Acessibilidade digital na pandemia: entenda a importância

Acessibilidade digital na pandemia: entenda a importância

Desde 2020, o mundo inteiro enfrenta um inimigo em comum: o novo coronavírus. A Covid-19 se espalhou de forma rápida e impactante e mudou a vida das pessoas. Assim, a acessibilidade digital na pandemia tem sido uma grande aliada para quem não pode sair de casa.

No entanto, para que você entenda tudo sobre a acessibilidade digital na pandemia, preparamos este post. Se ficou interessado em esclarecer todas as dúvidas sobre o nosso tema? Acompanhe o artigo!

 

O que é acessibilidade digital? 

Você já sabe que todo mundo tem direito a acessibilidade,certo? E a acessibilidade digital é um conjunto de recursos que ajuda na navegação das pessoas com deficiência. Ela é uma ferramenta que elimina barreiras e que precisa seguir as diretrizes de acessibilidade para conteúdo da Web (WCAG). 

Essas normas fornecem um único padrão compartilhado para a acessibilidade de conteúdos da Web, que atende as necessidades de quem tem deficiência. Assim, é por conta da acessibilidade digital que as pessoas com deficiência têm acesso aos recursos da Internet e conseguem trabalhar, entreter e estudar.

 

Quais as aplicações da acessibilidade digital?  

Nos sites e portais adaptados para pessoas com deficiência há várias ferramentas que auxiliam na acessibilidade digital. Também existem programas de softwares e serviços online que facilitam a vida dessas pessoas. 

Serviços online como e-commerces, redes sociais e sites governamentais fazem uso de soluções de acessibilidade. Todos eles visam a inclusão de PCD’s. Portanto, é fato que cada vez mais,  a aplicação dessas soluções aparece de várias maneiras como: 

  • leitura de tela para quem não consegue visualizar o conteúdo;
  • descrições em imagens;
  • língua de sinais e outras soluções oferecidas pela acessibilidade digital na pandemia.

Além disso, portais e sites adaptados à acessibilidade digital são melhor avaliados pelos mecanismos de buscas como o Google. Isso ocorre porque hoje é cada vez mais necessário pensar na inclusão das pessoas.  

 

O mundo online realmente é acessível para todos? 

Infelizmente, não! Ainda temos um longo caminho a percorrer. Atualmente há 14 milhões de sites ativos no Brasil. Desses, 99% não possuem acessibilidade.

Isso quer dizer que os conteúdos não são compreendidos por pelo menos 45 milhões de pessoas. Um surdo, por exemplo, depende da língua de sinais para compreender as notícias sobre a pandemia. 

Se uma pessoa cega precisa fazer compras online em um site, o portal deverá possuir uma navegação adequada para ela. Assim, pessoas com deficiência enfrentam várias barreiras que precisam ser solucionadas com a acessibilidade digital na pandemia. 

Desta forma, a acessibilidade digital é uma necessidade que envolve as pessoas que precisam acessar conteúdos online e também uma maneira das organizações ampliarem o alcance. 

No entanto, também há um outro lado dessa história. Empresas como o Banco BMG, a Claro e a Azul Linhas Aéreas já saíram na frente em relação à acessibilidade digital na pandemia. 

Essas organizações têm sites acessíveis em libras e abrem as portas para os milhões de surdos com uma comunicação efetiva e adequada à eles. Assim, os resultados são surpreendentes! 

Quando qualquer empresa pensa na acessibilidade digital na pandemia, ela respeita a diversidade e atende o interesse de cada pessoa. Ela também reflete uma imagem positiva para todos que de certa forma convivem com ela. 

E mais uma vez, isso mostra o quanto a acessibilidade digital na pandemia tem sido cada vez mais fundamental na vida das pessoas. Afinal, todos precisam trabalhar, entreter e também estudar, não é mesmo? 

 

Como adotar a acessibilidade digital? 

Existem algumas maneiras simples de oferecer a acessibilidade digital na pandemia. Confira! 

  • adicione descrições em imagens para ajudar na leitura das pessoas;
  • otimize o conteúdo com espaços entre um parágrafo e outro para facilitar a compreensão;
  • implante a língua de sinais.

