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Acessibilidade na construção civil: o papel do engenheiro

Acessibilidade na construção civil: o papel do engenheiro

A acessibilidade na construção civil possuem uma longa história de correlação, sendo que grande parte das melhoras encontradas nas vias públicas e nos estabelecimentos proporcionando o livre acesso de todas as pessoas se deve, em grande parte, a essa área de estudos.

Desde ajudar em uma definição maior da função das calçadas e indicar a necessidade da acessibilidade na construção civil até o planejamento para um futuro mais inclusivo, engenharia civil e acessibilidade sempre  caminharam juntas, e prometem continuar assim pelos próximos anos.

Quer saber como a acessibilidade na construção civil se completam na criação de espaços inclusivos para todos os cidadãos? É só continuar a leitura deste artigo! Vamos lá?

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Acessibilidade na construção civil: o que nos trouxe até o entendimento das necessidades especiais de locomoção

Acessibilidade na construção civil possui uma longa história de conhecimentos e melhoras na vida pública brasileira.

Se olharmos para as definições anteriores de calçada na época do Brasil colonial, podemos perceber que sua função era a de proteger as casas das infiltrações pelas águas pluviais.

A informação é dada por atras da câmara municipal de São Paulo, circa 1563, e apresentadas por Marcos Antônio Serafim em 2010, na sua tese de mestrado. Engenharia civil e acessibilidade, nessa época, nem mesmo cruzava o pensamento das pessoas.

Hoje em dia, a definição segundo a ABNT para calçadas é mais ampla: “parte da via, normalmente segregada e em nível diferente, não destinada à circulação de veículos, reservada ao trânsito de pedestres e, quando possível, à implantação de mobiliário, sinalização, vegetação e outros fins”. O órgão ainda estipula a necessidade de instalar piso antiderrapante e outras alternativas contemplando a acessibilidade na construção civil.

Essa enorme diferença mostra um progresso em relação ao entendimento de urbanidade e a necessidade de estabelecer estruturas seguras e viáveis para o trânsito de todas as pessoas. Os responsáveis por essa clarificação? Engenharia civil e acessibilidade.

O debate de como construir perpassa inicialmente quem utiliza as estruturas – como as calçadas – e os seus clamores por mudança, que então são analisados pelos engenheiros civis e os arquitetos. Sem o suporte da engenharia civil na acessibilidade, os pedidos de mudança seriam inócuos e as soluções nunca teriam evolução.

É responsabilidade da engenharia civil criar métodos de acessibilidade nas cidades, e fomentar o debate da importância da acessibilidade na construção civil dentro do âmbito acadêmico. Foi assim que partimos de uma definição crua de calçadas dos tempos de Brasil colonial até a legislação ampla que possuímos hoje.

O que o engenheiro faz para a acessibilidade na construção civil?

Cabe ao engenheiro um profundo conhecimento sobre as normas técnicas vigentes na hora de construir ou reformar um imóvel, espaço público ou simplesmente uma calçada para uso público na rua.

O engenheiro e o arquiteto, na verdade, devem trabalhar juntos para que nenhum aspecto seja deixado de lado, e avaliar cuidadosamente se os esforços de acessibilidade sendo feitos no projeto estão de acordo com a realidade de uma pessoa com mobilidade reduzida.

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Além disso, cabe ao engenheiro fiscalizar a execução do projeto, observando principalmente se as soluções criadas por ele realmente são viáveis quando saem do papel.

Portanto, é seguro dizer que o engenheiro civil é o grande executor das ações de acessibilidade dentro da realidade da construção, cabendo a ele a necessidade de conhecer toda a legislação e aplicá-la.

Acessibilidade na construção civil para o futuro

Engenharia civil e acessibilidade hoje em dia são áreas que funcionam em ligação, ou seja, uma ajuda a outra na criação de ambientes urbanos inclusivos e acessíveis para todas as pessoas.

Se nós vimos que a acessibilidade na construção civil, especialmente nas calçadas, chegou ao nível de atuação que vemos atualmente graças aos esforços de debate e conscientização de engenheiros civis e arquitetos, o futuro nos promete um entendimento ainda maior e mais avanços em acessibilidade na construção civil.

