Acessibilidade para deficientes na área da saúde

Acessibilidade para deficientes na área da saúde

A acessibilidade para deficientes deve estar presente em qualquer lugar, desde a rua até os prédios, públicos ou privados. Ter boa acessibilidade diz respeito à cidadania, e todos os esforços devem ser direcionados para a inclusão total de todas as pessoas.

Isso é lei. Desde 2004, todos os empreendimentos devem levar a ABNT NBR 9050 em consideração na hora de construir ou reformar ambientes abertos ao público. Isso é ainda mais importante quando tratamos da área da saúde, com estruturas como hospitais e unidades básicas de atendimento, como os postinhos e as UBS.

Neste artigo, vamos elaborar um pouco mais sobre a acessibilidade para deficientes e mobilidade reduzida na área da saúde, mostrando o que precisa ser feito para que os direitos de todos os cidadãos sejam respeitados. Vamos ver?

Acessibilidade para deficientes no caminho à unidade de saúde

Antes de efetivamente chegar à unidade de saúde, a pessoa com deficiência precisa de equipamentos urbanos específicos para conseguir se locomover com segurança e independência. Nos arredores da unidade de saúde, a recomendação é que, em conjunto com o Departamento de Trânsito da cidade, seja criada uma rota acessível.

Acessibilidade para deficientes no caminho à unidade de saúde

Essa rota é definida por um caminho único, desobstruído e sinalizado que leva até a unidade de saúde. Nisso, podemos destacar o piso tátil, calçadas sem buracos e até mesmo uma convergência das ruas e avenidas para uma principal, que conecta a cidade à unidade.

Também recomenda-se a instalação de semáforos com avisos sonoros ao invés de apenas visuais. Com isso, a acessibilidade para pessoas com deficiência se torna ainda mais abrangente. Também é importante adaptar pelo menos um acesso ao transporte público – aliás, um para cada modalidade.

Para quem vem de carro, a vaga exclusiva já é padrão quando falamos de acessibilidade para pessoas com deficiência. 2% do número total de vagas deve ser exclusivo, assim como 5% para pessoas idosas.

Equipamentos urbanos para permitir maior mobilidade

E se o que a gente disse parece muito, ainda tem muito o que uma unidade de saúde deveria oferecer em termos de acessibilidade para pessoas com deficiência. Em conjunto com a prefeitura e o departamento de trânsito, adaptações devem ser criadas para o mobiliário urbano: postes, orelhões, lixeiras, etc.

A largura mínima para a transposição de um poste é de 0,80 metros. Isso significa que o poste deve estar em uma posição em que 0,80 metros devem ser necessários para circulá-lo e prosseguir o caminho. Isso garante a rota acessível de que estávamos falando.

As lixeiras também precisam estar suspensas ao longo do percurso e nos arredores da unidade de saúde, evitando acidentes e trombos.

Mas até agora só estamos falando do acesso à unidade de saúde. Que tal falarmos mais sobre a acessibilidade para deficientes dentro da própria estrutura?

Acessibilidade para deficientes dentro da unidade de saúde

As rotas acessíveis não param quando a unidade de saúde começa. Na verdade, elas circulam seu interior e saem mais uma vez para a rua, e seguem até o ponto de acesso mais próximo ao transporte público. Às vezes ela segue até avenidas de ligação, garantindo que pessoas com deficiência possam fazer o trajeto de volta pra casa sozinhas e com independência.

Ao entrar na unidade de saúde, é importante pensar nos desníveis. Eles devem ser vencidos com rampas ou com os elevadores de acessibilidade, soluções mais seguras e modernas.

Nas catracas para o acesso, deve haver pelo menos um portão para que pessoas com deficiência possam passar sem dificuldades. A catraca limita a movimentação e é uma inimiga da acessibilidade para deficientes.

Acessibilidade para deficientes dentro da unidade de saúde

Entrando na unidade de saúde, as portas devem conter vão livre de pelo menos 0,80 m, espaço suficiente para que cadeirantes e pessoas portadoras de outras deficiências consigam manuseá-las. A altura mínima é de 2,10 m. Isso vale tanto para portas de acesso quanto para elevadores.

