Processo seletivo PCD: dicas para o recrutamento

Processo seletivo PCD: dicas para o recrutamento

A princípio, fazer um processo seletivo PCD pode ser um grande desafio. Afinal, é necessário saber o que a lei diz sobre a realização deste processo e entender como funciona todo o recrutamento para profissionais com deficiência. 

O que diz a lei sobre o processo seletivo PCD

Segundo a Lei de Cotas , toda empresa com mais de 100 colaboradores precisa contratar pessoas com deficiência. Portanto, a lei determina que:

  • organizações entre 100 e 200 colaboradores devem ter 2% de pessoas com deficiência;
  • empresas com 201 a 500 funcionários, 3% de PCD’s;
  • organizações com 501 a 1000, total de 4% de pessoas com deficiência;
  • empresas com mais de 1000 colaboradores, 5% deles serão PCDs.

Em relação à demissão de pessoas com deficiência, o empreendedor poderá dispensá-las desde que contrate outra PCD. 

 

Entenda o que é deficiência

Segundo o decreto nº 3.298, de 1999, deficiência é toda perda ou anormalidade de uma estrutura, ou função psicológica, anatômica ou fisiológica. Portanto, sempre que for realizar um processo seletivo PCD dê uma lida neste decreto. Nele, terá outras informações importantes sobre o assunto.

 

Planeje o processo seletivo PCD

Neste momento, deverá considerar as características de cada pessoa para a vaga. Para isso, conte com o apoio do departamento de recursos humanos e faça um bom planejamento. 

Um exemplo: se você procura por pessoas com deficiência auditiva, chame um especialista em linguagem de sinais para ajudar a recrutar os melhores profissionais. 

 

Veja tudo que precisa

É importante ver com antecedência tudo que é necessário para garantir um processo seletivo PCD justo. Portanto, fique atento ao espaço físico, aos equipamentos de escolha de candidatos e aos materiais. No caso de pessoas com deficiência física, faça o processo seletivo em uma área acessível, de preferência que não tenha nenhum obstáculo como escadas ou que tenha um elevador de acessibilidade. 

 

Divulgue vagas que sejam coerentes com a situação da empresa e do futuro profissional

Foque em pessoas que sejam qualificadas para cada vaga. Por isso, divulgue vagas adequadas, ou seja, de cargos que encontrarão candidatos capacitados. Para isso, estude as necessidades da organização dentro do que pode ser oferecido e veja com o RH sobre a adequação de cada cargo. 

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Como usar os canais digitais para divulgar o processo seletivo PCD

Se o cargo é para quem possui deficiência auditiva, será necessário um intérprete de libras no anúncio. Por exemplo, o meio de divulgação é o Instagram. Uma dica é colocar a janela de Libras no vídeo. Assim, o candidato terá a acessibilidade necessária para entender sobre o que está sendo divulgado. 

Na entrevista, é necessário saber sobre a deficiência do profissional, para assim, ter noção se o ambiente precisará de adaptações na questão de acessibilidade caso a pessoa seja selecionada.

Ainda sobre essa etapa, deixe claro o que a empresa espera do (a) profissional. E por último, saiba quais as experiências o (a) profissional já teve e como foi para ele (a), trabalhar em outras organizações.

A contratação de PCD pode exigir testes de aptidão que verifiquem os conhecimentos dos candidatos. Embora muitas pessoas sejam autodidatas, é importante verificar o conhecimento. Analise as experiências, veja quais cursos o candidato tem e fique atento às suas habilidades. 

 

Explique a jornada de trabalho

Uma pessoa com deficiência pode trabalhar até 8 horas diárias ou 44 semanais. No entanto, caso tenha necessidade de flexibilizar o horário, será possível. Segundo a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, isso só dependerá do grau de deficiência do selecionado à vaga. 

Algumas pessoas poderão exigir condições especiais de trabalho, jornada variável e horário flexível. Desta forma, a empresa terá que optar por um contrato específico dentro da legislação trabalhista. 

Com essas dicas de como fazer um processo seletivo PCD, não haverá dificuldades na hora de fazê-lo, não é mesmo? E caso precise de um equipamento que promova a acessibilidade dos candidatos, pense em ter no local um elevador de acessibilidade. Ele garantirá a segurança e o deslocamento dos candidatos. 