Como você viu neste artigo, é importante pensar na acessibilidade digital na pandemia. Para isso, fique sempre de olho nas notícias sobre acessibilidade e nunca se esqueça que, em tempos de pandemia, as pessoas ficam mais em casa e buscam por conteúdos online. 

 

Quer ler mais conteúdos como este? Acesse o nosso blog e fique sempre bem informado! 

[One page] Acessibilidade, direito de todos! | Saiba mais | JE Elevadores

Projeto de acessibilidade: 5 ambientes para inspiração

Projeto de acessibilidade: 5 ambientes para inspiração

Se você gosta de investir em imóveis, precisa saber que todo projeto de acessibilidade deve cumprir com as exigências da Lei nº 10.098/2000, Lei da Acessibilidade. Entre as determinações, podemos citar a instalação de rampas de acesso em locais públicos e privados. 

Também podemos destacar outras soluções, como a instalação de um elevador de acessibilidade, que garante o direito de ir e vir da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida. 

No entanto, como fazer um bom projeto de acessibilidade e cumprir com a legislação? Neste post, vamos mostrar alguns ambientes para que você possa se inspirar. Ficou interessado em conhecer cada um deles? Siga com a leitura! 

 

Como desenvolver um bom projeto de acessibilidade?

Em primeiro lugar, você deve se colocar no lugar da pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida. Pense nas dificuldades que ela encontra no dia a dia e na falta de acessibilidade nos espaços urbanos. 

Depois coloque em prática o que determina a lei de acessibilidade. Ofereça aos cadeirantes e outras pessoas com deficiência, acesso em todos os lugares. Em locais mais altos, por exemplo, instale rampas de acesso, corrimãos e suportes especiais que colaboram com a mobilidade. 

Não se esqueça de atender idosos, gestantes e obesos, já que a partir da nova atualização da ABNT 9050, o conceito de mobilidade reduzida foi ampliado para essas pessoas. 

Além disso, é importante desenvolver um projeto de acessibilidade que inclua todo o tipo de deficiência. Por isso, preste atenção as seguintes dicas: 

 

Projeto de acessibilidade para deficientes visuais 

Para atender deficientes visuais, o projeto de acessibilidade precisa contar com sinalizadores e tecnologia que ajudam o mesmo a se localizar e a se informar sobre o ambiente ao redor. 

Portanto, você deve: 

  • incluir placas de sinalização;
  • pisos específicos;
  • sinais sonoros;
  • comunicação direcionada com alfabeto braille.

 

Projeto de acessibilidade para deficientes físicos 

Quem é deficiente físico ou que possui mobilidade reduzida precisa de um projeto de acessibilidade que prioriza:

 

Calçadas regulares

Uma calçada regular e adaptada não possui obstáculos para o cadeirante, deficiente visual ou para quem tem mobilidade reduzida. 

 

Rampas 

Rampas de acesso que ajudam na locomoção de quem usa cadeira de rodas, andador ou muletas. 

 

Quais os melhores ambientes para você se inspirar e garantir a acessibilidade das pessoas com deficiência?

 

1. Banheiro

O banheiro acessível precisa ter acessórios específicos e medidas especiais. O espaço livre, no meio do banheiro deve medir, segundo a ABNT 9050, 1,50m de diâmetro. Assim, é o suficiente para a pessoa manobrar com a cadeira de rodas, usar o andador ou a muleta.

A área do banheiro deve contar com barras de apoio horizontal para auxiliar ao cadeirante ou a pessoa com mobilidade reduzida.

 

2. Quarto 

Você pode usar cortinas leves e claras para ajudar a luz natural do ambiente. Instale interruptores paralelos. Coloque um próximo a cama e outro na entrada do quarto. A porta do quarto deve ter um vão livre de 80cm de largura. 

Já a maçaneta deve ser sem alça e com formato mais ergonômico e fácil de acionar. O guarda-roupa deve ser acessível. As partes mais altas, deixe para os itens menos usados. As mais baixas, separe para roupas e sapatos do dia a dia. 

 

3. Cozinha 

Para adaptar a cozinha, você precisa deixar o fogão baixo e de modo que o cadeirante consiga ver por cima das panelas. Também é importante que não tenha forno, para que a pessoa com deficiência consiga usar a cadeira de rodas. 

