Elevador para cadeirante nas empresas

Elevador para cadeirante nas empresas

O elevador para cadeirante é um dos grandes diferenciais para o seu negócio. Ele é importante para os clientes com mobilidade reduzida. O equipamento traz impactos positivos na sua empresa e aumenta a lucratividade. Além disso, ter um elevador, hoje em dia, é algo que se tornou uma necessidade, principalmente porque muitas empresas já entendem que esses elevadores para acessibilidade são exigidos por lei.

No entanto, para que você saiba quais as vantagens desses elevadores para acessibilidade, preparamos este post. Nele, você vai descobrir alguns motivos para adquirir o equipamento para o seu empreendimento!

Por que a sua empresa deve investir em um elevador para cadeirante?

Para promover a inclusão de Pessoas com Deficiência (PCDs)

O Brasil possui 45,6 milhões de pessoas deficientes ou com mobilidade reduzida. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Censo 2010 revelou que isso corresponde a 24% da população, o que significa que os empregadores devem implantar ações que atendam as pessoas deficientes e com mobilidade reduzida.

[infográfico] Modelos e Aplicações da Plataforma e Elevador de Acessibilidade | Baixe grátis | JE Elevadores

 

No entanto, essas ações só poderão ser colocadas em prática se forem bem planejadas e se você souber projetar o elevador de acessibilidade. Outro ponto que precisa ser analisado é a própria contratação de PCDs. Quando você tem conhecido do assunto, fica mais fácil saber quais são as demandas do entrevistado, adequando a empresa às suas necessidades.

Por isso, contar com um elevador para cadeirante é muito importante, pois ele irá possibilitar a inclusão das pessoas com deficiência na sua empresa.

Para permanecer dentro das normas de acessibilidade

A Lei de Cotas, nº 8.213, criada em 1991, determina que a empresa que tiver 100 funcionários ou mais é obrigada a preencher o seu quadro com 2% a 5% de pessoas portadoras de deficiência. Vale lembrar que segundo a Convenção Internacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o conceito de deficiência é definido como as pessoas que têm impedimentos de longo prazo, de natureza física, intelectual, mental ou sensorial e que não conseguem participar ativamente da sociedade em igualdades e condições com as demais pessoas.

Também é preciso enfatizar que a norma brasileira ABNT 9050 estabelece os critérios que devem ser adotados para alcançar todas as condições de acessibilidade nas empresas. Assim, se você deseja investir em acessibilidade, confira essa norma e observe todos os itens que devem ser seguidos.

Para acolher as pessoas

A empresa que investe em acessibilidade acolhe e motiva seus funcionários. Além disso, passa uma boa imagem para os clientes e o público que a visitam. Um exemplo do que é acessibilidade e acolher as pessoas é oferecer um espaço adequado para os cadeirantes se deslocarem em um determinado ambiente da organização.

No entanto, quando você não adéqua o seu ambiente de trabalho para as pessoas com deficiência, passa uma imagem de que a empresa é preconceituosa. Afinal, todo trabalhador têm direito de trabalhar com autonomia para poder desenvolver as suas atividades com segurança, não é verdade?

Para ser uma referência no mercado

Já pensou a sua empresa ser capaz de inspirar os seus clientes e se tornar uma uma referência em acessibilidade? Isso é um ponto positivo. Assim, você constrói a sua reputação e mostra que as medidas adotadas estão de acordo com o que foi proposto por sua organização. Desta forma, você terá colaboradores felizes e realizados. Além disso, conseguirá fidelizar clientes que se identificam com o modelo de negócio adotado.

No entanto, é preciso lembrar que para você colocar as suas ações de acessibilidade em prática é preciso planejar e conhecer bem o assunto. Somente desta forma, as mudanças poderão ser adotadas.

Para atrair mais clientes

O elevador para cadeirante atrai mais clientes, pois você oferece ao consumidor com mobilidade reduzida a oportunidade de conhecer todos os setores da sua empresa. Além disso, você consegue adaptar os ambientes para que as pessoas possam aproveitá-los e se sentirem realmente iguais as outras.