Gostou do conteúdo? Leia o nosso próximo post e entenda as principais leis de acessibilidade no Brasil! 

Elevador de acessibilidade pode valorizar o seu imóvel?

Elevador de acessibilidade pode valorizar o seu imóvel?

É fato que o Brasil está envelhecendo. Segundo o Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE), em 1950, o número de brasileiros idosos de 60 anos era de 2,6 milhões (4,9% do total). Em 2020, esse número alcançou a marca de 29,9 milhões. A projeção é que em 2100, a população idosa no País seja de 72,4 milhões (40% do total populacional).

Isso significa que as casas e os apartamentos deverão ser adaptados para essa população. E nada melhor que ter um elevador de acessibilidade para oferecer conforto e mobilidade, não é mesmo?

Afinal, as pessoas querem envelhecer em seus lares e, para isso, é importante oferecer condições de mobilidade dentro de casa. Assim, um elevador para cadeirantes, tanto instalado internamente ou externamente, é um item cada vez mais procurado para aumentar a acessibilidade das pessoas portadoras de deficiências.

Mas como instalar um elevador de acessibilidade e como o equipamento valoriza o seu imóvel? Essas são perguntas que vamos responder neste artigo. Acompanhe a leitura!

Como é feita a instalação do elevador de acessibilidade?

Atualmente, é muito fácil instalar um elevador de acessibilidade. O equipamento não exige uma casa de máquinas ou a criação de um fosso para funcionar. Você precisa apenas de 10 cm de distância do elevador para o chão. Com isso, o seu investimento é mais barato.

Você ainda conta com duas opções principais: o elevador elétrico e o hidráulico. Qualquer um pode ser projetado em edifícios residenciais, sejam eles antigos ou novos. No entanto, seja qual for a sua opção, você terá que avaliar o local e contar com a ajuda de um profissional para fazer o projeto.

Uma dica para valorizar ainda mais o seu imóvel é pedir o apoio de um arquiteto. Ele poderá examinar as condições do espaço, da energia elétrica, do solo e, assim, indicar o modelo ideal de elevador residencial para a sua casa ou apartamento.

Você também pode instalar o elevador de acessibilidade na entrada do seu imóvel, ao lado das escadarias ou até mesmo na parte externa do edifício. O importante é que o equipamento fique em um local de fácil acesso aos moradores que precisam de mobilidade.

Quais os benefícios do elevador residencial?

Como já dissemos no início deste artigo, a população está envelhecendo. Portanto, é preciso oferecer mobilidade para quem tem dificuldade de locomoção dentro de casa. O elevador de acessibilidade surge como uma solução para garantir o deslocamento de quem tem mobilidade reduzida ou outro tipo de deficiência.

Assim, com a grande demanda pelo equipamento, ganham os proprietários que instalarem o elevador em suas residências. Portanto, você que é investidor, saiba que um elevador de acessibilidade pode valorizar o imóvel de 20% a 25% e a tendência é que essa valorização aumente à medida que a idade média da população sobe.

Diante de tudo isso, o elevador de acessibilidade oferece as seguintes vantagens:

Aumenta o valor da propriedade

Não importa se o elevador será instalado em uma casa ou apartamento. O equipamento agrega um valor significativo ao imóvel, o que é importante para quem é investidor e pretende vender a propriedade. As pessoas estão preocupadas com o futuro, por isso, potenciais compradores preferem apartamentos com elevador para pessoas com deficiência.

Ajuda com as compras e outros itens pesados

Vamos imaginar que você investiu em um apartamento no 6º andar. Já pensou como o seu inquilino ou comprador chegará até o apartamento com as compras do supermercado e outros itens pesados? Com o elevador para cadeirantes, tudo será mais fácil, e assim, o seu imóvel valorizará ainda mais.

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Oferece independência para a pessoa com deficiência

E que tal proporcionar o direito de ir e vir à todas as pessoas? O elevador de acessibilidade oferece independência para a pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida. Além disso, você terá mais interessados em comprar ou alugar o seu imóvel, o que é bom, não é verdade?

Promove o conforto

À medida que a pessoa envelhece, a capacidade de subir e descer escadas facilmente diminui aos poucos. Com o elevador de acessibilidade, você promove o conforto aos moradores. Portanto, torna a rotina mais agradável. Afinal, no futuro, o que as pessoas querem de verdade é a comodidade.