Já a pia deve ser montada sobre a mesma bancada do fogão. A altura deve ser de 80 a 85 centímetros. Assim, a pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida conseguirá usar a cozinha com mais comodidade e segurança. 

 

4. Garagem

Os estacionamentos públicos ou privados devem reservar vagas especiais para deficientes físicos. Isso é assegurado pelo decreto 5296 de 2 de dezembro de 2004. No entanto, você também deve observar o que é aplicado em locais privados de uso restrito. 

Nesses casos, a lei não se enquadra, mas a garantia à acessibilidade das pessoas com deficiência deve ser respeitada pelos administradores de cada condomínio, que precisam definir quantas vagas serão reservadas para as pessoas com deficiência. 

 

5. Área de Lazer

A área de lazer do condomínio ou do clube deve ser adaptada para as pessoas com deficiência. Além de piso antiderrapante e tátil, é importante instalar corrimãos no espaço. 

Se o condomínio tem piscina, instale um elevador de acessibilidade para piscinas e ofereça a melhor experiência às pessoas com deficiência e que frequentam o espaço. 

 

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Acessibilidade, direito de todos! | Saiba mais | JE Elevadores

Fique por dentro da acessibilidade em voos e aeroportos

Fique por dentro da acessibilidade em voos e aeroportos

A acessibilidade nos voos e aeroportos é um direito de todos, principalmente de quem vai viajar. No entanto, é importante que você fique por dentro dos seus direitos em relação a viagem de avião.  

Por isso, neste post, vamos falar sobre a acessibilidade em voos e aeroportos. Por aqui você saberá o que a lei diz sobre o assunto e como garantir o acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida durante as viagens. 

Além, é claro, de entender como é feito o embarque e desembarque dos passageiros. Boa leitura.


O que diz a lei sobre a acessibilidade em voos e aeroportos? 

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou em 2018, que um cadeirante fosse indenizado por danos morais.  A companhia aérea a qual ele viajou não garantiu um transporte seguro, pois o cliente teve que ser carregado no colo pelos funcionários da empresa.

Ato que deixou o passageiro constrangido diante das outras pessoas, mas que poderia ter sido evitado. Neste caso, a companhia aérea deveria oferecer equipamentos adequados para o acesso dos passageiros às aeronaves. 

Além disso, a resolução 280 da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) traz orientações sobre a acessibilidade em voos e aeroportos. Entre elas, a norma proíbe que a pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida seja carregada no colo, exceto nos casos em que há necessidade de evacuar com emergência o avião.

No entanto, o que fazer? Neste caso, os aeroportos devem ter finger, que é uma espécie de ponte que leva o passageiro direto à porta do avião. Desta maneira, o embarque e o desembarque de passageiros com deficiência ou mobilidade reduzida são facilitados. 

Entretanto, nem todos os aeroportos do País possuem esse recurso. Para esses casos, a ANAC determina que o embarque de passageiros que não conseguem subir as escadas por usarem cadeiras de rodas, muletas ou andadores deve ser feito por elevador de acessibilidade, rampas móveis ou ambulift, um veículo com uma plataforma elevatória montada sobre a carroceria. 

 

Quais são os direitos da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida nos aeroportos?

Veja os principais direitos das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida:

 

Solicitação dos serviços 

Uma das coisas importantes que você deve saber é que os passageiros com deficiência ou mobilidade reduzida precisam avisar à empresa a área das necessidades. Portanto, informe se há necessidade de um acompanhante. 

No caso dos deficientes visuais, o passageiro precisa informar se há necessidade de levar o cão guia. Também é importante pensar em quais ajudas técnicas e assistências é necessário. 

Por fim, faça tudo isso com antecedência e de preferência na hora que comprar a passagem de avião. No entanto, caso não consiga informar a companhia aérea, faça isso entre 48 horas e 72 horas antes do voo.

 

Assistência especial 

Quem possui deficiência ou mobilidade reduzida têm direito a assistência especial oferecida pelas companhias aéreas. Assim como quem tem idade igual ou superior a 60 anos, é gestante, lactante ou que tem criança de colo.

 

Garantia de acessibilidade 

Mesmo que o passageiro com deficiência ou mobilidade reduzida esqueça de informar a empresa área sobre as necessidades, ele poderá embarcar. Entretanto, só poderá utilizar os serviços assistenciais que forem disponíveis pela companhia.

