Pandemia muda o comportamento ao utilizar elevadores

Pandemia muda o comportamento ao utilizar elevadores

A pandemia mudou o comportamento de quem utiliza o elevador de acessibilidade. Entidades como a Associação Brasileira das Empresas de Elevadores (Abeel) prepararam uma cartilha com dicas para quem usa o aparelho. De acordo com a entidade, em todo o Brasil há 400 mil equipamentos.

Segundo a cartilha, a primeira dica para quem deseja se proteger da Covid-19 é evitar aglomerações. Portanto, muitos usuários desses aparelhos passaram a tomar cuidado com o número de pessoas que os utilizam. Outro cuidado que as pessoas adotaram foi acionar o botão de chamada de pavimento e o botão da cabina com o auxílio de um lenço de papel descartável. As pessoas também evitam se encostar nas paredes dos equipamentos.

Outro órgão que se preocupou em orientar as pessoas foi o Ministério da Saúde. Ele elaborou um infográfico com recomendações para quem usa elevador. Entretanto, além de todos os cuidados sugeridos pelo órgão federal, quais as outras mudanças que a pandemia trouxe no comportamento de quem utiliza esse tipo de aparelho? Isso é o que você vai descobrir a seguir. Confira!

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O que mudou no comportamento do usuário do elevador?

Depois de se conscientizarem sobre a importância de evitar aglomerações por conta do novo coronavírus, quem utiliza o elevador de acessibilidade tem levado a sério as recomendações dos órgãos de saúde. Veja aí o que as pessoas andam fazendo:

Evitam andar com pessoas estranhas

Muitos usuários têm evitado usar o elevador com pessoas estranhas. Nos condomínios, eles preferem usar o aparelho sozinhos ou com familiares. No caso dos edifícios comerciais, o elevador é usado com o mínimo de pessoas.

Usam álcool gel sempre que podem

O uso do álcool gel ao entrar ou sair do elevador também foi adotado por muitos usuários. Uma dica para quem ainda não tem esse costume é comprar um spray que cabe dentro da bolsa e colocar um pouco de álcool. Leve sempre quando você tiver que usar um elevador de acessibilidade. Ao chegar em casa ou no trabalho, lave as mãos com água e sabonete, e aplique álcool gel. Também cuide da higiene da sua cadeira de rodas ou do seu aparelho para a locomoção. Não descuide da sua higiene!

Tomam cuidado ao acionarem o botão do elevador

Muitas pessoas passaram a usar o papel toalha ao acionarem o botão do elevador. Faça o mesmo, mas não esqueça de descartar o papel no lixo destinado a ele. 

Usam máscaras ao saírem de casa

A máscara deve ser usada sempre que sair de casa. E, claro, dentro do elevador de acessibilidade. Você deve cobrir o nariz e a boca de forma adequada. Não use a máscara apenas para cobrir a boca, ok?

Mantêm abertas a porta do elevador

Essa dica foi adotada por quem faz a manutenção e a limpeza do equipamento. Se esse é o seu caso, mantenha as portas abertas por um bom período e aumente a ventilação dentro do elevador. Isso também pode ser feito quando o equipamento não estiver em uso. Utilize sistemas de gestão que permitem o deslocamento do elevador para um andar específico.

Cuidam da higiene do equipamento

Siga o exemplo e capriche na limpeza do elevador de acessibilidade. Cuide dos botões de chamada e das partes internas da cabina, bem como do corrimão das escadas e esteiras rolantes.

Contratam um profissional para a limpar o elevador

Você também deve escolher um profissional capacitado e que não esteja no grupo de risco da Covid-19 para limpar o elevador de acessibilidade. Utilize produtos adequados e que não danifiquem o equipamento. Para limpar o aço inoxidável, a dica é usar detergente neutro diluído com pouca água. Isso protege as partes elétricas do seu equipamento. Utilize, ainda, álcool 70%, ele é eficaz na hora da limpeza.

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Não usam produtos que danificam o aparelho

Não use produtos como cloro ou água sanitária para limpar o aparelho. Eles causam alergias e até tosse, oxidam o aço inoxidável e danificam o elevador de acesso.

