessibilidade em todas as comunicações. 

Agora que você entendeu as principais leis de acessibilidade no Brasil, que tal conversar com o seu engenheiro e entender como funciona a acessibilidade na construção civil? Invista em acessibilidade e tenha sucesso nos empreendimentos! 

Gostou do conteúdo? Conheça as cidades que possuem maior acessibilidade no Brasil!

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Acessibilidade: adaptação em hotéis e lugares turísticos

Acessibilidade: adaptação em hotéis e lugares turísticos

Pessoas com mobilidade reduzida ou algum tipo de deficiência devem ter o direito à acessibilidade garantido. Entretanto, o que ainda vemos é que faltam investimentos em hotéis e locais turísticos, assim como políticas públicas e adaptações que atendam às pessoas com deficiência. 

No entanto, porque é importante investir em acessibilidade em hotéis e locais turísticos? Leia o nosso post para descobrir! 

 

Para se destacar no mercado de hotelaria 

A acessibilidade em hotéis e lugares turísticos é rentável. Hoje em dia, o hotel que investe em acessibilidade é bem visto pelos turistas. Além disso, ninguém mais deseja ficar refém de rampas de concreto, não é verdade? 

Essas rampas são caras e demoram semanas ou até meses para ficarem prontas. Entretanto, os elevadores de acessibilidade são instalados em menos tempo e atendem muito bem os portadores de necessidades especiais ou mobilidade reduzida. 

Isso significa que, o investimento é pequeno se comparado a hora de contratar um pedreiro ou comprar o material de construção que será utilizado nas rampas de acesso. Além disso, quando você oferece acessibilidade para os hóspedes, atrai todas as pessoas sem restrições.

 

Para fazer bons negócios 

Pequenas mudanças ajudam nos grandes negócios. A acessibilidade em hotéis e lugares turísticos vai além da mobilidade. Embora ainda não haja uma regulamentação muito grande sobre a aplicação do símbolo internacional de acessibilidade, muitos hotéis aplicam o que é obrigatório.

Além disso, uma mudança que pode ser feita para melhorar a acessibilidade é alterar o mobiliário de lugar e garantir maior espaço de manobra para quem usa andador ou cadeira de rodas. 

Outra dica é organizar as geladeiras de acordo com a sinalização em braille. Assim, todas as mudanças, apesar de serem pequenas, quando comparadas com a mobília de um quarto, garantem a fidelização de clientes.

Sem contar que a acessibilidade é garantida por lei. Os estabelecimentos que recebem pessoas com deficiência devem atender a NBR 9050. Portanto, é preciso ficar atento desde a concepção do projeto até a execução da obra, sendo que a adaptação dos já existentes também é contemplada. 

Segundo a norma, os hotéis construídos devem reservar pelo menos 2% dos quartos para pessoas com mobilidade reduzida. Sem contar que esses dormitórios devem ter banheiros com barras de sustentação, piso tátil, sanitários adaptados e uma cama baixa. 

 

Para garantir o direito de ir e vir

Investir em acessibilidade é adaptar os espaços para oferecer conforto aos hóspedes e turistas. Desta forma, quando uma pessoa procura por um hotel ou quer visitar os pontos mais atrativos da cidade, ela terá preferência pelos locais seguros. 

Portanto, pense como é bom oferecer rampas, elevadores de acessibilidade e corrimãos que garantam o direito de ir e vir às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. 

 

Para as pessoas se sentirem incluídas na sociedade

A acessibilidade garante a inclusão das pessoas na sociedade. Você oferece autonomia para todos, inclusive para os deficientes visuais. 

Assim, uma das maneiras de atender esse público é investir em equipamentos urbanos como elevadores de acesso e piso tátil na entrada do equipamento e em vários pontos do hotel.

