Como garantir acessibilidade em clínicas médicas e hospitais

Como garantir acessibilidade em clínicas médicas e hospitais

Você sabia que a acessibilidade em clínicas médicas e hospitais é importante? Respeitar  o direito de ir e vir é mais do que cumprir as exigências legais, como o Decreto 5296 de 2004, é respeitar as pessoas. Além disso, segundo o mesmo Decreto, só é concedido alvará sanitário à unidade de saúde que cumprir as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT 9050).

No entanto, como promover a acessibilidade nas clínicas médicas e hospitais? Neste post, vamos explicar tudo sobre o assunto. Você vai ver que com mudanças simples e os equipamentos certos, os espaços de saúde poderão oferecer a acessibilidade que as pessoas precisam. E aí, quer conferir o artigo? Então, siga com a leitura!

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Como garantir a acessibilidade na área externa de clínicas médicas e hospitais?

A área externa das clínicas médicas e hospitais podem ser verdadeiros obstáculos para os pacientes com deficiência física ou mobilidade reduzida. Você pode mudar essa realidade com as seguintes medidas:

Tenha rampas de acesso

Procure colocar rampas de acesso na entrada e nas laterais da clínica médica ou do hospital. As rampas facilitam a chegada de quem procura por atendimento médico e que tem dificuldades em locomoção. Pense em oferecer o melhor aos pacientes para que a Unidade de saúde seja uma referência em acessibilidade.

Adquire elevadores de acessibilidade

Tenha elevadores de acessibilidade para área interna quando a entrada da clínica ou do hospital estiver acima do nível da rua. Assim, as pessoas não vão correr riscos de acidentes e você garantirá um acesso fácil até a parte interna das unidades.

No entanto, tome cuidado ao adquirir um elevador de acessibilidade. Procure por equipamentos que oferecem segurança, garantia e qualidade. Opte por empresas que são referência na fabricação desses equipamentos.

Conte com estacionamento e vagas prioritárias

Você deve oferecer estacionamento com vagas prioritárias para a pessoa com deficiência. Escolha vagas que dão acesso direto à porta principal das clínicas médicas ou do hospital. Sinalize para que a pessoa com deficiência física possa ver que ali há uma vaga destinada para ela.

Instale corrimãos

É muito importante pensar não apenas em quem tem mobilidade reduzida, mas também nas pessoas com outros tipos de deficiência como a visual. Coloque corrimãos em todas as escadas. Eles auxiliam no ir e vir de quem passa pelos corredores ou pelas salas das clínicas médicas ou do hospital.

Faça calçadas com piso tátil

As calçadas devem ser adaptadas para o cadeirante e para quem tem deficiência visual. Por isso, construa calçadas com piso tátil.

Como garantir acessibilidade nas áreas internas?

Você que é investidor e que deseja oferecer imóveis com valor agregado, faça uma adaptação na área externa de clínicas médicas e hospitais. Veja algumas dicas de como investir:

Priorize os espaços

Em relação aos corredores, eles devem ser espaçosos. Consulte a ABNT para saber quais são as medidas exigidas e siga as regras.

Coloque barras de apoio nas escadas internas

Na parte interna das clínicas médicas e hospitais não bastará ter corrimãos. Instale barras de apoio para que as pessoas se sintam mais seguras em subir ou descer as rampas ou escadas.

Adapte os elevadores para acessibilidade

Você pode ter um elevador moderno e seguro que proporcione a acessibilidade das pessoas. Para adaptá-lo é simples. Troque-o por um elevador para acessibilidade e ofereça o melhor imóvel para quem procura alugar ou comprar. Saiba que imóveis com esse tipo de recurso têm mais valor do que os que não contam com aparelhos.

Construa banheiros adaptados

Tenha banheiros que sejam adaptados para pessoas com deficiência. Instale barras de apoio para facilitar a acessibilidade dos pacientes. O tamanho dos banheiros devem obedecer as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e ter barras para que cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida consigam se locomover.

Prefira piso antiderrapante

Não importa se é um hospital ou se são clínicas médicas, prefira instalar o piso antiderrapante em salas, quartos, recepção e corredores. Com esse cuidado, você evitará vários tipos de acidentes.

Qual é o benefício da acessibilidade para clínicas médicas e hospitais?