Na parte inferior, é recomendado que essas portas possuam guardas inferiores e nos batentes para absorver o impacto de bengalas, cadeiras e andadores. Acionamentos manuais devem estar a 0,90 m ou 1,10 m do piso acabado no mínimo.

Escadas e corrimãos

As escadas no interior da unidade de saúde devem conter corrimãos nos dois lados sempre. Se houver degraus, deve haver corrimão. Eles precisam estar a duas alturas, 0.92 m e 0,70 m do piso, medidos da face superior dos corrimãos.

A largura dos corrimãos deve ser de 3,5 a 4 centímetros, sendo feitos preferencialmente sem arestas vivas para não machucar os usuários.

Todos os degraus devem possuir sinalização tátil nas suas extremidades também para evitar acidentes. Elas devem ser em cores contrastantes com o piso e possuírem largura entre 0,25 m e 0,60 m.

Os sanitários

Como todos os sanitários em espaços públicos ou com grande concentração de pessoas, os da unidade de saúde precisam estar adaptados.

A razão é de uma cabine para cada gênero, sendo que eles precisam conter barras de apoio, sanitário adaptado e porta que separa o resto do ambiente da própria cabine de acessibilidade para deficientes.

Essas são apenas poucas recomendações, um compilado de informações de várias leis, normas técnicas e estatutos. Você consegue conferir o documento base, criado pela Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos das Pessoas com Deficiência e a Secretaria Nacional de Direitos Humanos, seguindo este link.

Agora que já ilustramos um pouco mais sobre a situação da acessibilidade para deficientes na área da saúde, que tal falarmos um pouco sobre o lazer? Vamos continuar a conversa no próximo artigo!

E-book: Acessibilidade na construção civil: importância dos projetos e a responsabilidade

Guia para escolher o elevador de acessibilidade para sua casa

Guia para escolher o elevador de acessibilidade para sua casa

Agora é a hora de instalar um elevador de acessibilidade na sua casa. Você começa pesquisando alguns preços, entendendo como funciona o sistema de manutenção da maioria das empresas e pronto, já se decidiu. Tudo pronto? Bem, nem tanto. Agora é que surgem as perguntas mais importantes.

Onde instalar o elevador de acessibilidade? Qual é o modelo mais recomendado? Será que no ambiente há lugar para a casa de máquinas? Será que essa é a parede mais recomendada?

Se essas são as suas maiores perguntas, não precisa se desesperar: é nesse artigo que suas dúvidas vão ser sanadas. Está duvidando? Então vamos prosseguir para a leitura agora mesmo!

Projetar o elevador de acessibilidade antes ou depois da obra?

Bom, tudo depende de você mesmo. É possível já projetar o edifício antes e inserir o elevador de acessibilidade no projeto ou deixar para depois. A maior diferença mesmo é no seu transtorno por conta da reforma, que mesmo não sendo muito extensa, ainda é uma pequena obra.

Orçamento de um elevador de acessibilidade | JE Elevadores

Se você decidir por instalar o elevador de acessibilidade durante a obra, deve encontrar um ponto onde seja possível embuti-lo na parede ou um local sem obstruções verticais para o seu trajeto. Não há pré requisitos além do pé direito, que pede um mínimo de 2,70 metros. O poço é bem pequeno, e vários modelos dispensam a casa de máquinas, mais necessária em elevadores comerciais, de grande carga.

Agora, se você optar por instalar o elevador de acessibilidade depois da casa já estar pronta, também não há nenhum impedimento. Nesse caso, sua maior preocupação deve ser com o espaço livre para a instalação. Dependendo do modelo que você escolher, será necessário fazer uma pequena escavação, mas nada muito complicado. O poço, em muitos casos, funciona até para a sua própria segurança.

Então não importa se você quer incluir o produto no projeto ou não: ele ainda vai se encaixar perfeitamente na sua casa. Mas onde?

Instalar o elevador de acessibilidade dentro de casa

O que queremos dizer aqui é que, no modelo de instalação no interior da casa, todo o equipamento fica por dentro da residência. Não há nenhuma parte dele que fica de fora, e todo o trajeto do passageiro é feito debaixo do mesmo teto!

Nesse caso, o que a maioria das pessoas fazem é instalar em uma posição mais próxima da escada. Mas ao mesmo tempo, desde que você tenha pelo menos o pé direito mínimo e o espaço para a instalação do seu modelo de preferência, é possível colocá-lo em qualquer lugar.