Veja outras dicas importantes:

  • saia de casa somente quando necessário;
  • tome banho ao chegar em sua residência;
  • higienize as mãos sempre que possível;
  • não coloque as mãos nos olhos ou na boca;
  • lave o cabelo;
  • não encoste no corrimão de acesso.

Agora que você já viu como a pandemia mudou o comportamento das pessoas que utilizam o elevador de acessibilidade, você também tomará os cuidados necessários ao usar o equipamento, não é mesmo? E não se esqueça, a melhor maneira de vencermos a Covid-19 é fazer o vírus não circular! Então, previna-se!

Quer continuar bem informado? Leia o nosso próximo post e aprenda a fazer a higienização dos elevadores de acessibilidade!

Elevadores residenciais: tire todas as suas dúvidas!

Elevadores residenciais: tire todas as suas dúvidas!

Os elevadores residenciais melhoram a vida das pessoas. Eles proporcionam facilidade de deslocamento e acessibilidade onde mais importa, que é no lar. Pensando nisso, preparamos este artigo para te ajudar a esclarecer dúvidas sobre esses tipos de elevadores.

E aí, ficou interessado no assunto? Continue com a gente e acompanhe a leitura!

1. Os elevadores residenciais podem ser instalados em qualquer casa?

Os elevadores residenciais são considerados equipamentos práticos de montar e instalar. Eles dispensam o fosso e a caixa de máquinas. Dessa forma, você precisa de um espaço reduzido, com cerca de um metro e meio. Assim, poderá instalar um dos modelos mais populares de elevador residencial, que comporta até três pessoas ou um cadeirante com acompanhante.

Eles também são equipamentos que não precisam ser instalados enquanto a casa é construída. Por possuírem uma estrutura própria, a instalação é fácil e rápida e pode ser feita na maioria das residências.

2. Os elevadores residenciais são caros?

Para responder essa pergunta, você precisa entender o contexto da instalação do elevador. O valor pode assustar inicialmente, mas é preciso levar em consideração o custo benefício do equipamento.

Pense na seguinte situação: se alguém da sua casa precisa do auxílio de elevadores residenciais para se locomover com conforto e segurança, então a instalação de elevadores é absolutamente necessária.

Portanto, o preço se justifica pela sua utilidade. Então, a pergunta que você deve fazer não é quanto gastar com os elevadores residenciais, mas sim quanto eles serão úteis para melhorar a vida de quem você ama. Por isso, quanto mais você utilizar os elevadores residenciais, melhor será o custo benefício.

3. Os elevadores residenciais consomem muita energia?

Você pode ligar os elevadores residenciais na sua rede padrão de 230 V e eles vão funcionar sem problemas. Eles não gastam tanta energia quanto pode parecer quando estão em funcionamento.

E o melhor de tudo é que na função stand-by, os elevadores residenciais gastam menos energia que os outros equipamentos. Para se ter uma ideia, ele chega a níveis mínimos de consumo, quase que imperceptíveis. Ou seja, você só gasta uma quantidade considerável de energia quando os elevadores residenciais estão funcionando. Portanto, fique despreocupado! Os elevadores não terão grande impacto na sua conta de luz.

4. Os elevadores residenciais são seguros?

Essa também é outra preocupação de quem deseja comprar elevadores residenciais, já que quem irá se utilizar deles é a sua família e entes queridos. No entanto, saiba que esses elevadores são muito seguros, desde que você escolha o fornecedor certo. Há padrões nacionais que regulam a segurança do elevador e ele é considerado há anos o meio de transporte mais seguro do mundo.

Os elevadores residenciais de bons fornecedores têm enclausuramento total que evitam quedas. Eles também possuem sistemas de freios de emergência e sistemas de válvula de recuo para que ninguém fique preso caso a energia acabe. Portanto, desde que o seu fornecedor seja uma pessoa confiável, não há com o que se preocupar.

Você só deverá ficar atento as peças utilizadas. Veja se elas são novas e verificadas pela fabricante e não deixe de tirar as suas dúvidas com o montador em relação à instalação e o uso dos elevadores residenciais.

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5. Quando você deverá fazer as manutenções?

As manutenções são indispensáveis para se ter segurança com o elevador. Você deverá fazê-las periodicamente, dentro do período estabelecido pelo fabricante. O ideal é que essas manutenções sejam realizadas pelo menos de 2 em 2 meses, para que nenhum problema possa surgir com o desgaste natural do equipamento.

