Processo seletivo para PCD: entenda com funciona e sua importância

Processo seletivo para PCD: entenda com funciona e sua importância

O processo seletivo para PCD é um grande desafio para quem contrata e também para pessoas com deficiência. A lei nº 8.213, de 1991, também conhecida como Lei de Cotas estabelece que as empresas com 100 ou mais funcionários devem contratar pessoas com deficiência ou beneficiários da Previdência Social. O percentual de contratação pode variar de 2% a 5% de acordo com o número de funcionários da empresa.

Mas como funciona o processo seletivo para PCD e qual é a sua importância? Essas são algumas perguntas que vamos responder neste artigo. Acompanhe a leitura e fique bem informado sobre seus deveres como investidor e quais os direitos da pessoa com mobilidade reduzida ou qualquer outro tipo de deficiência.

O que a legislação diz sobre o processo seletivo para PCD?

É importante enfatizar que o recrutamento e a seleção de pessoas com deficiência não se resume às obrigações legais. Ainda assim, é importante saber o que diz a legislação sobre esse tipo de contratação. Embora exista a lei há mais de 20 anos, muitos empresários e recrutados ainda a desconhecem.

No entanto, a principal obrigação estabelecida foi a que nós mencionamos no início deste artigo. Entretanto, há outra regra importante a respeito da demissão de pessoas com deficiência e que foram contratadas pelo Sistema de Cotas. A dispensa só pode acontecer se houver a contratação de outra PCD para o mesmo cargo. Se a empresa não respeitar a lei, poderão ocorrer multas.

Além disso, se você respeitar a lei e as razões éticas, a melhoria dos resultados da sua empresa também pode ser um bom motivo para você contratar pessoas com PCD. Promover a acessibilidade será um grande salto para a sua empresa.

A pessoa com deficiência é dotada de diversas habilidades como qualquer outro profissional. Sem falar que já são comprovados efeitos positivos da diversidade para a produtividade em equipe.

Por que é difícil contratar pessoas com deficiência?

De acordo com uma pesquisa realizada na ABRH Nacional em parceria com a Catho, 86% dos entrevistados disseram que é difícil conseguir contratar pessoas com deficiência. Segundo a pesquisa, além da necessidade de adaptações para o processo seletivo, é necessário uma mudança de mentalidade e de atitudes para reverter esse quadro. Também foram apontadas as seguintes dificuldades:

  • Falta de acessibilidade, bancos de currículos confiáveis e verba para contratar uma consultoria;
  • Dificuldades em estabelecer vagas exclusivas para portadores de necessidades especiais;
  • Baixa  atratividade em função da qualidade ruim das vagas de PCDS;
  • Resistência dos gestores;
  • Pouco apoio da liderança para a contratação.

Como realizar um processo seletivo inclusivo?

Planeje o processo seletivo

Não generalize os candidatos. Isso é um erro! Há vários tipos de deficiência e quando falamos em processo seletivo para PCD é importante considerar que ele engloba as características e as necessidades das pessoas, que são diferentes entre si.

Para você planejar o processo seletivo inclusivo, busque informações concretas sobre as adaptações necessárias para cada candidato. Converse com pessoas com deficiência e outras empresas que já realizaram o mesmo processo.

Converse com o candidato

Converse abertamente com seu candidato durante o processo seletivo para PCD. Veja quais são as adaptações para a realização do processo. Pergunte sobre as necessidades em relação à sala, se será preciso um tradutor de libras ou um acompanhante. A partir deste ponto, adeque e transforme a sala ou o ambiente que você receberá os candidatos.

Trate a deficiência com naturalidade

Durante a entrevista do processo seletivo para PCD, você terá que fazer algumas perguntas em relação à deficiência do candidato. É permitido questionar a sua origem — se é congênita ou causada por algum evento ao longo da vida —, e necessidades de adaptações para que a pessoa realize suas atividades.

Deixe claro que a empresa espera dele as atividades atribuídas ao seu cargo. Aborde questões sobre experiências profissionais passadas e trate tudo com naturalidade. Não tenha medo de perguntar. Também pode ser questionada a forma com que o candidato lida com a deficiência no dia a dia e como é a sua autonomia. Porém, foque sempre em perguntas relevantes para a rotina da empresa.

