Acessibilidade: 7 obstáculos enfrentados por quem tem mobilidade reduzida

Acessibilidade: 7 obstáculos enfrentados por quem tem mobilidade reduzida

A acessibilidade é garantida pela lei nº 10.098 e reforçada pelo Decreto nº 5296. No entanto, ainda hoje no Brasil, as pessoas com deficiência, principalmente as que têm mobilidade reduzida enfrentam vários obstáculos. São calçadas sem rampas de acesso, escadas e falta de transporte coletivo que tornam as atividades simples em verdadeiros sacrifícios.

Portanto, para que você saiba quais os principais obstáculos enfrentados pelas pessoas com deficiência (PCD’s), preparamos este post. Nele, vamos mostrar a você que apesar das leis que já existem, a acessibilidade é um assunto que ainda deve ser discutido no Brasil. E aí, ficou interessado em conferir o conteúdo com a gente? Então, acompanhe a leitura!

1. Acessibilidade em transporte público

Você já sabe que a Constituição Brasileira garante o direito de ir e vir. No entanto, a realidade das pessoas com deficiência é bem diferente da que vemos por aí. O transporte público é um grande exemplo da falta de acessibilidade. Mesmo em cidades onde a frota têm ônibus adaptados, ainda há vários problemas, como a falta de treinamento de motoristas e cobradores.

As pessoas com deficiência ainda têm que lidar com passageiros impacientes, que muitas vezes, não esperam a subida do cadeirante. Apesar de a acessibilidade ser lei, é necessário investir em políticas públicas para melhorar o sistema de transporte coletivo. Veículos que utilizam rampas de acesso poderiam tornar a vida do motorista e do cadeirante mais simples.

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2. Locomoção dentro de casa

Mas as dificuldades não param por aí. Também há aquelas dentro da própria casa. E essas são um verdadeiro desafio. É importante adaptar ambientes para tornar a vida dos deficientes mais fácil, instalar corrimão nos banheiros e aumentar a largura das portas.

Além disso, com a ajuda da tecnologia, as pessoas com mobilidade reduzida têm a possibilidade de instalar elevadores residenciais. Há até modelos que permitem adaptar residências já construídas e fornecer uma ótima alternativa aos deficientes.

3. Acessibilidade em piscinas

Entrar em piscinas pode ser um sacrifício para quem não tem mobilidade. Normalmente, piscinas de clubes ou de casas têm acesso por escadas, o que dificulta muito a vida de pessoas que tem problemas com a mobilidade. Além deste obstáculo, ainda há a falta de segurança, visto que nesse caso, a pessoa com deficiência poderia até se afogar.

É por isso que hoje, há alguns locais com piscinas públicas que investem em elevadores para piscinas. Além deles ajudarem o cadeirante a entrar na água sem problemas, eles aumentam a segurança dentro da água. Também é importante ter rampas de acesso para quem tem mobilidade reduzida.

4. Preconceito

Esse é um dos piores obstáculos enfrentados por quem tem mobilidade reduzida. O preconceito é um grande desafio cultural e social. Apesar do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ter registrado 46 milhões de deficientes em 2010 – o que significa que mais pessoas se declararam deficientes -, essa mesma população ainda enfrenta muitos preconceitos diários que agravam os obstáculos. Ainda falta no País empatia em relação às pessoas com deficiência.

5. Falta de políticas públicas

Há várias leis do governo federal que orientam sobre a acessibilidade. O decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009, que promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e o decreto nº 5.296 de 02 de dezembro de 2004 são normas que vieram para garantir os direitos do portador de deficiência. No entanto, apesar desses avanços, ainda faltam políticas públicas para os PCD’s, como quem tem mobilidade reduzida.

6. Modelo de acessibilidade que funcione

O modelo de acessibilidade de governo eletrônico é uma verdadeira promoção da acessibilidade. Ele recomenda que sites e portais do governo brasileiro sejam padronizados e de fácil implementação para que as páginas do portal sejam acessíveis às pessoas com deficiência.

