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Acessibilidade em eventos: saiba por que é importante e como se adaptar

Acessibilidade em eventos: saiba por que é importante e como se adaptar

Acessibilidade em eventos é um assunto seríssimo. Se você tem uma produtora ou sua empresa vai ser host de um evento, mesmo que de pequeno porte, é necessário considerar que pessoas com deficiência e mobilidade reduzida vão estar lá. Elas precisam de acomodações especiais para aproveitar o que você irá transmitir.

E quando falamos em acomodações, não estamos necessariamente falando só de espaços reservados em posição privilegiada, acessos em salas, etc. Deve haver toda uma estrutura acessível, a experiência do evento deve ser respeitada acima de tudo. Em poucas palavras, o evento deve se esforçar para ser igual a todos.

O que acontece é que, na maioria das vezes, as pessoas não sabem muito bem o que é definido por lei, e acabam esquecendo de pontos importantes que não são tão evidentes assim. É claro que você precisa ter banheiros adaptados, mas você sabia que a  acessibilidade em eventos também contempla o uso de intérpretes de libras durante palestras?

Pois é. Essas questões de acessibilidade em eventos podem passar despercebidas, e isso vai impactar diretamente na experiência. Para não encontrar problemas, elaboramos neste artigo um guia para te auxiliar nessa trajetória. Vamos ver?

Quer saber mais sobre os modelos de elevadores de acessibilidade? baixe nosso infográfico!

 

Quantas pessoas com deficiência seu evento terá?

Você conseguiria estimar? Segundo o Censo de 2010 do IBGE, cerca de 24% da população é composta de pessoas com deficiência. Se contarmos as com mobilidade reduzida – permanentemente ou temporariamente -, o número cresce ainda mais. Quantas pessoas seu evento terá?

Pense nisso. Quantas ele terá de verdade? 100 pessoas? Então pode ser que 20 delas tenha alguma dificuldade na locomoção. Dependendo do grau de inclusão do seu evento, essas pessoas podem ter sua experiência comprometida.

Esse número provavelmente é maior do que você realmente vai encontrar na realidade, mas ele só expressa a realidade brasileira. É preciso pelo menos estar preparado para oferecer um fluxo harmônico de pessoas oferecendo acessibilidade em eventos. É melhor sobrar do que faltar, diz o ditado, e ele nunca esteve tão certo.

Como garantir acessibilidade em eventos?

O primeiro passo é planejar a acessibilidade em eventos. Comece com o mais básico: se você está pensando em financiar ou idealizar um evento e não é da área de acessibilidade, encaminhe esse artigo para o seu produtor. Mostre que você tem interesse em aplicar os conceitos que vamos explorar e cobre a inclusão desde o primeiro projeto.

Depois, vamos pensar nas denominações. Pessoas com deficiência são aquelas que, por algum motivo, possuem perda de funções e/ou estruturas do corpo. Isso se manifesta de várias formas: surdez, cegueira, perda de movimentos, etc.

Pessoa com mobilidade reduzida é exatamente o que seu nome diz: aquelas que, por algum motivo, possuem redução das funções de movimentação. Aí podem se incluir cadeirantes, que podem também ser pessoas com deficiência, mas eles não são os únicos. Gestantes são pessoas com mobilidade reduzida. Idosos também. Até crianças mais novas.

Agora você está com o mindset voltado para a acessibilidade em eventos! Qual é o próximo passo?

Planejando acessos para pessoas com deficiência

A acessibilidade em eventos começa antes de escolher o local. O ideal é que você pense no transporte facilitado para todos, com área bem servida de pontos de ônibus e em local próximo dos centros residenciais da cidade.

Acessibilidade em eventos

Chegando ao evento, primeiro pense nos desníveis. Do acesso do estacionamento até a sede do evento, há desníveis consideráveis? Veja que quando pensamos em consideráveis, estamos seguindo a NBR 9050, que estipula desníveis mínimos de 5mm como aceitáveis, mas acima disso, não.

Rampas de acessibilidade em eventos já são praticamente básicas. Elas precisam ter no mínimo 1,50m de largura – que é a largura mínima dos seus corredores também – e ter guarda corpo, corrimão e sinalização. Para não errar, é só procurar por desníveis sem rampa. Eles existem? Pois não deveriam.

Piso tátil também é absolutamente necessário, sendo que os interiores podem ser decorados com adesivos com indicações. Não se esqueça que eles devem estar presentes em portas, degraus, desníveis de qualquer espécie, elevadores, etc. O ideal mesmo é ter cobertura no evento inteiro, se possível.