Converse com outros profissionais da área

Nunca deixe de buscar informações com profissionais que já lidam com PCD no seu dia a dia. Portanto, procure médicos e técnicos da área. Peça dicas sobre possíveis adaptações e ajustes no seu processo seletivo para PCD. Esses profissionais podem te ajudar sobre como deve organizar e planejar as etapas valorizando sempre a acessibilidade.

Seja um candidato sincero

Em relação aos candidatos, eles deverão ser sinceros durante a entrevista. Não se esconda e lembre-se que você é capaz de exercer o cargo como qualquer outra pessoa capacitada. A deficiência não interfere na sua capacidade intelectual.

Agora que você já sabe como funciona o processo seletivo para PCD, poderá preparar a próxima seleção para sua empresa, não é verdade? E você profissional, também se sentirá acolhido pela empresa!

Gostou do conteúdo? Acesse o nosso próximo post e veja como funciona a isenção de carros para deficientes!

 

Por que considerar a acessibilidade em piscinas?

Por que considerar a acessibilidade em piscinas?

Quem é que não gosta de aproveitar uma piscina, não é verdade? Ainda mais quando a temperatura sobe. No verão, clubes, hotéis e pousadas se tornam os locais preferidos de quem deseja se refrescar. Mas como promover a acessibilidade em piscinas para que todas as pessoas possam se divertir?

Para começar, você deve fazer um projeto mais seguro e acessível para as pessoas de diferentes idades e habilidades. Escolha o estilo da piscina e as dimensões corretas. A partir daí considere alguns recursos extras como o elevador de piscinas, que tornará as coisas mais fáceis para quem tem mobilidade reduzida.

No entanto, para te ajudar a promover a acessibilidade na piscina do condomínio ou casa, ou do seu clube, preparamos este post. Nele, você terá algumas ideias para atender às necessidades de todos.

Entretanto, observe que a maioria das sugestões não são exigidas por lei, a menos que você esteja construindo uma piscina pública, ok? Nesse caso, você também precisa estar atento aos requisitos  de construção e da Lei de Acessibilidade. Veja:

Como pensar na acessibilidade em piscinas para as crianças?

Quando pensamos em acessibilidade em piscinas, temos que atender as necessidades das crianças que poderão aproveitar o espaço.

Há vários recursos de piscina que podem ajudá-lo a proteger as crianças contra vários acidentes. Mas nenhum deles pode tomar o lugar de uma boa e antiga supervisão de um adulto. Portanto, nas piscinas de casa, considere fazer a instalação perto da casa onde os pais podem manter os olhos nos filhos.

Você também pode considerar uma piscina rasa que permite que as crianças toquem o fundo na maioria ou em todos os pontos. Finalmente, é importante você isolar a piscina com uma cerca que atenda os requisitos mínimos de altura e pensar na instalação de alarmes em todos os portões ou portas.

Como pensar na acessibilidade em piscinas para idosos?

Muitos idosos têm problemas com a locomoção. Assim, a piscina perfeita para eles inclui alguma forma “andável”, como uma rampa. Também é necessário instalar corrimãos, pois eles são práticos para se locomover dentro e fora da água. Contudo, se você acha que essa possibilidade não é viável, considere usar um elevador de acessibilidade.

Ele é fácil de usar e está de acordo com todas as normas de segurança. Os elevadores de acessibilidade têm a finalidade de aumentar a acessibilidade em piscinas e facilitar o acesso às piscinas residenciais, de escolas, de clubes, Organizações não Governamentais ou até clinicas de fisioterapia.

Você também pode pensar em manter a piscina mais confortável para os nadadores mais velhos. Por isso, planeje o aquecimento adicional. A temperatura da água mais fria pode ser refrescante para algumas pessoas, mas para outras, pode incomodar. Pensar num SPA anexado, além de ser terapêutico por direito próprio, pode ajudar as pessoas mais velhas a se aquecer depois de nadar.

Finalmente, as pessoas mais velhas podem ter uma variedade de condições médicas que você precisa levar em conta. No projeto da sua piscina, você deve pensar em algum sistema de alerta médico no local para se certificar de que a ajuda pode chegar rapidamente se surgir algum tipo de problema.

Como pensar na acessibilidade em piscinas para pessoas com deficiência?

Você também deve pensar na acessibilidade em piscinas para pessoas com deficiência. Muitas delas estão familiarizadas com os benefícios da terapia aquática. Entretanto, você pode desfrutar destes mesmos benefícios em sua casa. Quer saber como? Instale um SPA de natação ou algum outro tipo de piscina terapêutica.