Assim, a recomendação deste modelo é que todas as páginas dos portais sejam de fácil acesso ao maior número de pessoas. Isso é a promoção da acessibilidade e o que regulamenta a lei federal. Quem chega ao portal do Governo Federal diariamente deve conseguir acessar todos os serviços disponíveis.

Afinal, as pessoas com mobilidade reduzida não são apenas os cadeirantes, mas aquelas que têm qualquer problema para se movimentarem, nos braços ou nas pernas. Qualquer página do portal deve também ser lida pelos deficientes visuais.

7. Mercado de trabalho adaptado

Mesmo com a exigência da Lei de Cotas e as sanções, as pessoas com deficiência têm problemas para se adaptarem ao mercado de trabalho. É que a maioria das empresas não respeita as exigências. Além de não contratarem a pessoa com deficiência, elas não têm estrutura para receber quem tem mobilidade reduzida.

Para você ter ideia, uma pesquisa realizada pela Toyota Mobility Foundation revelou que no Brasil, 92% das pessoas que usam cadeiras de rodas ou outra ajuda para se locomoverem tiveram problemas na vida profissional. Isso significa que, mesmo com a lei de acessibilidade, o portador de deficiência precisa lidar com essas dificuldades no mercado de trabalho e, em alguns casos, depender da ajuda do Governo para sobreviver.

Viu como ainda hoje há muitos obstáculos a serem enfrentados por quem tem mobilidade reduzida? No entanto, você que é investidor, quando adquirir apartamentos ou até mesmo uma casa, pense sempre em adaptá-los para as pessoas com mobilidade reduzida. Afinal, esta também é uma boa maneira de agregar valor ao seu imóvel!

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Acessibilidade em condomínios: ofereça bem estar dentro das leis

Acessibilidade em condomínios: ofereça bem estar dentro das leis

A lei garante a acessibilidade em condomínios. Em 2004, entrou em vigor a Lei de Acessibilidade, que orienta a adequação dos condomínios e prédios para que possam atender a todos. Segundo a norma, é importante oferecer mais conforto e qualidade de vida para quem reside nesses locais e têm alguma deficiência ou mobilidade reduzida.

Além da lei federal, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) também trata da necessidade de implementação de acessibilidade nas construções tanto novas quanto antigas. A norma contempla pessoas obesas, gestantes e idosos. Também é necessário conhecer as leis do seu Estado e município para saber quais são as orientações sobre a acessibilidade.

Entretanto, além de todas essas leis, você pode aplicar algumas dicas que preparamos, para promover a acessibilidade em condomínios. Quer conferir cada uma delas? Siga com a leitura!

Como pensar em todos que residem no condomínio?

Em primeiro lugar, pense que os moradores devem se sentir confortáveis onde moram. Por isso, na hora de elaborar um projeto de acessibilidade em condomínios, não se esqueça de pensar nos cadeirantes, deficientes físico e visuais, ou que possuam mobilidade reduzida.

Lembre-se dos idosos e de quem sofre com doenças que interferem na mobilidade. Também não se esqueça das gestantes. Muitas mulheres podem ter uma gravidez de risco que impede uma boa locomoção. Também há aquelas que não podem fazer muito esforço físico.

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Como promover a acessibilidade em condomínios e oferecer conforto dentro das leis?

Você pode seguir as seguintes dicas aqui listadas:

Adapte a portaria do condomínio

Coloque piso antiderrapante e tátil para oferecer mais segurança. Sinalize a rampa de acesso e instale corrimão. Compre uma porta com no mínimo 80 cm de largura, que facilite a acessibilidade de quem tem mobilidade reduzida e utiliza andador, carrinho de bebê ou cadeira de rodas. Pense também no interfone do condomínio. Ele deve ter uma marcação em braile para ajudar quem tem deficiência visual.

