Acessibilidade na construção civil: o papel do engenheiro

Acessibilidade na construção civil: o papel do engenheiro

A acessibilidade na construção civil é mais do que uma obrigação. Quem planeja e executa as obras são os responsáveis por essa acessibilidade. Ela também não é apenas uma preocupação social, mas uma exigência legal regulamentada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Em 2015, a ABNT atualizou a Norma Técnica de Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos (NBR 9050). Essa regulamentação foi criada inicialmente em 2014. De acordo com a norma, a acessibilidade é definida como a possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a atualização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamentos urbanos e elementos.

Mas qual é a responsabilidade da engenharia civil e do engenheiro em relação a acessibilidade? Neste post, iremos falar sobre esse tema que é tão importante para você que é investidor e também para quem tem a mobilidade reduzida. Ficou interessado em nosso artigo? Então, acompanhe a leitura!

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Qual é a responsabilidade da engenharia civil?

A engenharia civil tem a responsabilidade de criar métodos de acessibilidade nas cidades, e fomentar o debate da importância da acessibilidade na construção civil dentro do âmbito acadêmico. Foi assim que partimos de uma definição crua de calçadas dos tempos de Brasil colonial até a legislação ampla que possuímos hoje.

Qual é o papel do engenheiro em relação a acessibilidade na construção civil?

Na hora de construir ou reformar um imóvel, cabe ao engenheiro um profundo conhecimento sobre as normas técnicas vigentes, o espaço público ou simplesmente uma calçada para uso público na rua. É importante que o engenheiro e o arquiteto trabalhem juntos para que nada seja deixado de lado. Eles devem avaliar com cuidado os esforços de acessibilidade que estão contemplados no projeto e se eles compreendem a realidade de uma pessoa com mobilidade reduzida.

A acessibilidade na construção civil também deve ser fiscalizada pelo próprio engenheiro. O profissional tem que observar se as soluções criadas por ele realmente são viáveis quando saem do papel. Portanto, é seguro dizer que o engenheiro civil é quem executa as ações de acessibilidade dentro da realidade da construção e que cabe a ele a necessidade de conhecer toda a legislação e aplicá-la.

O que a formação do engenheiro deve contemplar?

A formação do engenheiro deve contemplar a acessibilidade na construção civil, incentivar a pesquisa e trazer mais embasamento teórico para reafirmar todas essas conclusões. Os graduandos devem entender os problemas que a falta de mobilidade gera nas pessoas, e como os ambientes acessíveis ampliam a noção de urbanidade.

O que o futuro reserva em relação a acessibilidade na construção civil?

Hoje em dia a acessibilidade e a engenharia civil caminham lado a lado. Uma ajuda a outra a criar ambientes urbanos inclusivos e acessíveis para todas as pessoas. Se você já percebeu que a acessibilidade na construção civil chegou ao nível de atuação que vemos atualmente, isso é graças aos esforços de debate e conscientização de engenheiros civis e arquitetos. Portanto, o futuro nos promete um entendimento ainda maior e mais avanços em acessibilidade na construção civil.

Os projetos realizados atualmente serão a referência de construção para o futuro. Dessa forma, quanto mais a acessibilidade na construção civil for um ponto relevante na elaboração dos projetos, mais essa preocupação será tida como padrão para a construção de estruturas no futuro.

Estabelecimentos comerciais, condomínio de moradia, academias, praças e parques públicos projetados com técnicas de mobilidade e acessibilidade contribuem, então, para que outros surjam, alimentando um ciclo benéfico que, em um cenário otimista, resultará na padronização da acessibilidade. Isso é o que o futuro pode trazer, e esse é o dever dos engenheiros civis.

Qual será o futuro das academias em relação a acessibilidade?

O futuro aponta para uma maior conscientização por parte da engenharia civil, sendo que já existe pressão para a inclusão de cadeiras sobre a acessibilidade dentro da graduação dos futuros engenheiros civis. Isso resulta em uma parcela da população engajada e que produz conteúdo para suportar suas teses de mobilidade urbana. Portanto, é algo crucial em relação a conscientização de toda a população.