As piscinas tradicionais oferecem algo que as piscinas especiais não podem. Uma chance de socializar com os outros. Muitas pessoas com mobilidade reduzida querem competir, brincar e se divertir na água como as outras pessoas. E com o elevador de piscinas você promove a acessibilidade.

Este elevador também é recomendado para cadeirantes e pessoas com alguma deficiência motora. O equipamento pode ter funcionamento hidráulico ou rosca sem fim (fuso), e com assento giratório. Ele é confortável e propicia mais independência ao cadeirante ou portador de necessidades especiais. A instalação é fácil e totalmente segura.

Além disso, com esse equipamento, você cria um diferencial para sua casa ou negócio. No entanto, enquanto estiver planejando o projeto de acessibilidade da sua piscina, não se esqueça da área ao redor do espaço, que pode precisar de customizações como corrimãos, decking antiderrapante e acessibilidade para cadeirantes.

Por que o elevador de piscinas agrega valor ao seu negócio?

Se o elevador de piscinas está lá no seu clube ou na sua casa de shows, a piscina se torna mais universal. E isso é importante, pois quem tem mobilidade reduzida se sentirá mais independente, já que o elevador pode ser operado por um passageiro.

Sem contar que o elevador de piscinas  também pode ser usado por gestantes ou qualquer pessoa que tenha mobilidade reduzida.

Viu porque você deve considerar a acessibilidade em piscinas? Ofereça segurança e conforto para quem curte o seu clube, a sua casa ou até mesmo a sua academia ou centro de fisioterapia. Promova a acessibilidade e ajude às pessoas a se sentirem mais independentes!

Quer conhecer um pouco mais sobre o elevador de piscinas para acessibilidade? Acesse agora mesmo o nosso infográfico e fique por dentro do assunto!

Elevador para cadeirante nas empresas

Elevador para cadeirante nas empresas

O elevador para cadeirante é um dos grandes diferenciais para o seu negócio. Ele é importante para os clientes com mobilidade reduzida. O equipamento traz impactos positivos na sua empresa e aumenta a lucratividade. Além disso, ter um elevador, hoje em dia, é algo que se tornou uma necessidade, principalmente porque muitas empresas já entendem que esses elevadores para acessibilidade são exigidos por lei.

No entanto, para que você saiba quais as vantagens desses elevadores para acessibilidade, preparamos este post. Nele, você vai descobrir alguns motivos para adquirir o equipamento para o seu empreendimento!

Por que a sua empresa deve investir em um elevador para cadeirante?

Para promover a inclusão de Pessoas com Deficiência (PCDs)

O Brasil possui 45,6 milhões de pessoas deficientes ou com mobilidade reduzida. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Censo 2010 revelou que isso corresponde a 24% da população, o que significa que os empregadores devem implantar ações que atendam as pessoas deficientes e com mobilidade reduzida.

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No entanto, essas ações só poderão ser colocadas em prática se forem bem planejadas e se você souber projetar o elevador de acessibilidade. Outro ponto que precisa ser analisado é a própria contratação de PCDs. Quando você tem conhecido do assunto, fica mais fácil saber quais são as demandas do entrevistado, adequando a empresa às suas necessidades.

Por isso, contar com um elevador para cadeirante é muito importante, pois ele irá possibilitar a inclusão das pessoas com deficiência na sua empresa.

Para permanecer dentro das normas de acessibilidade

A Lei de Cotas, nº 8.213, criada em 1991, determina que a empresa que tiver 100 funcionários ou mais é obrigada a preencher o seu quadro com 2% a 5% de pessoas portadoras de deficiência. Vale lembrar que segundo a Convenção Internacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o conceito de deficiência é definido como as pessoas que têm impedimentos de longo prazo, de natureza física, intelectual, mental ou sensorial e que não conseguem participar ativamente da sociedade em igualdades e condições com as demais pessoas.

Também é preciso enfatizar que a norma brasileira ABNT 9050 estabelece os critérios que devem ser adotados para alcançar todas as condições de acessibilidade nas empresas. Assim, se você deseja investir em acessibilidade, confira essa norma e observe todos os itens que devem ser seguidos.

Para acolher as pessoas

A empresa que investe em acessibilidade acolhe e motiva seus funcionários. Além disso, passa uma boa imagem para os clientes e o público que a visitam. Um exemplo do que é acessibilidade e acolher as pessoas é oferecer um espaço adequado para os cadeirantes se deslocarem em um determinado ambiente da organização.