Também é importante que a manutenção seja feita por uma equipe autorizada e recomendada pelo fabricante do equipamento ou pela distribuidora. Terceiros podem interferir nos mecanismos intrincados de segurança dos elevadores residenciais e torná-los inseguros.

6. Qual é a capacidade dos elevadores residenciais?

Um elevador residencial pode ter a capacidade de 250 kg. O que irá defini-la é o tipo de equipamento. No entanto, nada impede que você tenha um elevador residencial com mais capacidade, dentro de uma estrutura adequada. Aqui, a nossa dica é chamar um engenheiro, que possa avaliar a estrutura da sua casa e as suas necessidades em relação ao aparelho.

7. Como montar um elevador dentro de uma residência?

Confira:

Escolha o equipamento de acordo com a sua residência

Antes de comprar o elevador residencial, avalie o espaço que você tem em casa e escolha o equipamento de acordo com o ambiente. Se tiver dúvidas, chame um engenheiro que possa te auxiliar.  Lembre-se que há vários tamanhos de elevadores residenciais e que não há necessidade de criar fosso ou fazer mudanças estruturais no imóvel.

Avalie o local que o elevador será instalado

O elevador residencial pode ser instalado no interior de qualquer residência. Um bom lugar é ao lado das escadas. No entanto, se você preferir, pode aproveitar o vão para fazer a integração da caixa que leva a cabine do elevador.  O importante é que possua um pequeno vão de 15 cm abaixo do equipamento.

Outra opção é o exterior da casa. Veja os espaços externos à residência. A instalação poderá ser feita nas paredes de acesso. 

Peça ajuda a um técnico responsável

Não faça a instalação sozinho. Peça ajuda ao técnico responsável pelo equipamento. Lembre-se que o elevador residencial deverá ser seguro, e portanto, é preciso entender de fato como é feita a instalação.  

Viu como os elevadores residenciais são fáceis de lidar? Além disso, os equipamentos trazem mais qualidade de vida para quem mais precisa de ajuda para se locomover, não é verdade?

Com este post, esperamos que você tenha tirado todas as suas dúvidas sobre os elevadores residenciais. No entanto, se você deseja saber um pouco mais sobre esse e outros assuntos, acesse o nosso blog e confira mais artigos como esse!

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O que é e como é feita a reabilitação de edifício?

O que é e como é feita a reabilitação de edifício?

A reabilitação de edifício valoriza os empreendimentos e oferece qualidade de vida para quem deseja comprar uma casa, apartamento ou até mesmo investir em outro tipo de imóvel. No entanto, para transformar o seu imóvel, é preciso ficar atento as normas, principalmente as que se referem à acessibilidade.

Portanto, para você entender um pouco sobre a reabilitação de edifício, preparamos este post. Nele, vamos falar sobre o que é e como é feita essa reabilitação. Ficou interessado no assunto? Então, acompanhe a leitura!

O que é a reabilitação de edifício?

Os edifícios antigos não oferecem a acessibilidade que as pessoas precisam e por isso é necessário pensar em como reabilitá-los. Mais do que uma simples reforma, a reabilitação de edifício envolve uma série de ações que modernizam a construção, readequam as instalações e corrigem falhas, deixando os imóveis mais funcionais para atender o usuário moderno.

Em outras palavras, a reabilitação de edifício é como você chegar em uma mesa de escritório que está há dias sem ser organizada e colocar tudo no lugar novamente. Você vai fazer aquela limpa na mesa, nas gavetas, e ainda acrescentar novas ferramentas, como organizar papéis, que poderão otimizar a distribuição dos itens e ainda o seu trabalho.

Portanto, a reabilitação de edifício segue o mesmo processo. Porém, ela é aplicada à arquitetura e a engenharia.

Como é feita a reabilitação de edifício?

Com o tempo, qualquer prédio antigo perde a sua funcionalidade. Com o passar do tempo, você terá que fazer adaptações. Elas envolvem não só itens para atender novas demandas do consumidor, como também adequar o edifício às novas leis e exigências legais que também mudam ao longo dos anos.

A reabilitação de edifício revitaliza o prédio e conserva seus aspectos originais. No entanto, ela adapta para atender novos padrões.