Além de você garantir o acesso ao tratamento de saúde para pessoas com deficiência, quando você faz as adaptações planejadas e melhora a acessibilidade de quem vai trabalhar ou ser atendido em hospitais ou clínicas, as instituições de saúde se tornam um modelo e referência. Elas ficam conhecidas por cumprirem as leis e respeitar os direitos de quem tem mobilidade reduzida ou qualquer outro tipo de deficiência.

Agora que você aprendeu a promover a acessibilidade em clínicas médicas e hospitais, que tal fazer esse tipo de investimento em seu próximo imóvel? Pense nisso e se precisar de instalar um elevador para acessibilidade, escolha os melhores modelos do mercado!

Quer ler outros conteúdos como este? Acesse o nosso próximo post para aprender como escolher empresas que fabricam elevadores de acessibilidade! 

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Elevador para cadeirante nas empresas

Elevador para cadeirante nas empresas

Um dos grandes diferenciais para qualquer negócio é o elevador para cadeirante. Ele é importante para quem tem mobilidade reduzida. O equipamento traz impactos positivos na sua empresa e aumenta a lucratividade.

Além disso, ter um elevador é algo que se tornou uma necessidade para quem deseja respeitar a Lei de Acessibilidade nas empresas.

No entanto, para que você entenda as vantagens do elevador para cadeirante, preparamos este post. Nele, você vai descobrir alguns motivos para adquirir o equipamento que também serve para edifícios comerciais.

Quer entender porque a sua empresa deve investir em um elevador para cadeirante? Então, continue com a leitura do nosso artigo!

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Por que investir em um elevador para cadeirante?

Em primeiro lugar, para promover a inclusão das Pessoas com Deficiência (PCDs). Você sabia que o Brasil possui 45,6 milhões de pessoas deficientes ou com mobilidade reduzida? Para você ter ideia, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Censo 2010 revelou que isso corresponde a 24% da população. O resultado dessa estatística significa que os empregadores devem implantar ações que atendem as pessoas deficientes e com mobilidade reduzida.

No entanto, só dá para colocar essas ações em prática se elas forem bem planejadas. Outro ponto que você deve pensar é no processo seletivo para PCDs. Quando você tem conhecimento do assunto, fica mais fácil saber quais são as demandas do entrevistado e, assim, adequar a empresa às suas necessidades.

Neste sentido, podendo ser instalado, o elevador para cadeirante pode significar muito para quem trabalha na sua empresa. Afinal, você vai garantir o direito de ir e vir à quem é o seu colaborador, não é verdade? E isso fará com que as pessoas vejam a sua organização com bons olhos e até queiram fazer parte da sua equipe de trabalho.

Qual é a importância de respeitar as normas de acessibilidade?

A empresa que instala um elevador para cadeirante leva a sério as normas de acessibilidade. A Lei de Cotas, nº 8.213, criada em 1991, determina que a empresa que tiver 100 funcionários ou mais é obrigada a preencher o seu quadro com 2% a 5% de deficientes físicos e com mobilidade reduzida.

Vale lembrar que segundo a Convenção Internacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o conceito de deficiência é definido como as pessoas com impedimentos a longo prazo, de natureza intelectual, mental, física ou sensorial e que não conseguem participar ativamente da sociedade em igualdades e condições com as demais pessoas.

Você também precisa entender que a norma brasileira ABNT 9050 estabelece os critérios que devem ser adotados para alcançar todas as condições de acessibilidade nas empresas. Assim, se você deseja investir em acessibilidade, confira essa norma e observe todos os itens que devem ser seguidos.

E é importante ressaltar que as empresas que trabalham a acessibilidade e investem em um elevador para cadeirante mostram que acolhem as pessoas. Elas motivam quem procura por seus produtos ou serviços.

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Quais empresas investem em acessibilidade?

As grandes organizações têm se preocupado com o social e investido em acessibilidade. Veja alguns exemplos de marcas que você conhece e que são reconhecidas pelos trabalhos que fazem:

Natura

A Natura valoriza seus colaboradores. Além da sua visão de sustentabilidade para 2050 e o respeito ao meio ambiente, a empresa traz uma Rede de Relações como um dos seus principais pilares. Ela tem os colaboradores como o centro do negócio. Logo, ela cumpre a Lei de Cotas e também tem como meta anual a contratação de PCDs, que é superior a cota exigida por lei.

E o resultado de tudo isso? A marca é amada por muitas pessoas, pois é referência em sustentabilidade e também em inclusão de verdade. Sem dúvida, um modelo que pode servir de inspiração.

