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Vantagens do elevador residencial

Vantagens do elevador residencial

O elevador residencial possui várias vantagens no seu uso, indo desde maior conforto e comodidade para pessoas com mobilidade reduzida, até a possibilidade de vencer desníveis que, sem ele, seriam intransponíveis.

Os esforços para tornar o elevador residencial mais confiável e seguro fizeram dessa tecnologia mais eficiente e segura, e hoje, com os modelos oferecidos pela JE Elevadores, a limitação de mobilidade dentro de casa já é coisa do passado.

Quer conhecer um pouco mais sobre o elevador residencial? Entender suas principais vantagens? Separamos 5 vantagens principais neste artigo. Continue lendo para conhecê-las!

1 – Conforto em casa

O elevador residencial traz uma grande vantagem com o conforto das pessoas com mobilidade reduzida em casa.

Muitas vezes tido como algo secundário, o conforto diz respeito à qualidade de vida das pessoas. Você pode ter algum tipo de limitação de mobilidade e ainda assim ser plenamente capaz de subir escadas, mas a tarefa pode ser difícil e desconfortável, principalmente para idosos.

Com o elevador residencial, o que era para ser difícil se torna simples e corriqueiro, e a qualidade de vida dá um salto com o conforto que ele oferece.

2 – Segurança para os moradores

Ainda falando sobre as escadas, a pessoa com mobilidade reduzida pode até subi-las sem muito esforço e sem um desconforto muito grande, mas é difícil garantir sua segurança em caso de quedas.

Para resolver essa situação, o elevador residencial possui guardas na lateral interna, e pode ser parado a qualquer momento da sua trajetória caso o passageiro sinta-se inseguro com o seu funcionamento.

A maior questão da segurança é a nossa incapacidade de prever acidentes, o que no caso da pessoa com mobilidade reduzida, torna-se ainda mais potencializado. Assim, o bom mesmo é seguir a velha máxima: é melhor prevenir do que remediar.

Do lado externo, possui uma chave geral, na qual bloqueia o equipamento e mantém as portas fechadas. Ela serve para travar a máquina para que outras pessoas não tenham acesso, como exemplo, crianças.

3 – Liberdade para ir onde quiser

Para muitas pessoas que não possuem o elevador residencial instalado, as mais simples tarefas podem ser bem complicadas. Até mesmo sair de casa ou visitar a cozinha pode ser difícil, caso a casa possua muitas escadas.

Com o elevador residencial, você tem a sua liberdade garantida, podendo ir para onde você quiser, na hora que você quiser, com sua segurança e conforto garantidos.

4 – Custos reduzidos e manutenção garantida

Muita gente nem mesmo cogita a instalação de um elevador residencial em casa pensando nos custos, que cogitam ser altos demais para o orçamento da família.

Isso também é verdade em condomínios, que muitas vezes preferem deixar pra lá as possibilidades para a acessibilidade –  que são, na verdade, obrigatórias – por conta do preço.

Porém, os custos de instalação de um elevador residencial não são nem de longe tão altos assim. Muita gente acha que por ser um elevador a instalação vai chegar às dezenas de milhares, e a manutenção será altíssima. Essa forma de pensar é pouco prática.

O elevador residencial tem seus custos, mas seu preço é justo, e de forma alguma alto demais. Além disso, muitas empresas oferecem pacotes de instalação com manutenção já incluída, que deve ser feita periodicamente. Assim, você só gasta uma vez, e já desfruta das vantagens do elevador residencial imediatamente após a sua realização.

5 – O elevador residencial pode ser instalado em qualquer lugar

Um dos melhores pontos do elevador residencial é a sua praticidade de instalação e suas dimensões compactas, que cabem em qualquer lugar e ainda oferecem o tamanho exato para proporcionar uma viagem tranquila e confortável ao passageiro.

O elevador residencial pode ser encaixado em lugares onde não há movimento intenso de pessoas na casa, para garantir a segurança de todos e a comodidade. Isso é muito aproveitado em lojas, que por se utilizarem muitas vezes de estruturas alugadas, não puderam elaborar o projeto de acessibilidade no momento da obra.

Ele também pode ser instalado em qualquer local que precise de uma conexão para as pessoas com mobilidade reduzida na casa, ligando quartos à cozinhas, banheiros, salas de televisão e onde mais for necessário.