Facilite a mobilidade na garagem do condomínio

Instale elevadores de acesso e coloque sinalizadores luminosos que indicam os andares dos prédios. Tenha botões em braile e sensor de presença. Trabalhe todos os espaços da garagem para trazer mais conforto e segurança aos moradores.

Cuide dos degraus e das rampas

Os degraus e as rampas devem ter piso tátil que facilitem a acessibilidade de quem tem deficiência visual ou baixa visão. Nas escadas, instale um corrimão para auxiliar quem tem problemas para se locomover. Em áreas comuns, como playground, piscina e salão de festas, construa rampas de acesso. Pense sempre no direito de ir e vir de quem reside ou visita o condomínio.

Cuide da área da piscina

Além de você ter que construir uma área com piso antiderrapante, é importante ter um elevador de acessibilidade para piscinas. Cuidar para que todos aproveitem os momentos de lazer, o elevador dá mais segurança à quem tem mobilidade reduzida. É um equipamento que garante a acessibilidade em condomínios.

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Adapte os banheiros

Os banheiros de uso comum precisam ter barras de ferro ao lado dos sanitários. Você também deve pensar em vasos e pias adaptados. Deixe que a porta abra para o lado externo do sanitário e coloque um puxador horizontal no lado interno do box.

Instale dispositivos de segurança nas portas de acesso

No condomínio, muitas portas podem ser acionadas por sensores. Neste caso, use uma tecnologia que controla a abertura e o fechamento das portas de acordo com a necessidade de cada morador. O dispositivo de segurança deve impedir que a porta se feche sobre o morador.

Sinalize os locais que têm acessibilidade

É importante indicar os locais com acessibilidade. Sinalize com o símbolo internacional de acesso. A figura deve estar voltada para o lado direito e afixada em local visível ao público. Utilize a sinalização nos seguintes lugares:

  • Áreas acessíveis de embarque/desembarque;
  • Sanitários;
  • Entradas, áreas e vagas de estacionamento de veículos;
  • Áreas de assistência para resgate, saídas de emergência e áreas de refúgio;
  • Áreas reservadas para pessoas com cadeira de rodas;
  • Equipamentos que são exclusivos para a pessoa com deficiência.

Promova a acessibilidade dentro dos apartamentos e casas

Além de pensar nas áreas externas do condomínio, você precisa dar atenção ao interior dos apartamentos e das casas. Portanto, pense em promover a acessibilidade em todos os ambientes como:

  • Sala e quarto: precisam ser amplos para quem usa andadores, carrinho de bebê, cadeira de rodas ou muletas;
  • Banheiro: deve ter um espaço amplo e que caiba uma cadeira de rodas, um andador ou uma pessoa com muletas. Instale barras de ferro no box e na área do chuveiro;
  • Parede do banheiro: precisa ser reforçada para receber barras de apoio;
  • Cozinha: é importante que o espaço seja amplo e disponibilize o suficiente para a aproximação lateral aos equipamentos eletrodomésticos. Para isso, converse com o construtor ou engenheiro responsável pela obra.

Acessibilidade em condomínios

Como você pode ver, é preciso pensar na acessibilidade em condomínios. Para isso, reúna os moradores e explique o quanto os imóveis serão valorizados após as adaptações.

E para você que já tem um projeto de acessibilidade em condomínios, acesse o link e solicite um orçamento do nosso elevador!

Elevadores residenciais: tire todas as suas dúvidas!

Elevadores residenciais: tire todas as suas dúvidas!

Os elevadores residenciais melhoram a vida das pessoas. Eles proporcionam facilidade de deslocamento e acessibilidade onde mais importa, que é no lar. Pensando nisso, preparamos este artigo para te ajudar a esclarecer dúvidas sobre esses tipos de elevadores.

E aí, ficou interessado no assunto? Continue com a gente e acompanhe a leitura!

1. Os elevadores residenciais podem ser instalados em qualquer casa?

Os elevadores residenciais são considerados equipamentos práticos de montar e instalar. Eles dispensam o fosso e a caixa de máquinas. Dessa forma, você precisa de um espaço reduzido, com cerca de um metro e meio. Assim, poderá instalar um dos modelos mais populares de elevador residencial, que comporta até três pessoas ou um cadeirante com acompanhante.