Para começar, um estudo é feito e visto a viabilidade econômica do projeto. Em seguida, estudos preliminares de viabilidade técnica são elaborados e uma avaliação da relação entre custo e benefício também é feita.

A reabilitação de edifício traz benefícios para quem usa a edificação, sejam moradores ou funcionários de uma empresa, como também ajuda a reduzir gastos com manutenções e com a conta de energia, aumentando a eficiência energética dos sistemas do edifício.

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Por que é importante pensar na acessibilidade?

Entre as demandas que devem ser cumpridas em um projeto de reabilitação, está a necessidade de deixar o edifício acessível para pessoas que possuem deficiência ou dificuldade de locomoção. A Lei Nº10.098 de 2000 é a lei da acessibilidade. Ela foi criada para quebrar barreiras arquitetônicas e urbanas. Essa lei assegura a autonomia das pessoas com deficiência, oferecendo a oportunidade.

Já em 2004, o Decreto Nº 5296 reforçou a lei Nº10.098. O Decreto reafirmou a necessidade de se ter projetos urbanísticos e arquitetônicos voltados à acessibilidade e ao acesso a comunicação e informação, e trouxe de novo as normas técnicas da ABNT como parâmetros de acessibilidade a serem seguidos.

Depois desse Decreto, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) lançou vários padrões de acessibilidade. Para você conferir essas normas, basta acessar a ABNT 9050, que traz informações sobre acessibilidade em projeto, construção, adaptação de edificações e instalação.

Além de todas as leis já mencionadas neste artigo, também devemos lembrar do Estatuto da Pessoa com Deficiência. Ele é conhecido como Lei Brasileira de Inclusão (LBI), aprovada em 2015. Essa norma complementa a Lei Nº 10.098. A LBI é ampla e trata dos direitos da pessoa com deficiência, como saúde, transporte e educação. Ela também garante o acesso à informação e a comunicação e pune quem descumprir esses pontos.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há 45,6 milhões de brasileiros com alguma deficiência física.

Além disso, os últimos dados do IBGE revelam que a expectativa de vida do brasileiro aumentou, atingindo os 71,2 anos para homens e 78,5 anos para mulheres. Ou seja, você deve se preocupar com a acessibilidade para atender cada vez mais esse público.

Assim, os projetos de reabilitação de edifícios devem seguir essa tendência e pensar não só na instalação de rampas e elevadores de acessibilidade, que facilitem a vida de quem tem dificuldade locomoção, mas também possibilitar o direito de ir e vir à quem tem deficiência visual e auditiva. Portanto, todos devem ter o direito a acessibilidade.

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8 Vantagens do elevador residencial

8 Vantagens do elevador residencial

O elevador residencial possui várias vantagens no seu uso. Ele oferece conforto e comodidade para quem anda de cadeira de rodas ou tem outro tipo de mobilidade reduzida.

Os elevadores residenciais ajudam a vencer desníveis que seriam intransponíveis e fazem com que a limitação de mobilidade se torne coisa do passado. Exemplos de equipamentos eficientes são os elevadores elétricos ou plataforma de acessibilidade.

No entanto, se você deseja conhecer um pouco mais sobre o elevador residencial, continue com a gente em nosso post. Entenda quais as principais vantagens deste equipamento!

1. Oferece mais acessibilidade

O elevador hidráulico para residências oferece mais acessibilidade. Essa é uma das principais vantagens de ter esse tipo de elevador.

Ele serve para cadeirantes, gestantes, idosos e demais pessoas com mobilidade reduzida e deficiência física. O equipamento garante a autonomia dessas pessoas, principalmente dos usuários de cadeira de rodas.

2. Aumenta o conforto da sua casa

Uma grande vantagem do elevador residencial é proporcionar o conforto das pessoas com mobilidade reduzida ou deficiência física em casa. Muitas vezes tido como secundário, o conforto diz respeito à qualidade de vida.

Você pode ter algum tipo de limitação de mobilidade e ainda assim ser plenamente capaz de subir as escadas, mas a tarefa pode ser desconfortável e ser difícil, principalmente para idosos.

Com o elevador residencial, o que era para ser difícil se torna simples e corriqueiro, e a qualidade de vida dá um salto com o conforto que ele oferece.