Grupo Pão de Açúcar

Em 2016, o Grupo Pão de Açúcar assinou um pacto pela inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. O objetivo é que até este ano (2020), a empresa empregue 8 mil colaboradores com deficiência. Bom, não é mesmo? Além disso, o documento estabelece diretrizes e metas para a promoção de uma cultura interna e de um ambiente de inclusão e acessibilidade nas empresas.

Tudo isso faz o Pão de Açúcar ser mais do que uma organização. Mostra realmente qual é o seu papel como empresa na sociedade, que é oferecer oportunidade de trabalho e respeitar a acessibilidade das pessoas.

O que o elevador para cadeirante representa na sua empresa?

Depois de ter visto algumas iniciativas realizadas pelas organizações, você pode se perguntar o que elevador para cadeirante representa na sua empresa.

Podemos dizer que muita coisa! O elevador é uma grande oportunidade para demonstrar o quanto as pessoas são importantes.

Ele é um bem valioso, pois é por causa desse equipamento que você irá garantir o direito de ir e vir de quem trabalha com você ou frequenta o seu empreendimento.

E como resultado de todo o seu investimento, você verá clientes e colaboradores apaixonados por sua iniciativa. Com o elevador, você ganhará credibilidade e admiração de todos.

A JE Elevadores fabrica um elevador para cadeirante que serve tanto para o uso residencial ou comercial e oferece qualidade e funcionalidade.

Ele possui um design moderno e que se encaixa nos mais variados estilos arquitetônicos sem comprometer a estética do conjunto.

O equipamento é perfeito para você que tem uma empresa ou investe em compra e venda de apartamentos, coberturas ou casas de maior valor agregado.

Quer ler mais conteúdos interessantes como esse? Veja o que a falta de acessibilidade nas empresas pode ocasionar!

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Processo seletivo para PCD: entenda com funciona e sua importância

Processo seletivo para PCD: entenda com funciona e sua importância

O processo seletivo para PCD é um grande desafio para quem contrata e também para pessoas com deficiência. A lei nº 8.213, de 1991, também conhecida como Lei de Cotas estabelece que as empresas com 100 ou mais funcionários devem contratar pessoas com deficiência ou beneficiários da Previdência Social. O percentual de contratação pode variar de 2% a 5% de acordo com o número de funcionários da empresa.

Mas como funciona o processo seletivo para PCD e qual é a sua importância? Essas são algumas perguntas que vamos responder neste artigo. Acompanhe a leitura e fique bem informado sobre seus deveres como investidor e quais os direitos da pessoa com mobilidade reduzida ou qualquer outro tipo de deficiência.

O que a legislação diz sobre o processo seletivo para PCD?

É importante enfatizar que o recrutamento e a seleção de pessoas com deficiência não se resume às obrigações legais. Ainda assim, é importante saber o que diz a legislação sobre esse tipo de contratação. Embora exista a lei há mais de 20 anos, muitos empresários e recrutados ainda a desconhecem.

No entanto, a principal obrigação estabelecida foi a que nós mencionamos no início deste artigo. Entretanto, há outra regra importante a respeito da demissão de pessoas com deficiência e que foram contratadas pelo Sistema de Cotas. A dispensa só pode acontecer se houver a contratação de outra PCD para o mesmo cargo. Se a empresa não respeitar a lei, poderão ocorrer multas.

Além disso, se você respeitar a lei e as razões éticas, a melhoria dos resultados da sua empresa também pode ser um bom motivo para você contratar pessoas com PCD. Promover a acessibilidade será um grande salto para a sua empresa.

A pessoa com deficiência é dotada de diversas habilidades como qualquer outro profissional. Sem falar que já são comprovados efeitos positivos da diversidade para a produtividade em equipe.

Por que é difícil contratar pessoas com deficiência?

De acordo com uma pesquisa realizada na ABRH Nacional em parceria com a Catho, 86% dos entrevistados disseram que é difícil conseguir contratar pessoas com deficiência. Segundo a pesquisa, além da necessidade de adaptações para o processo seletivo, é necessário uma mudança de mentalidade e de atitudes para reverter esse quadro. Também foram apontadas as seguintes dificuldades:

  • Falta de acessibilidade, bancos de currículos confiáveis e verba para contratar uma consultoria;
  • Dificuldades em estabelecer vagas exclusivas para portadores de necessidades especiais;
  • Baixa  atratividade em função da qualidade ruim das vagas de PCDS;
  • Resistência dos gestores;
  • Pouco apoio da liderança para a contratação.