No entanto, quando você não adéqua o seu ambiente de trabalho para as pessoas com deficiência, passa uma imagem de que a empresa é preconceituosa. Afinal, todo trabalhador têm direito de trabalhar com autonomia para poder desenvolver as suas atividades com segurança, não é verdade?

Para ser uma referência no mercado

Já pensou a sua empresa ser capaz de inspirar os seus clientes e se tornar uma uma referência em acessibilidade? Isso é um ponto positivo. Assim, você constrói a sua reputação e mostra que as medidas adotadas estão de acordo com o que foi proposto por sua organização. Desta forma, você terá colaboradores felizes e realizados. Além disso, conseguirá fidelizar clientes que se identificam com o modelo de negócio adotado.

No entanto, é preciso lembrar que para você colocar as suas ações de acessibilidade em prática é preciso planejar e conhecer bem o assunto. Somente desta forma, as mudanças poderão ser adotadas.

Para atrair mais clientes

O elevador para cadeirante atrai mais clientes, pois você oferece ao consumidor com mobilidade reduzida a oportunidade de conhecer todos os setores da sua empresa. Além disso, você consegue adaptar os ambientes para que as pessoas possam aproveitá-los e se sentirem realmente iguais as outras.

Por que o elevador para cadeirante ainda não é uma realidade nos estabelecimentos?

Uma pesquisa realizada em 2018 pelo Data Senado perguntou para as pessoas como está a situação da acessibilidade, levando em consideração as rampas para acesso, elevador para cadeirante, etc. Os resultados não surpreenderam. Segundo a maioria dos entrevistados, 67% diz que há uma minoria de estabelecimentos comerciais adaptados para quem usa a cadeira de rodas.

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Além desses 67%, cerca de 19% afirmam que absolutamente nenhum prédio comercial pelos quais eles já passaram possuía algum tipo de auxílio à mobilidade, como é o caso do elevador para cadeirante. Isso revela um cenário alarmante. O elevador para cadeirante simplesmente não existe na vida de quase 20% da população com mobilidade reduzida.

Por esse motivo, é preciso que você saiba que investir em um elevador para cadeirante é mais do que um dever de cidadania, é um ótimo negócio com potencial para trazer muitos clientes para o seu estabelecimento.

Portanto, se você chegou até aqui neste post e se conscientizou dos benefícios que é adquirir o elevador para cadeirante, você deve optar por empresas como a JE Elevadores.

Além de produzir os melhores equipamentos do mercado, ela oferece assistência técnica em todos os seus elevadores. Assim,você poderá fazer a manutenção com segurança do seu elevador de acessibilidade.

Gostou do nosso artigo? Quer ler mais conteúdos como este? Acesse o nosso próximo post e aprenda como escolher fabricantes de elevadores de acessibilidade de qualidade!  

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Acessibilidade na construção civil: o papel do engenheiro

Acessibilidade na construção civil: o papel do engenheiro

A acessibilidade na construção civil é mais do que uma obrigação. Quem planeja e executa as obras são os responsáveis por essa acessibilidade. Ela também não é apenas uma preocupação social, mas uma exigência legal regulamentada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Em 2015, a ABNT atualizou a Norma Técnica de Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos (NBR 9050). Essa regulamentação foi criada inicialmente em 2014. De acordo com a norma, a acessibilidade é definida como a possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a atualização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamentos urbanos e elementos.

Mas qual é a responsabilidade da engenharia civil e do engenheiro em relação a acessibilidade? Neste post, iremos falar sobre esse tema que é tão importante para você que é investidor e também para quem tem a mobilidade reduzida. Ficou interessado em nosso artigo? Então, acompanhe a leitura!

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Qual é a responsabilidade da engenharia civil?

A engenharia civil tem a responsabilidade de criar métodos de acessibilidade nas cidades, e fomentar o debate da importância da acessibilidade na construção civil dentro do âmbito acadêmico. Foi assim que partimos de uma definição crua de calçadas dos tempos de Brasil colonial até a legislação ampla que possuímos hoje.

Qual é o papel do engenheiro em relação a acessibilidade na construção civil?

Na hora de construir ou reformar um imóvel, cabe ao engenheiro um profundo conhecimento sobre as normas técnicas vigentes, o espaço público ou simplesmente uma calçada para uso público na rua. É importante que o engenheiro e o arquiteto trabalhem juntos para que nada seja deixado de lado. Eles devem avaliar com cuidado os esforços de acessibilidade que estão contemplados no projeto e se eles compreendem a realidade de uma pessoa com mobilidade reduzida.