Por que o elevador para cadeirante ainda não é uma realidade nos estabelecimentos?

Uma pesquisa realizada em 2018 pelo Data Senado perguntou para as pessoas como está a situação da acessibilidade, levando em consideração as rampas para acesso, elevador para cadeirante, etc. Os resultados não surpreenderam. Segundo a maioria dos entrevistados, 67% diz que há uma minoria de estabelecimentos comerciais adaptados para quem usa a cadeira de rodas.

Precisando de um Elevador de acessibilidade Solicite-nos um orçamento de um elevador de acessibilidade! Condições especiais!

Além desses 67%, cerca de 19% afirmam que absolutamente nenhum prédio comercial pelos quais eles já passaram possuía algum tipo de auxílio à mobilidade, como é o caso do elevador para cadeirante. Isso revela um cenário alarmante. O elevador para cadeirante simplesmente não existe na vida de quase 20% da população com mobilidade reduzida.

Por esse motivo, é preciso que você saiba que investir em um elevador para cadeirante é mais do que um dever de cidadania, é um ótimo negócio com potencial para trazer muitos clientes para o seu estabelecimento.

Portanto, se você chegou até aqui neste post e se conscientizou dos benefícios que é adquirir o elevador para cadeirante, você deve optar por empresas como a JE Elevadores.

Além de produzir os melhores equipamentos do mercado, ela oferece assistência técnica em todos os seus elevadores. Assim,você poderá fazer a manutenção com segurança do seu elevador de acessibilidade.

Gostou do nosso artigo? Quer ler mais conteúdos como este? Acesse o nosso próximo post e aprenda como escolher fabricantes de elevadores de acessibilidade de qualidade!  

[e-book] Acessibilidade na construção civil: importância dos projetos e a responsabilidade | Baixar grátis | JE Elevadores

Acessibilidade na construção civil: o papel do engenheiro

Acessibilidade na construção civil: o papel do engenheiro

A acessibilidade na construção civil é mais do que uma obrigação. Quem planeja e executa as obras são os responsáveis por essa acessibilidade. Ela também não é apenas uma preocupação social, mas uma exigência legal regulamentada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Em 2015, a ABNT atualizou a Norma Técnica de Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos (NBR 9050). Essa regulamentação foi criada inicialmente em 2014. De acordo com a norma, a acessibilidade é definida como a possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a atualização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamentos urbanos e elementos.

Mas qual é a responsabilidade da engenharia civil e do engenheiro em relação a acessibilidade? Neste post, iremos falar sobre esse tema que é tão importante para você que é investidor e também para quem tem a mobilidade reduzida. Ficou interessado em nosso artigo? Então, acompanhe a leitura!

[e-book] Acessibilidade na construção civil: importância dos projetos e a responsabilidade | Baixar grátis | JE Elevadores

Qual é a responsabilidade da engenharia civil?

A engenharia civil tem a responsabilidade de criar métodos de acessibilidade nas cidades, e fomentar o debate da importância da acessibilidade na construção civil dentro do âmbito acadêmico. Foi assim que partimos de uma definição crua de calçadas dos tempos de Brasil colonial até a legislação ampla que possuímos hoje.

Qual é o papel do engenheiro em relação a acessibilidade na construção civil?

Na hora de construir ou reformar um imóvel, cabe ao engenheiro um profundo conhecimento sobre as normas técnicas vigentes, o espaço público ou simplesmente uma calçada para uso público na rua. É importante que o engenheiro e o arquiteto trabalhem juntos para que nada seja deixado de lado. Eles devem avaliar com cuidado os esforços de acessibilidade que estão contemplados no projeto e se eles compreendem a realidade de uma pessoa com mobilidade reduzida.

A acessibilidade na construção civil também deve ser fiscalizada pelo próprio engenheiro. O profissional tem que observar se as soluções criadas por ele realmente são viáveis quando saem do papel. Portanto, é seguro dizer que o engenheiro civil é quem executa as ações de acessibilidade dentro da realidade da construção e que cabe a ele a necessidade de conhecer toda a legislação e aplicá-la.