 

Desconto para o acompanhante 

As companhias aéreas orientam que os passageiros com deficiência só poderão viajar sozinhos se compreenderem as instruções de segurança e possuírem perfeito estado mental.  

Além disso, é importante ter autonomia para realizar atividades como ir ao banheiro, se alimentar, aplicar a própria medicação caso seja necessário. Também devem saber utilizar a máscara de oxigênio de forma independente. 

Já quem não tem essa autonomia, é necessário levar um acompanhante. Neste caso, a pessoa deve ser maior de 18 anos e ter condições de ajudar quem tem mobilidade reduzida ou deficiência.

 

Transporte de Cães-guia

Os passageiros com deficiência visual podem transportar cães-guia de acompanhamento. Esses animais são treinados para viajar de avião e podem voar ao lado dos proprietários, fora da caixa de transporte. 

No caso de uma viagem nacional, há a necessidade do comprovante de treinamento e da carteira de vacinação do animal, emitida pelo médico veterinário. No documento é preciso constar as vacinas antirrábica e múltipla válidas, além do tratamento anti-helmíntico.

Já no caso de viagem internacional, devem ter documentos adicionais como carteira e plaqueta de identificação e o Certificado Zoosanitário Internacional (CZI).

 

Quais as principais recomendações no check-in e no embarque?

  • Procure o balcão ou os funcionários da companhia aérea e solicite prioridade no check-in;
  • Reforce para o atendente as assistências solicitadas;
  • Fale se há necessidade de cadeira de rodas, bengalas, muletas ou andadores;

 

Quais as recomendações durante a viagem e o desembarque?

  • Peça ajuda aos funcionários da companhia aérea;
  • Espere os demais passageiros saírem do avião para depois desembarcar;
  • Lembre-se que só terá preferência no desembarque em caso de uma conexão.

 

Agora que você ficou por dentro da acessibilidade em voos e aeroportos será mais fácil viajar, não é mesmo? Basta solicitar o que precisa com antecedência para ter uma viagem tranquila! 

 

Para conferir outros artigos como esse, acesse o nosso blog e fique sempre por dentro das novidades! 

Guia para novos projetos, com padrões adaptados para acessibilidade

 

Inclusão digital: ferramentas para ajudar na acessibilidade

Inclusão digital: ferramentas para ajudar na acessibilidade

A inclusão digital permite que as pessoas com deficiência usem a internet sem dificuldades. Esse tipo de acessibilidade tornou-se indispensável mesmo antes da pandemia do novo coronavírus. Segundo os dados de 2010 referente ao Censo Demográfico, há no Brasil 45 milhões de pessoas com deficiência, isso representa 23,9% da população brasileira. 

No entanto, apesar deste número ser considerado elevado, nem todos os sites ou canais de comunicação são otimizados para a acessibilidade digital. Há, ainda, empresas que apesar de entender os benefícios da inclusão digital e da acessibilidade não conseguiram adotar as melhores soluções tecnológicas. 

Por sua vez, isso afasta as pessoas com deficiência e dificulta o acesso livre à internet. No entanto, se você se preocupa com a inclusão digital, acompanhe esse post. Nele, vamos mostrar algumas ferramentas para ajudar na acessibilidade do seu empreendimento. Confira! 

 

Intérprete visual 

A Lei Brasileira de Inclusão (LBI), Lei 13.146/2015 diz que a acessibilidade na internet é obrigatória. Segundo a norma, as pessoas com deficiência devem ter acesso às informações. No entanto, para cumprir a lei existem diversos recursos que podem ser adotados como o intérprete visual 3D.

Esse intérprete traduz simultaneamente os textos em português para Libras. Desta forma, você como investidor ou empresário quebra as barreiras da acessibilidade. Já a pessoa com deficiência, sabe que com esse recurso conseguirá acessar o site de maneira simples. Assim basta clicar em uma tarja azul que representa a ilustração de duas mãos e o usuário compreenderá todo conteúdo do site.

 

Sites para daltônicos

Alguns sites já adotam um recurso que facilita a leitura de quem é daltônico. Você clica no ícone de brilho e as cores do site tornam preto e branco. Assim, quem tem daltonismo não terá problemas para distinguir as cores. 