A acessibilidade na construção civil também deve ser fiscalizada pelo próprio engenheiro. O profissional tem que observar se as soluções criadas por ele realmente são viáveis quando saem do papel. Portanto, é seguro dizer que o engenheiro civil é quem executa as ações de acessibilidade dentro da realidade da construção e que cabe a ele a necessidade de conhecer toda a legislação e aplicá-la.

O que a formação do engenheiro deve contemplar?

A formação do engenheiro deve contemplar a acessibilidade na construção civil, incentivar a pesquisa e trazer mais embasamento teórico para reafirmar todas essas conclusões. Os graduandos devem entender os problemas que a falta de mobilidade gera nas pessoas, e como os ambientes acessíveis ampliam a noção de urbanidade.

O que o futuro reserva em relação a acessibilidade na construção civil?

Hoje em dia a acessibilidade e a engenharia civil caminham lado a lado. Uma ajuda a outra a criar ambientes urbanos inclusivos e acessíveis para todas as pessoas. Se você já percebeu que a acessibilidade na construção civil chegou ao nível de atuação que vemos atualmente, isso é graças aos esforços de debate e conscientização de engenheiros civis e arquitetos. Portanto, o futuro nos promete um entendimento ainda maior e mais avanços em acessibilidade na construção civil.

Os projetos realizados atualmente serão a referência de construção para o futuro. Dessa forma, quanto mais a acessibilidade na construção civil for um ponto relevante na elaboração dos projetos, mais essa preocupação será tida como padrão para a construção de estruturas no futuro.

Estabelecimentos comerciais, condomínio de moradia, academias, praças e parques públicos projetados com técnicas de mobilidade e acessibilidade contribuem, então, para que outros surjam, alimentando um ciclo benéfico que, em um cenário otimista, resultará na padronização da acessibilidade. Isso é o que o futuro pode trazer, e esse é o dever dos engenheiros civis.

Qual será o futuro das academias em relação a acessibilidade?

O futuro aponta para uma maior conscientização por parte da engenharia civil, sendo que já existe pressão para a inclusão de cadeiras sobre a acessibilidade dentro da graduação dos futuros engenheiros civis. Isso resulta em uma parcela da população engajada e que produz conteúdo para suportar suas teses de mobilidade urbana. Portanto, é algo crucial em relação a conscientização de toda a população.

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Como você pode ver, o engenheiro tem um papel muito importante sobre a acessibilidade na construção civil. Por isso, quando você investir em qualquer empreendimento, contrate um engenheiro que respeite a norma técnica NBR 9050, conhecida por trazer critérios e parâmetros para a instalação de equipamentos e adaptação de espaços urbanos, de forma a se tornarem acessíveis para todas as pessoas.

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Isenção para PCD: saiba tudo sobre os carros para deficientes

Isenção para PCD: saiba tudo sobre os carros para deficientes

Muitas pessoas não sabem, mas existem automóveis com isenção para pcd (pessoa com deficiência). Neste caso, são enquadradas as pessoas com deficiência física, mental, visual, auditiva, profunda ou severa, como os autistas.

Independente da idade, os portadores de deficiência têm o direito de adquirir carros com isenção para deficientes, sobre impostos como IPI, ICMS, IPVA e IOF. Isso reduz o preço final do automóvel até 30% para a compra em montadoras ou concessionárias.

No entanto, apesar de pouco noticiada, a isenção para deficientes alcança desde pessoas que nasceram com o problema até as que ficaram doentes ao longo da vida e, claro, idosos com mobilidade reduzida. Além disso, os portadores de deficiência que não impede dirigir automóveis, podem ser representados por seus responsáveis legais na condição de condutores do veículo.

Portanto, você que é investidor, empresário ou consumidor final fique atento neste post. Nele, vamos falar sobre a isenção para pcd. Ficou interessado em nosso artigo? Então, acompanhe!

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Por que investir na venda de carros para deficientes?

As montadoras chamam os portadores de deficiência de PCD (Pessoa com Deficiência). Esse tipo de venda atingiu um pico em 2018, chegando a cerca de 187 mil unidades no 1º semestre. Se comparado nos 12 meses de 2017 dá para se observar que o número é o mesmo. Enquanto em 2016, apenas 139 mil pessoas conseguiram a isenção para pcd.