Eles também são equipamentos que não precisam ser instalados enquanto a casa é construída. Por possuírem uma estrutura própria, a instalação é fácil e rápida e pode ser feita na maioria das residências.

2. Os elevadores residenciais são caros?

Para responder essa pergunta, você precisa entender o contexto da instalação do elevador. O valor pode assustar inicialmente, mas é preciso levar em consideração o custo benefício do equipamento.

Pense na seguinte situação: se alguém da sua casa precisa do auxílio de elevadores residenciais para se locomover com conforto e segurança, então a instalação de elevadores é absolutamente necessária.

Portanto, o preço se justifica pela sua utilidade. Então, a pergunta que você deve fazer não é quanto gastar com os elevadores residenciais, mas sim quanto eles serão úteis para melhorar a vida de quem você ama. Por isso, quanto mais você utilizar os elevadores residenciais, melhor será o custo benefício.

3. Os elevadores residenciais consomem muita energia?

Você pode ligar os elevadores residenciais na sua rede padrão de 230 V e eles vão funcionar sem problemas. Eles não gastam tanta energia quanto pode parecer quando estão em funcionamento.

E o melhor de tudo é que na função stand-by, os elevadores residenciais gastam menos energia que os outros equipamentos. Para se ter uma ideia, ele chega a níveis mínimos de consumo, quase que imperceptíveis. Ou seja, você só gasta uma quantidade considerável de energia quando os elevadores residenciais estão funcionando. Portanto, fique despreocupado! Os elevadores não terão grande impacto na sua conta de luz.

4. Os elevadores residenciais são seguros?

Essa também é outra preocupação de quem deseja comprar elevadores residenciais, já que quem irá se utilizar deles é a sua família e entes queridos. No entanto, saiba que esses elevadores são muito seguros, desde que você escolha o fornecedor certo. Há padrões nacionais que regulam a segurança do elevador e ele é considerado há anos o meio de transporte mais seguro do mundo.

Os elevadores residenciais de bons fornecedores têm enclausuramento total que evitam quedas. Eles também possuem sistemas de freios de emergência e sistemas de válvula de recuo para que ninguém fique preso caso a energia acabe. Portanto, desde que o seu fornecedor seja uma pessoa confiável, não há com o que se preocupar.

Você só deverá ficar atento as peças utilizadas. Veja se elas são novas e verificadas pela fabricante e não deixe de tirar as suas dúvidas com o montador em relação à instalação e o uso dos elevadores residenciais.

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5. Quando você deverá fazer as manutenções?

As manutenções são indispensáveis para se ter segurança com o elevador. Você deverá fazê-las periodicamente, dentro do período estabelecido pelo fabricante. O ideal é que essas manutenções sejam realizadas pelo menos de 2 em 2 meses, para que nenhum problema possa surgir com o desgaste natural do equipamento.

Também é importante que a manutenção seja feita por uma equipe autorizada e recomendada pelo fabricante do equipamento ou pela distribuidora. Terceiros podem interferir nos mecanismos intrincados de segurança dos elevadores residenciais e torná-los inseguros.

6. Qual é a capacidade dos elevadores residenciais?

Um elevador residencial pode ter a capacidade de 250 kg. O que irá defini-la é o tipo de equipamento. No entanto, nada impede que você tenha um elevador residencial com mais capacidade, dentro de uma estrutura adequada. Aqui, a nossa dica é chamar um engenheiro, que possa avaliar a estrutura da sua casa e as suas necessidades em relação ao aparelho.

7. Como montar um elevador dentro de uma residência?

Confira:

Escolha o equipamento de acordo com a sua residência

Antes de comprar o elevador residencial, avalie o espaço que você tem em casa e escolha o equipamento de acordo com o ambiente. Se tiver dúvidas, chame um engenheiro que possa te auxiliar.  Lembre-se que há vários tamanhos de elevadores residenciais e que não há necessidade de criar fosso ou fazer mudanças estruturais no imóvel.