Especialmente quando consideramos os projetos sendo realizados atualmente: eles serão a referência de construção para o futuro. Dessa forma, quanto mais a acessibilidade na construção civil for um ponto relevante na elaboração dos projetos, responsabilidade que perpassa amplamente o trabalho do engenheiro civil, mais e mais essa preocupação será tida como padrão para a construção de estruturas no futuro.

Os estabelecimentos comerciais, condomínios de moradia, praças e parques públicos sendo projetados com técnicas de mobilidade e acessibilidade contribuem, então, para que outros iguais surjam, alimentando um ciclo benéfico que, em um cenário otimista, resultará na padronização da acessibilidade. Isso é o que o futuro pode trazer, e esse é o dever dos engenheiros civis.

Na academia

O futuro aponta para uma força de conscientização ainda maior por parte da engenharia civil, sendo que já existe pressão para a inclusão de cadeiras sobre a acessibilidade dentro da graduação dos futuros engenheiros civis.

Isso resulta em uma parcela da população engajada e que produz conteúdo para suportar suas teses de mobilidade urbana, algo crucial para a conscientização de toda a população. Engenharia civil e acessibilidade, então, já é uma realidade no meio acadêmico.

Elevador de acessibilidade - JE Elevadores

A formação do engenheiro deve contemplar a acessibilidade na construção civil, além de incentivar a pesquisa e trazer mais embasamento teórico para reafirmar todas essas conclusões. Os graduandos devem entender os problemas que a falta de mobilidade gera nas pessoas, e como ambientes acessíveis ampliam a noção de urbanidade.

O futuro, dizem, a Deus pertence, mas nós estamos no caminho certo para trazer e garantir resultados positivos nas vidas das pessoas com mobilidade reduzida. Que caminho é esse? A acessibilidade na construção civil. 

Gostou deste artigo? Temos muito mais sobre acessibilidade na construção civil no nosso blog! Por que você não vem nos conhecer?  

Acessibilidade na engenharia e a sua importância.

Acessibilidade na engenharia e a sua importância.

A acessibilidade na engenharia é um assunto amplo, que trata tanto das preocupações da área como um todo, quanto dos próprios profissionais, que sendo contratados ou autônomos, precisam ter a consciência de que suas ações na elaboração do projeto e na construção irão impactar a vida de muitas pessoas por muitos anos.

O Brasil possui uma grande quantidade de pessoas com a mobilidade reduzida, e embora existam leis que determinam que a acessibilidade na construção civil seja respeitada, a fiscalização deixa a desejar. Isso nos leva a um cenário onde diz-se que o cadeirante ou o cego são respeitados, mas na prática a história é um pouco diferente.

Quer saber mais sobre a acessibilidade na engenharia, quais são os impactos de um projeto bem elaborado e que presta atenção aos detalhes estruturais que permitem a mobilidade de todos? Isso é o que você encontra neste artigo. Continue a leitura para saber mais!

Acessibilidade na engenharia: o cenário atual

A acessibilidade de um projeto está intimamente ligada a atuação do engenheiro civil e do arquiteto responsável pela sua elaboração e aprovação.

Como dissemos anteriormente, a fiscalização em obras prontas, sejam elas condomínios, espaços públicos ou estabelecimentos, não funciona tão bem quanto deveria no Brasil, país que, segundo o IBGE, possui cerca de 20% da sua população apresentando algum nível de mobilidade reduzida.

Isso nos leva a um problema sério e paradoxal: a necessidade de acessibilidade na engenharia estrutural existe e só aumenta, enquanto a fiscalização das ações e da viabilidade dos projetos, encontra-se apenas em alguns casos, como obras subsidiadas, estruturas de uso público e, grandes prédios comerciais.

E em vários casos, a norma 9050, que regula a acessibilidade em estruturas e está disponível gratuitamente na internet desde a sua concepção, em 2004, ou não é sequer consultada ou aplicada de maneira correta. O resultado? Dificuldades de mobilidade e desrespeito aos direitos básicos das pessoas com mobilidade reduzida garantidos por lei.

Esforços para maior uso da acessibilidade na engenharia

Os engenheiros civis possuem um papel decisivo em trazer a acessibilidade na construção civil, principalmente porque, mesmo não sendo especificamente eles os responsáveis pela elaboração do projeto, eles possuem voz ativa e participação no processo.

