Saiba tudo sobre a feira Reatech – Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade

Saiba tudo sobre a feira Reatech – Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade

A acessibilidade garante toda e qualquer pessoa com mobilidade reduzida transitar por espaços públicos e ou privados, sem que sejam encontradas barreiras que impossibilitem o convívio ou o trânsito social em áreas de acesso, circulação ou permanência.

Por ser algo tão importante, muitas pessoas investem em negócios, como a venda de elevadores de acessibilidade ou procuram por equipamentos que lhes dão qualidade de vida.

Por isso, participar de feiras como a Reatech – Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade é tão importante. No evento, você confere as novidades que existem no mercado e as atividades sociais e culturais voltadas à reabilitação e acessibilidade.

Mas o que realmente é esta feira? Neste post, vamos falar um pouco sobre o assunto. Por aqui, você vai saber tudo sobre o evento. Ficou interessado? Então, acompanhe!

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O que é a Reatech?

A Reatech é a Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade. Ela é organizada e promovida pela Cipa Fiera Milano.

O evento é considerado o principal do setor na América Latina e reúne cerca de 300 expositores dos segmentos de agências de emprego voltadas para pessoas com necessidades especiais e mobilidade reduzida.

Também participam da feira instituições financeiras, fabricantes de cadeiras de rodas e de elevadores de acessibilidade, e departamentos de recursos humanos.

Pela feira, você encontra estandes de indústrias farmacêuticas e dos segmentos de animais treinados, veículos adaptados para portadores de necessidades especiais, fabricantes de aparelhos auditivos, equipamentos especiais, materiais hospitalares, higiene pessoal , próteses e órteses, terapias alternativas, turismo e lazer.

Quando e onde o evento vai acontecer?

Este ano acontece a 16ª edição da Reatech. A feira será realizada entre os dias 13 e 16 de junho (13 e 14, das 13h às 20h, e 15 e 16, das 10h às 19h) em um dos novos pavilhões do São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, em São Paulo, para atender as necessidades de seus expositores e visitantes.

Serão quatro dias de evento repletos de atividades sociais como: equoterapia, teste drive de carros adaptados, quadras poliesportivas, seminários, workshops e oficinas com profissionais renomados.

Qual é a importância da feira internacional de acessibilidade?

Além de você que é investidor conhecer as novidades do mercado, a feira possibilita a troca de experiências. A Reatech 2019 também é a oportunidade que você tem de incrementar a sua participação com oportunidades de merchandising, que aumentarão a sua visibilidade na feira e farão com que sua empresa tenha se destaque dos concorrentes.

Quais as oportunidades que o evento traz?

A feira ajuda a posicionar a marca e/ou produto do expositor, pois quem visita o evento é um público qualificado e interessado na realização de negócios e parcerias no setor de reabilitação, inclusão e acessibilidade.

A Reatech também ajuda a fidelizar clientes e a fazer frente aos principais players de mercado presentes no maior e mais importante evento da América Latina do segmento.

Com a feira, o expositor tem a chance de mostrar o seu trabalho para os investidores e conhecer novos fornecedores. Além disso, confere as tendências do mercado, os lançamentos e modelos de negócios recentes. Já para quem apenas participa, a Reatech oferece as principais soluções em produtos e tecnologias embasadas em estudos, pesquisas e inovações.

A feira proporciona ao seu público visitante a chance de se atualizar e aprimorar o conhecimento profissional. O evento também pode ser focado nas mais atuais tendências de mercado e essa é a oportunidade para você que é consumidor, conhecer e experimentar os produtos e serviços. A Reatech também ajuda os investidores a fecharem negócios com empresas de vários segmentos.

Quais as expectativas para 2019?

Para este ano, a feira contará com 35 mil metros quadrados de área de exposição. Ao todo, 300 expositores e 53 mil profissionais do setor são esperados pela organização.

Como você pode ver, a Reatech é uma feira internacional de tecnologias em reabilitação, inclusão e acessibilidade que você não pode deixar de conferir. Portanto, participe! Faça a sua inscrição no site do evento!

E você, gosta de promover feiras como a Reatech? Baixe o nosso e-book e veja a importância de investir em acessibilidade para eventos!  

Acessibilidade pode ajudar a melhorar o posicionamento da sua marca

Acessibilidade pode ajudar a melhorar o posicionamento da sua marca

A acessibilidade pavimenta o caminho do futuro. Não dizemos isso à toa e nem porque temos os direitos das pessoas com deficiência sempre como preocupação máxima. Nós dizemos com conhecimento de causa: o mundo vem caminhando em um avanço tecnológico sem par nos últimos anos.