Avalie o local que o elevador será instalado

O elevador residencial pode ser instalado no interior de qualquer residência. Um bom lugar é ao lado das escadas. No entanto, se você preferir, pode aproveitar o vão para fazer a integração da caixa que leva a cabine do elevador.  O importante é que possua um pequeno vão de 15 cm abaixo do equipamento.

Outra opção é o exterior da casa. Veja os espaços externos à residência. A instalação poderá ser feita nas paredes de acesso. 

Peça ajuda a um técnico responsável

Não faça a instalação sozinho. Peça ajuda ao técnico responsável pelo equipamento. Lembre-se que o elevador residencial deverá ser seguro, e portanto, é preciso entender de fato como é feita a instalação.  

Viu como os elevadores residenciais são fáceis de lidar? Além disso, os equipamentos trazem mais qualidade de vida para quem mais precisa de ajuda para se locomover, não é verdade?

Com este post, esperamos que você tenha tirado todas as suas dúvidas sobre os elevadores residenciais. No entanto, se você deseja saber um pouco mais sobre esse e outros assuntos, acesse o nosso blog e confira mais artigos como esse!

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Cuidados com a higienização de elevadores de acessibilidade

Cuidados com a higienização de elevadores de acessibilidade

Todos nós sabemos o quanto é importante cuidar da higiene, não é verdade? E com a pandemia do novo coronavírus, os cuidados com os elevadores de acessibilidade devem ser redobrados. Afinal, essa é a forma mais eficaz de prevenir o avanço da Covid-19 em condomínios, espaços públicos e privados.

No entanto, como fazer a higienização dos elevadores de acessibilidade? Isso é o que vamos abordar neste artigo. Também vamos falar a respeito dos cuidados que os usuários, principalmente os que têm mobilidade reduzida, devem ter ao utilizar o elevador. E aí, ficou interessado em aprender um pouco mais com a gente? Então, siga com a leitura!

 

Use lenço de papel para tocar botões dos elevadores de acessibilidade

Essa dica vai especialmente para quem utiliza o elevador de acessibilidade. Sempre que você acioná-lo, nunca toque nos botões sem uma luva ou um lenço de papel. Ao sair do equipamento, procure algum lugar em que possa lavar as mãos com sabão.

Caso não encontre, leve em sua bolsa um spray com um pouco de álcool gel 70%. Utilize para prevenir qualquer tipo de contato com as superfícies que podem estar contaminadas com o novo coronavírus.

Higienize os elevadores a cada duas horas

Dependendo do fluxo de pessoas, você deverá higienizar os elevadores de acessibilidade a cada duas horas. Essa é a recomendação da Associação Brasileira das Empresas de Elevadores (Abeel), que preparou uma cartilha com dicas preventivas para condomínios e demais espaços que fazem o uso do equipamento.

Tome cuidado com os produtos de limpeza

Não utilize produtos abrasivos ou corrosivos para limpar os elevadores de acessibilidade, pois eles poderão danificar os botões e os comandos dos equipamentos. Para os locais com aço inox, use detergente neutro com pouca água. O álcool 70% também é indicado para fazer a limpeza.

Em seguida, seque a superfície com um pano macio ou uma esponja de nylon. Você também pode usar produtos próprios para os detalhes inox. Esse tipo de produto garantirá o brilho no equipamento por muito mais tempo e formará uma película protetora.

Evite mangueira com água corrente

A mangueira com a água corrente não deve ser utilizada para higienizar os elevadores de acessibilidade. A água pode acumular nos componentes dos equipamentos e danificá-los.

Limpe botões e indicadores com um pano umedecido

Os elevadores de acessibilidade têm luminárias, botões e indicadores que devem ser limpos com um pano levemente úmido em água com sabão ou detergente suave ou neutro. Nunca esfregue os componentes com a esponja de aço.