Você não precisa de um espaço muito grande para a instalação, sendo que as dimensões de 1,50m por 1,50m já são suficientes para uma experiência adequada. Com isso, o elevador residencial se mostra uma ferramenta não só em prol da acessibilidade, mas acessível ele próprio.

Viu só as vantagens que um elevador residencial pode te oferecer na sua casa? Para mais informações sobre sua instalação e cuidados, além de dúvidas quanto a possibilidade de montá-lo na sua casa, entre em contato com a JE Elevadores!

E se você quiser saber mais sobre a acessibilidade no Brasil, não deixe de seguir o nosso blog, ok?

Até a próxima!

Projeto de acessibilidade na arquitetura

Projeto de acessibilidade na arquitetura

Entender o projeto de acessibilidade na arquitetura requer um pensamento mais amplo, diferente do que é feito em grande parte das adaptações para pessoas com mobilidade reduzida em estruturas como prédios públicos, áreas residenciais e estabelecimentos comerciais.

Isso se torna evidente inclusive durante esse próprio parágrafo: note que usamos a palavra “adaptação”, que na realidade das pessoas com mobilidade reduzida se traduz em tornar um ambiente muitas vezes intransponível para elas em um com as mínimas condições de locomoção. Esse não deveria ser o objetivo do projeto de acessibilidade na arquitetura.

Pode parecer que estamos falando contra a causa do projeto de acessibilidade, mas na verdade é o contrário. Quer saber mais sobre esse debate? Então continue a leitura!

O projeto de acessibilidade na arquitetura foca na mobilidade

O que muitos profissionais de arquitetura e da engenharia falham em perceber é que não devem haver adaptações para atender as condições mínimas de locomoção das pessoas com mobilidade reduzida: na verdade, todo o design da estrutura deve ser pensada de forma a propiciar essas condições.

Uma andorinha só não faz verão, assim como uma única rampa de acesso não é o suficiente para que o projeto de acessibilidade seja satisfatório. E o espaço dos corredores? E o tipo de piso utilizado? Será que ele é propício para o trânsito com bengalas, muletas ou cadeiras de roda?

O projeto de acessibilidade, quando bem pensado, procura resolver todas as dificuldades das pessoas que podem vir a frequentar aquela localidade, mas não de forma pontual: é necessário ter uma grande abrangência para garantir não apenas condiçõe básicas, mas o conforto de todas as pessoas, com mobilidade reduzida ou não.

E é aí que entra um conceito interessante, que procura ir além da concepção do projeto de acessibilidade: o desenho universal. Continue lendo para descobrir o que ele é!

O que é o Desenho Universal?

Ao final da segunda guerra mundial, a população americana que apresentava mobilidade reduzida cresceu consideravelmente, principalmente devido aos ferimentos de guerra. Quando esses veteranos voltaram para casa, descobriram que grande parte das estruturas não contemplava o uso de muletas, bengalas ou cadeiras de rodas, e não havia nenhum tipo de auxílio de locomoção para pessoas cegas pela rua.

Assim, nessa época foi criado o Desenho Livre de Barreiras, que mais tarde passou a se chamar o Desenho Universal. O Brasil abraçou essa iniciativa com o seu boom de crescimento urbano nos anos sessenta, e hoje em dia o Desenho Universal é o principal norteador do projeto de acessibilidade na arquitetura.

A própria ABNT se baseou nos seus preceitos para a elaboração da NBR 9050, que regula o projeto de acessibilidade na engenharia. Porém, mesmo com os esforços feitos, as recomendações do Desenho Universal não são todas seguidas à risca.

uso equitativo, flexibilidade no uso, uso simples e intuitivo, informação perceptível, tolerância ao erro, baixo esforço físico e tamanho e espaço para aproximação e uso.

O projeto de acessibilidade que se pauta inteiramente no desenho universal apresenta sete guias principais. São elas:

  • Uso Equitativo: o entendimento que todos devem ser capazes de se movimentar sem barreiras;

  • Flexibilidade no uso: a criação de várias opções para as mais variadas limitações;

  • Uso simples e intuitivo: é a facilidade de usar as soluções do projeto de acessibilidade de forma intuitiva, sem precisar de instruções para entender como a estrutura funciona;

  • Informação perceptível: é a sinalização adequada das opções de mobilidade dentro do projeto de acessibilidade;

  • Tolerância ao erro: a possibilidade de errar sem ter riscos à integridade física do usuário;

  • Baixo esforço físico: é a opção de não ter que realizar muito esforço para utilizar um item do projeto de acessibilidade;

  • Espaço para aproximação e uso: diz respeito ao espaço suficiente para se locomover e utilizar as soluções de acessibilidade;

 

A tecnologia no projeto de acessibilidade

Hoje em dia, já fizemos muitos avanços no campo tecnológico capazes de oferecer grandes vantagens ao projeto de acessibilidade. Uma delas é o elevador de acessibilidade.