Como realizar um processo seletivo inclusivo?

Planeje o processo seletivo

Não generalize os candidatos. Isso é um erro! Há vários tipos de deficiência e quando falamos em processo seletivo para PCD é importante considerar que ele engloba as características e as necessidades das pessoas, que são diferentes entre si.

Para você planejar o processo seletivo inclusivo, busque informações concretas sobre as adaptações necessárias para cada candidato. Converse com pessoas com deficiência e outras empresas que já realizaram o mesmo processo.

Converse com o candidato

Converse abertamente com seu candidato durante o processo seletivo para PCD. Veja quais são as adaptações para a realização do processo. Pergunte sobre as necessidades em relação à sala, se será preciso um tradutor de libras ou um acompanhante. A partir deste ponto, adeque e transforme a sala ou o ambiente que você receberá os candidatos.

Trate a deficiência com naturalidade

Durante a entrevista do processo seletivo para PCD, você terá que fazer algumas perguntas em relação à deficiência do candidato. É permitido questionar a sua origem — se é congênita ou causada por algum evento ao longo da vida —, e necessidades de adaptações para que a pessoa realize suas atividades.

Deixe claro que a empresa espera dele as atividades atribuídas ao seu cargo. Aborde questões sobre experiências profissionais passadas e trate tudo com naturalidade. Não tenha medo de perguntar. Também pode ser questionada a forma com que o candidato lida com a deficiência no dia a dia e como é a sua autonomia. Porém, foque sempre em perguntas relevantes para a rotina da empresa.

Converse com outros profissionais da área

Nunca deixe de buscar informações com profissionais que já lidam com PCD no seu dia a dia. Portanto, procure médicos e técnicos da área. Peça dicas sobre possíveis adaptações e ajustes no seu processo seletivo para PCD. Esses profissionais podem te ajudar sobre como deve organizar e planejar as etapas valorizando sempre a acessibilidade.

Seja um candidato sincero

Em relação aos candidatos, eles deverão ser sinceros durante a entrevista. Não se esconda e lembre-se que você é capaz de exercer o cargo como qualquer outra pessoa capacitada. A deficiência não interfere na sua capacidade intelectual.

Agora que você já sabe como funciona o processo seletivo para PCD, poderá preparar a próxima seleção para sua empresa, não é verdade? E você profissional, também se sentirá acolhido pela empresa!

Gostou do conteúdo? Acesse o nosso próximo post e veja como funciona a isenção de carros para deficientes!

 

Por que considerar a acessibilidade em piscinas?

Por que considerar a acessibilidade em piscinas?

Quem é que não gosta de aproveitar uma piscina, não é verdade? Ainda mais quando a temperatura sobe. No verão, clubes, hotéis e pousadas se tornam os locais preferidos de quem deseja se refrescar. Mas como promover a acessibilidade em piscinas para que todas as pessoas possam se divertir?

Para começar, você deve fazer um projeto mais seguro e acessível para as pessoas de diferentes idades e habilidades. Escolha o estilo da piscina e as dimensões corretas. A partir daí considere alguns recursos extras como o elevador de piscinas, que tornará as coisas mais fáceis para quem tem mobilidade reduzida.

No entanto, para te ajudar a promover a acessibilidade na piscina do condomínio ou casa, ou do seu clube, preparamos este post. Nele, você terá algumas ideias para atender às necessidades de todos.

Entretanto, observe que a maioria das sugestões não são exigidas por lei, a menos que você esteja construindo uma piscina pública, ok? Nesse caso, você também precisa estar atento aos requisitos  de construção e da Lei de Acessibilidade. Veja:

Como pensar na acessibilidade em piscinas para as crianças?

Quando pensamos em acessibilidade em piscinas, temos que atender as necessidades das crianças que poderão aproveitar o espaço.

Há vários recursos de piscina que podem ajudá-lo a proteger as crianças contra vários acidentes. Mas nenhum deles pode tomar o lugar de uma boa e antiga supervisão de um adulto. Portanto, nas piscinas de casa, considere fazer a instalação perto da casa onde os pais podem manter os olhos nos filhos.

Você também pode considerar uma piscina rasa que permite que as crianças toquem o fundo na maioria ou em todos os pontos. Finalmente, é importante você isolar a piscina com uma cerca que atenda os requisitos mínimos de altura e pensar na instalação de alarmes em todos os portões ou portas.