3. Dá mais segurança aos moradores

O elevador residencial garante a segurança da pessoa com mobilidade reduzida em relação a quedas. Para resolver essa situação, o elevador residencial possui guardas na lateral interna, e pode ser parado a qualquer momento da sua trajetória caso o passageiro sinta-se inseguro com o funcionamento.

A maior questão da segurança é a nossa incapacidade de prever acidentes, o que no caso da pessoa com mobilidade reduzida, torna-se ainda mais potencializado.

Assim, o bom mesmo é seguir a velha máxima: é melhor prevenir do que remediar. Do lado externo, possui uma chave geral, na qual bloqueia o equipamento e mantém as portas fechadas. Ela serve para travar a máquina para que outras pessoas não tenham acesso, como por exemplo, as crianças.

4. Faz você ir mais longe

O elevador é uma maneira de oferecer liberdade para as pessoas que necessitam de acessibilidade. Ele auxilia a sair de casa ou ajuda a chegar na cozinha, caso a sua casa tenha dois andares e possua muitas escadas. Portanto, o elevador residencial é o equipamento que faltava para você conseguir ir e vir em sua casa ou apartamento.

5. Tem custos reduzidos e manutenção garantida

Muitas pessoas não cogitam a instalação de um elevador residencial em casa pensando nos custos como o consumo de energia elétrica. No entanto, ele pode variar conforme o tipo e o modelo de elevador.

Também há preocupação com os custos da instalação de um elevador residencial. No entanto, apesar de você ter que fazer um investimento na instalação do equipamento, o preço é justo e de forma alguma é alto demais.

Além disso, muitas empresas oferecem pacotes de instalação com manutenção já incluída, que deve ser feita periodicamente. Assim, você só gasta uma vez, e já desfruta das vantagens do elevador residencial após a sua instalação.

6. Podem ser instalados em qualquer lugar

O elevador residencial pode ser instalado em qualquer lugar. Um dos melhores pontos do elevador residencial é a sua praticidade de instalação e suas dimensões compactas, que cabem em qualquer lugar e ainda oferecem o tamanho exato para proporcionar uma viagem tranquila e confortável ao passageiro.

Você pode encaixar o elevador residencial em lugares onde há movimento intenso de pessoas na casa e garantir a segurança de todos e a comodidade.Também dá para instalar em qualquer local que precise de uma conexão para as pessoas com mobilidade reduzida na casa, ligando quartos à cozinhas, salas de televisão, banheiros e onde mais for necessário.

7. Valoriza o imóvel

O elevador residencial também valoriza o seu imóvel. Ele agrega valor. Estima-se que a sua casa ou apartamento valorize entre 20% e 25% o imóvel, o que é importante caso você queira vendê-lo mais tarde.

8. Melhora a estética da sua casa ou apartamento

Independente da necessidade do elevador residencial, vale ressaltar que ele agrega melhoria estética ao projeto e isso sem precisar de muito espaço, pois há opções a partir de 2 metros quadrados. Os modelos são elegantes e que acompanham os materiais usados no restante da casa.

Agora você já sabe as vantagens do elevador residencial, não é mesmo? Portanto, quando comprar uma casa ou apartamento, prefira imóveis com esse tipo de elevador.

Gostou do conteúdo? Leia o nosso próximo post e confira algumas vantagens do elevador de acessibilidade!

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Acessibilidade em condomínios: como tratar essa questão

Acessibilidade em condomínios: como tratar essa questão

A acessibilidade em condomínios é um assunto que deve ser sempre debatido. Não importa se você é um investidor, que gosta de comprar imóveis, ou é um empresário, que realiza eventos. Ou se você é quem mais necessita ter acesso aos condomínios. A verdade é uma só: todos devem cumprir com as regras de acessibilidade.

Mas como tratar desta questão? Como ajudar a pessoa com deficiência? Neste post, vamos falar sobre a acessibilidade em condomínios. Se você se interessou pelo assunto, continue com a gente e acompanhe a leitura do nosso artigo!

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Como se preparar para as obras de acessibilidade em condomínios?

Adeque o condomínio às regras de acessibilidade

Você deve adequar o condomínio às regras de acessibilidade. Isso é uma questão legal e por esse motivo não precisa da aprovação da assembleia de condôminos. Entretanto, é importante convocar uma reunião com os moradores para explicar as necessidades de oferecer acessibilidade às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, e também analisar os orçamentos.