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Higienize os vidros e os espelhos

Você deve dar atenção aos vidros e espelhos dos elevadores de acessibilidade. Para deixá-los limpos, use produto disponível no mercado na categoria “limpa vidros”.

Para finalizar a limpeza, utilize panos macios e secos. Já as marcas de dedos devem ser removidas com um pano macio ou toalha de papel umedecidos em álcool isopropílico.

Deixe toalhas de papel próximas aos elevadores de acessibilidade

Não deixe que o usuário do elevador entre no equipamento sem uma toalha de papel. Para isso, disponibilize-a em um cantinho próximo aos elevadores de acessibilidade. Se no condomínio há um porteiro, deixe com ele e peça para que entregue a toalha a cada morador e oriente para que moradores e visitantes não chamem o elevador sem utilizar as toalhas descartáveis.

Quanto menos tocar nos botões sem proteção, mais os moradores vão se prevenir da Covid-19 e outras doenças.

Disponibilize álcool gel 70%

Temos visto em reportagens e vários médicos pedindo para higienizar as mãos com álcool gel, não é verdade? Portanto, se os elevadores de acessibilidade ficam em espaços que têm recepções, o ideal é disponibilizar álcool gel para que o usuário utilize antes de subir no elevador e depois que chegar ao andar escolhido. Compartilhe a ideia que sempre é melhor prevenir do que remediar!

 

Incentive a higiene dentro dos elevadores de acessibilidade

Aqui vale uma sugestão da JE Elevadores. Você pode deixar alguns cartazes de incentivo ou avisos nas proximidades dos elevadores de acessibilidade, com o objetivo de alertar as pessoas sobre a importância de mantê-los limpos.

Coloque recados como “Cuide de você e dos outros, utilize toalhas de papel para acionar o elevador” ou “Aqui você tem álcool gel para higienizar as suas mãos”. Essa é a melhor maneira de manter os elevadores de acessibilidade sempre limpos e longe do novo coronavírus.

Viu como é fácil fazer a higienização dos elevadores de acessibilidade? Agora que você já sabe, que tal cuidar dos equipamentos? E não se esqueça, em uma época onde falamos tanto sobre a Covid-19, é importante incentivarmos a higiene, pois somente com a união de todos venceremos a pandemia!

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O que é e como é feita a reabilitação de edifício?

O que é e como é feita a reabilitação de edifício?

A reabilitação de edifício valoriza os empreendimentos e oferece qualidade de vida para quem deseja comprar uma casa, apartamento ou até mesmo investir em outro tipo de imóvel. No entanto, para transformar o seu imóvel, é preciso ficar atento as normas, principalmente as que se referem à acessibilidade.

Portanto, para você entender um pouco sobre a reabilitação de edifício, preparamos este post. Nele, vamos falar sobre o que é e como é feita essa reabilitação. Ficou interessado no assunto? Então, acompanhe a leitura!

O que é a reabilitação de edifício?

Os edifícios antigos não oferecem a acessibilidade que as pessoas precisam e por isso é necessário pensar em como reabilitá-los. Mais do que uma simples reforma, a reabilitação de edifício envolve uma série de ações que modernizam a construção, readequam as instalações e corrigem falhas, deixando os imóveis mais funcionais para atender o usuário moderno.

Em outras palavras, a reabilitação de edifício é como você chegar em uma mesa de escritório que está há dias sem ser organizada e colocar tudo no lugar novamente. Você vai fazer aquela limpa na mesa, nas gavetas, e ainda acrescentar novas ferramentas, como organizar papéis, que poderão otimizar a distribuição dos itens e ainda o seu trabalho.

Portanto, a reabilitação de edifício segue o mesmo processo. Porém, ela é aplicada à arquitetura e a engenharia.

Como é feita a reabilitação de edifício?

Com o tempo, qualquer prédio antigo perde a sua funcionalidade. Com o passar do tempo, você terá que fazer adaptações. Elas envolvem não só itens para atender novas demandas do consumidor, como também adequar o edifício às novas leis e exigências legais que também mudam ao longo dos anos.