Deixa o imóvel sofisticado

Um elevador de acessibilidade dá mais sofisticação ao imóvel. Muitos desses equipamentos possuem design arrojados que poderão se adequar ao seu gosto. Os modelos são mais modernos, podem ter armações em aço inox e até paredes de vidro polido. Esse último é o elevador panorâmico, onde as pessoas conseguem ver o exterior.

Agora você já sabe como o elevador de acessibilidade pode valorizar o seu imóvel. Então, quando investir em uma casa de dois andares ou apartamento, pense em instalar um dos modelos de elevador. Afinal, dessa maneira você poderá atrair mais pessoas interessadas em comprar ou alugar a propriedade.

Tem mais alguma dúvida sobre elevador de acessibilidade? Entre em contato com a JE Elevadores para mais informações sobre o equipamento!

Quais são os tipos de rampas de acessibilidade para lojas?

Quais são os tipos de rampas de acessibilidade para lojas?

As pessoas com deficiência devem ser respeitadas, principalmente no ambiente urbano. Por isso, é importante que você ofereça rampas de acessibilidade nas repartições públicas e privadas. É que essas rampas de acesso são uma das formas mais comuns de ajudar quem tem mobilidade reduzida ou qualquer outro tipo de deficiência.  

Mas porque você deve instalar as rampas e qual é a melhor maneira de fazer isso? Quais os tipos de rampas para as lojas? Essas são algumas perguntas que vamos responder neste artigo. Acompanhe a leitura! 

Por que instalar rampas de acessibilidade nas lojas?

Com as rampas de acessibilidade, você consegue atender qualquer cliente em seu negócio, inclusive as pessoas com deficiência. Isso garante que nenhuma venda seja perdida por falta de condições de acesso no seu estabelecimento. 

Além disso, todos os seus clientes devem ter condições de entrar e sair de qualquer lugar. As rampas de acessibilidade mostram que você e o seu estabelecimento se preocupam com as necessidades especiais de locomoção dos cadeirantes, e exercem a cidadania ao criar formas alternativas de acesso.

Outro ponto é que ao instalar as rampas de acessibilidade, você cumpre as seguintes normas:

  • Consegue oferecer uma sinalização adequada às pessoas que se locomovem com muletas e outros equipamentos auxiliares como cadeiras de rodas;
  • Auxilia nas vagas especiais de estacionamento para as pessoas com deficiência;
  • Oferece uma rota acessível para todo o estabelecimento comercial.

O que você deve fazer ao instalar uma rampa de acessibilidade?

Antes de instalar qualquer um dos tipos de rampas de acessibilidade, você precisa conhecer as necessidades e os obstáculos que as pessoas com deficiência podem enfrentar no seu estabelecimento. Dessa maneira, você vence os desníveis de forma prática e otimiza para a realidade das pessoas. Pense também em oferecer maior conforto para quem procura por sua loja, independente se ela é grande ou pequena. 

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O que é melhor: rampa para cadeirante ou elevador?

Em alguns casos, como um desnível muito alto, um elevador de acessibilidade pode ser indicado para a sua loja. O equipamento tem um sistema hidráulico ou eletromecânico. Dessa maneira, o usuário vence o desnível sem qualquer esforço.

Já se o seu espaço é suficiente, você pode optar por instalar rampas de acessibilidade. Elas, com certeza, vão ajudar pessoas com mobilidade reduzida e que precisam de qualquer meio para se locomover por vários ambientes.  

Quais os tipos de rampas de acessibilidade? 

Tem gente que acha que a única maneira de construir uma rampa de acessibilidade é quebrando o chão, usando o concreto para fazer uma pequena rampa. No entanto, há vários modelos que você pode instalar no seu estabelecimento e é sobre isso que vamos falar neste tópico do artigo. 

Também é importante ressaltar que não conhecer as outras soluções em rampas de acessibilidade faz com que muitos lojistas não as instalem em suas lojas e contribuem para o grande problema de mobilidade que enfrentamos no Brasil. A rampa, que é construída na frente da loja ou no seu interior, é apenas uma forma de oferecer acessibilidade. Há maneiras mais simples e até mais baratas de proporcionar facilidade de locomoção no seu estabelecimento. No entanto, tudo o que você precisa fazer é conhecê-las.