Podendo ser inserido em qualquer estrutura e em espaços reduzidos, o elevador de acessibilidade é capaz de vencer desníveis com facilidade e, principalmente, sem muitos gastos para o proprietário.

Incluir o elevador no seu projeto de acessibilidade, na época em que vivemos, não é apenas uma questão de querer inserir a pessoa com mobilidade reduzida: é um esforço cidadania e respeito, principalmente pelas facilidades que ele traz sem custos ou manutenção elevada.

Se quiser saber mais a respeito dessas soluções para o seu projeto de acessibilidade, não deixe de conhecer a JE Elevadores. Somos especialistas no assunto e trabalhamos todos os dias para oferecer o melhor para o seu projeto de acessibilidade.

E para mais conteúdo relevante como esse, não deixe de seguir o nosso blog, ok? Até a próxima!

Elevador para cadeirante nas empresas

Elevador para cadeirante nas empresas

Elevador para cadeirante é um dos grandes diferenciais que a sua empresa pode oferecer para os seus clientes com mobilidade reduzida, e isso traz impactos diretos na sua lucratividade e na eficiência dos seus negócios.

Ter um elevador para deficiente físico hoje em dia já está se tornando padrão, principalmente pelos proprietários estarem atingindo o entendimento de que eles são necessários e trazem ganhos reais para a empresa. Além disso, eles são exigidos por lei, e a fiscalização anda se tornando cada vez mais presente.

Quer saber quais são as vantagens de possuir um elevador para cadeirante no seu estabelecimento? Como esse elevador para cadeirante e outras pessoas com mobilidade reduzida agrega valor ao seu negócio? Então continue a leitura para saber mais!

Elevador para cadeirante atrai mais clientes

Pense por um momento em uma situação hipotética: um mundo onde a maioria dos estabelecimentos fosse completamente inacessível para grande parte das pessoas pelo mundo.

Agora imagine que uma loja resolveu instalar um meio de acesso fácil e seguro nas suas dependências: o que você acha que aconteceria?

Aconteceria exatamente o que acontece no caso do elevador para deficiente físico: uma melhora nos negócios devida ao aumento na procura das pessoas com mobilidade reduzida.

Isso é o que aponta uma pesquisa recente do Data Senado, que perguntou para pessoas com mobilidade reduzida o que é mais atrativo para elas em ambientes de lazer no dia a dia ou nos finais de semana. A maioria, cerca de 45%, respondeu que ambientes adaptados, com elevador para cadeirante, rampas, etc., são mais atraentes, sendo que a minoria, 22%, pensa fundamentalmente no preço.

Isso torna claro que as pessoas com mobilidade reduzida estão procurando principalmente as condições de se aproveitarem de um ambiente como todo mundo, e que o preço é um fator importante, mas o que decide mesmo com quem elas vão fechar o negócio é a adaptabilidade.

Pessoas com deficiência querem a mesma experiência

Ainda nessa mesma pesquisa, uma ótima pergunta foi posta às pessoas com mobilidade reduzida: você prefere realizar atividades específicas para pessoas com deficiência nos momentos de lazer ou quer ter a oportunidade de poder aproveitar do mundo como todos?

A resposta não é de surpreender: cerca de 70% das pessoas disseram que preferem a integração total, a possibilidade de poder fazer o que todos fazem, algo que, inclusive, é assegurado na Declaração Universal dos Direitos Humanos e reforçado por lei.

A solução é clara: com o elevador para cadeirante, um gesto simples, essas pessoas passam a ter a possibilidade de usufruir da cidade com mais tranquilidade e aproveitamento.

Esse número, traduzido para a linguagem dos negócios, é um grande indicador da necessidade de inserir o elevador para deficiente físico no seu estabelecimento. Com essa simples mudança, você insere o cadeirante na vida cotidiana e aumenta seu fluxo de clientes e sua lucratividade.