O que a formação do engenheiro deve contemplar?

A formação do engenheiro deve contemplar a acessibilidade na construção civil, incentivar a pesquisa e trazer mais embasamento teórico para reafirmar todas essas conclusões. Os graduandos devem entender os problemas que a falta de mobilidade gera nas pessoas, e como os ambientes acessíveis ampliam a noção de urbanidade.

O que o futuro reserva em relação a acessibilidade na construção civil?

Hoje em dia a acessibilidade e a engenharia civil caminham lado a lado. Uma ajuda a outra a criar ambientes urbanos inclusivos e acessíveis para todas as pessoas. Se você já percebeu que a acessibilidade na construção civil chegou ao nível de atuação que vemos atualmente, isso é graças aos esforços de debate e conscientização de engenheiros civis e arquitetos. Portanto, o futuro nos promete um entendimento ainda maior e mais avanços em acessibilidade na construção civil.

Os projetos realizados atualmente serão a referência de construção para o futuro. Dessa forma, quanto mais a acessibilidade na construção civil for um ponto relevante na elaboração dos projetos, mais essa preocupação será tida como padrão para a construção de estruturas no futuro.

Estabelecimentos comerciais, condomínio de moradia, academias, praças e parques públicos projetados com técnicas de mobilidade e acessibilidade contribuem, então, para que outros surjam, alimentando um ciclo benéfico que, em um cenário otimista, resultará na padronização da acessibilidade. Isso é o que o futuro pode trazer, e esse é o dever dos engenheiros civis.

Qual será o futuro das academias em relação a acessibilidade?

O futuro aponta para uma maior conscientização por parte da engenharia civil, sendo que já existe pressão para a inclusão de cadeiras sobre a acessibilidade dentro da graduação dos futuros engenheiros civis. Isso resulta em uma parcela da população engajada e que produz conteúdo para suportar suas teses de mobilidade urbana. Portanto, é algo crucial em relação a conscientização de toda a população.

[Infográfico] Quer saber mais sobre os modelos de elevadores de acessibilidade? | JE Elevadores

Como você pode ver, o engenheiro tem um papel muito importante sobre a acessibilidade na construção civil. Por isso, quando você investir em qualquer empreendimento, contrate um engenheiro que respeite a norma técnica NBR 9050, conhecida por trazer critérios e parâmetros para a instalação de equipamentos e adaptação de espaços urbanos, de forma a se tornarem acessíveis para todas as pessoas.

Quer aprender um pouco mais sobre a acessibilidade na construção civil? Baixe o nosso mini e-book e saiba a importância dos projetos que priorizam a acessibilidade!

Isenção para PCD: saiba tudo sobre os carros para deficientes

Isenção para PCD: saiba tudo sobre os carros para deficientes

Muitas pessoas não sabem, mas existem automóveis com isenção para pcd (pessoa com deficiência). Neste caso, são enquadradas as pessoas com deficiência física, mental, visual, auditiva, profunda ou severa, como os autistas.

Independente da idade, os portadores de deficiência têm o direito de adquirir carros com isenção para deficientes, sobre impostos como IPI, ICMS, IPVA e IOF. Isso reduz o preço final do automóvel até 30% para a compra em montadoras ou concessionárias.

No entanto, apesar de pouco noticiada, a isenção para deficientes alcança desde pessoas que nasceram com o problema até as que ficaram doentes ao longo da vida e, claro, idosos com mobilidade reduzida. Além disso, os portadores de deficiência que não impede dirigir automóveis, podem ser representados por seus responsáveis legais na condição de condutores do veículo.

Portanto, você que é investidor, empresário ou consumidor final fique atento neste post. Nele, vamos falar sobre a isenção para pcd. Ficou interessado em nosso artigo? Então, acompanhe!

[infográfico] Modelos e Aplicações da Plataforma e Elevador de Acessibilidade | Baixe grátis | JE Elevadores

Por que investir na venda de carros para deficientes?