Veja os principais modelos de rampas de acessibilidade e suas vantagens:

Rampas de acessibilidade hidráulicas/eletromecânicas

Essas rampas devem ter uma pequena plataforma e um motor de sustentação. Juntas, essas duas partes elevam o usuário e concedem acesso aos desníveis grandes ou pequenos, como se fossem um pequeno elevador. Por ser simples de instalar e ter um bom preço, elas têm uma característica universal que pode ser usada para vencer qualquer obstáculo de locomoção. Além disso, esse tipo de rampa atende as normas da NBR 9050. 

A rampa de acessibilidade hidráulica também está cada vez mais presente nos centros urbanos brasileiros. Ela é a mais recomendada para estabelecimentos comerciais, já que transpõe qualquer dificuldade de mobilidade com praticidade e pode ser construída em locais de dimensões menores, onde uma rampa de concreto não caberia.

Você também pode encontrar rampas de acessibilidade com essas especificações em vários estabelecimentos: ônibus, carros, vans e até em residências. 

Veja as vantagens da rampa de acessibilidade hidráulica ou eletromecânica: 

  • Adequação em quase todos os ambientes;
  • Praticidade de instalação;
  • Preço justo;
  • Segurança.

Rampas de acessibilidade estáticas

São as rampas comuns construídas na entrada do estabelecimento ou para vencer desníveis no seu interior. Rampa de acessibilidade feita nesse modelo é de concreto e deve ser regida pela NBR 9050. Ela possui as especificações que tratam de condições de uso como a inclinação da rampa, o tipo de revestimento e a sua posição. Essa rampa de acessibilidade é vista nas calçadas das cidades para auxiliar quem anda de cadeira de rodas, graças as iniciativas da Prefeitura para melhorar a locomoção na cidade e auxiliar portadores de necessidades especiais.      

Rampas de acessibilidade portáteis

Essas rampas são para situações específicas, geralmente não possuindo muita utilidade fora delas. As rampas de acessibilidade portáteis são usadas para transpor pequenos desníveis e obstáculos como degraus, canaletas, o meio-fio, etc. Essas rampas de acessibilidade são feitas com placas de aço galvanizado com uma ligeira inclinação, e não requerem instalação prévia. Tudo o que você precisa fazer é colocá-la onde você quer, como na entrada da sua loja. 

Mas tome cuidado, pois esse tipo de rampa serve apenas para algumas situações específicas como pequenas elevações e obstáculos. Se você possui um desnível maior, essas rampas não conseguem atingir a inclinação recomendada, como a largura da rampa.  

Vantagens da rampa de acessibilidade portátil:  

  • Instalação simples;
  • Transposição de pequenos obstáculos;
  • Possibilidade de guardar o equipamento.

O que recomendamos?

As rampas hidráulicas ou eletromecânicas são as mais versáteis dessa lista. Elas suprem a necessidade de muitas pessoas com dificuldades de locomoção, enquanto as outras acabam por oferecer soluções básicas. Se tivéssemos que escolher uma dessas rampas, ficaríamos com ela, mas o ideal mesmo é você combinar estratégias. 

A entrada do seu estabelecimento pode conter uma rampa de acessibilidade construída, que nesse caso é até mais prática, e no seu interior outras soluções, como rampas hidráulicas. Mas lembre-se sempre que ao instalar qualquer rampa, devem ser previstos os seus objetivos como lojista e as necessidades dos clientes. O importante é visar o melhor para todos. 

Como você pode ver há vários tipos de rampas de acessibilidade. Agora que você conhece cada um deles, poderá escolher o que vai atender as necessidades da sua loja, não é verdade? 

Caso tenha ainda alguma dúvida sobre qual melhor rampa de acessibilidade escolher, entre em contato com a JE Elevadores e conheça os melhores projetos de acessibilidade para a sua loja! 

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Acessibilidade: 7 obstáculos enfrentados por quem tem mobilidade reduzida

Acessibilidade: 7 obstáculos enfrentados por quem tem mobilidade reduzida

A acessibilidade é garantida pela lei nº 10.098 e reforçada pelo Decreto nº 5296. No entanto, ainda hoje no Brasil, as pessoas com deficiência, principalmente as que têm mobilidade reduzida enfrentam vários obstáculos. São calçadas sem rampas de acesso, escadas e falta de transporte coletivo que tornam as atividades simples em verdadeiros sacrifícios.