Elevador para cadeirante em todos os estabelecimentos ainda não é uma realidade

Corroborando com essas informações sobre elevador para cadeirante, a mesma pesquisa perguntou também como está a situação da acessibilidade, levando em conta rampas para acesso, elevador para cadeirante, etc., e os resultados também não surpreendem: a grande maioria dos entrevistados, 67%, diz que apenas uma minoria dos estabelecimentos comerciais estão adaptados

Além desses 67%, cerca de 19% afirmam que absolutamente nenhum prédio comercial pelos quais eles já passaram possuía alguma forma de auxílio à mobilidade, como é o caso do elevador para deficiente físico.

Isso mostra que o cenário é alarmante: o elevador para cadeirante é simplesmente não existente na vida de quase 20% da população com mobilidade reduzida. Pensando nisso, é fácil entender o grande apelo comercial do elevador para deficiente físico, não é?

Investir em um elevador para cadeirante é muito mais do que um dever de cidadania, como você pode ver: é um ótimo negócio, que tem o potencial para trazer muitos clientes para o seu estabelecimento.

Mas se você quer o elevador para cadeirante no seu negócio, é fundamental que você contrate a melhor empresa para realizar o serviço. Nisso, a JE Elevadores se sobressai.

Entre em contato com a gente e visite nosso site para conhecer nossa linha exclusiva de elevador para cadeirante e pessoas com mobilidade reduzida! E para mais informações como essas, não deixe de seguir o nosso blog, ok?

Até a próxima!

Os benefícios de projetos de acessibilidade na construção civil

Os benefícios de projetos de acessibilidade na construção civil

A acessibilidade na construção civil é algo de extrema importância, por se tratar de algo que afeta diretamente na vida de centenas de milhares de pessoas pelo Brasil. Os avanços na popularização nesses projetos são tímidos, mas já mostram grandes possibilidades.

Não investir em acessibilidade na construção civil é um problema sério, que atrapalha a vida de muitas pessoas com mobilidade reduzida por todo o país. Mas para além da questão de cidadania, na construção civil oferece a possibilidade de explorar um mercado em expansão e pouco aproveitado por muitas construtoras.

Quer saber quais são os benefícios dos projetos de acessibilidade na construção civil? Neste artigo dizemos quais são, tudo o que você precisa fazer é continuar lendo. Vamos com a gente?

A conscientização e a empatia através da acessibilidade

Nós já deixamos claro em vários artigos do nosso blog que a acessibilidade na construção civil é um dever de cidadania que todo profissional da área deve apoiar e realizar nos seus projetos.

A população que possui alguma dificuldade de mobilidade aumenta a cada dia, ao mesmo tempo em que a sua expectativa de vida também fica mais alta na medida em que a qualidade de vida melhora e avanços na medicina são atingidos.

Com isso, para exercer nosso papel como cidadãos empáticos e responsáveis com as necessidades de locomoção de todas as pessoas, são necessários avanços na acessibilidade dentro do âmbito dos projetos, algo que depende do próprio engenheiro, projetista ou arquiteto para se tornar real.

A exploração de um mercado em expansão

Para o consumidor final, às vezes pode ser complicado realizar adaptações na sua casa para melhorar a sua mobilidade por questões financeiras. E também há outra dificuldade: em muitos condomínios residenciais há regulamentações que impedem o morador de realizar reformas extensas para a instalação dessas soluções. O que fazer, então?

A solução mais comum nesses casos, para a pessoa com mobilidade reduzida, é procurar uma casa ou apartamento que já possua esses recursos instalados e funcionando corretamente. Assim, ela economiza ao mesmo tempo em que tem tudo o que precisa para se locomover perfeitamente.

Percebeu a oportunidade de mercado? A falta de soluções de acessibilidade na construção civil torna rentável investir, e os custos para a instalação de equipamentos de acessibilidade são muito pequenos quando comparados com toda a estrutura do imóvel.

Valorização da estrutura

A acessibilidade na construção civil tem outro grande benefício, um que atrai investidores conscientes e com o olho no futuro: a valorização da estrutura.

Justamente por se tratar de um investimento com amplo mercado, um imóvel que se utiliza de recursos de acessibilidade valoriza-se com maior velocidade e certeza.