Fique de olho nas inclinações para rampas: elas variam conforme a altura do desnível a ser vencido! Para lidar com a incerteza, também é possível a instalação de rampas de acessibilidade. Elas se tornam inclusive necessárias em algumas venues, onde não há a possibilidade de simplesmente construir uma rampa.

Áreas de acessibilidade em eventos

Além dessas questões de acesso – que nós só exemplificamos, o ideal é ler e interpretar a NBR 9050 – também é necessário planejar uma área exclusiva para garantir autonomia e acessibilidade máxima às pessoas.

Essa área deve contar com intérprete de Libras próximo ou com uma boa visão desse profissional. Também recomenda-se um colaborador acostumado a acompanhar cegos em casos de necessidade audiovisual do conteúdo exposto.

Separe áreas para cadeirantes em posições privilegiadas, reservando no mínimo 50 metros quadrados, e corredor na frente e atrás para circulação.

Eventos devem seguir as regulamentações de espaços públicos e privados de performance, como casas de shows, cinemas, teatros, etc. Portanto:

  • Se você tem 25 assentos: 1 deles é reservado para pessoas com mobilidade reduzida, 1 para pessoas obesas e deve haver 1 espaço para cadeirantes;

  • 25 a 50 assentos: idem, mas com 2 espaços para cadeirantes;

  • 51 a 100 assentos: idem, mas com 3 espaços para cadeirantes;

  • de 201 a 500: 2% dos assentos para cadeirantes, 1% para os outros;

Daí pra cima, as porcentagens vão aumentando e se transformando em assentos fixos mais taxas de sobreposição da quantidade total de assentos. Consulte a NBR 9050!

Adaptações gerais

Na verdade, “adaptações” é uma palavra complicada de se usar. Na verdade, você só está criando uma experiência inclusiva para todos. Você não diz que fez uma “adaptação” quando, por exemplo, colocou um sinal de “Saída” comum em uma porta.

A acessibilidade em eventos não precisa estar reservada ao que a lei diz. Você pode inovar gastando bem pouco e ainda oferecendo a melhor experiência para todos, algo que deve ser sempre o seu maior princípio norteador no evento.

Contrate intérpretes de Libras e os deixe “patrulhando” o evento. Instrua aos seus seguranças para que eles guiem pessoas para áreas de acessibilidade. Distribua folhetos do evento em Braille. Esteja próximo e sempre presente.

A acessibilidade em eventos se faz assim. Não é só respeitar a lei, é buscar oferecer o melhor sempre, é ter empatia e respeito por todas as pessoas.

Mas como nós falamos, em muitos casos não adianta querer contratar uma venue e simplesmente fazer uma rampa. Não dá, o trabalho é longo e o investimento não vai ser para você. Nesse caso, você irá precisar da empresa de elevadores de acessibilidade certa. Vamos conhecer suas características?

Qual a responsabilidade da arquitetura no projeto de acessibilidade

Acessibilidade em condomínios: como tratar essa questão

Acessibilidade em condomínios: como tratar essa questão

Quando falamos em acessibilidade em condomínios, logo nos vem à mente as adaptações feitas para contemplar pessoas cegas e cadeirantes, não é? Mas para realmente entender essa questão, precisamos buscar um questionamento que vai um pouco além disso, e estabelecer o que realmente é a mobilidade reduzida.

A mobilidade reduzida em si é exatamente o que o seu nome implica. Ter uma limitação ao se locomover tanto permanente quanto temporária. Assim, uma pessoa que sofreu um acidente e está de muletas também tem a mobilidade reduzida, assim como os idosos, as gestantes e até mesmo as crianças menores.

A acessibilidade em condomínios abrange todas essas pessoas, não só as que precisam do auxílio de uma cadeira de rodas para se locomover ou que são cegas. Um dos nossos maiores problemas é justamente não perceber essa questão, e postergar as obras por conta da baixa quantidade de cadeirantes no condomínio.

O problema é que um dia alguém irá precisar da acessibilidade em condomínios. Essa é a visão que o síndico deve ter, e pela qual deve pautar os seus esforços na criação de um ambiente seguro para todos.

O que regula a acessibilidade em condomínios?

O maior guia para a acessibilidade em condomínios, com toda a certeza, é a NBR 9050. Essa norma técnica da ABNT garante, em forma de lei, que todos os novos prédios devam ser construídos seguindo os preceitos de acessibilidade. Mas ela ainda vai além: prédios antigos também precisam ser adaptados.