As montadoras chamam os portadores de deficiência de PCD (Pessoa com Deficiência). Esse tipo de venda atingiu um pico em 2018, chegando a cerca de 187 mil unidades no 1º semestre. Se comparado nos 12 meses de 2017 dá para se observar que o número é o mesmo. Enquanto em 2016, apenas 139 mil pessoas conseguiram a isenção para pcd.

Como a isenção para pcd funciona?

A isenção para deficientes funciona da seguinte maneira:

  • IPI: isenção total a cada 2 anos para compra de carro com qualquer valor;
  • ICMS: isenção total a cada 4 anos na compra de carros de até R$ 70 mil;
  • IOF: isenção total quando o valor financiado é superior a 70% do total do veículo. Pode ser obtida uma única vez por CPF;
  • IPVA: isenção total e válida para apenas um carro daquele proprietário.

Quais são os carros para deficientes?

Há vários modelos de carros de isenção para deficientes. Para ter o maior desconto possível, você deve comprar automóveis com menos de 127cv que chegam a custar até R$ 70 mil.

Nos últimos anos, algumas fabricantes lançaram versões específicas voltadas para este de público, com alguns equipamentos a menos para não bater o limite, mas sempre com câmbio automático ou automatizado.

No entanto, mesmo assim, nada impede que o portador com deficiência peça a isenção para modelos mais caros. Nestes casos, a redução será apenas do IPI.

Como fazer o processo?

Solicite ao Detran a alteração da habilitação

Se você já possui a Carteira Nacional de Habilitação, solicite ao Detran a alteração para a habilitação de portadores de deficiência. Caso ainda não tenha CNH, tire-a já como portador do problema. No próprio órgão de trânsito, você terá as informações necessárias de como proceder com o seu pedido.

Veja a isenção do IPI

A primeira isenção que será solicitada é a do IPI, que deve ser requisitada à Receita Federal. Para consegui-la, você deve ter um laudo médico, que pode ser particular, e que comprova o seu problema.

Hoje, com tantas facilidades, já é possível fazer a solicitação pela Internet e os pedidos devem ser liberados em até 72 horas. O portador de necessidades especiais receberá uma carta de isenção do IPI que tem validade de 270 dias corridos.

Peça a isenção do ICMS na Secretaria da Fazenda

A isenção do ICMS deve ser pedida diretamente na Secretaria da Fazenda de cada Estado apenas depois da liberação do IPI e se o veículo desejado custar até R$ 70 mil. O prazo para a liberação do ICMS é de 60 dias e a carta de isenção tem validade de 270 dias corridos.

Procure pela isenção do IPVA

Depois de receber o carro, procure a Secretaria da Fazenda do seu Estado e peça a isenção do IPVA. Isso deve ser feito até 30 dias depois do faturamento do automóvel, caso contrário, a isenção só valerá a partir do ano seguinte.

Peça a isenção do IOF

Com o processo de IOF junto á Receita Federal você pode solicitar no mesmo momento do IPI, porém, é limitado a veículos de até 127 cavalos. Além disso, somente pode ser utilizado quando o financiamento é maior que 70% do valor do veículo.

Quais doenças são enquadradas na isenção para pcd?

Entre as principais doenças enquadradas na isenção para pcd, podemos citar:

  • amputações;
  • encurtamento de membros e más-formações;
  • mobilidade reduzida;
  • neuropatias diabéticas;
  • próteses internas e externas (joelho, quadril, coluna, etc).

Agora que você aprendeu tudo sobre os carros para deficientes e também como conseguir a isenção para pcd, saberá onde recorrer na hora que precisar, não é verdade? Siga as nossas dicas e lute pelos seus direitos!

Quer ler mais conteúdos como este? Acesse o nosso próximo post e veja algumas dicas para estruturar um programa de inclusão sustentável! 

 

Por que é importante investir em acessibilidade em ambientes comerciais

Por que é importante investir em acessibilidade em ambientes comerciais

Promover a acessibilidade nos ambientes comerciais. Talvez esse seja um dos segredos para você que é investidor ou empresário ter sucesso em seu negócio. Você deve saber que precisa ser diferente para atender todas as pessoas que procuram por seus serviços ou que desejam frequentar a sua empresa, seja sua academia com hidroginástica ou sua casa de shows com piscina.