Além disso, a acessibilidade na construção civil muito provavelmente se tornará padrão nos imóveis do futuro, pois o debate que passa pelos engenheiros e arquitetos avança dentro das universidades e das construtoras e o clamor por mudanças oriundo dessa parcela da população somente se torna mais alto.

Assim, é seguro dizer que na construção civil é uma forma de se preparar para um futuro que não tarda a chegar.

Ampliação da clientela

Para estabelecimentos comerciais, ter formas acessíveis para que pessoas com mobilidade reduzida consigam entrar na loja é exatamente o que você está imaginando: uma maneira de ganhar novos clientes.

Quando se investe em elevadores ou rampas de acesso para o estabelecimento, a parcela da população normalmente excluída desses locais passa a fazer compras na sua loja, pois ela é inclusiva e assertiva nos recursos de acessibilidade na construção civil.

Estar de acordo com a legislação

A legislação brasileira, por meio da NBR 9050 de 1983, já contempla a acessibilidade na construção civil. Para fortalecer a acessibilidade, em 2000 foi instaurada a Lei 10.098, que torna obrigatórios os recursos de acessibilidade em novos empreendimentos imobiliários.

Dessa forma, a acessibilidade na construção civil é muito mais do que uma simples recomendação ou um esforço de cidadania tão somente, mas sim algo exigido por lei.

A fiscalização no Brasil anda, assim como os esforços na criação de ambientes com acessibilidade, muito tímida, e grande parte dos novos empreendimentos simplesmente ignora essa lei.

Para se adequar a ela e estar preparado para o futuro ao mesmo tempo em que se exercita a empatia e a coletividade, é importante que a acessibilidade na construção civil seja uma grande preocupação na hora de elaborar um projeto.

Quer saber como se apresenta a acessibilidade na construção civil? Conhecer opções com ótimo custo benefício e uma empresa idônea para fazer a instalação? Tudo isso você encontra na JE Elevadores. Venha nos conhecer!

E depois de explorar nosso catálogo, não deixe de visitar nosso blog para mais artigos sobre acessibilidade na construção civil!

Acessibilidade na construção civil: o papel do engenheiro

Acessibilidade na construção civil: o papel do engenheiro

A acessibilidade na construção civil possuem uma longa história de correlação, sendo que grande parte das melhoras encontradas nas vias públicas e nos estabelecimentos proporcionando o livre acesso de todas as pessoas se deve, em grande parte, a essa área de estudos.

Desde ajudar em uma definição maior da função das calçadas e indicar a necessidade da acessibilidade na construção civil até o planejamento para um futuro mais inclusivo, engenharia civil e acessibilidade sempre  caminharam juntas, e prometem continuar assim pelos próximos anos.

Quer saber como a acessibilidade na construção civil se completam na criação de espaços inclusivos para todos os cidadãos? É só continuar a leitura deste artigo! Vamos lá?

Baixe gratuitamente nosso e-book: Acessibilidade na construção civil: importância dos projetos e a responsabilidade

Acessibilidade na construção civil: o que nos trouxe até o entendimento das necessidades especiais de locomoção

Acessibilidade na construção civil possui uma longa história de conhecimentos e melhoras na vida pública brasileira.

Se olharmos para as definições anteriores de calçada na época do Brasil colonial, podemos perceber que sua função era a de proteger as casas das infiltrações pelas águas pluviais.

A informação é dada por atras da câmara municipal de São Paulo, circa 1563, e apresentadas por Marcos Antônio Serafim em 2010, na sua tese de mestrado. Engenharia civil e acessibilidade, nessa época, nem mesmo cruzava o pensamento das pessoas.

Hoje em dia, a definição segundo a ABNT para calçadas é mais ampla: “parte da via, normalmente segregada e em nível diferente, não destinada à circulação de veículos, reservada ao trânsito de pedestres e, quando possível, à implantação de mobiliário, sinalização, vegetação e outros fins”. O órgão ainda estipula a necessidade de instalar piso antiderrapante e outras alternativas contemplando a acessibilidade na construção civil.

Essa enorme diferença mostra um progresso em relação ao entendimento de urbanidade e a necessidade de estabelecer estruturas seguras e viáveis para o trânsito de todas as pessoas. Os responsáveis por essa clarificação? Engenharia civil e acessibilidade.