Se há espaço de sobra e você está projetando o elevador junto com a casa, um ótimo toque para o design de interiores é erguer algumas paredes ao seu redor e criar um elevador “embutido”.

Se o espaço está muito reduzido e o desnível nem é tão grande assim, talvez o melhor a se fazer é optar por uma plataforma de acessibilidade, mais simples e de dimensões muito mais reduzidas. Nesse caso, não há necessidade de reformas, escavações e instalações muito demoradas.

Colocando o elevador “pra fora”

Se não há nenhuma maneira de colocar o elevador de acessibilidade inteiro dentro de casa, também não há problema. A maior parte da sua estrutura também pode ser instalada do lado de fora, e se você for alguém que gosta da sua vista, pode inclusive pedir um elevador panorâmico.

Nesses casos, normalmente só a porta do elevador é visível do lado de dentro. Quando você entra, tecnicamente está do lado de fora. Isso é muito vantajoso para quem não está encontrando aquele espaço dentro de casa, ou acha que um elevador de acessibilidade, equipamento pesado, não cabe no meio da sala de estar.

Vencendo os desníveis do exterior

Tudo bem, até agora falamos basicamente de elevadores de acessibilidade que vão dentro de casa ou que são usados para vencer desníveis no interior, mesmo que sua estrutura esteja do lado de fora. Mas e para vencer escadas no jardim, garagem ou varanda?

Nesses casos, o elevador de acessibilidade não é a melhor recomendação. O melhor é trabalhar com a plataforma elevatória, equipamento mais simples que mencionamos anteriormente. Elas são simples de montar e, no caso das que já vem pré-montadas – produto que a JE Elevadores já oferece – você mesmo consegue fazer a instalação.

Então, desníveis pequenos e do lado de fora precisam não de um elevador de acessibilidade, mas de uma plataforma. Conheça a diferença para não errar!

Ficou um pouco confuso com os modelos que apresentamos? Quer saber mais sobre como instalar um elevador de acessibilidade? Não tem problema. Temos as respostas pra você nesse artigo mais aprofundado. Vamos ver?

Como escolher empresas fabricantes de elevadores de acessibilidade de qualidade

Como escolher empresas fabricantes de elevadores de acessibilidade de qualidade

As empresas fabricantes de elevadores de acessibilidade não são famosas nem possuem o glamour de grandes marcas. Você não duvida da Unilever porque a conhece e consome seus produtos há anos, então há uma relação de confiança implícita muito bem estabelecida aí.

O problema é que, como as empresas fabricantes de elevadores não são tão conhecidas assim, talvez você nunca nem tenha ouvido falar nas que está procurando. Como saber se elas são confiáveis? Como fiscalizar o serviço sendo prestado?

É isso o que você descobre neste artigo, com um antes e depois da escolha. Quer saber mais sobre como escolher a melhor dentre todas as empresas fabricantes de elevadores? Então vamos com a gente!

Ao escolher as empresas fabricantes de elevadores

Na hora de escolher dentre as empresas fabricantes de elevadores, não dá pra ser levado só pelo preço. Na verdade, é bom pensar que você está fazendo um investimento voltado para a sua família e para as pessoas que você ama, então a economia não deve ser o seu maior foco.

Na verdade, seu maior compromisso deve ser com a qualidade dos produtos e dos serviços. Veja algumas dicas neste tópico!

Pesquise bem

Os elevadores estão entre os meios de transporte mais seguros do mundo quando bem instalados. Mas veja bem: quando bem instalados.

É exatamente por isso que escolher as melhores empresas fabricantes de elevadores para fazer seus orçamentos é fundamental. E em um segmento onde as mais conhecidas não trabalham com acessibilidade, você terá que pesquisar bastante.

Alguns métodos de pesquisas que podem te ajudar são:

  • O Reclame Aqui;

  • A página de avaliações da empresa no Facebook (se não tiver, desconfie);

  • As fotos da empresa no Google;

  • Avaliações de antigos clientes;

  • Se o site é bem construído;

  • Se o site dá informações técnicas do produto.

Dentre outras.