Como pensar na acessibilidade em piscinas para idosos?

Muitos idosos têm problemas com a locomoção. Assim, a piscina perfeita para eles inclui alguma forma “andável”, como uma rampa. Também é necessário instalar corrimãos, pois eles são práticos para se locomover dentro e fora da água. Contudo, se você acha que essa possibilidade não é viável, considere usar um elevador de acessibilidade.

Ele é fácil de usar e está de acordo com todas as normas de segurança. Os elevadores de acessibilidade têm a finalidade de aumentar a acessibilidade em piscinas e facilitar o acesso às piscinas residenciais, de escolas, de clubes, Organizações não Governamentais ou até clinicas de fisioterapia.

Você também pode pensar em manter a piscina mais confortável para os nadadores mais velhos. Por isso, planeje o aquecimento adicional. A temperatura da água mais fria pode ser refrescante para algumas pessoas, mas para outras, pode incomodar. Pensar num SPA anexado, além de ser terapêutico por direito próprio, pode ajudar as pessoas mais velhas a se aquecer depois de nadar.

Finalmente, as pessoas mais velhas podem ter uma variedade de condições médicas que você precisa levar em conta. No projeto da sua piscina, você deve pensar em algum sistema de alerta médico no local para se certificar de que a ajuda pode chegar rapidamente se surgir algum tipo de problema.

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Como pensar na acessibilidade em piscinas para pessoas com deficiência?

Você também deve pensar na acessibilidade em piscinas para pessoas com deficiência. Muitas delas estão familiarizadas com os benefícios da terapia aquática. Entretanto, você pode desfrutar destes mesmos benefícios em sua casa. Quer saber como? Instale um SPA de natação ou algum outro tipo de piscina terapêutica.

As piscinas tradicionais oferecem algo que as piscinas especiais não podem. Uma chance de socializar com os outros. Muitas pessoas com mobilidade reduzida querem competir, brincar e se divertir na água como as outras pessoas. E com o elevador de piscinas você promove a acessibilidade.

Este elevador também é recomendado para cadeirantes e pessoas com alguma deficiência motora. O equipamento pode ter funcionamento hidráulico ou rosca sem fim (fuso), e com assento giratório. Ele é confortável e propicia mais independência ao cadeirante ou portador de necessidades especiais. A instalação é fácil e totalmente segura.

Além disso, com esse equipamento, você cria um diferencial para sua casa ou negócio. No entanto, enquanto estiver planejando o projeto de acessibilidade da sua piscina, não se esqueça da área ao redor do espaço, que pode precisar de customizações como corrimãos, decking antiderrapante e acessibilidade para cadeirantes.

Por que o elevador de piscinas agrega valor ao seu negócio?

Se o elevador de piscinas está lá no seu clube ou na sua casa de shows, a piscina se torna mais universal. E isso é importante, pois quem tem mobilidade reduzida se sentirá mais independente, já que o elevador pode ser operado por um passageiro.

Sem contar que o elevador de piscinas  também pode ser usado por gestantes ou qualquer pessoa que tenha mobilidade reduzida.

Viu porque você deve considerar a acessibilidade em piscinas? Ofereça segurança e conforto para quem curte o seu clube, a sua casa ou até mesmo a sua academia ou centro de fisioterapia. Promova a acessibilidade e ajude às pessoas a se sentirem mais independentes!

Quer conhecer um pouco mais sobre o elevador de piscinas para acessibilidade? Acesse agora mesmo o nosso infográfico e fique por dentro do assunto!

Acessibilidade na construção civil: o papel do engenheiro

Acessibilidade na construção civil: o papel do engenheiro

A acessibilidade na construção civil é mais do que uma obrigação. Quem planeja e executa as obras são os responsáveis por essa acessibilidade. Ela também não é apenas uma preocupação social, mas uma exigência legal regulamentada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Em 2015, a ABNT atualizou a Norma Técnica de Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos (NBR 9050). Essa regulamentação foi criada inicialmente em 2014. De acordo com a norma, a acessibilidade é definida como a possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a atualização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamentos urbanos e elementos.

Mas qual é a responsabilidade da engenharia civil e do engenheiro em relação a acessibilidade? Neste post, iremos falar sobre esse tema que é tão importante para você que é investidor e também para quem tem a mobilidade reduzida. Ficou interessado em nosso artigo? Então, acompanhe a leitura!