O debate de como construir perpassa inicialmente quem utiliza as estruturas – como as calçadas – e os seus clamores por mudança, que então são analisados pelos engenheiros civis e os arquitetos. Sem o suporte da engenharia civil na acessibilidade, os pedidos de mudança seriam inócuos e as soluções nunca teriam evolução.

É responsabilidade da engenharia civil criar métodos de acessibilidade nas cidades, e fomentar o debate da importância da acessibilidade na construção civil dentro do âmbito acadêmico. Foi assim que partimos de uma definição crua de calçadas dos tempos de Brasil colonial até a legislação ampla que possuímos hoje.

O que o engenheiro faz para a acessibilidade na construção civil?

Cabe ao engenheiro um profundo conhecimento sobre as normas técnicas vigentes na hora de construir ou reformar um imóvel, espaço público ou simplesmente uma calçada para uso público na rua.

O engenheiro e o arquiteto, na verdade, devem trabalhar juntos para que nenhum aspecto seja deixado de lado, e avaliar cuidadosamente se os esforços de acessibilidade sendo feitos no projeto estão de acordo com a realidade de uma pessoa com mobilidade reduzida.

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Além disso, cabe ao engenheiro fiscalizar a execução do projeto, observando principalmente se as soluções criadas por ele realmente são viáveis quando saem do papel.

Portanto, é seguro dizer que o engenheiro civil é o grande executor das ações de acessibilidade dentro da realidade da construção, cabendo a ele a necessidade de conhecer toda a legislação e aplicá-la.

Acessibilidade na construção civil para o futuro

Engenharia civil e acessibilidade hoje em dia são áreas que funcionam em ligação, ou seja, uma ajuda a outra na criação de ambientes urbanos inclusivos e acessíveis para todas as pessoas.

Se nós vimos que a acessibilidade na construção civil, especialmente nas calçadas, chegou ao nível de atuação que vemos atualmente graças aos esforços de debate e conscientização de engenheiros civis e arquitetos, o futuro nos promete um entendimento ainda maior e mais avanços em acessibilidade na construção civil.

Especialmente quando consideramos os projetos sendo realizados atualmente: eles serão a referência de construção para o futuro. Dessa forma, quanto mais a acessibilidade na construção civil for um ponto relevante na elaboração dos projetos, responsabilidade que perpassa amplamente o trabalho do engenheiro civil, mais e mais essa preocupação será tida como padrão para a construção de estruturas no futuro.

Os estabelecimentos comerciais, condomínios de moradia, praças e parques públicos sendo projetados com técnicas de mobilidade e acessibilidade contribuem, então, para que outros iguais surjam, alimentando um ciclo benéfico que, em um cenário otimista, resultará na padronização da acessibilidade. Isso é o que o futuro pode trazer, e esse é o dever dos engenheiros civis.

Na academia

O futuro aponta para uma força de conscientização ainda maior por parte da engenharia civil, sendo que já existe pressão para a inclusão de cadeiras sobre a acessibilidade dentro da graduação dos futuros engenheiros civis.

Isso resulta em uma parcela da população engajada e que produz conteúdo para suportar suas teses de mobilidade urbana, algo crucial para a conscientização de toda a população. Engenharia civil e acessibilidade, então, já é uma realidade no meio acadêmico.

Elevador de acessibilidade - JE Elevadores

A formação do engenheiro deve contemplar a acessibilidade na construção civil, além de incentivar a pesquisa e trazer mais embasamento teórico para reafirmar todas essas conclusões. Os graduandos devem entender os problemas que a falta de mobilidade gera nas pessoas, e como ambientes acessíveis ampliam a noção de urbanidade.

O futuro, dizem, a Deus pertence, mas nós estamos no caminho certo para trazer e garantir resultados positivos nas vidas das pessoas com mobilidade reduzida. Que caminho é esse? A acessibilidade na construção civil. 

Gostou deste artigo? Temos muito mais sobre acessibilidade na construção civil no nosso blog! Por que você não vem nos conhecer?  

Acessibilidade na engenharia e a sua importância.

Acessibilidade na engenharia e a sua importância.

A acessibilidade na engenharia é um assunto amplo, que trata tanto das preocupações da área como um todo, quanto dos próprios profissionais, que sendo contratados ou autônomos, precisam ter a consciência de que suas ações na elaboração do projeto e na construção irão impactar a vida de muitas pessoas por muitos anos.