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Como você pode ver, o engenheiro tem um papel muito importante sobre a acessibilidade na construção civil. Por isso, quando você investir em qualquer empreendimento, contrate um engenheiro que respeite a norma técnica NBR 9050, conhecida por trazer critérios e parâmetros para a instalação de equipamentos e adaptação de espaços urbanos, de forma a se tornarem acessíveis para todas as pessoas.

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Rampa de acessibilidade: necessidade em estabelecimentos comerciais

Rampa de acessibilidade: necessidade em estabelecimentos comerciais

Muitas vezes a vida de pessoas com mobilidade reduzida se torna mais difícil do que deveria ser. Isso acontece por causa da resistência de outras pessoas em cumprir com regulamentações básicas de mobilidade em suas empresas. Uma dessas regulamentações é a rampa de acessibilidade. O equipamento permite o acesso a locais de uso comum na cidade.

Pensando no assunto, neste artigo iremos tratar da necessidade de se instalar uma rampa para cadeirante. Você também irá saber da importância dessa estrutura para garantir a acessibilidade à todas as pessoas.

E aí, quer conferir o nosso post? Continue com a leitura!

Por que devo instalar uma rampa de acessibilidade?

Em primeiro lugar, o esforço para se instalar uma rampa de acessibilidade diz respeito à necessidade de se reforçar os valores de direitos humanos. Todos somos livres e iguais perante à nossa constituição e devemos usufruir do nosso direito de visitar qualquer espaço que é utilizado por outras pessoas.

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É importante levar em consideração a pessoa com mobilidade reduzida quando realizar qualquer projeto, pois só assim tem sua igualdade garantida perante a sociedade. A lei brasileira estabelece alguns parâmetros que vão além da preocupação dos direitos humanos.

Segundo o Decreto 5.296, que regulamenta a Lei 10.048 (8 de novembro de 2000), a acessibilidade em estabelecimentos comerciais através de rampas de acesso, elevadores e outras soluções é obrigatória.

Portanto, instalar uma rampa de acessibilidade no seu estabelecimento é uma questão de conscientização, um esforço empático para com as pessoas com mobilidade reduzida e um requerimento legal. Instalar uma rampa para cadeirante é uma ação necessária para você e toda a sociedade.

O que você deve fazer ao instalar uma rampa de acessibilidade?

Ao instalar uma rampa de acessibilidade você precisa, antes de tudo, conhecer suas necessidades e os obstáculos que as pessoas com deficiência poderão enfrentar no estabelecimento. Dessa maneira, você vence os desníveis de forma prática e otimiza para a realidade dessas pessoas.

Como conhecer os tipos de rampa de acessibilidade?

Se você é investidor, você precisa saber qual é o tipo de rampa de acessibilidade para o seu estabelecimento. Só assim você conseguirá suprir todas as necessidades de locomoção de quem tem mobilidade reduzida.

Uma rampa de acessibilidade fixa, daquelas construídas com concreto e tijolos, oferece várias limitações, sendo que as vezes é completamente inviável instalá-las: seja por questões de custo ou por ser impossível encaixá-la no local de forma que ela, quando pronta, seja segura para que um cadeirante transite por sua superfície.

O que é melhor: rampa para cadeirante ou elevador?

Em alguns casos, como já citamos neste post, é impossível a instalação de uma rampa de acessibilidade. Nessas condições, o melhor é optar por um elevador ou plataforma hidráulica/eletromecânica. No caso de um desnível muito alto, um elevador sendo operado por alguém de confiança acaba com os seus problemas com facilidade e segurança.

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O equipamento possui um sistema hidráulico ou eletromecânico. Assim, o usuário vence o desnível sem precisar fazer qualquer esforço. Para o caso de escadas no interior de estabelecimentos onde o espaço é reduzido, também é possível instalar uma pequena plataforma de elevação ou até mesmo embutir o elevador na escada.

Portanto, se você deseja tirar todas as dúvidas, faça uma comparação. Conheça os modelos e peça opiniões ao seu arquiteto ou responsável pelo projeto do seu estabelecimento, assim, você opta pela rampa de acessibilidade ou pelo elevador com consciência e procura sempre garantir a mobilidade para todos.

O que verificar nas especificações técnicas das plataformas de acessibilidade?