Desconfie de preços discrepantes

Se o preço de uma das empresas fabricantes de elevadores que você está sondando está muito abaixo das demais, só há uma conclusão a se extrair: eles cortam custos em algum ponto.

Isso não é necessariamente ruim, o problema é você não saber com certeza de onde esses custos são cortados. E se for na mão de obra certificada? E se for na qualidade dos materiais usados? E se?

Se o preço está muito abaixo, infelizmente o barato pode sair caro. Evite problemas futuros, não se esqueça de que estamos lidando com a sua família e pessoas fragilizadas. 

Inspeções durante a instalação

Escolheu a empresa e agora vai instalar? Calma que o seu trabalho ainda não terminou. E se durante a instalação você percebe irregularidades? Aí é melhor procurar outra empresa fabricante de elevadores mesmo.

Mas como saber que a instalação não está sendo da maneira mais satisfatória? Existem algumas maneiras de perceber, olha só:

Profissional qualificado

A certificação do profissional é um ótimo indício de que a instalação e as manutenções futuras será feita de maneira satisfatória.

Não vale a pena apostar em trabalho informal. Converse com o seu atendente e peça a certificação e a identificação do profissional que irá te atender. Confira seu crachá quando ele chegar e também o seu uniforme. Pode parecer preocupação extra, mas o equipamento vai ser amplamente usado na sua casa por anos e anos.

Serviço bem feito

Não deixe de inspecionar o serviço e perguntar o que está acontecendo. Pode parecer inconveniente, mas é seu direito como consumidor se certificar de que o trabalho está sendo bem realizado.

Peça para conhecer a casa das máquinas e inspecione o padrão. Quando mal instalado, ele pode dar brecha para que animais entrem na sua casa ou até pessoas mal intencionadas.

Quando o trabalho terminar, confira se há fios soltos e se todas as peças estão no lugar. Lembre-se: a integridade do seu elevador é a segurança da sua família.

Dentre as empresas fabricantes de elevadores, a JE se destaca

A JE Elevadores trabalha apenas com profissionais qualificados e certificados, além de fabricar as melhores soluções para a sua casa ou o seu negócio.

Se há preocupações em escolher a melhor empresa fabricante de elevadores, não precisa se preocupar. Estamos de portas abertas para resolver qualquer dúvida que você possa ter!

E já que estamos falando em equipamentos, por que você não vem conferir nosso catálogo de produtos? Temos todas as informações que você precisa para se decidir por lá. Vem fazer um orçamento com a gente e garanta o melhor serviço em elevação agora mesmo!

Acessibilidade urbana em áreas de lazer

Acessibilidade urbana em áreas de lazer

A acessibilidade urbana em áreas de lazer é de fundamental importância para que as pessoas com mobilidade reduzida aproveitem a cidade na sua totalidade, como qualquer outra pessoa.

Essa é a missão da acessibilidade urbana, inclusive: promover o uso total dos espaços metropolitanos. Todas as pessoas podem ir para qualquer lugar se assim desejarem. Porém, a realidade muitas vezes é diferente disso.

Neste artigo falamos um pouco mais sobre a acessibilidade urbana nas áreas de lazer. Mostramos como ela deveria se apresentar, como realmente se apresenta e pensamos em alguns recursos para facilitar a adequação. Vamos com a gente?

A acessibilidade urbana deve ser de casa até a área de lazer

Parques de lazer adaptados para pessoas com mobilidade reduzida existem por todos os lados, e em praticamente todas as grandes metrópoles. Em algumas eles podem ser mais difíceis de encontrar, mas locais públicos adaptados não são tão raros assim.

Essa é a boa notícia. A má é que o trajeto até ele normalmente é difícil para as pessoas com mobilidade reduzida.

Algo que os cadeirantes sofrem diariamente é com o deslocamento para qualquer parte. Chega a ser irônico ter áreas de lazer adaptadas espalhadas pela cidade se para chegar até lá o cadeirante passa por incômodos e constrangimentos.

Se ele mora em um condomínio mais antigo, na maioria das vezes ele não tem um espaço adaptado nem mesmo na própria casa. Assim que sai, se depara com calçadas esburacadas e ônibus sem elevador hidráulico. A situação normalmente só muda quando ele realmente chega no parque.

Isso é bastante problemático. E isso em um cenário mais positivo. Em vários casos, os próprios parques possuem questões que não auxiliam na acessibilidade urbana em áreas de lazer.