Explique a importância das obras

É necessário explicar a importância das obras. Isso diminui a resistência por parte de alguns moradores. Esclareça que, embora a lei estabeleça que as instalações sejam acessíveis, ter um condomínio que permite livre acesso por parte dos que tem deficiência ou mobilidade reduzida, garante dignidade e agrega valor ao imóvel.

Fale sobre as questões judiciais

Destaque que o síndico pode ter riscos de não adequar o condomínio às normas de acessibilidade. Há várias ações na Justiça contra condomínios que não obedecem as leis e, elas podem ser custosas, especialmente por causa das indenizações.

Crie um fundo de obras

Uma boa maneira de tratar da acessibilidade em condomínios é criar um fundo de obras para este ponto específico. Assim, não sacrifica orçamento e atende aos moradores e visitantes portadores de deficiência ou mobilidade reduzida.

Como promover a acessibilidade em condomínios?

Pense em um projeto seguro

Para começar, você deve pensar em um projeto mais seguro, que atenda pessoas de todas as idades e habilidades. Pense em fazer as adaptações necessárias para quem anda de cadeira de rodas ou para aquela mãe que tem crianças de colo. Você deve pensar em promover a acessibilidade para quem tem dificuldade com a locomoção.

Fique por dentro da Lei de Acessibilidade

Conheça a constituição federal e fique por dentro da Lei de Acessibilidade.  Ela é bem clara em relação a acessibilidade em condomínios. Quando se fala sobre isso, é importante lembrar que não é apenas uma questão legal, mas sim, os condomínios residenciais precisam oferecer mais conforto e qualidade de vida às pessoas.

Só para lembrar, a Lei de Acessibilidade entrou em vigor em 2004 e mostra o que deve ser feito em relação à acessibilidade das pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida.

Conheça a ABNT

Além da Lei Federal, também existe a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) que trata da implementação da acessibilidade em novas construções e adaptação de empreendimentos mais antigos. Hoje, os empreendimentos precisam ter rampas de acesso, vagas de garagem para pessoas com deficiência e acesso ao condomínio para pessoas com deficiência permanente ou temporária.

É bom ressaltar que essa lei contempla as pessoas com deficiência, gestantes, idosos e obesos, ou seja, todas as pessoas que precisam de acessibilidade em condomínios.

Fique de olho nas leis municipais e estaduais

Você deve ficar de olho nas leis municipais e estaduais. Muitas tratam da acessibilidade em relação à realização de obras. Em São Paulo, por exemplo, há a lei Nº 12.907, de 2008, consolida a legislação referente à pessoa com deficiência em todo o Estado. Outras cidades, como Porto Alegre e Rio de Janeiro também têm leis que complementam e suportam a legislação federal. Portanto, na hora de realizar obras em seu condomínio ou em sua casa de shows, veja se na sua cidade há alguma lei de acessibilidade.

Ofereça mais conforto às pessoas

Ao falar de acessibilidade em condomínios, as pessoas pensam em cadeirantes, mas também existem os deficientes visuais e as pessoas com mobilidade reduzida como os idosos. Há, ainda, aqueles com doenças que limitam os movimentos. Você, como empresário ou investidor também deve pensar nas mulheres gestantes com gravidez de risco ou outras condições que possuem restrições de locomoção.

Ao fazer as obras no condomínio, procure adaptar não apenas a portaria, mas as áreas de lazer como a piscina, salão de festas e playground. Pense também nos elevadores e estacionamentos. Não se esqueça que acessibilidade é possibilitar as pessoas acesso as áreas comuns.

Veja o que é preciso adaptar

Os locais mais comuns são os que precisam de adaptação como pisos, rampas e escadas, portas de acesso, calçadas, banheiros, estacionamento e elevadores de acessibilidade. O piso precisa ser regular, firme e anti-derrapante. Assim, você oferecerá mais segurança. A rampa e as escadas devem ser sinalizadas, ter corrimão e piso tátil adequado. As portas de acesso devem facilitar a entrada de pessoas com cadeira de rodas, carrinhos de bebê e andadores.