Portanto, para que você saiba quais os principais obstáculos enfrentados pelas pessoas com deficiência (PCD’s), preparamos este post. Nele, vamos mostrar a você que apesar das leis que já existem, a acessibilidade é um assunto que ainda deve ser discutido no Brasil. E aí, ficou interessado em conferir o conteúdo com a gente? Então, acompanhe a leitura!

1. Acessibilidade em transporte público

Você já sabe que a Constituição Brasileira garante o direito de ir e vir. No entanto, a realidade das pessoas com deficiência é bem diferente da que vemos por aí. O transporte público é um grande exemplo da falta de acessibilidade. Mesmo em cidades onde a frota têm ônibus adaptados, ainda há vários problemas, como a falta de treinamento de motoristas e cobradores.

As pessoas com deficiência ainda têm que lidar com passageiros impacientes, que muitas vezes, não esperam a subida do cadeirante. Apesar de a acessibilidade ser lei, é necessário investir em políticas públicas para melhorar o sistema de transporte coletivo. Veículos que utilizam rampas de acesso poderiam tornar a vida do motorista e do cadeirante mais simples.

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2. Locomoção dentro de casa

Mas as dificuldades não param por aí. Também há aquelas dentro da própria casa. E essas são um verdadeiro desafio. É importante adaptar ambientes para tornar a vida dos deficientes mais fácil, instalar corrimão nos banheiros e aumentar a largura das portas.

Além disso, com a ajuda da tecnologia, as pessoas com mobilidade reduzida têm a possibilidade de instalar elevadores residenciais. Há até modelos que permitem adaptar residências já construídas e fornecer uma ótima alternativa aos deficientes.

3. Acessibilidade em piscinas

Entrar em piscinas pode ser um sacrifício para quem não tem mobilidade. Normalmente, piscinas de clubes ou de casas têm acesso por escadas, o que dificulta muito a vida de pessoas que tem problemas com a mobilidade. Além deste obstáculo, ainda há a falta de segurança, visto que nesse caso, a pessoa com deficiência poderia até se afogar.

É por isso que hoje, há alguns locais com piscinas públicas que investem em elevadores para piscinas. Além deles ajudarem o cadeirante a entrar na água sem problemas, eles aumentam a segurança dentro da água. Também é importante ter rampas de acesso para quem tem mobilidade reduzida.

4. Preconceito

Esse é um dos piores obstáculos enfrentados por quem tem mobilidade reduzida. O preconceito é um grande desafio cultural e social. Apesar do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ter registrado 46 milhões de deficientes em 2010 – o que significa que mais pessoas se declararam deficientes -, essa mesma população ainda enfrenta muitos preconceitos diários que agravam os obstáculos. Ainda falta no País empatia em relação às pessoas com deficiência.

5. Falta de políticas públicas

Há várias leis do governo federal que orientam sobre a acessibilidade. O decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009, que promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e o decreto nº 5.296 de 02 de dezembro de 2004 são normas que vieram para garantir os direitos do portador de deficiência. No entanto, apesar desses avanços, ainda faltam políticas públicas para os PCD’s, como quem tem mobilidade reduzida.

6. Modelo de acessibilidade que funcione

O modelo de acessibilidade de governo eletrônico é uma verdadeira promoção da acessibilidade. Ele recomenda que sites e portais do governo brasileiro sejam padronizados e de fácil implementação para que as páginas do portal sejam acessíveis às pessoas com deficiência.

Assim, a recomendação deste modelo é que todas as páginas dos portais sejam de fácil acesso ao maior número de pessoas. Isso é a promoção da acessibilidade e o que regulamenta a lei federal. Quem chega ao portal do Governo Federal diariamente deve conseguir acessar todos os serviços disponíveis.

Afinal, as pessoas com mobilidade reduzida não são apenas os cadeirantes, mas aquelas que têm qualquer problema para se movimentarem, nos braços ou nas pernas. Qualquer página do portal deve também ser lida pelos deficientes visuais.