Além disso, a engenharia na acessibilidade em muitos casos é reforçada já no projeto, porém de maneira errônea. Cabe aos engenheiros a fiscalização da viabilidade das soluções de mobilidade apresentadas, usando seu know how técnico para fazer comparações certas e sugerir correções.

Dessa forma, os engenheiros civis possuem conhecimentos que podem ser aplicados em instâncias de realização relacionadas a acessibilidade na engenharia, percebendo espaços intransponíveis já na execução da obra e, sendo uma voz ativa na adequação de acordo com o princípio básico e moral de mobilidade que é, como ressaltamos, garantido por lei.

A acessibilidade na engenharia no âmbito acadêmico

Outro grande poder exercido pelos profissionais relacionado a acessibilidade na engenharia é a conscientização, esforço que pode parecer não realizar tanto quanto a correção de um projeto ou a elaboração de um novo, mas que a longo prazo é o mais eficaz.

Os paradigmas mudam somente com a introdução dos temas na formação dos profissionais, algo que deve ser bastante reforçado para todos os graduandos.

Mostrar as vantagens da acessibilidade na engenharia também é essencial, pois assim, é possível entender que por trás das obrigações humanas e da necessidade de se respeitar a lei na hora de construir, a acessibilidade na engenharia também traz questões de valorização do imóvel, oportunidades de marketing positivo para a construtora, turismo, dentre outras.

A deficiência está nas cidades

Não respeitar os parâmetros de mobilidade estabelecidos por lei é, obviamente, um problema grave que as cidades enfrentam. Muitas vezes, as pessoas com mobilidade reduzida são tidas como deficientes, mas será que a deficiência está nelas?

A acessibilidade na construção civil é um assunto tão necessário e urgente, quanto a pavimentação de ruas, criação de calçadas e construção de casas. Se necessitamos de asfalto para dirigir e temos apenas uma estrada de terra, é correto dizer que o carro é deficiente? Obviamente, a deficiência está na cidade que não oferece as condições mínimas de locomoção.

O caso é o mesmo com as pessoas portadoras de mobilidade reduzida. A engenharia na acessibilidade precisar corrigir os erros já existentes em estabelecimentos comerciais, pontos turísticos, condomínios, nas salas de aula e nas escolas, etc., para que as cidades deixem de ser deficientes e passem a dar condições de mobilidade para todos.

Gostou desse artigo? Temos muito mais sobre mobilidade no nosso blog, não deixe de conferir!

Elevadores de acessibilidade: conheça suas vantagens

Elevadores de acessibilidade: conheça suas vantagens

As vantagens dos elevadores de acessibilidade são várias, e estão relacionadas com o bem estar das pessoas, mobilidade reduzida e às necessidades de adequação à leis e normas técnicas e até mesmo a aspectos econômicos.

Quer saber quais são as vantagens que os elevadores de acessibilidade trazem ao seu empreendimento, à sua vida e ao bem estar das pessoas em geral? Neste artigo iremos tratar basicamente disso.

Continue a leitura para saber mais!

Elevadores de acessibilidade e as vantagens em vários níveis

Quando falamos em elevadores de acessibilidade, logo nos vem em mente as pessoas com mobilidade reduzida que necessitam da estrutura para se locomover com segurança e sem mais transtornos. Mas será que essa é a única vantagem que os elevadores de acessibilidade oferecem?

Os elevadores de acessibilidade possuem vantagens que vão muito além disso, sendo responsáveis não apenas por valorizar as necessidades de locomoção de todas as pessoas, mas também pela valorização do empreendimento, incentivo à popularização dessas soluções pela cidade e, é claro, a cidadania.

Vale lembrar também, que a plataforma de acessibilidade também é bem vista e ajuda muito na mobilidade dos cadeirantes.

Neste tópico, vamos explicar de forma aprofundada essas vantagens dos elevadores de acessibilidade, confira:

Dever de cidadania

Acima de tudo, os elevadores de acessibilidade possuem no seu nome a sua maior vantagem: promover o acesso livre a qualquer ambiente por qualquer pessoa.

Seja em prédios, estabelecimentos comerciais ou escolas e instituições de ensino, as pessoas com mobilidade reduzida estão sempre presentes, somando 15% da população brasileira segundo pesquisas recentes do IBGE.