Dessa forma, todo e qualquer local que não acate as diretrizes de acessibilidade em condomínios vai contra uma determinação legal, e está sujeito à sanções. É responsabilidade dos síndicos levar a questão para o proprietário e realizar as alterações necessárias.

Mas precisa ir para assembleia?

Não necessariamente. Embora a obra vá acarretar custos que provavelmente serão inseridos na taxa condominial, não é necessária a sua aprovação em assembleia.

Isso porque a acessibilidade em condomínios é, como dissemos, garantida por lei. Isso faz com que o trâmite para a sua aplicação não se sujeite à aprovação por assembleia de condôminos, algo que facilita bastante a obra e agiliza o seu início.

Mas é interessante levar o assunto para discussão, mesmo que a decisão já esteja tomada. Os condôminos podem não ter o que opinar nessa questão legal, mas ainda assim precisam saber que a obra irá começar. Isso vai garantir ao síndico maior tranquilidade ao executá-la.

Se por acaso alguém for contra a acessibilidade em condomínios, não há o que fazer a não ser registrar em ata a voz dissonante. Assim, o síndico deixa registrado que houve oposição, mas que ele se manteve firme no seu propósito.

O que a acessibilidade em condomínios garante?

São vários os pontos que a NBR 9050 estipula para garantir a acessibilidade em condomínios. Basicamente, o que se propõe é um ambiente livre de obstáculos para qualquer pessoa que possa se prejudicar com eles.

Um dos recursos mais famosos é a rampa de acessibilidade, mas engana-se quem pensa que só os cadeirantes se beneficiam delas. Pessoas que estão no fim da gravidez não podem fazer esforço abdominal, algo que as escadas oferecem como ônus. Outro exemplo? Idosos, que por vários motivos, podem ter problemas nas pernas que os fazem não ter tanta força assim.

A rampa de acessibilidade é o mínimo a ser oferecido. Uma forma de inovar e até de economizar no projeto é substituindo-a por elevadores de acessibilidade, que são mais garantidos, fáceis de instalar e acabam saindo mais baratos.

Algumas das principais estipulações da NBR 9050 são:

  • Rampas de acessibilidade;

  • Corrimãos em qualquer desnível vencido por escadas ou rampas;

  • Piso tátil;

  • Vaga na garagem maior e próxima dos elevadores ou do hall;

  • Portas largas para a passagem de cadeirantes;

  • Banheiros adaptados.

Dentre várias outras.

Condomínios antigos precisam mesmo de obras?

Essa é fácil de responder: sim, estruturas antigas precisam sim se adequar o quanto antes e apresentar recursos de acessibilidade em condomínios.

Muita gente acha que a lei só se aplica para novas construções, e isso se dá em partes por conta da fiscalização, que realmente é muito mais eficaz durante a construção. Na verdade, dependendo do regime de incorporação, o projeto nem mesmo é aprovado se não houver acessibilidade.

Já em estruturas mais antigas, a fiscalização demora mais, o que faz com que proprietários acabem “deixando pra lá” a acessibilidade em condomínios ou evitando obras custosas. Esse é um erro bem triste, mas nem por isso incomum.

Se o seu condomínio não é adaptado, ele precisa ser o quanto antes. A dificuldade muitas vezes se mostra na adequação à estrutura do prédio, que possui restrições fiscais ou simplesmente estruturais, relacionados à viabilidade técnica dos recursos de acessibilidade.

Realizando o estudo de viabilidade técnica

Em muitos casos, pode ser inviável mudar toda a estrutura sem danificar o prédio através dos métodos convencionais de construção. Fazer portas mais largas, por exemplo, em prédios mais antigos pode colocar em risco a integridade de toda a parede, dependendo da sua idade.

É nesse ponto que entra o estudo de viabilidade técnica em conjunto com a acessibilidade em condomínios. Várias empresas – como a JE Elevadores – realizam esse estudo como prioridade, buscando analisar qual é a melhor forma de incluir a acessibilidade naquele condomínio em particular.

A acessibilidade em condomínios valoriza o empreendimento

Uma das maiores vantagens que a acessibilidade em condomínios oferece é a valorização da estrutura como um todo. No mundo em que vivemos, onde os avanços sociais e de minorias são sempre pauta, ter um ambiente acessível conta muitos pontos em valorização.

Isso sem contar com as futuras fiscalizações. Não compensa ter um prédio não acessível, tanto pelos moradores que o empreendimento perde, quanto pelas multas que ele pode sofrer no futuro. Assim, seguindo a lógica do mercado, ele se valoriza com muito mais certeza e todos saem ganhando.