7. Mercado de trabalho adaptado

Mesmo com a exigência da Lei de Cotas e as sanções, as pessoas com deficiência têm problemas para se adaptarem ao mercado de trabalho. É que a maioria das empresas não respeita as exigências. Além de não contratarem a pessoa com deficiência, elas não têm estrutura para receber quem tem mobilidade reduzida.

Para você ter ideia, uma pesquisa realizada pela Toyota Mobility Foundation revelou que no Brasil, 92% das pessoas que usam cadeiras de rodas ou outra ajuda para se locomoverem tiveram problemas na vida profissional. Isso significa que, mesmo com a lei de acessibilidade, o portador de deficiência precisa lidar com essas dificuldades no mercado de trabalho e, em alguns casos, depender da ajuda do Governo para sobreviver.

Viu como ainda hoje há muitos obstáculos a serem enfrentados por quem tem mobilidade reduzida? No entanto, você que é investidor, quando adquirir apartamentos ou até mesmo uma casa, pense sempre em adaptá-los para as pessoas com mobilidade reduzida. Afinal, esta também é uma boa maneira de agregar valor ao seu imóvel!

Quer conhecer os elevadores de acessibilidade? Baixe o nosso infográfico e veja os modelos da JE Elevadores!

Acessibilidade em condomínios: ofereça bem estar dentro das leis

Acessibilidade em condomínios: ofereça bem estar dentro das leis

A lei garante a acessibilidade em condomínios. Em 2004, entrou em vigor a Lei de Acessibilidade, que orienta a adequação dos condomínios e prédios para que possam atender a todos. Segundo a norma, é importante oferecer mais conforto e qualidade de vida para quem reside nesses locais e têm alguma deficiência ou mobilidade reduzida.

Além da lei federal, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) também trata da necessidade de implementação de acessibilidade nas construções tanto novas quanto antigas. A norma contempla pessoas obesas, gestantes e idosos. Também é necessário conhecer as leis do seu Estado e município para saber quais são as orientações sobre a acessibilidade.

Entretanto, além de todas essas leis, você pode aplicar algumas dicas que preparamos, para promover a acessibilidade em condomínios. Quer conferir cada uma delas? Siga com a leitura!

Como pensar em todos que residem no condomínio?

Em primeiro lugar, pense que os moradores devem se sentir confortáveis onde moram. Por isso, na hora de elaborar um projeto de acessibilidade em condomínios, não se esqueça de pensar nos cadeirantes, deficientes físico e visuais, ou que possuam mobilidade reduzida.

Lembre-se dos idosos e de quem sofre com doenças que interferem na mobilidade. Também não se esqueça das gestantes. Muitas mulheres podem ter uma gravidez de risco que impede uma boa locomoção. Também há aquelas que não podem fazer muito esforço físico.

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Como promover a acessibilidade em condomínios e oferecer conforto dentro das leis?

Você pode seguir as seguintes dicas aqui listadas:

Adapte a portaria do condomínio

Coloque piso antiderrapante e tátil para oferecer mais segurança. Sinalize a rampa de acesso e instale corrimão. Compre uma porta com no mínimo 80 cm de largura, que facilite a acessibilidade de quem tem mobilidade reduzida e utiliza andador, carrinho de bebê ou cadeira de rodas. Pense também no interfone do condomínio. Ele deve ter uma marcação em braile para ajudar quem tem deficiência visual.

Facilite a mobilidade na garagem do condomínio

Instale elevadores de acesso e coloque sinalizadores luminosos que indicam os andares dos prédios. Tenha botões em braile e sensor de presença. Trabalhe todos os espaços da garagem para trazer mais conforto e segurança aos moradores.

Cuide dos degraus e das rampas

Os degraus e as rampas devem ter piso tátil que facilitem a acessibilidade de quem tem deficiência visual ou baixa visão. Nas escadas, instale um corrimão para auxiliar quem tem problemas para se locomover. Em áreas comuns, como playground, piscina e salão de festas, construa rampas de acesso. Pense sempre no direito de ir e vir de quem reside ou visita o condomínio.

Cuide da área da piscina

Além de você ter que construir uma área com piso antiderrapante, é importante ter um elevador de acessibilidade para piscinas. Cuidar para que todos aproveitem os momentos de lazer, o elevador dá mais segurança à quem tem mobilidade reduzida. É um equipamento que garante a acessibilidade em condomínios.