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Qual é a responsabilidade da engenharia civil?

A engenharia civil tem a responsabilidade de criar métodos de acessibilidade nas cidades, e fomentar o debate da importância da acessibilidade na construção civil dentro do âmbito acadêmico. Foi assim que partimos de uma definição crua de calçadas dos tempos de Brasil colonial até a legislação ampla que possuímos hoje.

Qual é o papel do engenheiro em relação a acessibilidade na construção civil?

Na hora de construir ou reformar um imóvel, cabe ao engenheiro um profundo conhecimento sobre as normas técnicas vigentes, o espaço público ou simplesmente uma calçada para uso público na rua. É importante que o engenheiro e o arquiteto trabalhem juntos para que nada seja deixado de lado. Eles devem avaliar com cuidado os esforços de acessibilidade que estão contemplados no projeto e se eles compreendem a realidade de uma pessoa com mobilidade reduzida.

A acessibilidade na construção civil também deve ser fiscalizada pelo próprio engenheiro. O profissional tem que observar se as soluções criadas por ele realmente são viáveis quando saem do papel. Portanto, é seguro dizer que o engenheiro civil é quem executa as ações de acessibilidade dentro da realidade da construção e que cabe a ele a necessidade de conhecer toda a legislação e aplicá-la.

O que a formação do engenheiro deve contemplar?

A formação do engenheiro deve contemplar a acessibilidade na construção civil, incentivar a pesquisa e trazer mais embasamento teórico para reafirmar todas essas conclusões. Os graduandos devem entender os problemas que a falta de mobilidade gera nas pessoas, e como os ambientes acessíveis ampliam a noção de urbanidade.

O que o futuro reserva em relação a acessibilidade na construção civil?

Hoje em dia a acessibilidade e a engenharia civil caminham lado a lado. Uma ajuda a outra a criar ambientes urbanos inclusivos e acessíveis para todas as pessoas. Se você já percebeu que a acessibilidade na construção civil chegou ao nível de atuação que vemos atualmente, isso é graças aos esforços de debate e conscientização de engenheiros civis e arquitetos. Portanto, o futuro nos promete um entendimento ainda maior e mais avanços em acessibilidade na construção civil.

Os projetos realizados atualmente serão a referência de construção para o futuro. Dessa forma, quanto mais a acessibilidade na construção civil for um ponto relevante na elaboração dos projetos, mais essa preocupação será tida como padrão para a construção de estruturas no futuro.

Estabelecimentos comerciais, condomínio de moradia, academias, praças e parques públicos projetados com técnicas de mobilidade e acessibilidade contribuem, então, para que outros surjam, alimentando um ciclo benéfico que, em um cenário otimista, resultará na padronização da acessibilidade. Isso é o que o futuro pode trazer, e esse é o dever dos engenheiros civis.

Qual será o futuro das academias em relação a acessibilidade?

O futuro aponta para uma maior conscientização por parte da engenharia civil, sendo que já existe pressão para a inclusão de cadeiras sobre a acessibilidade dentro da graduação dos futuros engenheiros civis. Isso resulta em uma parcela da população engajada e que produz conteúdo para suportar suas teses de mobilidade urbana. Portanto, é algo crucial em relação a conscientização de toda a população.

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Como você pode ver, o engenheiro tem um papel muito importante sobre a acessibilidade na construção civil. Por isso, quando você investir em qualquer empreendimento, contrate um engenheiro que respeite a norma técnica NBR 9050, conhecida por trazer critérios e parâmetros para a instalação de equipamentos e adaptação de espaços urbanos, de forma a se tornarem acessíveis para todas as pessoas.

Quer aprender um pouco mais sobre a acessibilidade na construção civil? Baixe o nosso mini e-book e saiba a importância dos projetos que priorizam a acessibilidade!

Isenção para PCD: saiba tudo sobre os carros para deficientes

Isenção para PCD: saiba tudo sobre os carros para deficientes

Muitas pessoas não sabem, mas existem automóveis com isenção para pcd (pessoa com deficiência). Neste caso, são enquadradas as pessoas com deficiência física, mental, visual, auditiva, profunda ou severa, como os autistas.

Independente da idade, os portadores de deficiência têm o direito de adquirir carros com isenção para deficientes, sobre impostos como IPI, ICMS, IPVA e IOF. Isso reduz o preço final do automóvel até 30% para a compra em montadoras ou concessionárias.