Sem dúvida, essa é uma das formas de acabar com qualquer tipo de barreira nos hotéis ou em locais turísticos. Afinal, é importante sempre falar sobre acessibilidade e promovê-la para:

 

Cumprir a lei 

Todas as pessoas portadoras de deficiência devem ter a possibilidade de acessar qualquer ambiente que desejam. Isso é um direito da pessoa com deficiência. Portanto, há vários tipos de acessibilidade como, por exemplo: 

Ajudar os deficientes visuais

Com a instalação de avisos sonoros e piso tátil nos principais locais de acesso dos hotéis.

Acolher os deficientes físicos

Com rampas nas estradas e elevadores de acessibilidade entre um andar e outro dos hotéis você ajuda os deficientes físicos.

Compreender as pessoas surdas

Com ajuda de profissionais que entendem a linguagem dos sinais e conseguem se comunicar com as pessoas surdas, você oferece a acessibilidade que elas realmente precisam.

Garantir o acesso aos locais turísticos

No Brasil há vários locais turísticos com acessibilidade. No Rio de Janeiro, boa parte do núcleo urbano conta com rampas de acesso para deficientes físicos ou pessoas com dificuldades de locomoção.  

 

Alguns lugares turísticos que possuem acessibilidade

Confira agora alguns estados brasileiros que possuem lugares turísticos que são exemplos de acessibilidade:

 

Rio de Janeiro 

Assim, desde as Olimpíadas de 2016, o projeto de acessibilidade carioca incluiu 4 mil metros quadrados de calçadas acessíveis e mais de 5 mil metros quadrados de pavimento em concreto nos acessos aos pontos turísticos como o Pão de Açúcar, a Praça XV, o Corcovado, entre outros. 

 

São Paulo

No Estado de São Paulo, o destaque vai para a Biblioteca Mário de Andrade, que possui intérpretes de Libras. Também há um acervo em braile e áudio. O Teatro Municipal oferece materiais táteis e olfativos sobre a história do teatro, além de acesso para cadeirantes. 

 

Santa Catarina

E por último, a gente destaca Florianópolis. A Ilha da Magia tem um transporte público que garante a acessibilidade na capital de Santa Catarina. Além disso, muitos coletivos têm cadeiras especiais, botões de parada com alcance fácil e corredores largos.

Os ônibus contam com elevadores de acessibilidade para facilitar o transporte de quem utiliza cadeira de rodas, andadores ou muletas. Já as praias da cidade, famosas pela beleza, têm locais adaptados para deficientes. 

Nos locais há travessias, passarelas e banheiros adaptados. Há, ainda, cadeiras para banho e supervisão de guarda-vidas. Outro detalhe que merece destaque é a rede hoteleira. 

Ela oferece estruturas adaptadas para deficientes com quartos e banheiros apropriados. Também há elevadores e rampas que dão acesso aos hotéis e as principais entradas. 

Como você viu neste artigo, com adaptações simples você garante a acessibilidade das pessoas em hotéis e lugares turísticos. Também colabora com um ambiente seguro e confortável para a pessoa com deficiência.

 

Quer saber como garantir a acessibilidade no seu empreendimento? Baixe agora mesmo o nosso e-book e aprenda tudo com a gente! 

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Projeto de acessibilidade: 5 ambientes para inspiração

Projeto de acessibilidade: 5 ambientes para inspiração

Se você gosta de investir em imóveis, precisa saber que todo projeto de acessibilidade deve cumprir com as exigências da Lei nº 10.098/2000, Lei da Acessibilidade. Entre as determinações, podemos citar a instalação de rampas de acesso em locais públicos e privados. 

Também podemos destacar outras soluções, como a instalação de um elevador de acessibilidade, que garante o direito de ir e vir da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida. 

No entanto, como fazer um bom projeto de acessibilidade e cumprir com a legislação? Neste post, vamos mostrar alguns ambientes para que você possa se inspirar. Ficou interessado em conhecer cada um deles? Siga com a leitura! 

 

Como desenvolver um bom projeto de acessibilidade?

Em primeiro lugar, você deve se colocar no lugar da pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida. Pense nas dificuldades que ela encontra no dia a dia e na falta de acessibilidade nos espaços urbanos. 