Outra dica importante em relação aos sites é que você nunca deve disponibilizar as informações somente por meio de cores. No caso dos gráficos ou de diagramas coloridos, acrescente rótulos ou descrições que liguem os dados. 

 

Movimento #PRACEGOVER e #PRATODOSVEREM

As empresas que se preocupam com a inclusão digital utilizam sempre um texto alternativo nas imagens das mídias digitais, acompanhado pelas hashtags #paracegover e #pratodosverem. Neste texto, você descreve o que há na imagem, como cores, objetos, pessoas, o que estão fazendo, assim por diante. 

 

Alternativas para a mobilidade 

Quem tem problemas com a mobilidade, sabe o quanto é difícil andar pelas ruas e frequentar estabelecimentos sem se esbarrar nos obstáculos. Por falta de informação ou até mesmo interesse de muitas pessoas, a acessibilidade para quem tem cadeira de rodas chega a ser limitada e mal planejada. 

Mas isso pode mudar. Basta você ficar atento às novidades sobre inclusão digital que existem no mercado. Uma delas é o aplicativo Guia de Rodas, que permite ao usuário avaliar o nível de acessibilidade de locais que visita e disponibiliza a informação para outros usuários. 

 

Extensões do Google

Você pode instalar extensões no Google que ajudam os deficientes visuais como o Evernote Clearly, que deixa apenas o texto na tela. Também tem o Color Enhancer, que cria filtros de cores personalizadas. Esse recurso serve para dar um conforto a mais aos daltônicos que têm dificuldades com as cores na internet. 

 

Acrescente recursos de inclusão digital na comunicação

Algumas alternativas, como o chat, ajudam na comunicação. Portanto, quando criar o site da empresa, ofereça essa alternativa para dar acessibilidade a vida das pessoas com deficiência. 

 

Pense nas melhores cores para o site 

As cores do site de empreendimento precisam ser adequadas para as pessoas com restrições visuais, como para quem é daltônico. Portanto, pense bem antes de usar qualquer cor.  

 

Treine os seus atendentes 

Treine a sua equipe de profissionais. Elas precisam aprender como atender ligações feitas por aplicativos que leem textos para as pessoas surdas. 

 

Acolha a pessoa com deficiência

E por último, acolha a pessoa com deficiência. Promova a acessibilidade na empresa e a inclusão digital. Você pode desenvolver um aplicativo de atendimento ao cliente com todos os recursos que os deficientes visuais e auditivos precisam. 

E então, viu como é fácil promover a inclusão digital? Agora que você conhece as melhores ferramentas, que tal utilizá-las? Lembre-se que se cada um fizer a sua parte, a acessibilidade será uma realidade para todos! 

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Como escolher empresas fabricantes de elevadores de acessibilidade de qualidade

Como escolher empresas fabricantes de elevadores de acessibilidade de qualidade

Você sabe como escolher os melhores fabricantes de elevadores de acessibilidade? 

Neste post, você vai aprender tudo sobre o assunto. Ficou interessado? Siga com a leitura! 

 

O que levar em conta na hora de escolher os fabricantes de elevadores de acessibilidade? 

Na hora de escolher as empresas fabricantes de elevadores de acessibilidade é preciso levar em conta a qualidade dos produtos, dos serviços, a garantia, entre outros benefícios. Afinal, é necessário pensar que os equipamentos deverão oferecer segurança para as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

 

Como escolher empresas fabricantes de elevadores de acessibilidade? 

Veja algumas dicas: 

 

1. Pesquise 

Estima-se que até 2050, 70% da população mundial viverá nas cidades e isso será facilitado pelos elevadores de acessibilidade. Pois eles garantem o acesso e a mobilidade das pessoas. No entanto, para escolher um bom equipamento, a primeira regra que você deverá levar em consideração é a pesquisa. 

Portanto, para encontrar os melhores fabricantes desses equipamentos, use alguns métodos como: 

  • Reclame Aqui;
  • Página da empresa no facebook, principalmente o tópico que se refere a avaliação;
  • Fotos da empresa no Google;
  • Avaliações de antigos clientes;
  • Site bem construído;
  • Informações básicas do produto no site;
  • Dentre outras.