No entanto, apesar de pouco noticiada, a isenção para deficientes alcança desde pessoas que nasceram com o problema até as que ficaram doentes ao longo da vida e, claro, idosos com mobilidade reduzida. Além disso, os portadores de deficiência que não impede dirigir automóveis, podem ser representados por seus responsáveis legais na condição de condutores do veículo.

Portanto, você que é investidor, empresário ou consumidor final fique atento neste post. Nele, vamos falar sobre a isenção para pcd. Ficou interessado em nosso artigo? Então, acompanhe!

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Por que investir na venda de carros para deficientes?

As montadoras chamam os portadores de deficiência de PCD (Pessoa com Deficiência). Esse tipo de venda atingiu um pico em 2018, chegando a cerca de 187 mil unidades no 1º semestre. Se comparado nos 12 meses de 2017 dá para se observar que o número é o mesmo. Enquanto em 2016, apenas 139 mil pessoas conseguiram a isenção para pcd.

Como a isenção para pcd funciona?

A isenção para deficientes funciona da seguinte maneira:

  • IPI: isenção total a cada 2 anos para compra de carro com qualquer valor;
  • ICMS: isenção total a cada 4 anos na compra de carros de até R$ 70 mil;
  • IOF: isenção total quando o valor financiado é superior a 70% do total do veículo. Pode ser obtida uma única vez por CPF;
  • IPVA: isenção total e válida para apenas um carro daquele proprietário.

Quais são os carros para deficientes?

Há vários modelos de carros de isenção para deficientes. Para ter o maior desconto possível, você deve comprar automóveis com menos de 127cv que chegam a custar até R$ 70 mil.

Nos últimos anos, algumas fabricantes lançaram versões específicas voltadas para este de público, com alguns equipamentos a menos para não bater o limite, mas sempre com câmbio automático ou automatizado.

No entanto, mesmo assim, nada impede que o portador com deficiência peça a isenção para modelos mais caros. Nestes casos, a redução será apenas do IPI.

Como fazer o processo?

Solicite ao Detran a alteração da habilitação

Se você já possui a Carteira Nacional de Habilitação, solicite ao Detran a alteração para a habilitação de portadores de deficiência. Caso ainda não tenha CNH, tire-a já como portador do problema. No próprio órgão de trânsito, você terá as informações necessárias de como proceder com o seu pedido.

Veja a isenção do IPI

A primeira isenção que será solicitada é a do IPI, que deve ser requisitada à Receita Federal. Para consegui-la, você deve ter um laudo médico, que pode ser particular, e que comprova o seu problema.

Hoje, com tantas facilidades, já é possível fazer a solicitação pela Internet e os pedidos devem ser liberados em até 72 horas. O portador de necessidades especiais receberá uma carta de isenção do IPI que tem validade de 270 dias corridos.

Peça a isenção do ICMS na Secretaria da Fazenda

A isenção do ICMS deve ser pedida diretamente na Secretaria da Fazenda de cada Estado apenas depois da liberação do IPI e se o veículo desejado custar até R$ 70 mil. O prazo para a liberação do ICMS é de 60 dias e a carta de isenção tem validade de 270 dias corridos.

Procure pela isenção do IPVA

Depois de receber o carro, procure a Secretaria da Fazenda do seu Estado e peça a isenção do IPVA. Isso deve ser feito até 30 dias depois do faturamento do automóvel, caso contrário, a isenção só valerá a partir do ano seguinte.

Peça a isenção do IOF

Com o processo de IOF junto á Receita Federal você pode solicitar no mesmo momento do IPI, porém, é limitado a veículos de até 127 cavalos. Além disso, somente pode ser utilizado quando o financiamento é maior que 70% do valor do veículo.

Quais doenças são enquadradas na isenção para pcd?

Entre as principais doenças enquadradas na isenção para pcd, podemos citar:

  • amputações;
  • encurtamento de membros e más-formações;
  • mobilidade reduzida;
  • neuropatias diabéticas;
  • próteses internas e externas (joelho, quadril, coluna, etc).

Agora que você aprendeu tudo sobre os carros para deficientes e também como conseguir a isenção para pcd, saberá onde recorrer na hora que precisar, não é verdade? Siga as nossas dicas e lute pelos seus direitos!

Quer ler mais conteúdos como este? Acesse o nosso próximo post e veja algumas dicas para estruturar um programa de inclusão sustentável!