Como a isenção para pcd funciona?

A isenção para deficientes funciona da seguinte maneira:

  • IPI: isenção total a cada 2 anos para compra de carro com qualquer valor;
  • ICMS: isenção total a cada 4 anos na compra de carros de até R$ 70 mil;
  • IOF: isenção total quando o valor financiado é superior a 70% do total do veículo. Pode ser obtida uma única vez por CPF;
  • IPVA: isenção total e válida para apenas um carro daquele proprietário.

Quais são os carros para deficientes?

Há vários modelos de carros de isenção para deficientes. Para ter o maior desconto possível, você deve comprar automóveis com menos de 127cv que chegam a custar até R$ 70 mil.

Nos últimos anos, algumas fabricantes lançaram versões específicas voltadas para este de público, com alguns equipamentos a menos para não bater o limite, mas sempre com câmbio automático ou automatizado.

No entanto, mesmo assim, nada impede que o portador com deficiência peça a isenção para modelos mais caros. Nestes casos, a redução será apenas do IPI.

Como fazer o processo?

Solicite ao Detran a alteração da habilitação

Se você já possui a Carteira Nacional de Habilitação, solicite ao Detran a alteração para a habilitação de portadores de deficiência. Caso ainda não tenha CNH, tire-a já como portador do problema. No próprio órgão de trânsito, você terá as informações necessárias de como proceder com o seu pedido.

Veja a isenção do IPI

A primeira isenção que será solicitada é a do IPI, que deve ser requisitada à Receita Federal. Para consegui-la, você deve ter um laudo médico, que pode ser particular, e que comprova o seu problema.

Hoje, com tantas facilidades, já é possível fazer a solicitação pela Internet e os pedidos devem ser liberados em até 72 horas. O portador de necessidades especiais receberá uma carta de isenção do IPI que tem validade de 270 dias corridos.

Peça a isenção do ICMS na Secretaria da Fazenda

A isenção do ICMS deve ser pedida diretamente na Secretaria da Fazenda de cada Estado apenas depois da liberação do IPI e se o veículo desejado custar até R$ 70 mil. O prazo para a liberação do ICMS é de 60 dias e a carta de isenção tem validade de 270 dias corridos.

Procure pela isenção do IPVA

Depois de receber o carro, procure a Secretaria da Fazenda do seu Estado e peça a isenção do IPVA. Isso deve ser feito até 30 dias depois do faturamento do automóvel, caso contrário, a isenção só valerá a partir do ano seguinte.

Peça a isenção do IOF

Com o processo de IOF junto á Receita Federal você pode solicitar no mesmo momento do IPI, porém, é limitado a veículos de até 127 cavalos. Além disso, somente pode ser utilizado quando o financiamento é maior que 70% do valor do veículo.

Quais doenças são enquadradas na isenção para pcd?

Entre as principais doenças enquadradas na isenção para pcd, podemos citar:

  • amputações;
  • encurtamento de membros e más-formações;
  • mobilidade reduzida;
  • neuropatias diabéticas;
  • próteses internas e externas (joelho, quadril, coluna, etc).

Agora que você aprendeu tudo sobre os carros para deficientes e também como conseguir a isenção para pcd, saberá onde recorrer na hora que precisar, não é verdade? Siga as nossas dicas e lute pelos seus direitos!

Quer ler mais conteúdos como este? Acesse o nosso próximo post e veja algumas dicas para estruturar um programa de inclusão sustentável! 

 

Por que é importante investir em acessibilidade em ambientes comerciais

Por que é importante investir em acessibilidade em ambientes comerciais

Promover a acessibilidade nos ambientes comerciais. Talvez esse seja um dos segredos para você que é investidor ou empresário ter sucesso em seu negócio. Você deve saber que precisa ser diferente para atender todas as pessoas que procuram por seus serviços ou que desejam frequentar a sua empresa, seja sua academia com hidroginástica ou sua casa de shows com piscina.

Além de atender o cliente com mobilidade reduzida, você ainda vai cumprir a lei de acessibilidade para pessoas com deficiência. Por isso, saiba que a Constituição Federal, por meio das Leis Federais de Acessibilidade 10.048/ 2000 e 10.098 / 2000 e o Decreto-Lei 5296/04 garantem a acessibilidade e a livre locomoção à pessoa com deficiência dentro do território nacional.