O Brasil possui uma grande quantidade de pessoas com a mobilidade reduzida, e embora existam leis que determinam que a acessibilidade na construção civil seja respeitada, a fiscalização deixa a desejar. Isso nos leva a um cenário onde diz-se que o cadeirante ou o cego são respeitados, mas na prática a história é um pouco diferente.

Quer saber mais sobre a acessibilidade na engenharia, quais são os impactos de um projeto bem elaborado e que presta atenção aos detalhes estruturais que permitem a mobilidade de todos? Isso é o que você encontra neste artigo. Continue a leitura para saber mais!

Acessibilidade na engenharia: o cenário atual

A acessibilidade de um projeto está intimamente ligada a atuação do engenheiro civil e do arquiteto responsável pela sua elaboração e aprovação.

Como dissemos anteriormente, a fiscalização em obras prontas, sejam elas condomínios, espaços públicos ou estabelecimentos, não funciona tão bem quanto deveria no Brasil, país que, segundo o IBGE, possui cerca de 20% da sua população apresentando algum nível de mobilidade reduzida.

Isso nos leva a um problema sério e paradoxal: a necessidade de acessibilidade na engenharia estrutural existe e só aumenta, enquanto a fiscalização das ações e da viabilidade dos projetos, encontra-se apenas em alguns casos, como obras subsidiadas, estruturas de uso público e, grandes prédios comerciais.

E em vários casos, a norma 9050, que regula a acessibilidade em estruturas e está disponível gratuitamente na internet desde a sua concepção, em 2004, ou não é sequer consultada ou aplicada de maneira correta. O resultado? Dificuldades de mobilidade e desrespeito aos direitos básicos das pessoas com mobilidade reduzida garantidos por lei.

Esforços para maior uso da acessibilidade na engenharia

Os engenheiros civis possuem um papel decisivo em trazer a acessibilidade na construção civil, principalmente porque, mesmo não sendo especificamente eles os responsáveis pela elaboração do projeto, eles possuem voz ativa e participação no processo.

Além disso, a engenharia na acessibilidade em muitos casos é reforçada já no projeto, porém de maneira errônea. Cabe aos engenheiros a fiscalização da viabilidade das soluções de mobilidade apresentadas, usando seu know how técnico para fazer comparações certas e sugerir correções.

Dessa forma, os engenheiros civis possuem conhecimentos que podem ser aplicados em instâncias de realização relacionadas a acessibilidade na engenharia, percebendo espaços intransponíveis já na execução da obra e, sendo uma voz ativa na adequação de acordo com o princípio básico e moral de mobilidade que é, como ressaltamos, garantido por lei.

A acessibilidade na engenharia no âmbito acadêmico

Outro grande poder exercido pelos profissionais relacionado a acessibilidade na engenharia é a conscientização, esforço que pode parecer não realizar tanto quanto a correção de um projeto ou a elaboração de um novo, mas que a longo prazo é o mais eficaz.

Os paradigmas mudam somente com a introdução dos temas na formação dos profissionais, algo que deve ser bastante reforçado para todos os graduandos.

Mostrar as vantagens da acessibilidade na engenharia também é essencial, pois assim, é possível entender que por trás das obrigações humanas e da necessidade de se respeitar a lei na hora de construir, a acessibilidade na engenharia também traz questões de valorização do imóvel, oportunidades de marketing positivo para a construtora, turismo, dentre outras.

A deficiência está nas cidades

Não respeitar os parâmetros de mobilidade estabelecidos por lei é, obviamente, um problema grave que as cidades enfrentam. Muitas vezes, as pessoas com mobilidade reduzida são tidas como deficientes, mas será que a deficiência está nelas?

A acessibilidade na construção civil é um assunto tão necessário e urgente, quanto a pavimentação de ruas, criação de calçadas e construção de casas. Se necessitamos de asfalto para dirigir e temos apenas uma estrada de terra, é correto dizer que o carro é deficiente? Obviamente, a deficiência está na cidade que não oferece as condições mínimas de locomoção.

O caso é o mesmo com as pessoas portadoras de mobilidade reduzida. A engenharia na acessibilidade precisar corrigir os erros já existentes em estabelecimentos comerciais, pontos turísticos, condomínios, nas salas de aula e nas escolas, etc., para que as cidades deixem de ser deficientes e passem a dar condições de mobilidade para todos.

Gostou desse artigo? Temos muito mais sobre mobilidade no nosso blog, não deixe de conferir!