Portanto, os elevadores de acessibilidade são, acima de tudo, formas de exercitar a cidadania e o respeito às diferenças no ambiente metropolitano, garantindo através de um pequeno investimento e um esforço mínimo de adequação uma facilidade tremenda na vida de muitas pessoas por anos e anos.

Valorização de imóveis

Hoje em dia, já existem leis de acessibilidade para condomínios sendo construídos, sendo que elas também se aplicam aos que já foram erguidos no passado. O que falta então para que os elevadores de acessibilidade estejam presentes em todos eles? A fiscalização.

Porém, com os debates se tornando cada vez mais intensos e a população ganhando mais voz a cada dia, é apenas uma questão de tempo até que todos os empreendimentos imobiliários precisem se adequar à legislação do município e do estado.

Uma das vantagens dos elevadores de acessibilidade é a valorização que essa solução traz ao imóvel, que passará a estar de acordo com as recomendações da lei, sendo assim mais atrativo para investimentos.

Aumento da clientela

Para empreendedores no nível comercial, as vantagens dos elevadores de acessibilidade são várias, mas com certeza a maior delas é o aumento da freguesia e a fidelização de clientes que preferem o seu estabelecimento por respeitá-los.

Ao se instalar elevadores de acessibilidade no seu comércio, as pessoas com mobilidade reduzida estão inseridas no seu escopo de mercado simplesmente porque, ao contrário da maioria dos estabelecimentos, você oferece formas seguras e práticas de inclusão dessa parcela da população no seu ambiente.

Com um investimento baixo, é possível aumentar sua clientela e fidelizar clientes muito mais e melhor.

Facilidade de instalação

Uma das maiores vantagens dos elevadores de acessibilidade, é a facilidade de instalação e manutenção que eles apresentam, além do seu custo bastante reduzido quando comparado à criação de rampas de concreto.

Para instalar elevadores de acessibilidade, você não precisa de um espaço muito grande, apenas de uma área de no máximo dois metros quadrados para a acomodação do equipamento e a entrada do usuário.

Segurança em casa

No ambiente residencial, é importante ter segurança e conforto para se locomover, afinal, acidentes domésticos são perigosos e podem resultar em danos físicos bastante sérios.

Os elevadores de acessibilidade podem ser instalados em closets, na cozinha, na sala, nos quartos e onde mais o proprietário desejar, criando uma atmosfera segura para que todos possam se locomover de maneira fácil e sem maiores complicações.

Os elevadores residenciais são a solução para a maioria das dificuldades de movimentação, para não dizer todas elas. Venha conhecer o site da JE Elevadores e conheça as vantagens você mesmo! Se ainda houver dúvidas, não hesite em entrar em contato e conversar com os nossos especialistas.

Para mais informações como essas, não deixe de acompanhar o nosso blog sobre acessibilidade!

Acessibilidade para condomínios devem atender a adaptações vigentes

Acessibilidade para condomínios devem atender a adaptações vigentes

A acessibilidade para condomínios deve sempre ser respeitada, principalmente porque, além da responsabilidade ética que a construtora possui com as pessoas com mobilidade reduzida, os condôminos estão pagando para ter suas necessidades de locomoção, segurança e bem estar garantidas.

Você conhece a legislação da acessibilidade para condomínios? Gostaria de conhecer? Então você veio ao lugar certo. Neste artigo, vamos explorar os pontos da legislação que tratam da acessibilidade para condomínios e mostrar o que você deve fazer para garantir a mobilidade.

Vamos começar?

Acessibilidade para condomínios é necessária já

A realidade habitacional brasileira está se transformando à medida que nossa população cresce e o custo dos terrenos vai subindo exponencialmente.

Ainda que não seja possível dizer exatamente quantos condomínios existem no Brasil, um senso de 2015 realizado pela AABIC confirmou que, somente no estado de São Paulo, existem 55 mil conjuntos habitacionais. No final dos anos 80 até o meio dos 90, esse número girava em torno dos 15 mil.

Esse número cresceu tanto pela tendência à verticalização da moradia que estamos passando nos tempos atuais, além do aumento do crédito do brasileiro nos anos 2000 e a valorização de terrenos para a construção e de casas já construídas.