O que é necessário adaptar em prol da acessibilidade urbana em áreas de lazer?

Isso vai depender da própria área. O básico é o que é estabelecido pela NBR 9050, como:

  • Piso tátil pelos percursos para pessoas cegas;

  • Banheiros públicos adaptados;

  • Portas com vão livre superior a 0,80 m;

  • Rampas de acesso ou elevadores de acessibilidade;

Solicite-nos um orçamento de um elevador de acessibilidade! JE Elevadores

Dentre outros pontos. Mas isso é o mais básico, o que a lei estipula. Para realmente ser inclusivo e trabalhar bem a acessibilidade urbana em áreas de lazer, é necessário uma boa dose de empatia e bom senso.

Indo além do básico

É comum encontrar equipamentos de ginástica para os braços em áreas cobertas com areia. Como o cadeirante irá passar por lá? Também não raro encontramos essas áreas rodeadas por um meio fio, o que também impede a passagem de grande parte das pessoas com deficiência.

Áreas abertas cobertas de grama, terra, areia ou qualquer forma que não seja um piso liso precisam ter pelo menos uma faixa especial para as pessoas com mobilidade reduzida transitarem por lá.

É necessário destruir a ideia de que a acessibilidade é um gasto a mais. Não se poupam despesas para fazer a vida dos frequentadores das áreas de lazer mais fáceis, mas qualquer investimento em sustentabilidade termina sendo tratada como despesas. Não é por aí.

Se o seu objetivo é trazer mais visitantes, esses “gastos” são meios de se trazer mais e mais pessoas para o local.

Os elevadores de acessibilidade como guias para um futuro mais inclusivo

Vencer grandes desníveis pode ser um grande problema para cadeirantes, mesmo com as rampas de acessibilidade. Em muitos casos, elas podem ser ineficazes por conta da distância que a pessoa deve percorrer por ela.

Muito se engana quem pensa que essas rampas servem somente para os cadeirantes. Idosos, pessoas grávidas, pessoas com dificuldades temporárias, etc., podem apresentar problemas subindo escadas ou rampas da mesma maneira. Se o vão for grande, a distância percorrida também será.

É aí que entram os elevadores de acessibilidade. Com capacidade para vencer desníveis de todos os tipos – e sendo muitas vezes até mais baratos do que a construção de uma rampa de alvenaria e concreto – a acessibilidade ganha mais um aliado na busca pela inclusão total.

Para realmente pensar em acessibilidade urbana, o ideal é ir além do básico. Seja empático, ofereça o que realmente as pessoas precisam e estimule a cidadania!

Mas agora que já tratamos das áreas de lazer, que tal levarmos essa conversa adiante no nosso artigo sobre adaptações necessárias nos condomínios?

10 dicas para adaptar acessibilidade em casa para idosos ou doentes

10 dicas para adaptar acessibilidade em casa para idosos ou doentes

Acessibilidade em casa é coisa séria, principalmente quando se tem pessoas com mobilidade reduzida vivendo nos mesmos ambientes. Um elevador de acessibilidade, um piso tátil e até portas mais largas fazem toda a diferença para quem precisa de um apoio ao se locomover.

E é comum pensarmos que a acessibilidade em casa se aplica para residências com cadeirantes. A verdade não é bem essa: a mobilidade reduzida é justamente o que seu nome diz, algum fator que impede que alguém se locomova bem.

Assim, idosos, gestantes e pessoas temporariamente doentes também vão precisar de acessibilidade em casa. Pensando nisso, desenvolvemos este artigo onde damos dez dicas para te dar uma força em tornar seus ambientes acessíveis. Vamos lá?

1 – Elevador de acessibilidade em casa

O elevador de acessibilidade em casa sempre aparece pelos nossos artigos, e não é por nada: eles são os mais indicados para resolver várias questões de acessibilidade em casa.

Com um elevador bem instalado, seus problemas com a locomoção segura já estão a meio caminho de se resolver. Você pode conectar a sala ao quarto, o quarto à cozinha, áreas externas e o que mais você quiser.