No entanto, cada município, por meio dos seus decretos locais, poderá fazer um detalhamento dessas leis definindo sanções legais pelo seu descumprimento. Além de atender as pessoas e cumprir com as leis, você já parou para pensar por que deve investir em acessibilidade? Esta é uma pergunta que responderemos ao longo deste artigo. Veja:

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Para atrair e conquistar clientes

Quando você tem uma loja ou uma academia que oferece acessibilidade para quem tem mobilidade reduzida, você atrai mais clientes para o seu estabelecimento comercial.

É que as pessoas valorizam cada vez mais as empresas que pensam em todos os consumidores, principalmente naqueles que precisam de um atendimento mais personalizado.

Portanto, além de sua empresa ter uma boa estrutura e sinalização adequadas para quem se move com equipamentos auxiliares como muletas, alerte sobre os desníveis do piso e ajude seus clientes.

Para respeitar todas as pessoas

Promover a acessibilidade em ambientes comerciais também é uma maneira de respeitar todas as pessoas, como os cadeirantes. Você sabia que a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) prevê que o espaço de uma cadeira de rodas é equivalente a um perímetro de 0.80 por 1,20 m? Portanto, a área de circulação para os seus clientes deve respeitar essa medida e prever espaço suficiente para as manobras.

Para ofertar as melhores vagas de estacionamento

Você deve pensar na acessibilidade para ambientes comerciais e ofertar as melhores vagas de estacionamento para os portadores de deficiência. Essas vagas devem estar localizadas em área próxima à entrada do seu estabelecimento, e devem oferecer acesso direto ao local, de forma acessível. Também não se esqueça de sinalizar essas áreas.

Para oferecer uma rota acessível

Também é importante pensar na acessibilidade para oferecer uma rota sinalizada, que conecta os ambientes externos ou internos de espaços e edificações, e que possa ser utilizada de forma autônoma e segura por todas as pessoas, inclusive para você com mobilidade reduzida.

A rota acessível também precisa levar em conta a parte externa. Para isso, instale rampas e possibilite que o cadeirante tenha acesso ao seu ambiente comercial.

Para ter portas de acesso ideais

Todas as portas dos estabelecimentos comerciais devem ter no mínimo 0,80 m de altura e largura mínima de 2,10m. Além disso, as maçanetas devem ser instaladas em altura entre 0,90 m a 1,10 m e devem poder ser operadas em um único movimento, sem exigir muito esforço.

Para contar com sanitários adequados

A acessibilidade em ambientes comerciais também é importante para você portador de necessidade especial contar com sanitários acessíveis.

Eles devem ser instalados junto às rotas acessíveis e integrados às demais instalações sanitárias. Caso estejam isolados, você empresário deverá instalar um botão de emergência para o caso da pessoa cair quando estiver no banheiro.

Para adequar seus estabelecimentos de grande porte

Outra importância da acessibilidade é que ela ajuda adequar os estabelecimentos de grande porte. Para esses, a recomendação é que sejam disponibilizados telefones que recebam e transmitam mensagens (TDD) para comunicação de deficientes auditivos.

Já os equipamentos, como os elevadores de acessibilidade, devem estar indicados conforme o Símbolo Internacional de Acesso (SAI).

Para ter ambientes comerciais adequados para quem tem mobilidade reduzida

Os estabelecimentos comerciais com elevadores de acessibilidade devem instalar nesses equipamentos sistemas de proteção e reabertura de portas, para os casos de obstrução durante o seu fechamento.

O sistema deverá proteger o espaço entre 5 cm e 120 cm, contados a partir do piso do elevador, e conter, no mínimo, 16 feixes de luz interruptores. Os elevadores também devem ter espaço para os cadeirantes manobrarem com suas cadeiras de roda.

Para gerar mídia espontânea da sua empresa

Você sabia que ao investir em acessibilidade você gera mídia espontânea para o seu negócio? A imprensa gosta de empreendimentos inovadores. Talvez a sua empresa possa ser até manchete de um grande jornal. Já imaginou que bom seria para o seu negócio?

Viu como que investir em acessibilidade em ambientes comerciais é importante? Agora que você já sabe, que tal adquirir equipamentos para sua academia ou casa de shows para poder diversificar o seu público? Pense nisso e ofereça um bom espaço para quem tem mobilidade reduzida!

Quer investir em acessibilidade para eventos? Baixe o nosso e-book sobre o assunto e fique bem informado!