A acessibilidade para condomínios, então, passou a ser assunto de pauta por várias reuniões condominiais e adquiriu grande visibilidade com regulamentações federais e estaduais que garantem a mobilidade de todos nesses ambientes, assim como em qualquer estabelecimento.

Infelizmente, a realidade é bem diferente do que a lei estipula: a acessibilidade para condomínios, assim como em vários outros pontos comerciais e estabelecimentos das cidades, muitas vezes é deixado para depois quando deveria ser preocupação fundamental.

Continue lendo o próximo tópico para saber como exatamente a acessibilidade para condomínios se apresenta:

Acessibilidade para condomínios: o que o seu deve ter?

A população de pessoas com a mobilidade reduzida é grande no Brasil, gravitando em torno dos 15% a 20%, segundo pesquisas do IBGE. É de se imaginar, portanto, que em um condomínio onde moram 200 pessoas, pelo menos 30 delas podem apresentar dificuldades de movimentação nos mais diversos níveis.

É a mesma lógica da acessibilidade nas escolas ou em qualquer outro local frequentado rotineiramente por muitas pessoas, e as estatísticas não mentem: onde estiverem pessoas, lá estarão outras que precisam de soluções de mobilidade.

Pensando nisso, é importante que você conheça a legislação e saiba exatamente o que deve ser instalado no seu condomínio. Não deixe de cobrar o síndico: muitos deles dizem que o condomínio não deve ser responsável pela adequação, mas essa informação não procede.

Confira alguns equipamentos indispensáveis:

Piso tátil nas portarias

Segundo a legislação vigente, o piso tátil deve estar presente antes de qualquer desnível nas entradas e nas saídas, para orientar a parcela cega dos moradores do condomínio que ali se encontra um perigo para a sua movimentação.

Isso vale não apenas para desníveis, mas para qualquer alteração não gradual do piso, comumente chamada de mudança de plano.

Rampa e elevador de acesso

Presente em tantos estabelecimentos, a acessibilidade no condomínio requer rampas ou elevadores de acesso para que pessoas com mobilidade reduzida consigam se locomover sem constrangimentos e dificuldades.

Qualquer desnível com mais de 1,5 centímetros já é considerado um degrau, e portanto já requer a instalação da rampa ou elevador de acesso. A largura mínima é de 1,20m e deve haver sinalização tátil de início e fim da rampa.

Portaria sem desníveis

A recomendação é que as portarias tenham piso plano, sem nenhuma inclinação relevante, e que a superfície seja lisa, sem rachaduras.

Isso facilita e muito a vida das pessoas com necessidades especiais de locomoção, e garante a segurança de todos pela acessibilidade no condomínio.

Largura mínima da portaria

Para estar de acordo com a legislação de acessibilidade para condomínios, a portaria do prédio deve ter pelo menos 1,20m de largura, para acomodar uma cadeira de rodas sem desconforto.

A fiscalização é a maior arma da acessibilidade para condomínios

A lei que regula a acessibilidade para condomínios é federal, mas sua fiscalização muitas vezes é feita pela prefeitura do município, já que as próprias cidades também têm em prática suas próprias recomendações a respeito da acessibilidade.

Se você ver algum desses itens não adequado, mostre para o síndico o quanto é importante tratar as questões relacionadas a acessibilidade para condomínios, e cobre mudanças. Se elas não acontecerem, o melhor a se fazer é uma denúncia: assim, quem está falando é a lei em toda a sua autoridade.

Gostou desse artigo? Então venha conhecer o nosso blog. Para nós, a acessibilidade para condomínios, estabelecimentos públicos, comércios e casas é a preocupação maior. Venha continuar essa conversa nos nossos outros artigos.

Até a próxima!

 

Acessibilidade no ambiente escolar: O que os pais devem exigir.

Acessibilidade no ambiente escolar: O que os pais devem exigir.

Acessibilidade no ambiente escolar é uma das grandes preocupações dos pais de crianças com mobilidade reduzida, já que tudo o que todos eles querem são condições para os seus filhos se aproveitarem do ambiente escolar da mesma maneira que todas as outras crianças.

Você sabia que os recursos de acessibilidade no ambiente escolar são exigidos por lei? É o artigo 24 do decreto 5296, de 2004, que regulamenta essa preocupação com a mobilidade nas escolas. Foi pensando nisso que escrevemos este artigo, mostrando quais são as estruturas que devem estar presentes em todas as escolas para que a acessibilidade seja respeitada.