Tudo sobre o elevador de piscinas para acessibilidade | Baixar infográfico | JE Elevadores

Adapte os banheiros

Os banheiros de uso comum precisam ter barras de ferro ao lado dos sanitários. Você também deve pensar em vasos e pias adaptados. Deixe que a porta abra para o lado externo do sanitário e coloque um puxador horizontal no lado interno do box.

Instale dispositivos de segurança nas portas de acesso

No condomínio, muitas portas podem ser acionadas por sensores. Neste caso, use uma tecnologia que controla a abertura e o fechamento das portas de acordo com a necessidade de cada morador. O dispositivo de segurança deve impedir que a porta se feche sobre o morador.

Sinalize os locais que têm acessibilidade

É importante indicar os locais com acessibilidade. Sinalize com o símbolo internacional de acesso. A figura deve estar voltada para o lado direito e afixada em local visível ao público. Utilize a sinalização nos seguintes lugares:

  • Áreas acessíveis de embarque/desembarque;
  • Sanitários;
  • Entradas, áreas e vagas de estacionamento de veículos;
  • Áreas de assistência para resgate, saídas de emergência e áreas de refúgio;
  • Áreas reservadas para pessoas com cadeira de rodas;
  • Equipamentos que são exclusivos para a pessoa com deficiência.

Promova a acessibilidade dentro dos apartamentos e casas

Além de pensar nas áreas externas do condomínio, você precisa dar atenção ao interior dos apartamentos e das casas. Portanto, pense em promover a acessibilidade em todos os ambientes como:

  • Sala e quarto: precisam ser amplos para quem usa andadores, carrinho de bebê, cadeira de rodas ou muletas;
  • Banheiro: deve ter um espaço amplo e que caiba uma cadeira de rodas, um andador ou uma pessoa com muletas. Instale barras de ferro no box e na área do chuveiro;
  • Parede do banheiro: precisa ser reforçada para receber barras de apoio;
  • Cozinha: é importante que o espaço seja amplo e disponibilize o suficiente para a aproximação lateral aos equipamentos eletrodomésticos. Para isso, converse com o construtor ou engenheiro responsável pela obra.

Acessibilidade em condomínios

Como você pode ver, é preciso pensar na acessibilidade em condomínios. Para isso, reúna os moradores e explique o quanto os imóveis serão valorizados após as adaptações.

E para você que já tem um projeto de acessibilidade em condomínios, acesse o link e solicite um orçamento do nosso elevador!

Elevadores residenciais: tire todas as suas dúvidas!

Elevadores residenciais: tire todas as suas dúvidas!

Os elevadores residenciais melhoram a vida das pessoas. Eles proporcionam facilidade de deslocamento e acessibilidade onde mais importa, que é no lar. Pensando nisso, preparamos este artigo para te ajudar a esclarecer dúvidas sobre esses tipos de elevadores.

E aí, ficou interessado no assunto? Continue com a gente e acompanhe a leitura!

1. Os elevadores residenciais podem ser instalados em qualquer casa?

Os elevadores residenciais são considerados equipamentos práticos de montar e instalar. Eles dispensam o fosso e a caixa de máquinas. Dessa forma, você precisa de um espaço reduzido, com cerca de um metro e meio. Assim, poderá instalar um dos modelos mais populares de elevador residencial, que comporta até três pessoas ou um cadeirante com acompanhante.

Eles também são equipamentos que não precisam ser instalados enquanto a casa é construída. Por possuírem uma estrutura própria, a instalação é fácil e rápida e pode ser feita na maioria das residências.

2. Os elevadores residenciais são caros?

Para responder essa pergunta, você precisa entender o contexto da instalação do elevador. O valor pode assustar inicialmente, mas é preciso levar em consideração o custo benefício do equipamento.

Pense na seguinte situação: se alguém da sua casa precisa do auxílio de elevadores residenciais para se locomover com conforto e segurança, então a instalação de elevadores é absolutamente necessária.

Portanto, o preço se justifica pela sua utilidade. Então, a pergunta que você deve fazer não é quanto gastar com os elevadores residenciais, mas sim quanto eles serão úteis para melhorar a vida de quem você ama. Por isso, quanto mais você utilizar os elevadores residenciais, melhor será o custo benefício.