Tecnologia facilita a vida e permite maior inclusão com menos esforço. Essa é a base da acessibilidade, sua fundação, mas o maior motivo que vai levá-la como pauta fundamental para o futuro é outro.

A acessibilidade é rentável. E tudo o que é rentável se torna tendência e logo se consolida como modelo universal da sociedade. É assim que vivemos, e enquanto o mundo vibrar nessa frequência, é assim que vamos viver.

E os sinais já estão aí. Investimentos em infraestrutura se tornando cada vez mais comuns, leis sendo cada vez mais reforçadas e fiscalizadas e marcas apostando alto na acessibilidade como ferramenta publicitária.

Neste artigo, vamos explorar essa última parte: como a acessibilidade na publicidade ajuda a melhorar o posicionamento da sua marca. Vamos saber mais?

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Investimento em acessibilidade na publicidade só cresce

O investimento em acessibilidade na publicidade cresce a cada momento que passa. São pessoas com deficiência em comerciais, empresas especializadas em soluções de mobilidade fazendo suas campanhas de marketing digital, grandes eventos que vão se tornando acessíveis, etc.

Talvez a maior prova de que a acessibilidade na publicidade vive uma era de ouro é justamente o fato de que conseguimos notar isso.

Nossos leitores que cresceram nos anos 80 podem confirmar: quantos comerciais estrelaram pessoas com deficiência nessa época? Em quantas novelas elas eram retratadas de uma maneira que não fosse exagerada, caricata ou até ofensiva?

A Avon vem saindo na frente em recursos simples, mas efetivos: a inclusão de audiodescrição e libras em seus comerciais já é uma realidade para os seus canais digitais, como o Youtube, Instagram e Facebook. A hashtag #PraCegoVer, inclusive, já é usada no Facebook há alguns anos por outras grandes marcas.

Mas os esforços não param só no lado do consumo. Um comercial que apresenta acessibilidade na publicidade é claramente lucrativo por abraçar um público de 45 milhões de brasileiros imediatamente.

A questão é a inclusão: quando grandes marcas usam modelos, atores e atrizes com deficiência, o esforço de vendas também produz um resultado diferente, a representatividade.

Deixando dinheiro na mesa: a acessibilidade na publicidade precisa de atenção

Ainda levando pelo lado comercial; que é a língua que mais faz sentido para grandes empresários e que – lamentavelmente – ainda fala mais alto do que a representatividade por dever de cidadania; não investir em acessibilidade na publicidade é deixar dinheiro na mesa.

Sem eufemismos, é deixar de ganhar dinheiro.

O e-commerce é o segmento que mais cresce no varejo brasileiro, e é também o mais confortável para pessoas com deficiência comprarem. Há a possibilidade de comprar sem sair de casa, o que reduz esforço e aumenta a autonomia.

Mas quantos sites estão adaptados? Se você procurar em e-commerces pequenos agora mesmo e até em alguns grandes, vai constatar que infelizmente não são muitos, e isso é péssimo.

Esse é outro caso de deixar a acessibilidade na publicidade de lado – e consequentemente o dinheiro também. Quem faz o layout de um site aplicando conceitos de experiência do usuário é uma agência de publicidade.

Hoje, se não ficar explícito que você precisa de recursos de acessibilidade, poucas irão te oferecer o serviço.

Tudo isso faz com que empresas percam dinheiro todo o dia. Os 45 milhões de pessoas com deficiência que sempre falamos aqui no blog citando o IBGE representam quase um quarto da nossa população.

É muita gente sem conseguir entender comerciais e até como comprar em lojas. E nesse caso, nem adianta falar de representação: ainda estamos longe de chegar a esse nível, com raras exceções.

Como melhorar o posicionamento da sua marca com a acessibilidade na publicidade

A acessibilidade na publicidade toma inúmeras formas e se apresenta de acordo com o seu segmento, como você se comunica e como você vende. O posicionamento em si é o termo dado para o quanto uma marca é associada a algo na mente dos clientes.

Elaboramos o artigo inteiro para chegar nessa conclusão: você pode – e deve – se posicionar como uma marca preocupada com a sua responsabilidade social.

Os clientes vão reconhecer esse “marketing do bem” e associar sua empresa como uma desejável e próxima da população.

Se você tem uma loja física, por exemplo, e investe principalmente em panfletos, não há como adaptar essa mídia. É necessário pensar em outras para atingir mais público, como comerciais de TV com presença de intérpretes de Libras, spots de rádio, etc.

O espaço físico também está relacionado com a acessibilidade na publicidade. É um “braço” do marketing, chamado de merchandising, que cuida dessa área. Para saber mais sobre como adaptar seu espaço físico, dê uma olhada no nosso artigo sobre o tema.