Continue a leitura para saber mais!

A acessibilidade no ambiente escolar é obrigatória

Muitas pessoas usam inadequadamente o termo adaptação para se referir aos esforços de criação de um ambiente seguro e, que possa ser aproveitado por todos os indivíduos, com ou sem mobilidade reduzida. Porém, esse é um problema que vai além do significado da palavra e do seu mau uso.

Adaptação diz respeito à trocar elementos de uma estrutura para que ela passe a comportar outros usos, incluindo a acessibilidade no ambiente escolar. O problema é que quando se pensa em adaptar, tem-se a noção de que é possível construir um ambiente sem pensar em todos os indivíduos e nas suas necessidades de mobilidade e depois acrescentar pequenas soluções para contemplá-los. Na prática, não é assim que deve funcionar.

A acessibilidade no ambiente escolar, garantida por lei, deve ser pensada na concepção do projeto, e não após. Não é adaptação, e sim adequação à lei antes mesmo da construção começar. Esse é um esforço de cidadania, e portanto, absolutamente empático com as pessoas com mobilidade reduzida.

Essa ideia errônea de adaptação nos leva a problemas como a falta de escolas com acessibilidade no Brasil, que segundo o IBDD (Instituto Brasileiro dos Direitos das Pessoas com Deficiência) já chegam a ser 50% do total de instituições de ensino, em média, sendo que em alguns estados o índice chega a 4%.

Quais são os recursos de acessibilidade no ambiente escolar?

Os recursos de acessibilidade no ambiente escolar são vários, contemplando todas as formas de ampliação de mobilidade. São eles:

Rampa ou elevador de acesso

Assim como nos estabelecimentos comerciais, as rampas de acesso são uma necessidade nas escolas: para todo e qualquer desnível a ser vencido, uma rampa ou um elevador devem ser instalados.

O elevador surge como ótima opção para a segurança da criança, já que como estamos tratando de um ambiente escolar, é possível que as rampas sejam utilizadas por todos os alunos, muitas vezes correndo, o que pode ser um risco à integridade física do aluno com mobilidade reduzida.

Pisos táteis

Os pisos táteis são aqueles para as pessoas com deficiência visual, que se guiam por elas com os pés através de sinalizações gravadas na sua estrutura.

Elas são muito importantes como indicadoras dos caminhos que o aluno cego precisa tomar, uma vez que existem barreiras constantes no ambiente escolar e, na maioria das vezes, uma longa distância a ser percorrida para chegar até a sala de aula.

Toaletes adaptados

Os banheiros das escolas também precisam ser acessíveis a todos, inclusive às pessoas com mobilidade reduzida.

É necessário ter pelo menos um sanitário mais alto e com barras de apoio, sendo que as pias não podem conter gabinetes e deve estar a no máximo um metro de altura.

Uma solução interessante é a criação de um banheiro completamente adaptado, separado dos outros banheiros, com uma atenção especial à limpeza para que não haja riscos à segurança do aluno com mobilidade reduzida nem constrangimentos.

A frente da escola

A rua e a entrada da escola também precisam de atenção especial para garantir que a acessibilidade no ambiente escolar comece antes mesmo de o aluno entrar nas suas dependências.

Deve haver faixa de pedestres na rua e rampa de acessibilidade na calçada para que a criança consiga entrar sem maiores problemas no pátio da escola, sendo que, caso o desnível em relação à rua seja muito alto, a melhor saída é a plataforma de elevação.

Viu só como é importante fazer esforços para garantir a acessibilidade no ambiente escolar? Com o tempo e trabalho nesse sentido, nós podemos reverter o triste cenário brasileiro no que tange essa adequação a esse aspecto das leis que garantem a mobilidade.

Por isso, não deixe de fiscalizar e cobrar a escola dos seus filhos para que, no futuro, a acessibilidade no ambiente escolar deixe de ser uma adaptação e passe a ser uma constante em todos os projetos.

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Plataforma de acessibilidade para todos os tipos de empreendimentos.

Plataforma de acessibilidade para todos os tipos de empreendimentos.