3. Os elevadores residenciais consomem muita energia?

Você pode ligar os elevadores residenciais na sua rede padrão de 230 V e eles vão funcionar sem problemas. Eles não gastam tanta energia quanto pode parecer quando estão em funcionamento.

E o melhor de tudo é que na função stand-by, os elevadores residenciais gastam menos energia que os outros equipamentos. Para se ter uma ideia, ele chega a níveis mínimos de consumo, quase que imperceptíveis. Ou seja, você só gasta uma quantidade considerável de energia quando os elevadores residenciais estão funcionando. Portanto, fique despreocupado! Os elevadores não terão grande impacto na sua conta de luz.

4. Os elevadores residenciais são seguros?

Essa também é outra preocupação de quem deseja comprar elevadores residenciais, já que quem irá se utilizar deles é a sua família e entes queridos. No entanto, saiba que esses elevadores são muito seguros, desde que você escolha o fornecedor certo. Há padrões nacionais que regulam a segurança do elevador e ele é considerado há anos o meio de transporte mais seguro do mundo.

Os elevadores residenciais de bons fornecedores têm enclausuramento total que evitam quedas. Eles também possuem sistemas de freios de emergência e sistemas de válvula de recuo para que ninguém fique preso caso a energia acabe. Portanto, desde que o seu fornecedor seja uma pessoa confiável, não há com o que se preocupar.

Você só deverá ficar atento as peças utilizadas. Veja se elas são novas e verificadas pela fabricante e não deixe de tirar as suas dúvidas com o montador em relação à instalação e o uso dos elevadores residenciais.

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5. Quando você deverá fazer as manutenções?

As manutenções são indispensáveis para se ter segurança com o elevador. Você deverá fazê-las periodicamente, dentro do período estabelecido pelo fabricante. O ideal é que essas manutenções sejam realizadas pelo menos de 2 em 2 meses, para que nenhum problema possa surgir com o desgaste natural do equipamento.

Também é importante que a manutenção seja feita por uma equipe autorizada e recomendada pelo fabricante do equipamento ou pela distribuidora. Terceiros podem interferir nos mecanismos intrincados de segurança dos elevadores residenciais e torná-los inseguros.

6. Qual é a capacidade dos elevadores residenciais?

Um elevador residencial pode ter a capacidade de 250 kg. O que irá defini-la é o tipo de equipamento. No entanto, nada impede que você tenha um elevador residencial com mais capacidade, dentro de uma estrutura adequada. Aqui, a nossa dica é chamar um engenheiro, que possa avaliar a estrutura da sua casa e as suas necessidades em relação ao aparelho.

7. Como montar um elevador dentro de uma residência?

Confira:

Escolha o equipamento de acordo com a sua residência

Antes de comprar o elevador residencial, avalie o espaço que você tem em casa e escolha o equipamento de acordo com o ambiente. Se tiver dúvidas, chame um engenheiro que possa te auxiliar.  Lembre-se que há vários tamanhos de elevadores residenciais e que não há necessidade de criar fosso ou fazer mudanças estruturais no imóvel.

Avalie o local que o elevador será instalado

O elevador residencial pode ser instalado no interior de qualquer residência. Um bom lugar é ao lado das escadas. No entanto, se você preferir, pode aproveitar o vão para fazer a integração da caixa que leva a cabine do elevador.  O importante é que possua um pequeno vão de 15 cm abaixo do equipamento.

Outra opção é o exterior da casa. Veja os espaços externos à residência. A instalação poderá ser feita nas paredes de acesso. 

Peça ajuda a um técnico responsável

Não faça a instalação sozinho. Peça ajuda ao técnico responsável pelo equipamento. Lembre-se que o elevador residencial deverá ser seguro, e portanto, é preciso entender de fato como é feita a instalação.  

Viu como os elevadores residenciais são fáceis de lidar? Além disso, os equipamentos trazem mais qualidade de vida para quem mais precisa de ajuda para se locomover, não é verdade?

Com este post, esperamos que você tenha tirado todas as suas dúvidas sobre os elevadores residenciais. No entanto, se você deseja saber um pouco mais sobre esse e outros assuntos, acesse o nosso blog e confira mais artigos como esse!

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