Além de atender o cliente com mobilidade reduzida, você ainda vai cumprir a lei de acessibilidade para pessoas com deficiência. Por isso, saiba que a Constituição Federal, por meio das Leis Federais de Acessibilidade 10.048/ 2000 e 10.098 / 2000 e o Decreto-Lei 5296/04 garantem a acessibilidade e a livre locomoção à pessoa com deficiência dentro do território nacional.

No entanto, cada município, por meio dos seus decretos locais, poderá fazer um detalhamento dessas leis definindo sanções legais pelo seu descumprimento. Além de atender as pessoas e cumprir com as leis, você já parou para pensar por que deve investir em acessibilidade? Esta é uma pergunta que responderemos ao longo deste artigo. Veja:

[e-book] Por que investir em acessibilidades? Neste e-book você vai descobrir! | Baixar Grátis | JE Elevadores

Para atrair e conquistar clientes

Quando você tem uma loja ou uma academia que oferece acessibilidade para quem tem mobilidade reduzida, você atrai mais clientes para o seu estabelecimento comercial.

É que as pessoas valorizam cada vez mais as empresas que pensam em todos os consumidores, principalmente naqueles que precisam de um atendimento mais personalizado.

Portanto, além de sua empresa ter uma boa estrutura e sinalização adequadas para quem se move com equipamentos auxiliares como muletas, alerte sobre os desníveis do piso e ajude seus clientes.

Para respeitar todas as pessoas

Promover a acessibilidade em ambientes comerciais também é uma maneira de respeitar todas as pessoas, como os cadeirantes. Você sabia que a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) prevê que o espaço de uma cadeira de rodas é equivalente a um perímetro de 0.80 por 1,20 m? Portanto, a área de circulação para os seus clientes deve respeitar essa medida e prever espaço suficiente para as manobras.

Para ofertar as melhores vagas de estacionamento

Você deve pensar na acessibilidade para ambientes comerciais e ofertar as melhores vagas de estacionamento para os portadores de deficiência. Essas vagas devem estar localizadas em área próxima à entrada do seu estabelecimento, e devem oferecer acesso direto ao local, de forma acessível. Também não se esqueça de sinalizar essas áreas.

Para oferecer uma rota acessível

Também é importante pensar na acessibilidade para oferecer uma rota sinalizada, que conecta os ambientes externos ou internos de espaços e edificações, e que possa ser utilizada de forma autônoma e segura por todas as pessoas, inclusive para você com mobilidade reduzida.

A rota acessível também precisa levar em conta a parte externa. Para isso, instale rampas e possibilite que o cadeirante tenha acesso ao seu ambiente comercial.

Para ter portas de acesso ideais

Todas as portas dos estabelecimentos comerciais devem ter no mínimo 0,80 m de altura e largura mínima de 2,10m. Além disso, as maçanetas devem ser instaladas em altura entre 0,90 m a 1,10 m e devem poder ser operadas em um único movimento, sem exigir muito esforço.

Para contar com sanitários adequados

A acessibilidade em ambientes comerciais também é importante para você portador de necessidade especial contar com sanitários acessíveis.

Eles devem ser instalados junto às rotas acessíveis e integrados às demais instalações sanitárias. Caso estejam isolados, você empresário deverá instalar um botão de emergência para o caso da pessoa cair quando estiver no banheiro.

Para adequar seus estabelecimentos de grande porte

Outra importância da acessibilidade é que ela ajuda adequar os estabelecimentos de grande porte. Para esses, a recomendação é que sejam disponibilizados telefones que recebam e transmitam mensagens (TDD) para comunicação de deficientes auditivos.

Já os equipamentos, como os elevadores de acessibilidade, devem estar indicados conforme o Símbolo Internacional de Acesso (SAI).