Já os interfones do condomínio, devem ter a marcação em braille, corrimão nas escadas e banheiros sociais adaptados. Também é importante pensar no estacionamento. Ele deve ficar próximo às entradas e elevadores mais espaçosos. Coloque sinalizadores luminosos ou alto- falantes que indicam os andares. Instale botões em Braille, e sensores. Otimize tudo para trazer mais comodidade.

Por que o elevador de piscinas é importante para o seu negócio?

O elevador de piscinas torna o seu clube ou a sua casa de shows mais universal. Desta forma, você faz com que a pessoa com mobilidade reduzida se sinta mais independente, já que o elevador pode ser operado por um passageiro. Além disso, o elevador de piscinas pode ser usado por gestantes ou qualquer pessoa com problemas de mobilidade.

Agora que você aprendeu como tratar a acessibilidade em condomínios poderá adaptar seus empreendimentos, não é verdade? Esteja sempre dentro da lei, ofereça um espaço adequado às pessoas e valorize seus empreendimentos!

Vamos ler um pouco mais sobre acessibilidade? Acesse o nosso próximo post e veja porque considerar a acessibilidade em piscinas!  

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Acessibilidade em eventos: saiba por que é importante e como se adaptar

Acessibilidade em eventos: saiba por que é importante e como se adaptar

Acessibilidade em eventos é um assunto seríssimo. Se você tem uma produtora ou sua empresa vai ser host de um evento, mesmo que de pequeno porte, é necessário considerar que pessoas com deficiência e mobilidade reduzida vão estar lá. Elas precisam de acomodações especiais para aproveitar o que você irá transmitir.

E quando falamos em acomodações, não estamos necessariamente falando só de espaços reservados em posição privilegiada, acessos em salas, etc. Deve haver toda uma estrutura acessível, a experiência do evento deve ser respeitada acima de tudo. Em poucas palavras, o evento deve se esforçar para ser igual a todos.

O que acontece é que, na maioria das vezes, as pessoas não sabem muito bem o que é definido por lei, e acabam esquecendo de pontos importantes que não são tão evidentes assim. É claro que você precisa ter banheiros adaptados, mas você sabia que a  acessibilidade em eventos também contempla o uso de intérpretes de libras durante palestras?

Pois é. Essas questões de acessibilidade em eventos podem passar despercebidas, e isso vai impactar diretamente na experiência. Para não encontrar problemas, elaboramos neste artigo um guia para te auxiliar nessa trajetória. Vamos ver?

Quer saber mais sobre os modelos de elevadores de acessibilidade? baixe nosso infográfico!

 

Quantas pessoas com deficiência seu evento terá?

Você conseguiria estimar? Segundo o Censo de 2010 do IBGE, cerca de 24% da população é composta de pessoas com deficiência. Se contarmos as com mobilidade reduzida – permanentemente ou temporariamente -, o número cresce ainda mais. Quantas pessoas seu evento terá?

Pense nisso. Quantas ele terá de verdade? 100 pessoas? Então pode ser que 20 delas tenha alguma dificuldade na locomoção. Dependendo do grau de inclusão do seu evento, essas pessoas podem ter sua experiência comprometida.

Esse número provavelmente é maior do que você realmente vai encontrar na realidade, mas ele só expressa a realidade brasileira. É preciso pelo menos estar preparado para oferecer um fluxo harmônico de pessoas oferecendo acessibilidade em eventos. É melhor sobrar do que faltar, diz o ditado, e ele nunca esteve tão certo.

Como garantir acessibilidade em eventos?

O primeiro passo é planejar a acessibilidade em eventos. Comece com o mais básico: se você está pensando em financiar ou idealizar um evento e não é da área de acessibilidade, encaminhe esse artigo para o seu produtor. Mostre que você tem interesse em aplicar os conceitos que vamos explorar e cobre a inclusão desde o primeiro projeto.

Depois, vamos pensar nas denominações. Pessoas com deficiência são aquelas que, por algum motivo, possuem perda de funções e/ou estruturas do corpo. Isso se manifesta de várias formas: surdez, cegueira, perda de movimentos, etc.

Pessoa com mobilidade reduzida é exatamente o que seu nome diz: aquelas que, por algum motivo, possuem redução das funções de movimentação. Aí podem se incluir cadeirantes, que podem também ser pessoas com deficiência, mas eles não são os únicos. Gestantes são pessoas com mobilidade reduzida. Idosos também. Até crianças mais novas.