Muita gente entende os esforços de acessibilidade como um auxílio às pessoas com mobilidade reduzida, uma ajuda oferecida para elas, quando na verdade a história é outra: ações como a instalação de uma plataforma de acessibilidade não servem para auxiliar, mas para garantir o direito de ir e vir que todos devemos desfrutar.

Nesse artigo, vamos falar sobre como a plataforma de acessibilidade vem transformando a realidade das pessoas com mobilidade reduzida, e como os esforços para a sua popularização e instauração em todos os lugares contribui para uma maior inserção social dessa parcela da sociedade.

Podemos começar?

A plataforma de acessibilidade a favor da inclusão

A plataforma de acessibilidade, como mencionada acima, é um dos grandes facilitadores de locomoção existentes, e possibilita que pessoas com mobilidade reduzida acessem um espaço que, por descuido de construtores ao projetar ou por uma legislação que não contemplava esses esforços anteriormente, se encontravam impossibilitadas de entrar.

Segundo o Ministério de Direitos Humanos do Brasil, “O termo acessibilidade significa incluir a pessoa com deficiência na participação de atividades como o uso de produtos, serviços e informações”. O Ministério ainda ressalta que uma rampa ou plataforma de acessibilidade é a melhor forma de se realizar essa inclusão.

Mas incluir vai muito além do sentido normalmente atribuído à palavra. Se existem escadas para que as pessoas subam por elas, é necessário que exista uma alternativa. As escadas existem porque os seres humanos não conseguem vencer desníveis de dois metros de altura no dia a dia. A acessibilidade está presente em todos os lugares, só não é direcionada para pessoas com mobilidade reduzida.

Quando todos conseguem usufruir de um espaço não importando suas limitações físicas, dois problemas são resolvidos de uma só vez: a inclusão física e a inclusão social.

Plataforma de acessibilidade para todos os tipos de empreendimentos

A inclusão social age de maneiras abstratas mas também muito objetivas. Se um cadeirante vai a um hospital que não costuma ir, por exemplo, e experimenta transtornos para entrar na estrutura, está tendo seus direitos como cidadão desrespeitados. O mesmo acontece com repartições públicas, escolas, prédios governamentais, etc.

A plataforma de acessibilidade chega como uma solução prática e com custo muito reduzido para tentar vencer as barreiras de locomoção e aspirar por mais: estar presente em todos os tipos de empreendimentos em um futuro próximo.

O problema enfrentado pela grande maioria das pessoas com mobilidade reduzida hoje em dia é justamente esse. A falta de inclusão faz com que elas não possam usufruir dos seus direitos básicos como cidadão. É uma triste realidade onde todos nascemos com os mesmos direitos, mas algumas pessoas não podem usufruir deles.

A grande popularização das plataformas de acessibilidade resolve o problema da melhor forma possível. Elas podem ser instaladas na grande maioria dos estabelecimentos, sejam eles públicos ou privados (que, por lei, devem oferecer meios alternativos de vencer desníveis), e não requerem um grande investimento nem mesmo muito espaço disponível, ao contrário das rampas de acessibilidade construídas com concreto.

A grande aposta é que as plataformas de acessibilidade comecem a aparecer em mais e mais lugares, promovendo assim a inclusão em todos os níveis.

Cuidados com a plataforma de acessibilidade

A instalação de uma plataforma de acessibilidade hidráulica ou eletromecânica garante que todos, sem restrições, consigam acessar os locais que gostariam de acessar. Ao mesmo tempo, como várias pessoas a utilizarão (algumas delas idosas e com a saúde fragilizada), é muito importante que a plataforma de acessibilidade seja instalada com grande cuidado.

Procure por profissionais capacitados para adquirir sua rampa de acessibilidade, e procure conferir se eles seguem todas as normas de segurança estabelecidas pela ABNT. A empresa que irá fazer a instalação também deve oferecer treinamento, para que a forma de utilização da rampa de acessibilidade não apresente riscos para o passageiro.

Com tudo isso dito, é fácil entender que a plataforma de acessibilidade é muito mais do que uma solução para cadeirantes, não é? Podemos ver que ela é um motor a favor da inclusão social, propiciando oportunidades iguais de acesso para todas as pessoas.

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Depois disso, venha dar uma olhada no nosso blog! Temos muito mais informações como essa. Até a próxima!