Depois coloque em prática o que determina a lei de acessibilidade. Ofereça aos cadeirantes e outras pessoas com deficiência, acesso em todos os lugares. Em locais mais altos, por exemplo, instale rampas de acesso, corrimãos e suportes especiais que colaboram com a mobilidade. 

Não se esqueça de atender idosos, gestantes e obesos, já que a partir da nova atualização da ABNT 9050, o conceito de mobilidade reduzida foi ampliado para essas pessoas. 

Além disso, é importante desenvolver um projeto de acessibilidade que inclua todo o tipo de deficiência. Por isso, preste atenção as seguintes dicas: 

 

Projeto de acessibilidade para deficientes visuais 

Para atender deficientes visuais, o projeto de acessibilidade precisa contar com sinalizadores e tecnologia que ajudam o mesmo a se localizar e a se informar sobre o ambiente ao redor. 

Portanto, você deve: 

  • incluir placas de sinalização;
  • pisos específicos;
  • sinais sonoros;
  • comunicação direcionada com alfabeto braille.

 

Projeto de acessibilidade para deficientes físicos 

Quem é deficiente físico ou que possui mobilidade reduzida precisa de um projeto de acessibilidade que prioriza:

 

Calçadas regulares

Uma calçada regular e adaptada não possui obstáculos para o cadeirante, deficiente visual ou para quem tem mobilidade reduzida. 

 

Rampas 

Rampas de acesso que ajudam na locomoção de quem usa cadeira de rodas, andador ou muletas. 

 

Quais os melhores ambientes para você se inspirar e garantir a acessibilidade das pessoas com deficiência?

 

1. Banheiro

O banheiro acessível precisa ter acessórios específicos e medidas especiais. O espaço livre, no meio do banheiro deve medir, segundo a ABNT 9050, 1,50m de diâmetro. Assim, é o suficiente para a pessoa manobrar com a cadeira de rodas, usar o andador ou a muleta.

A área do banheiro deve contar com barras de apoio horizontal para auxiliar ao cadeirante ou a pessoa com mobilidade reduzida.

 

2. Quarto 

Você pode usar cortinas leves e claras para ajudar a luz natural do ambiente. Instale interruptores paralelos. Coloque um próximo a cama e outro na entrada do quarto. A porta do quarto deve ter um vão livre de 80cm de largura. 

Já a maçaneta deve ser sem alça e com formato mais ergonômico e fácil de acionar. O guarda-roupa deve ser acessível. As partes mais altas, deixe para os itens menos usados. As mais baixas, separe para roupas e sapatos do dia a dia. 

 

3. Cozinha 

Para adaptar a cozinha, você precisa deixar o fogão baixo e de modo que o cadeirante consiga ver por cima das panelas. Também é importante que não tenha forno, para que a pessoa com deficiência consiga usar a cadeira de rodas. 

Já a pia deve ser montada sobre a mesma bancada do fogão. A altura deve ser de 80 a 85 centímetros. Assim, a pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida conseguirá usar a cozinha com mais comodidade e segurança. 

 

4. Garagem

Os estacionamentos públicos ou privados devem reservar vagas especiais para deficientes físicos. Isso é assegurado pelo decreto 5296 de 2 de dezembro de 2004. No entanto, você também deve observar o que é aplicado em locais privados de uso restrito. 

Nesses casos, a lei não se enquadra, mas a garantia à acessibilidade das pessoas com deficiência deve ser respeitada pelos administradores de cada condomínio, que precisam definir quantas vagas serão reservadas para as pessoas com deficiência. 

 

5. Área de Lazer

A área de lazer do condomínio ou do clube deve ser adaptada para as pessoas com deficiência. Além de piso antiderrapante e tátil, é importante instalar corrimãos no espaço. 

Se o condomínio tem piscina, instale um elevador de acessibilidade para piscinas e ofereça a melhor experiência às pessoas com deficiência e que frequentam o espaço. 

 

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