Para finalizar nossa conversa com chave de ouro, veja algumas últimas recomendações gerais sobre como trabalhar bem a publicidade acessível:

  • Se você tem um site ou blog, procure uma ferramenta de áudio marketing, como o Vooozer;

  • Comerciais adaptados realmente não saem caros. Invista!

  • Adote uma política geral de acessibilidade que vai desde o layout até o atendimento.

Quer saber mais sobre o assunto? Vamos começar com o básico. Sua loja é adaptada? Saiba mais sobre o que a NBR 9050 exige no próximo artigo!

Saiba por que pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade são importantes

Saiba por que pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade são importantes

Quem movimenta o debate sobre a acessibilidade no Brasil? Quem mantém o tema relevante e sempre em evidência nos mais diversos círculos? Muito é feito pelos engenheiros e arquitetos na prática diária, muito também é discutido pelos ativistas lutando diariamente.

Mas, o que realmente mantém o assunto em alta são as pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade.

Nas universidades do país muito é discutido, pesquisado e deliberado. É lá onde o Método Científico é aplicado na busca pela verdade sobre uma situação ou assunto a ser debatido.

Uma vez que uma hipótese é levantada, ela é investigada utilizando o rigor científico, e os resultados são debatidos pelos setores responsáveis do governo federal.

Basicamente, esse é o ciclo de vida das pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade. Esse trabalho pode parecer lento sendo lido assim, mas imagine quantas universidades temos no Brasil.

Aliás, não precisa imaginar: o INEP divulgou em 2017 que possuímos mais 2.400 em atividade, e dentro delas, milhares de cursos que tocam em questões relativas à acessibilidade, como a engenharia civil, elétrica, arquitetura, etc.

Todos esses milhares de cursos contam com outras centenas de milhares de discentes, todos com total liberdade para escolher projetos de pesquisa que os aprazem. O resultado é um debate sobre a acessibilidade que nunca morre, e avanços em tecnologias que impactam positivamente todo o cenário sobre acessibilidade no Brasil.

Sendo mais objetivo ainda: as pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade são a força motriz para as mudanças positivas que vemos surgir com cada vez mais regularidade no nosso país.

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Tecnologia Assistiva

Tecnologia Assistiva é o termo que define uma grande área de conhecimento interdisciplinar voltada à investigação de tecnologias que promovem a acessibilidade.

Quando dissemos interdisciplinar, é o que estávamos falando ali em cima. São vários cursos e várias áreas de graduação ativamente pesquisando maneiras de melhorar a vida das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida no Brasil.

E a área conta com total respaldo do Governo Federal. Em 2006, foi instituído no Brasil o CAT, Comitê de Ajudas Técnicas, que procura legitimar a apoiar pesquisas nessa área. A terminologia caiu, e hoje, já é reconhecida como Tecnologia Assistiva.

Esse é apenas um dos caminhos que conectam as pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade ao cotidiano dos brasileiros. As pesquisas recebem visibilidade por parte do Governo Federal e conseguem se desenvolver com tranquilidade e com garantias de serem levadas à sério e de conseguirem espaço após apresentarem resultados.

Qual é a verdadeira importância das pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade?

As pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade não podem nunca acabar. Esse é um fato que nem precisa de debate.

Imagine como era o cenário de inclusão e acessibilidade nos anos 90. Mais uma vez, não precisamos imaginar: podemos ver. A Lei n.º 8.213/91, que regulamenta questões sobre o mercado de trabalho, só foi estabelecida em 1991.

Ela garante que empresas devam abrir espaço para pessoas com deficiência. Isso só foi possível graças ao esforço de pesquisadores que identificaram a marginalização crescente dessas pessoas em competição ampla.

Outro exemplo? A NBR 9050, um dos grande marcos da acessibilidade na arquitetura, só foi estabelecida em 2004, com ratificações ocorrendo só 10 anos depois.

Hoje, se há fiscalizações em novas obras com a acessibilidade como um dos principais escopos, isso se deve a pesquisadores dedicados que entenderam que um dos pontos fundamentais que a sociedade deve entregar aos seus cidadãos é a mobilidade. Quem consegue se movimentar livremente é empoderado dentro de uma cidade.

Não há argumento mais poderoso do que esse. As pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade são o que movem os avanços na área, e os impactos são sentidos a curto, médio e longo prazo.

Como estão as pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade no Brasil?

Os últimos anos trouxeram o Brasil em posição de destaque no mundo das pesquisas acadêmicas, e com otimismo, podemos dizer que as faculdades possuem autonomia suficiente para continuar o bom trabalho nessa área.