E tudo isso com simplicidade e facilidade de manutenção. Incrível? Mas nós só estamos começando…

2 – Elevadores para piscinas

Se você tem uma piscina em casa, muitas vezes as pessoas de mais idade acabam deixando de usá-la por receios de quedas.

Também pode ser bastante constrangedor precisar de ajuda para entrar e sair, além de que se banhar sem ninguém por perto pode ser difícil ou até impossível.

A acessibilidade em casa resolve todas essas questões. Com os elevadores para piscinas, você leva independência para as pessoas com mobilidade reduzida com facilidade e economia.

3 – Pisos emborrachados no banheiro

O banheiro é fonte de grande preocupação na hora de pensar a acessibilidade em casa para pessoas idosas. A água em contato com pisos mais escorregadios, como a ardósia e os porcelanatos, fazem com que cada banho deva ser tomado com muito cuidado.

Para deixar o ambiente mais seguro, o melhor é instalar aqueles pisos emborrachados, antiderrapantes, em posições estratégicas no banheiro.

A acessibilidade em casa, então, mais uma vez atua para a segurança das pessoas que precisam de mais cuidado e com mobilidade reduzida.

4 – Barras de apoio no banheiro

As barras de apoio são outra funcionalidade que devem necessariamente estar inserida nos banheiros de pessoas idosas ou doentes. Elas atuam da mesma forma que os pisos antiderrapantes, sendo um apoio a mais para prevenir acidentes.

5 – Escadas? Rampas!

Escadas são grandes inimigas de pessoas com mobilidade reduzida. Há o risco de quedas sempre presentes, mesmo nos menores desníveis, que podem ocasionar em fraturas e graves hematomas.

O que der pra você substituir por rampas, substitua. Você pode evitar obras demasiadas com rampas portáteis de aço, que podem ser instaladas e retiradas a qualquer hora.

6 – Móveis sem quinas

Mas a acessibilidade em casa não está necessariamente relacionada com adaptações pontuais e equipamentos. Na verdade, ela é quase um “estado de espírito” do lar, e isso inclui o estilo de móveis.

Evite móveis com muitas quinas e prefira aqueles que sejam mais acolchoados. Isso vai melhorar tanto a segurança quanto aumentar o conforto da sua família!

7 – Barras de apoio pela casa

Às vezes, ter barras de apoio só no banheiro pode não ser o suficiente. Especialmente em casos de pessoas mais idosas ou doentes, que podem ter um mal estar ou fraqueza em qualquer lugar da casa.

É interessante instalar algumas barras de apoio em posições estratégicas pela casa para dar mais segurança em caso de problemas no dia a dia. Corredores são uma boa pedida, assim como a área de preparo de alimentos e na varanda.

8 – Portas mais largas

Estabelecida pela NBR 9050, a largura das portas para contemplar a acessibilidade em casa deve ser de pelo menos 80 centímetros, e a altura 2,10 metros.

Assim, para o caso de cadeirantes, há espaço mais do que suficiente para que ele passe sem maiores desconfortos ou riscos à sua segurança.

9 – Iluminação dos corredores

Nem precisamos falar da iluminação dos corredores, não é? Para pessoas idosas ou que apresentam algum problema para enxergar, é fundamental que eles sejam bem claros e que haja um bom contraste para identificar as portas e os vãos livres.

10 – Tomadas mais altas

Pessoas idosas e gestantes também podem ter dificuldades para se abaixar. Portanto, deixar tomadas mais altas vai facilitar a vida dessas pessoas e ainda trazer muito mais segurança.

Se o seu imóvel tem as tomadas baixas, não tem problema. Existem várias extensões bem discretas para você aplicar a acessibilidade em casa!

O mais importante da acessibilidade em casa é fazer com que a residência inteira seja segura e fácil de usar por qualquer pessoa, com mobilidade reduzida ou não. Aplique essas dicas para que todo mundo consiga andar bem pelos ambientes!

A JE Elevadores quer te ajudar a trabalhar a acessibilidade em casa! Somos referência em elevadores para pessoas com mobilidade reduzida, tanto na instalação quanto na manutenção e no preço. Vamos fazer um orçamento?