 

2. Desconfie de preços fora do mercado

Se você sondar o preço de uma das empresas fabricantes de elevadores de acessibilidade e ele estiver muito abaixo das demais, desconfie! Pode ser que o equipamento não seja tão bom como na propaganda ou que não tenha todas as garantias que precisa. 

Por exemplo:

– a mão de obra para a instalação do equipamento pode não ser certificada; 

– os materiais usados na fabricação podem ser de má qualidade;

– pode não ter a assistência que realmente precisa;

É preciso ter atenção a todos esses pontos. 

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3. Veja se há inspeções durante a instalação do elevador

Escolheu a empresa e agora ela vai instalar o elevador de acessibilidade? Calma que o seu trabalho ainda não terminou. E se durante a instalação você perceber algum tipo de irregularidade? O que fazer? Aí é melhor procurar outra empresa que dará toda a garantia que é necessária, não é mesmo? 

Mas como saber se a instalação não está sendo da maneira mais satisfatória? Existem algumas formas de descobrir:

 

Veja se há profissional qualificado disponível pela empresa

Profissionais certificados representam empresas sérias e qualificadas. Portanto, antes de escolher, veja quem será a equipe que dará o suporte no pós-venda. 

Além disso, um alerta importante é que não vale a pena apostar em trabalho informal. Portanto, caso opte por empresa, converse com o atendente e peça a certificação e a identificação do profissional que irá te atender. 

Confira o crachá quando o profissional chegar e também o uniforme. Pode parecer preocupação extra, mas o equipamento vai ser amplamente usado no imóvel,no comércio ou qualquer outro local por anos. 

 

Confira se o serviço é bem feito

Inspecione o serviço. Isso pode até parecer inconveniente, mas é um direito se certificar de que o trabalho está sendo bem realizado. 

Quando o trabalho terminar, confira se há fios soltos e se todas as peças estão no lugar. Lembre-se: a integridade do elevador é a segurança de quem vai utilizá-lo. 

 

Veja se a marca tem experiência no mercado

Fabricar elevadores de acessibilidade não é um processo simples. Precisa de muito conhecimento técnico. Afinal, o equipamento deve ser seguro e eficiente para os usuários. Por esse motivo, escolha um fabricante que tenha experiência no mercado e que possa avaliar o projeto e te indicar o produto ideal para o tipo de imóvel que será instalado o mesmo.

 

Saiba a opinião dos clientes da marca 

A opinião dos clientes da marca é muito importante. Por isso, você pode considerá-la como um dos fatores para a escolha do equipamento. Entenda que a aquisição de itens comuns no dia a dia, no caso dos elevadores, é a mais importante. 

São os clientes que poderão dar uma opinião sobre a qualidade do equipamento, da equipe técnica, do serviço de manutenção e do atendimento da empresa que vende o elevador.

Saiba, ainda, que mesmo em tempos de internet, a opinião dos clientes é importante, pois isso é o que chamamos de prova social. E a prova social nada mais é que a marca mostrar a você como é vista no mercado pelos seus clientes. 

 

Considere comprar elevadores de acessibilidade tecnológicos

Os elevadores de acessibilidade da marca que você pesquisa são mais tecnológicos? São fáceis de montar e de operar? Se a resposta para essas perguntas for sim, então vale a pena arriscar em comprar o equipamento deste fabricante. 

Além disso, observe se o equipamento tem uma boa ergonomia e se a manutenção é de baixo custo. Outro detalhe é que ele deverá ter baixo consumo de energia. 

Dentre as empresas fabricantes de elevadores, a JE se destaca por trabalhar com profissionais qualificados e certificados, além de fabricar as melhores soluções para todo o tipo de imóvel.

Se há preocupações em escolher a melhor empresa fabricante de elevadores de acessibilidade, não precisa se preocupar. Estamos de portas abertas para resolver qualquer dúvida que você possa ter!

E já que estamos falando em equipamentos, por que você não vem conferir nosso catálogo de produtos?  Faça um orçamento com a gente e garanta o melhor serviço em elevação agora mesmo!