A reabilitação de edifício revitaliza o prédio e conserva seus aspectos originais. No entanto, ela adapta para atender novos padrões.

Para começar, um estudo é feito e visto a viabilidade econômica do projeto. Em seguida, estudos preliminares de viabilidade técnica são elaborados e uma avaliação da relação entre custo e benefício também é feita.

A reabilitação de edifício traz benefícios para quem usa a edificação, sejam moradores ou funcionários de uma empresa, como também ajuda a reduzir gastos com manutenções e com a conta de energia, aumentando a eficiência energética dos sistemas do edifício.

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Por que é importante pensar na acessibilidade?

Entre as demandas que devem ser cumpridas em um projeto de reabilitação, está a necessidade de deixar o edifício acessível para pessoas que possuem deficiência ou dificuldade de locomoção. A Lei Nº10.098 de 2000 é a lei da acessibilidade. Ela foi criada para quebrar barreiras arquitetônicas e urbanas. Essa lei assegura a autonomia das pessoas com deficiência, oferecendo a oportunidade.

Já em 2004, o Decreto Nº 5296 reforçou a lei Nº10.098. O Decreto reafirmou a necessidade de se ter projetos urbanísticos e arquitetônicos voltados à acessibilidade e ao acesso a comunicação e informação, e trouxe de novo as normas técnicas da ABNT como parâmetros de acessibilidade a serem seguidos.

Depois desse Decreto, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) lançou vários padrões de acessibilidade. Para você conferir essas normas, basta acessar a ABNT 9050, que traz informações sobre acessibilidade em projeto, construção, adaptação de edificações e instalação.

Além de todas as leis já mencionadas neste artigo, também devemos lembrar do Estatuto da Pessoa com Deficiência. Ele é conhecido como Lei Brasileira de Inclusão (LBI), aprovada em 2015. Essa norma complementa a Lei Nº 10.098. A LBI é ampla e trata dos direitos da pessoa com deficiência, como saúde, transporte e educação. Ela também garante o acesso à informação e a comunicação e pune quem descumprir esses pontos.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há 45,6 milhões de brasileiros com alguma deficiência física.

Além disso, os últimos dados do IBGE revelam que a expectativa de vida do brasileiro aumentou, atingindo os 71,2 anos para homens e 78,5 anos para mulheres. Ou seja, você deve se preocupar com a acessibilidade para atender cada vez mais esse público.

Assim, os projetos de reabilitação de edifícios devem seguir essa tendência e pensar não só na instalação de rampas e elevadores de acessibilidade, que facilitem a vida de quem tem dificuldade locomoção, mas também possibilitar o direito de ir e vir à quem tem deficiência visual e auditiva. Portanto, todos devem ter o direito a acessibilidade.

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Como garantir acessibilidade em clínicas médicas e hospitais

Como garantir acessibilidade em clínicas médicas e hospitais

Você sabia que a acessibilidade em clínicas médicas e hospitais é importante? Respeitar  o direito de ir e vir é mais do que cumprir as exigências legais, como o Decreto 5296 de 2004, é respeitar as pessoas. Além disso, segundo o mesmo Decreto, só é concedido alvará sanitário à unidade de saúde que cumprir as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT 9050).

No entanto, como promover a acessibilidade nas clínicas médicas e hospitais? Neste post, vamos explicar tudo sobre o assunto. Você vai ver que com mudanças simples e os equipamentos certos, os espaços de saúde poderão oferecer a acessibilidade que as pessoas precisam. E aí, quer conferir o artigo? Então, siga com a leitura!

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Como garantir a acessibilidade na área externa de clínicas médicas e hospitais?