As plataformas de acessibilidade possuem alguns requerimentos técnicos de instalação. Cada Estado tem uma norma que por sua vez é regulada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Os elevadores públicos devem possuir dimensões de  0,90m, X 1,40m, enquanto os privados, que só usam um usuário por vez, 0,80m X 1,25m.

Além disso, eles precisam ter projeção do seu percurso sinalizada no piso, e não podem obstruir as escadas. As portas do elevador poderão ser abertas se o desnível entre a plataforma e o piso forem superiores a 7,5 cm.

Outra regra é que o equipamento só pode ser usado para vencer desníveis de 2,0m em ambientes coletivos e 4,0m em ambientes particulares, sendo que pode vencer até 9,0m se possuir caixa enclausurada. Podem também vencer desníveis verticais ou inclinados.

Como cumprir com as normas de acessibilidade em seu estabelecimento?

Tenha uma estrutura e sinalização adequadas

Todo estabelecimento deve ter uma estrutura e sinalização adequadas para quem tem mobilidade reduzida e se locomove com o auxílio de uma rampa para cadeirante ou até mesmo muletas. Também é importante alertar sobre os desníveis do piso.

Conte com espaço para o deslocamento da cadeira de rodas

No caso de cadeirantes, a determinação da ABNT é que o espaço de deslocamento para a cadeira de rodas deve ser 0,80m por 1,20m. Portanto, a sua área de circulação deve respeitar essas medidas e prever espaço suficiente para as manobras do cadeirante.

Ofereça vagas de estacionamento para portadores de deficiência

Outra dica é ter vagas de estacionamento reservadas para portadores de deficiência. Esses espaços devem estar localizados em área próxima à entrada do estabelecimento comercial. Você deve pensar em sinalizar o estacionamento de maneira adequada.

Conte com uma rota acessível

Outra regra da ABNT é que seu estabelecimento tenha uma rota acessível. Isso significa que o trajeto deve ser contínuo, desobstruído e sinalizado. Este trajeto conecta os ambientes externos ou internos de espaço e edificações.

Ele também pode ser utilizado de forma autônoma e segura por todas as pessoas, inclusive as que têm deficiência. A rota acessível também precisa levar em conta a parte externa, o que pode exigir, a instalação de rampas.

Faça portas com vão livre

Todas as portas do seu estabelecimento precisam ter um ;vão livre de no mínimo 0,80m e altura mínima de 2,10m. Além disso, as maçanetas devem ser instaladas em altura entre 0,90m a 1,10m e devem ser operadas em um único movimento, sem exigir muito esforço.

Como você pode ver, é importante contar com uma rampa de acessibilidade em seu estabelecimento comercial. Agora que você já sabe, que tal pensar em um equipamento de acessibilidade para a sua empresa?

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Guia para escolher o elevador de acessibilidade para sua casa

Guia para escolher o elevador de acessibilidade para sua casa

Agora é a hora de instalar um elevador de acessibilidade na sua casa. Você começa pesquisando alguns preços, entendendo como funciona o sistema de manutenção da maioria das empresas e pronto, já se decidiu. Tudo pronto? Bem, nem tanto. Agora é que surgem as perguntas mais importantes.

Onde instalar o elevador de acessibilidade? Qual é o modelo mais recomendado? Será que no ambiente há lugar para a casa de máquinas? Será que essa é a parede mais recomendada?

Se essas são as suas maiores perguntas, não precisa se desesperar: é nesse artigo que suas dúvidas vão ser sanadas. Está duvidando? Então vamos prosseguir para a leitura agora mesmo!

Projetar o elevador de acessibilidade antes ou depois da obra?

Bom, tudo depende de você mesmo. É possível já projetar o edifício antes e inserir o elevador de acessibilidade no projeto ou deixar para depois. A maior diferença mesmo é no seu transtorno por conta da reforma, que mesmo não sendo muito extensa, ainda é uma pequena obra.

Orçamento de um elevador de acessibilidade | JE Elevadores

Se você decidir por instalar o elevador de acessibilidade durante a obra, deve encontrar um ponto onde seja possível embuti-lo na parede ou um local sem obstruções verticais para o seu trajeto. Não há pré requisitos além do pé direito, que pede um mínimo de 2,70 metros. O poço é bem pequeno, e vários modelos dispensam a casa de máquinas, mais necessária em elevadores comerciais, de grande carga.