Sinalização de acessibilidade: saiba como usar

Sinalização de acessibilidade: saiba como usar

Você sabe como usar a sinalização de acessibilidade? O uso desses sinais garante ambientes mais seguros para quem precisa. Além disso, investir nessas ações é uma vantagem, pois com um imóvel mais acessível, você terá maior possibilidade de alugá-lo ou vendê-lo.

Neste post, vamos falar sobre o assunto. Ficou interessado no tema do nosso artigo? Acompanhe a leitura!

 

Quais são os tipos de sinalização de acessibilidade? 

A seguir, confira quais são os tipos de sinalização de acessibilidade:

 

Símbolo Internacional de Acesso

O Símbolo Internacional de Acesso (SIA) identifica os espaços onde existem elementos acessíveis ou utilizáveis por pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Você poderá inserir esses símbolos nas entradas, áreas e vagas de estacionamento de veículos

Também é importante a sinalização de acessibilidade em banheiro, rotas de fugas, embarque/desembarque, áreas de assistência para resgate, saídas de emergência e áreas de refúgio. Outra dica é não esquecer as áreas reservadas para pessoas com cadeira de rodas e equipamentos para pessoas com mobilidade reduzida. 

É importante ressaltar que aqui no Brasil, a Norma Brasileira de Regulamentação (NBR 9050) criada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) trata exclusivamente da acessibilidade. Segundo a lei, há critérios técnicos de sinalização de acessibilidade em espaços e equipamentos urbanos, mobiliário e edificações. 

 

Sinalização de acessibilidade para deficientes visuais

Este símbolo deve indicar a existência de equipamentos, serviços para pessoas com deficiência visual e mobiliário. É importante lembrar que os cães-guias devem ser permitidos em todos os locais, sejam eles em restaurantes, locais públicos e meios de transporte.  

Além disso, muitos locais que possuem acessibilidade têm panfletos explicativos, materiais, programas ou cardápios em braille. 

 

Sinalização de acessibilidade para pessoas com deficiência física

A sinalização de acessibilidade para pessoas com deficiência física é indicada pelo símbolo internacional de acesso. Ele é representado por um pictograma branco sobre o fundo azul. Não há estilização, adição ou modificação que deverá ser feita nesse símbolo. 

 

Sinalização de acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual

Esse tipo de deficiência é considerada um transtorno de desenvolvimento constatado nas pessoas que possuem um nível cognitivo e comportamental abaixo do que é esperado para a idade cronológica. Ou seja, as pessoas que têm déficit intelectual apresentam limitações nas habilidades mentais. 

 

Sinalização de acessibilidade para deficientes auditivos

Geralmente, este símbolo é exposto em lugares que oferecem acessibilidade, acesso aos deficientes auditivos ou algum tipo de ajuda. Também identifica uma pessoa com deficiência auditiva. No Brasil, motoristas com deficiência auditiva podem usar um adesivo com esse símbolo no para-brisa do carro. É importante ressaltar que a utilização não é obrigatória. 

Os deficientes auditivos também precisam estar atentos ao símbolo de telebobina. Os ambientes com a imagem acima servem para identificar locais com sistema de aro magnético instalado. Portanto, só resta acionar o modo “T” do aparelho. Além disso, o símbolo de sistema de audição assistida também emite sons diretamente ao aparelho do usuário. 

 

Como usar a sinalização de acessibilidade?

Confira algumas dicas para serem adotadas em seu imóvel: 

 

Displays e painéis indicativos 

Servem para ajudar a pessoa com deficiência a se orientar em vários ambientes urbanos.

 

Piso tátil

Os modelos de piso tátil direcional e piso tátil de alerta servem como sinalização de acessibilidade para deficientes visuais. Esses produtos chamam a atenção porque oferecem uma alternativa segura e prática para quem precisa.

 

Pintura de vagas 

Podem ser usadas em estacionamentos de prédios. Ela é feita no chão e é considerada uma solução visual bem interessante. 

 

Linguagem de sinais 

Se for em um shopping, por exemplo, você pode fazer um vídeo institucional com a janela e a linguagem de sinais. Com certeza, as pessoas surdas e mudas poderão ter o acesso a tudo que precisam. 

Agora que você já sabe como usar a sinalização de acessibilidade, que tal aplicá-la em seu empreendimento. Siga as regras e você só ganhará com elas! 

 

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