Trabalhar a acessibilidade em condomínios, como você pode ver, não é coisa de outro mundo. Na verdade, é basicamente uma série de preocupações a se tomar que se mostra em uma vida mais simples e segura pra todo mundo.

Agora que nós já falamos sobre os condomínios, que tal continuar a conversa falando sobre hotéis e lugares turísticos? Vamos juntos!

Vantagens do elevador residencial

Vantagens do elevador residencial

O elevador residencial possui várias vantagens no seu uso, indo desde maior conforto e comodidade para pessoas com mobilidade reduzida, até a possibilidade de vencer desníveis que, sem ele, seriam intransponíveis.

Os esforços para tornar o elevador residencial mais confiável e seguro fizeram dessa tecnologia mais eficiente e segura, e hoje, com os modelos oferecidos pela JE Elevadores, a limitação de mobilidade dentro de casa já é coisa do passado.

Quer conhecer um pouco mais sobre o elevador residencial? Entender suas principais vantagens? Separamos 5 vantagens principais neste artigo. Continue lendo para conhecê-las!

1 – Conforto em casa

O elevador residencial traz uma grande vantagem com o conforto das pessoas com mobilidade reduzida em casa.

Muitas vezes tido como algo secundário, o conforto diz respeito à qualidade de vida das pessoas. Você pode ter algum tipo de limitação de mobilidade e ainda assim ser plenamente capaz de subir escadas, mas a tarefa pode ser difícil e desconfortável, principalmente para idosos.

Com o elevador residencial, o que era para ser difícil se torna simples e corriqueiro, e a qualidade de vida dá um salto com o conforto que ele oferece.

2 – Segurança para os moradores

Ainda falando sobre as escadas, a pessoa com mobilidade reduzida pode até subi-las sem muito esforço e sem um desconforto muito grande, mas é difícil garantir sua segurança em caso de quedas.

Para resolver essa situação, o elevador residencial possui guardas na lateral interna, e pode ser parado a qualquer momento da sua trajetória caso o passageiro sinta-se inseguro com o seu funcionamento.

A maior questão da segurança é a nossa incapacidade de prever acidentes, o que no caso da pessoa com mobilidade reduzida, torna-se ainda mais potencializado. Assim, o bom mesmo é seguir a velha máxima: é melhor prevenir do que remediar.

Do lado externo, possui uma chave geral, na qual bloqueia o equipamento e mantém as portas fechadas. Ela serve para travar a máquina para que outras pessoas não tenham acesso, como exemplo, crianças.

3 – Liberdade para ir onde quiser

Para muitas pessoas que não possuem o elevador residencial instalado, as mais simples tarefas podem ser bem complicadas. Até mesmo sair de casa ou visitar a cozinha pode ser difícil, caso a casa possua muitas escadas.

Com o elevador residencial, você tem a sua liberdade garantida, podendo ir para onde você quiser, na hora que você quiser, com sua segurança e conforto garantidos.

4 – Custos reduzidos e manutenção garantida

Muita gente nem mesmo cogita a instalação de um elevador residencial em casa pensando nos custos, que cogitam ser altos demais para o orçamento da família.

Isso também é verdade em condomínios, que muitas vezes preferem deixar pra lá as possibilidades para a acessibilidade –  que são, na verdade, obrigatórias – por conta do preço.

Porém, os custos de instalação de um elevador residencial não são nem de longe tão altos assim. Muita gente acha que por ser um elevador a instalação vai chegar às dezenas de milhares, e a manutenção será altíssima. Essa forma de pensar é pouco prática.

O elevador residencial tem seus custos, mas seu preço é justo, e de forma alguma alto demais. Além disso, muitas empresas oferecem pacotes de instalação com manutenção já incluída, que deve ser feita periodicamente. Assim, você só gasta uma vez, e já desfruta das vantagens do elevador residencial imediatamente após a sua realização.

5 – O elevador residencial pode ser instalado em qualquer lugar

Um dos melhores pontos do elevador residencial é a sua praticidade de instalação e suas dimensões compactas, que cabem em qualquer lugar e ainda oferecem o tamanho exato para proporcionar uma viagem tranquila e confortável ao passageiro.

O elevador residencial pode ser encaixado em lugares onde não há movimento intenso de pessoas na casa, para garantir a segurança de todos e a comodidade. Isso é muito aproveitado em lojas, que por se utilizarem muitas vezes de estruturas alugadas, não puderam elaborar o projeto de acessibilidade no momento da obra.

Ele também pode ser instalado em qualquer local que precise de uma conexão para as pessoas com mobilidade reduzida na casa, ligando quartos à cozinhas, banheiros, salas de televisão e onde mais for necessário.