Agora, se você optar por instalar o elevador de acessibilidade depois da casa já estar pronta, também não há nenhum impedimento. Nesse caso, sua maior preocupação deve ser com o espaço livre para a instalação. Dependendo do modelo que você escolher, será necessário fazer uma pequena escavação, mas nada muito complicado. O poço, em muitos casos, funciona até para a sua própria segurança.

Então não importa se você quer incluir o produto no projeto ou não: ele ainda vai se encaixar perfeitamente na sua casa. Mas onde?

Instalar o elevador de acessibilidade dentro de casa

O que queremos dizer aqui é que, no modelo de instalação no interior da casa, todo o equipamento fica por dentro da residência. Não há nenhuma parte dele que fica de fora, e todo o trajeto do passageiro é feito debaixo do mesmo teto!

Nesse caso, o que a maioria das pessoas fazem é instalar em uma posição mais próxima da escada. Mas ao mesmo tempo, desde que você tenha pelo menos o pé direito mínimo e o espaço para a instalação do seu modelo de preferência, é possível colocá-lo em qualquer lugar.

Se há espaço de sobra e você está projetando o elevador junto com a casa, um ótimo toque para o design de interiores é erguer algumas paredes ao seu redor e criar um elevador “embutido”.

Se o espaço está muito reduzido e o desnível nem é tão grande assim, talvez o melhor a se fazer é optar por uma plataforma de acessibilidade, mais simples e de dimensões muito mais reduzidas. Nesse caso, não há necessidade de reformas, escavações e instalações muito demoradas.

Colocando o elevador “pra fora”

Se não há nenhuma maneira de colocar o elevador de acessibilidade inteiro dentro de casa, também não há problema. A maior parte da sua estrutura também pode ser instalada do lado de fora, e se você for alguém que gosta da sua vista, pode inclusive pedir um elevador panorâmico.

Nesses casos, normalmente só a porta do elevador é visível do lado de dentro. Quando você entra, tecnicamente está do lado de fora. Isso é muito vantajoso para quem não está encontrando aquele espaço dentro de casa, ou acha que um elevador de acessibilidade, equipamento pesado, não cabe no meio da sala de estar.

Vencendo os desníveis do exterior

Tudo bem, até agora falamos basicamente de elevadores de acessibilidade que vão dentro de casa ou que são usados para vencer desníveis no interior, mesmo que sua estrutura esteja do lado de fora. Mas e para vencer escadas no jardim, garagem ou varanda?

Nesses casos, o elevador de acessibilidade não é a melhor recomendação. O melhor é trabalhar com a plataforma elevatória, equipamento mais simples que mencionamos anteriormente. Elas são simples de montar e, no caso das que já vem pré-montadas – produto que a JE Elevadores já oferece – você mesmo consegue fazer a instalação.

Então, desníveis pequenos e do lado de fora precisam não de um elevador de acessibilidade, mas de uma plataforma. Conheça a diferença para não errar!

Ficou um pouco confuso com os modelos que apresentamos? Quer saber mais sobre como instalar um elevador de acessibilidade? Não tem problema. Temos as respostas pra você nesse artigo mais aprofundado. Vamos ver?

Projeto de acessibilidade na arquitetura

Projeto de acessibilidade na arquitetura

Entender o projeto de acessibilidade na arquitetura requer um pensamento mais amplo, diferente do que é feito em grande parte das adaptações para pessoas com mobilidade reduzida em estruturas como prédios públicos, áreas residenciais e estabelecimentos comerciais.

Isso se torna evidente inclusive durante esse próprio parágrafo: note que usamos a palavra “adaptação”, que na realidade das pessoas com mobilidade reduzida se traduz em tornar um ambiente muitas vezes intransponível para elas em um com as mínimas condições de locomoção. Esse não deveria ser o objetivo do projeto de acessibilidade na arquitetura.

Pode parecer que estamos falando contra a causa do projeto de acessibilidade, mas na verdade é o contrário. Quer saber mais sobre esse debate? Então continue a leitura!