A área externa das clínicas médicas e hospitais podem ser verdadeiros obstáculos para os pacientes com deficiência física ou mobilidade reduzida. Você pode mudar essa realidade com as seguintes medidas:

Tenha rampas de acesso

Procure colocar rampas de acesso na entrada e nas laterais da clínica médica ou do hospital. As rampas facilitam a chegada de quem procura por atendimento médico e que tem dificuldades em locomoção. Pense em oferecer o melhor aos pacientes para que a Unidade de saúde seja uma referência em acessibilidade.

Adquire elevadores de acessibilidade

Tenha elevadores de acessibilidade para área interna quando a entrada da clínica ou do hospital estiver acima do nível da rua. Assim, as pessoas não vão correr riscos de acidentes e você garantirá um acesso fácil até a parte interna das unidades.

No entanto, tome cuidado ao adquirir um elevador de acessibilidade. Procure por equipamentos que oferecem segurança, garantia e qualidade. Opte por empresas que são referência na fabricação desses equipamentos.

Conte com estacionamento e vagas prioritárias

Você deve oferecer estacionamento com vagas prioritárias para a pessoa com deficiência. Escolha vagas que dão acesso direto à porta principal das clínicas médicas ou do hospital. Sinalize para que a pessoa com deficiência física possa ver que ali há uma vaga destinada para ela.

Instale corrimãos

É muito importante pensar não apenas em quem tem mobilidade reduzida, mas também nas pessoas com outros tipos de deficiência como a visual. Coloque corrimãos em todas as escadas. Eles auxiliam no ir e vir de quem passa pelos corredores ou pelas salas das clínicas médicas ou do hospital.

Faça calçadas com piso tátil

As calçadas devem ser adaptadas para o cadeirante e para quem tem deficiência visual. Por isso, construa calçadas com piso tátil.

Como garantir acessibilidade nas áreas internas?

Você que é investidor e que deseja oferecer imóveis com valor agregado, faça uma adaptação na área externa de clínicas médicas e hospitais. Veja algumas dicas de como investir:

Priorize os espaços

Em relação aos corredores, eles devem ser espaçosos. Consulte a ABNT para saber quais são as medidas exigidas e siga as regras.

Coloque barras de apoio nas escadas internas

Na parte interna das clínicas médicas e hospitais não bastará ter corrimãos. Instale barras de apoio para que as pessoas se sintam mais seguras em subir ou descer as rampas ou escadas.

Adapte os elevadores para acessibilidade

Você pode ter um elevador moderno e seguro que proporcione a acessibilidade das pessoas. Para adaptá-lo é simples. Troque-o por um elevador para acessibilidade e ofereça o melhor imóvel para quem procura alugar ou comprar. Saiba que imóveis com esse tipo de recurso têm mais valor do que os que não contam com aparelhos.

Construa banheiros adaptados

Tenha banheiros que sejam adaptados para pessoas com deficiência. Instale barras de apoio para facilitar a acessibilidade dos pacientes. O tamanho dos banheiros devem obedecer as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e ter barras para que cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida consigam se locomover.

Prefira piso antiderrapante

Não importa se é um hospital ou se são clínicas médicas, prefira instalar o piso antiderrapante em salas, quartos, recepção e corredores. Com esse cuidado, você evitará vários tipos de acidentes.

Qual é o benefício da acessibilidade para clínicas médicas e hospitais?

Além de você garantir o acesso ao tratamento de saúde para pessoas com deficiência, quando você faz as adaptações planejadas e melhora a acessibilidade de quem vai trabalhar ou ser atendido em hospitais ou clínicas, as instituições de saúde se tornam um modelo e referência. Elas ficam conhecidas por cumprirem as leis e respeitar os direitos de quem tem mobilidade reduzida ou qualquer outro tipo de deficiência.

Agora que você aprendeu a promover a acessibilidade em clínicas médicas e hospitais, que tal fazer esse tipo de investimento em seu próximo imóvel? Pense nisso e se precisar de instalar um elevador para acessibilidade, escolha os melhores modelos do mercado!

Quer ler outros conteúdos como este? Acesse o nosso próximo post para aprender como escolher empresas que fabricam elevadores de acessibilidade! 

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