Para ter ambientes comerciais adequados para quem tem mobilidade reduzida

Os estabelecimentos comerciais com elevadores de acessibilidade devem instalar nesses equipamentos sistemas de proteção e reabertura de portas, para os casos de obstrução durante o seu fechamento.

O sistema deverá proteger o espaço entre 5 cm e 120 cm, contados a partir do piso do elevador, e conter, no mínimo, 16 feixes de luz interruptores. Os elevadores também devem ter espaço para os cadeirantes manobrarem com suas cadeiras de roda.

Para gerar mídia espontânea da sua empresa

Você sabia que ao investir em acessibilidade você gera mídia espontânea para o seu negócio? A imprensa gosta de empreendimentos inovadores. Talvez a sua empresa possa ser até manchete de um grande jornal. Já imaginou que bom seria para o seu negócio?

Viu como que investir em acessibilidade em ambientes comerciais é importante? Agora que você já sabe, que tal adquirir equipamentos para sua academia ou casa de shows para poder diversificar o seu público? Pense nisso e ofereça um bom espaço para quem tem mobilidade reduzida!

Quer investir em acessibilidade para eventos? Baixe o nosso e-book sobre o assunto e fique bem informado!

Acessibilidade pode ajudar a melhorar o posicionamento da sua marca

Acessibilidade pode ajudar a melhorar o posicionamento da sua marca

A acessibilidade pavimenta o caminho do futuro. Não dizemos isso à toa e nem porque temos os direitos das pessoas com deficiência sempre como preocupação máxima. Nós dizemos com conhecimento de causa: o mundo vem caminhando em um avanço tecnológico sem par nos últimos anos.

Tecnologia facilita a vida e permite maior inclusão com menos esforço. Essa é a base da acessibilidade, sua fundação, mas o maior motivo que vai levá-la como pauta fundamental para o futuro é outro.

A acessibilidade é rentável. E tudo o que é rentável se torna tendência e logo se consolida como modelo universal da sociedade. É assim que vivemos, e enquanto o mundo vibrar nessa frequência, é assim que vamos viver.

E os sinais já estão aí. Investimentos em infraestrutura se tornando cada vez mais comuns, leis sendo cada vez mais reforçadas e fiscalizadas e marcas apostando alto na acessibilidade como ferramenta publicitária.

Neste artigo, vamos explorar essa última parte: como a acessibilidade na publicidade ajuda a melhorar o posicionamento da sua marca. Vamos saber mais?

[infográfico] Modelos e aplicações da plataforma e elevador de acessibilidade | Baixe gratuitamente | JE Elevadores

Investimento em acessibilidade na publicidade só cresce

O investimento em acessibilidade na publicidade cresce a cada momento que passa. São pessoas com deficiência em comerciais, empresas especializadas em soluções de mobilidade fazendo suas campanhas de marketing digital, grandes eventos que vão se tornando acessíveis, etc.

Talvez a maior prova de que a acessibilidade na publicidade vive uma era de ouro é justamente o fato de que conseguimos notar isso.

Nossos leitores que cresceram nos anos 80 podem confirmar: quantos comerciais estrelaram pessoas com deficiência nessa época? Em quantas novelas elas eram retratadas de uma maneira que não fosse exagerada, caricata ou até ofensiva?

A Avon vem saindo na frente em recursos simples, mas efetivos: a inclusão de audiodescrição e libras em seus comerciais já é uma realidade para os seus canais digitais, como o Youtube, Instagram e Facebook. A hashtag #PraCegoVer, inclusive, já é usada no Facebook há alguns anos por outras grandes marcas.

Mas os esforços não param só no lado do consumo. Um comercial que apresenta acessibilidade na publicidade é claramente lucrativo por abraçar um público de 45 milhões de brasileiros imediatamente.

A questão é a inclusão: quando grandes marcas usam modelos, atores e atrizes com deficiência, o esforço de vendas também produz um resultado diferente, a representatividade.