O projeto de acessibilidade na arquitetura foca na mobilidade

O que muitos profissionais de arquitetura e da engenharia falham em perceber é que não devem haver adaptações para atender as condições mínimas de locomoção das pessoas com mobilidade reduzida: na verdade, todo o design da estrutura deve ser pensada de forma a propiciar essas condições.

Uma andorinha só não faz verão, assim como uma única rampa de acesso não é o suficiente para que o projeto de acessibilidade seja satisfatório. E o espaço dos corredores? E o tipo de piso utilizado? Será que ele é propício para o trânsito com bengalas, muletas ou cadeiras de roda?

O projeto de acessibilidade, quando bem pensado, procura resolver todas as dificuldades das pessoas que podem vir a frequentar aquela localidade, mas não de forma pontual: é necessário ter uma grande abrangência para garantir não apenas condiçõe básicas, mas o conforto de todas as pessoas, com mobilidade reduzida ou não.

E é aí que entra um conceito interessante, que procura ir além da concepção do projeto de acessibilidade: o desenho universal. Continue lendo para descobrir o que ele é!

O que é o Desenho Universal?

Ao final da segunda guerra mundial, a população americana que apresentava mobilidade reduzida cresceu consideravelmente, principalmente devido aos ferimentos de guerra. Quando esses veteranos voltaram para casa, descobriram que grande parte das estruturas não contemplava o uso de muletas, bengalas ou cadeiras de rodas, e não havia nenhum tipo de auxílio de locomoção para pessoas cegas pela rua.

Assim, nessa época foi criado o Desenho Livre de Barreiras, que mais tarde passou a se chamar o Desenho Universal. O Brasil abraçou essa iniciativa com o seu boom de crescimento urbano nos anos sessenta, e hoje em dia o Desenho Universal é o principal norteador do projeto de acessibilidade na arquitetura.

A própria ABNT se baseou nos seus preceitos para a elaboração da NBR 9050, que regula o projeto de acessibilidade na engenharia. Porém, mesmo com os esforços feitos, as recomendações do Desenho Universal não são todas seguidas à risca.

uso equitativo, flexibilidade no uso, uso simples e intuitivo, informação perceptível, tolerância ao erro, baixo esforço físico e tamanho e espaço para aproximação e uso.

O projeto de acessibilidade que se pauta inteiramente no desenho universal apresenta sete guias principais. São elas:

  • Uso Equitativo: o entendimento que todos devem ser capazes de se movimentar sem barreiras;

  • Flexibilidade no uso: a criação de várias opções para as mais variadas limitações;

  • Uso simples e intuitivo: é a facilidade de usar as soluções do projeto de acessibilidade de forma intuitiva, sem precisar de instruções para entender como a estrutura funciona;

  • Informação perceptível: é a sinalização adequada das opções de mobilidade dentro do projeto de acessibilidade;

  • Tolerância ao erro: a possibilidade de errar sem ter riscos à integridade física do usuário;

  • Baixo esforço físico: é a opção de não ter que realizar muito esforço para utilizar um item do projeto de acessibilidade;

  • Espaço para aproximação e uso: diz respeito ao espaço suficiente para se locomover e utilizar as soluções de acessibilidade;

 

A tecnologia no projeto de acessibilidade

Hoje em dia, já fizemos muitos avanços no campo tecnológico capazes de oferecer grandes vantagens ao projeto de acessibilidade. Uma delas é o elevador de acessibilidade.

Podendo ser inserido em qualquer estrutura e em espaços reduzidos, o elevador de acessibilidade é capaz de vencer desníveis com facilidade e, principalmente, sem muitos gastos para o proprietário.

Incluir o elevador no seu projeto de acessibilidade, na época em que vivemos, não é apenas uma questão de querer inserir a pessoa com mobilidade reduzida: é um esforço cidadania e respeito, principalmente pelas facilidades que ele traz sem custos ou manutenção elevada.

Se quiser saber mais a respeito dessas soluções para o seu projeto de acessibilidade, não deixe de conhecer a JE Elevadores. Somos especialistas no assunto e trabalhamos todos os dias para oferecer o melhor para o seu projeto de acessibilidade.

E para mais conteúdo relevante como esse, não deixe de seguir o nosso blog, ok? Até a próxima!