Agora você está com o mindset voltado para a acessibilidade em eventos! Qual é o próximo passo?

Planejando acessos para pessoas com deficiência

A acessibilidade em eventos começa antes de escolher o local. O ideal é que você pense no transporte facilitado para todos, com área bem servida de pontos de ônibus e em local próximo dos centros residenciais da cidade.

Acessibilidade em eventos

Chegando ao evento, primeiro pense nos desníveis. Do acesso do estacionamento até a sede do evento, há desníveis consideráveis? Veja que quando pensamos em consideráveis, estamos seguindo a NBR 9050, que estipula desníveis mínimos de 5mm como aceitáveis, mas acima disso, não.

Rampas de acessibilidade em eventos já são praticamente básicas. Elas precisam ter no mínimo 1,50m de largura – que é a largura mínima dos seus corredores também – e ter guarda corpo, corrimão e sinalização. Para não errar, é só procurar por desníveis sem rampa. Eles existem? Pois não deveriam.

Piso tátil também é absolutamente necessário, sendo que os interiores podem ser decorados com adesivos com indicações. Não se esqueça que eles devem estar presentes em portas, degraus, desníveis de qualquer espécie, elevadores, etc. O ideal mesmo é ter cobertura no evento inteiro, se possível.

Fique de olho nas inclinações para rampas: elas variam conforme a altura do desnível a ser vencido! Para lidar com a incerteza, também é possível a instalação de rampas de acessibilidade. Elas se tornam inclusive necessárias em algumas venues, onde não há a possibilidade de simplesmente construir uma rampa.

Áreas de acessibilidade em eventos

Além dessas questões de acesso – que nós só exemplificamos, o ideal é ler e interpretar a NBR 9050 – também é necessário planejar uma área exclusiva para garantir autonomia e acessibilidade máxima às pessoas.

Essa área deve contar com intérprete de Libras próximo ou com uma boa visão desse profissional. Também recomenda-se um colaborador acostumado a acompanhar cegos em casos de necessidade audiovisual do conteúdo exposto.

Separe áreas para cadeirantes em posições privilegiadas, reservando no mínimo 50 metros quadrados, e corredor na frente e atrás para circulação.

Eventos devem seguir as regulamentações de espaços públicos e privados de performance, como casas de shows, cinemas, teatros, etc. Portanto:

  • Se você tem 25 assentos: 1 deles é reservado para pessoas com mobilidade reduzida, 1 para pessoas obesas e deve haver 1 espaço para cadeirantes;

  • 25 a 50 assentos: idem, mas com 2 espaços para cadeirantes;

  • 51 a 100 assentos: idem, mas com 3 espaços para cadeirantes;

  • de 201 a 500: 2% dos assentos para cadeirantes, 1% para os outros;

Daí pra cima, as porcentagens vão aumentando e se transformando em assentos fixos mais taxas de sobreposição da quantidade total de assentos. Consulte a NBR 9050!

Adaptações gerais

Na verdade, “adaptações” é uma palavra complicada de se usar. Na verdade, você só está criando uma experiência inclusiva para todos. Você não diz que fez uma “adaptação” quando, por exemplo, colocou um sinal de “Saída” comum em uma porta.

A acessibilidade em eventos não precisa estar reservada ao que a lei diz. Você pode inovar gastando bem pouco e ainda oferecendo a melhor experiência para todos, algo que deve ser sempre o seu maior princípio norteador no evento.

Contrate intérpretes de Libras e os deixe “patrulhando” o evento. Instrua aos seus seguranças para que eles guiem pessoas para áreas de acessibilidade. Distribua folhetos do evento em Braille. Esteja próximo e sempre presente.

A acessibilidade em eventos se faz assim. Não é só respeitar a lei, é buscar oferecer o melhor sempre, é ter empatia e respeito por todas as pessoas.

Mas como nós falamos, em muitos casos não adianta querer contratar uma venue e simplesmente fazer uma rampa. Não dá, o trabalho é longo e o investimento não vai ser para você. Nesse caso, você irá precisar da empresa de elevadores de acessibilidade certa. Vamos conhecer suas características?

Qual a responsabilidade da arquitetura no projeto de acessibilidade