Deixando dinheiro na mesa: a acessibilidade na publicidade precisa de atenção

Ainda levando pelo lado comercial; que é a língua que mais faz sentido para grandes empresários e que – lamentavelmente – ainda fala mais alto do que a representatividade por dever de cidadania; não investir em acessibilidade na publicidade é deixar dinheiro na mesa.

Sem eufemismos, é deixar de ganhar dinheiro.

O e-commerce é o segmento que mais cresce no varejo brasileiro, e é também o mais confortável para pessoas com deficiência comprarem. Há a possibilidade de comprar sem sair de casa, o que reduz esforço e aumenta a autonomia.

Mas quantos sites estão adaptados? Se você procurar em e-commerces pequenos agora mesmo e até em alguns grandes, vai constatar que infelizmente não são muitos, e isso é péssimo.

Esse é outro caso de deixar a acessibilidade na publicidade de lado – e consequentemente o dinheiro também. Quem faz o layout de um site aplicando conceitos de experiência do usuário é uma agência de publicidade.

Hoje, se não ficar explícito que você precisa de recursos de acessibilidade, poucas irão te oferecer o serviço.

Tudo isso faz com que empresas percam dinheiro todo o dia. Os 45 milhões de pessoas com deficiência que sempre falamos aqui no blog citando o IBGE representam quase um quarto da nossa população.

É muita gente sem conseguir entender comerciais e até como comprar em lojas. E nesse caso, nem adianta falar de representação: ainda estamos longe de chegar a esse nível, com raras exceções.

Como melhorar o posicionamento da sua marca com a acessibilidade na publicidade

A acessibilidade na publicidade toma inúmeras formas e se apresenta de acordo com o seu segmento, como você se comunica e como você vende. O posicionamento em si é o termo dado para o quanto uma marca é associada a algo na mente dos clientes.

Elaboramos o artigo inteiro para chegar nessa conclusão: você pode – e deve – se posicionar como uma marca preocupada com a sua responsabilidade social.

Os clientes vão reconhecer esse “marketing do bem” e associar sua empresa como uma desejável e próxima da população.

Se você tem uma loja física, por exemplo, e investe principalmente em panfletos, não há como adaptar essa mídia. É necessário pensar em outras para atingir mais público, como comerciais de TV com presença de intérpretes de Libras, spots de rádio, etc.

O espaço físico também está relacionado com a acessibilidade na publicidade. É um “braço” do marketing, chamado de merchandising, que cuida dessa área. Para saber mais sobre como adaptar seu espaço físico, dê uma olhada no nosso artigo sobre o tema.

Para finalizar nossa conversa com chave de ouro, veja algumas últimas recomendações gerais sobre como trabalhar bem a publicidade acessível:

  • Se você tem um site ou blog, procure uma ferramenta de áudio marketing, como o Vooozer;

  • Comerciais adaptados realmente não saem caros. Invista!

  • Adote uma política geral de acessibilidade que vai desde o layout até o atendimento.

Quer saber mais sobre o assunto? Vamos começar com o básico. Sua loja é adaptada? Saiba mais sobre o que a NBR 9050 exige no próximo artigo!

Saiba por que pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade são importantes

Saiba por que pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade são importantes

Quem movimenta o debate sobre a acessibilidade no Brasil? Quem mantém o tema relevante e sempre em evidência nos mais diversos círculos? Muito é feito pelos engenheiros e arquitetos na prática diária, muito também é discutido pelos ativistas lutando diariamente.

Mas, o que realmente mantém o assunto em alta são as pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade.

Nas universidades do país muito é discutido, pesquisado e deliberado. É lá onde o Método Científico é aplicado na busca pela verdade sobre uma situação ou assunto a ser debatido.

Uma vez que uma hipótese é levantada, ela é investigada utilizando o rigor científico, e os resultados são debatidos pelos setores responsáveis do governo federal.

Basicamente, esse é o ciclo de vida das pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade. Esse trabalho pode parecer lento sendo lido assim, mas imagine quantas universidades temos no Brasil.

Aliás, não precisa imaginar: o INEP divulgou em 2017 que possuímos mais 2.400 em atividade, e dentro delas, milhares de cursos que tocam em questões relativas à acessibilidade, como a engenharia civil, elétrica, arquitetura, etc.