Você não precisa de um espaço muito grande para a instalação, sendo que as dimensões de 1,50m por 1,50m já são suficientes para uma experiência adequada. Com isso, o elevador residencial se mostra uma ferramenta não só em prol da acessibilidade, mas acessível ele próprio.

Viu só as vantagens que um elevador residencial pode te oferecer na sua casa? Para mais informações sobre sua instalação e cuidados, além de dúvidas quanto a possibilidade de montá-lo na sua casa, entre em contato com a JE Elevadores!

E se você quiser saber mais sobre a acessibilidade no Brasil, não deixe de seguir o nosso blog, ok?

Até a próxima!

Acessibilidade: onde instalar o elevador residencial para facilitar a mobilidade em casa?

Acessibilidade: onde instalar o elevador residencial para facilitar a mobilidade em casa?

Instalar um elevador de acessibilidade em sua casa não apenas gera um diferencial à sua propriedade, mas tem tantas vantagens de acessibilidade e facilidade de uso que um dia os elevadores residenciais poderão tornar as escadas obsoletas.

A instalação simples, combinada com os benefícios que os elevadores residenciais oferecem em termos de mobilidade, impulsionaram um aumento no número de pessoas que querem essa tecnologia inteligente para suas próprias casas.

Mas na hora de instalar o elevador residencial, algumas perguntas precisam ser respondidas, incluindo o lugar ideal para colocar o equipamento. Continue lendo e saiba tudo que precisa saber antes de instalar seu elevador de acessibilidade!

Melhorando a acessibilidade com a instalação de um elevador residencial

Não há dúvidas de que um elevador residencial torna a casa mais acessível para todos os moradores do que uma escada. Se você, uma visita ou um membro da família tem uma deficiência, ou precisa carregar crianças de um andar a outro, o elevador é uma maneira mais simples e segura de se deslocar.

Os elevadores residenciais melhoram particularmente a acessibilidade para pessoas com deficiência que vivem sozinhas, pois ele elimina a dependência de ajuda para se deslocar dentro da própria moradia.

Além disso, para muitas pessoas, chega um momento em que uma casa, de mais de um andar, já não é apropriada por causa dos riscos físicos e problemas que podem estar presentes após uma certa idade. Um elevador residencial poderia significar a diferença entre permanecer por um longo tempo no mesmo imóvel ou ter que se mudar.

Isso porque a instalação de um elevador residencial supera essas questões, proporcionando uma maneira fácil e sem problemas de se mover entre os andares e de eliminar as chances de acidentes.

O que saber para instalar o elevador residencial

A desvantagem do fato de que as escadas já vêm prontas com o imóvel é que você raramente tem alguma opinião sobre o local em que eles estão situadas ou como elas são construídos. Os elevadores residenciais, por outro lado, podem ser instalados em qualquer lugar.

Com uma variedade de tamanhos diferentes, o elevador pode caber em um espaço do mesmo tamanho que um armário e ser instalado como uma unidade autônoma, sem a necessidade de criar um fosso ou fazer mudanças estruturais no imóvel.

Existem duas opções principais na hora de escolher o local de instalação do seu elevador de acessibilidade, que são:

•  Elevador residencial no interior da casa: dentro de casa, o elevador poderá ficar, por exemplo, ao lado das escadas. Outra ideia é aproveitar o vão da escada para fazer a integração da caixa que leva a cabine do elevador. O importante é que haja uma altura mínima de 2,45 m no último piso e um pequeno vão de 10 cm abaixo do equipamento;

•  Elevador residencial no exterior da casa: nos espaços externos à residência, a instalação é feita por meio de alguma das paredes de acesso. Poderão ser utilizadas portas ou varandas superiores para permitir a entrada e saída da moradia. Na instalação, serão contemplados todos os ajustes para este acesso. O elevador poderá ser panorâmico para potencializar a beleza estética e permitir mais visibilidade.

Hoje em dia, os elevadores residenciais, também conhecidos como homelifts, podem ser instalados em quase todos os espaços de uma casa. São diversos tipos de elevadores disponíveis e opções de personalização que vão atender sob medida as necessidades da sua casa e dos moradores.

Instalar um elevador de acessibilidade é incrivelmente simples, independentemente do local escolhido. Uma vez que estão devidamente instalados, os elevadores residenciais aumentam a acessibilidade e fazem as escadas um problema do passado.

E você, está pensando em adquirir um elevador de acessibilidade para sua casa? Conheça os elevadores da JE e consulte nossos preços!