Acessibilidade: adaptação em hotéis e lugares turísticos

Acessibilidade: adaptação em hotéis e lugares turísticos

A acessibilidade em hotéis é um assunto que deve ser tratado o quanto antes, pois a não compatibilidade com todas as pessoas, com mobilidade reduzida ou não, acaba impedindo que esses espaços – que por serem turísticos devem ser utilizados por todos os turistas – sejam frequentados por pessoas com limitações de locomoção.

Mas em geral, os locais acabam pecando em situações simples e fáceis de resolver: com um investimento mínimo, é possível realizar as adaptações necessárias e oferecer a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos sem comprometer o orçamento.

E é aí onde a oportunidade se mostra: se é barato investir e se a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos abrange um novo público, o que é um dever de cidadania também passa a ser rentável.

A acessibilidade em hotéis e lugares turísticos é rentável

Os tempos mudaram e com eles as tecnologias avançaram bastante. Hoje em dia, ninguém mais está refém das rampas de concreto armado para promover a acessibilidade em hotéis e pontos turísticos. Elas são caras e demandam tempo, sendo que os elevadores de acessibilidade podem realizar o trabalho tão bem quanto elas.

Isso quer dizer que o investimento é pequeno se comparado ao preço da hora dos pedreiros, aos tijolos que devem ser comprados, ao concreto que deve ser misturado em betoneiras alugadas, ao ferro, etc.

Onde nós queremos chegar com isso? Pense com a gente: oferecer a acessibilidade em hotéis abre a possibilidade de encantar mais pessoas, não só as que normalmente o frequentam. Muitos cadeirantes deixam de frequentar lugares que não oferecem acessibilidade.

Portanto, se é barato e se abre para que mais pessoas frequentem o hotel, a rentabilidade é garantida.

Pequenas mudanças, grandes negócios

Mas a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos vai muito além da mobilidade. Como hoje não há uma regulamentação muito grande sobre a aplicação do símbolo internacional de acessibilidade, muitos hotéis acabam aplicando o que é obrigatório, como 5% de quartos adaptados, e se esquecendo do resto.

Um despertador para surdos raramente passa dos 200 reais, e garante grande autonomia para o hóspede, que com certeza irá preferir o seu hotel. Mudar algum mobiliário de lugar para garantir maior espaço de manobra não custa nada, e organizar as geladeiras de acordo com sinalizações em braille também não.

Todas essas mudanças, que são bem pequenas quando comparadas com mobiliar um quarto e pronto, vão garantir que você fidelize mais clientes e abram uma nova realidade de mercado.

A acessibilidade é garantida por lei

Hoje em dia, a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos já é garantida por lei. Na verdade, estabelecimentos que recebem outras pessoas já são obrigados a seguir a NBR 9050 na concepção do projeto e na execução da obra, sendo que a adaptação dos já existentes também são contempladas.

Os hotéis que já estão construídos devem reservar pelo menos 2% dos seus quartos para pessoas com mobilidade reduzida, sendo que eles devem conter banheiros com barras de sustentação, piso tátil, sanitários adaptados e cama baixa.

Porém, ir além do que a lei estipula é sempre a melhor ideia, como nós ressaltamos ali em cima, especialmente quando vivemos em um mundo cada vez mais digital.

Acessibilidade em hotéis é marketing grátis

Primeiramente, é muito necessário ressaltar que a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos é um esforço para a cidadania principalmente, sendo que todos esses tipos de locais no mundo inteiro deveriam ser acessíveis. O problema é o que os hoteleiros encaram como gastos os recursos necessários.

Gasto é uma palavra forte demais para descrever a acessibilidade em hotéis. Tudo o que é investimento é, no fundo, um gasto. Se você constrói dez andares pensando em quantas pessoas pode receber sem pensar nos gastos, porque com a acessibilidade essa situação muda de figura?

O ponto é que, na era digital, onde cada vez mais buscamos os clientes de onde eles estão, ter um hotel acessível é uma poderosa ferramenta de marketing. Os clientes irão procurar o seu hotel pela internet com toda a certeza antes de reservar, e muito provavelmente farão a reserva também online.

Ter fotos de ambientes acessíveis e de como o hotel valoriza essa questão e traz mais garantias de sucesso em fisgar os seus clientes em potencial ainda no momento da busca.

Viu só como a acessibilidade em hotéis é importante e vantajosa? Mas por enquanto só falamos nos interiores, não é? E a área da piscina, como fica? Descubra neste artigo!