Todos esses milhares de cursos contam com outras centenas de milhares de discentes, todos com total liberdade para escolher projetos de pesquisa que os aprazem. O resultado é um debate sobre a acessibilidade que nunca morre, e avanços em tecnologias que impactam positivamente todo o cenário sobre acessibilidade no Brasil.

Sendo mais objetivo ainda: as pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade são a força motriz para as mudanças positivas que vemos surgir com cada vez mais regularidade no nosso país.

[ Infográfico ] Quer saber mais sobre os modelos de elevadores de acessibilidade?  Baixe gratuitamente! | JE Elevadores

Tecnologia Assistiva

Tecnologia Assistiva é o termo que define uma grande área de conhecimento interdisciplinar voltada à investigação de tecnologias que promovem a acessibilidade.

Quando dissemos interdisciplinar, é o que estávamos falando ali em cima. São vários cursos e várias áreas de graduação ativamente pesquisando maneiras de melhorar a vida das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida no Brasil.

E a área conta com total respaldo do Governo Federal. Em 2006, foi instituído no Brasil o CAT, Comitê de Ajudas Técnicas, que procura legitimar a apoiar pesquisas nessa área. A terminologia caiu, e hoje, já é reconhecida como Tecnologia Assistiva.

Esse é apenas um dos caminhos que conectam as pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade ao cotidiano dos brasileiros. As pesquisas recebem visibilidade por parte do Governo Federal e conseguem se desenvolver com tranquilidade e com garantias de serem levadas à sério e de conseguirem espaço após apresentarem resultados.

Qual é a verdadeira importância das pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade?

As pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade não podem nunca acabar. Esse é um fato que nem precisa de debate.

Imagine como era o cenário de inclusão e acessibilidade nos anos 90. Mais uma vez, não precisamos imaginar: podemos ver. A Lei n.º 8.213/91, que regulamenta questões sobre o mercado de trabalho, só foi estabelecida em 1991.

Ela garante que empresas devam abrir espaço para pessoas com deficiência. Isso só foi possível graças ao esforço de pesquisadores que identificaram a marginalização crescente dessas pessoas em competição ampla.

Outro exemplo? A NBR 9050, um dos grande marcos da acessibilidade na arquitetura, só foi estabelecida em 2004, com ratificações ocorrendo só 10 anos depois.

Hoje, se há fiscalizações em novas obras com a acessibilidade como um dos principais escopos, isso se deve a pesquisadores dedicados que entenderam que um dos pontos fundamentais que a sociedade deve entregar aos seus cidadãos é a mobilidade. Quem consegue se movimentar livremente é empoderado dentro de uma cidade.

Não há argumento mais poderoso do que esse. As pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade são o que movem os avanços na área, e os impactos são sentidos a curto, médio e longo prazo.

Como estão as pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade no Brasil?

Os últimos anos trouxeram o Brasil em posição de destaque no mundo das pesquisas acadêmicas, e com otimismo, podemos dizer que as faculdades possuem autonomia suficiente para continuar o bom trabalho nessa área.

Ao mesmo tempo, o cenário é incerto. Não podemos dizer qual será o futuro das pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade no Brasil, já que não podemos dizer como vai ser o futuro das pesquisas acadêmicas hoje.

Não necessariamente por conta de governantes ou ministros, mas sim, por uma questão prática: estamos, em 2019, em um momento de transição.

É difícil dizer o que o futuro nos reserva, mas é provável que continuaremos a desenvolver nossas pesquisas. A autonomia das instituições já é grande, e elas praticamente já funcionam sozinhas.

O problema é só o financiamento. Dessa forma, precisamos nos mobilizar e ordenar, como parcela relevante da população, que os caminhos da pesquisa não podem se fechar. Como você pôde ver, há muito em jogo.

Quer saber mais sobre a NBR 9050, que mencionamos ali em cima? Então saiba mais no nosso artigo dedicado à ela!