Ao mesmo tempo, o cenário é incerto. Não podemos dizer qual será o futuro das pesquisas acadêmicas sobre acessibilidade no Brasil, já que não podemos dizer como vai ser o futuro das pesquisas acadêmicas hoje.

Não necessariamente por conta de governantes ou ministros, mas sim, por uma questão prática: estamos, em 2019, em um momento de transição.

É difícil dizer o que o futuro nos reserva, mas é provável que continuaremos a desenvolver nossas pesquisas. A autonomia das instituições já é grande, e elas praticamente já funcionam sozinhas.

O problema é só o financiamento. Dessa forma, precisamos nos mobilizar e ordenar, como parcela relevante da população, que os caminhos da pesquisa não podem se fechar. Como você pôde ver, há muito em jogo.

Quer saber mais sobre a NBR 9050, que mencionamos ali em cima? Então saiba mais no nosso artigo dedicado à ela!

Acessibilidade: Educação Inclusiva no Brasil já foi tema de debate em Conferência da ONU

Acessibilidade: Educação Inclusiva no Brasil já foi tema de debate em Conferência da ONU

Para quem acha que a educação inclusiva não é pauta no Brasil, há vários brilhos de esperança que nos restauram a fé nos avanços sendo feitos na acessibilidade.

Um deles é o assunto que nós vamos tratar hoje neste artigo. O Brasil já foi assunto na ONU com suas políticas de educação inclusiva, e não é à toa: os investimentos na área e os contínuos incentivos para que ela continue contemplando pessoas com deficiência com mais eficácia são verdadeiramente louváveis.

E em um país como o nosso, os impactos que uma política de educação inclusiva tem são enormes. Por nossa extensão territorial, pelo nosso histórico de desigualdade e pela falta de políticas para a área durante muitos anos.

O Brasil vem sendo reconhecido por correr atrás do tempo perdido, e estamos no caminho certo. Isso nos rendeu uma citação na 10ª Conferência dos Estados Partes Signatários da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência em 2017, uma grande honra.

Vamos saber mais sobre o que nos levou até essa citação?

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A educação inclusiva é o destaque brasileiro

Os avanços na educação inclusiva não são velozes, especialmente pelo que nós falamos logo acima. Com a extensão territorial do Brasil, o trabalho de fiscalização é difícil em várias localidades extremas. Ao mesmo tempo, essas regiões muitas vezes não possuem condições de adquirir os equipamentos sozinhos, sem o suporte do Governo Federal.

Nosso trabalho vem sendo elaborado em duas frentes: regulamentação para garantir como deve ser trabalhada a acessibilidade na educação e, trabalho duro para garantir as condições previstas. Essa é a única maneira de prosseguir e de encontrar resultados.

Melhorar a acessibilidade é um dos requerimentos da ONU, previsto nos seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para 2030.

Os países signatários, portanto, precisam investir na área e garantir a aplicação das reformas que a ONU sinaliza. Nessa Convenção, são feitas análises de situação de alguns países, recomendações para melhorias e elogios aos esforços sendo feitos.

O Brasil ficou com essa última parte. Em 2017, na última Convenção, os esforços do Brasil renderam destaque e foram anunciados para todo o mundo como dignos de nota e louváveis.

Pelo que o Brasil foi reconhecido?

O reconhecimento do Brasil foi devido aos seus esforços na área de acessibilidade e o desenvolvimento da área no país desde 2009, quando ocorreu a Ratificação da Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência. O alerta foi dado, e o Brasil percebeu que mudanças precisariam ser feitas.

E elas foram, principalmente na educação inclusiva. Uma das recomendações da ONU é que pessoas com deficiência precisam de acesso ao ensino regular desde a educação básica. As crianças precisam de suporte durante todo o seu desenvolvimento, e quando chegam à idade adulta, precisam de universidades adaptadas também.

O reconhecimento aos esforços do Brasil se deu por seu trabalho nessa esfera. Nosso país foi reconhecido como referência na área de educação inclusiva, por conta das nossas políticas que não terminam na matrícula.

Hoje é Lei: as escolas não podem negar acesso a crianças com deficiência alegando falta de infraestrutura adequada.

Além disso, as escolas privadas ficam proibidas de cobrar acréscimos na mensalidade alegando custos extras com equipamentos e infraestrutura. Também foram criadas cotas para pessoas com deficiência nas universidades federais.

Tudo isso perpassa a Lei Brasileira de Inclusão, ratificada em 2015 com alterações chave para a educação inclusiva.

Como a ONU enxerga o trabalho brasileiro?

Com ótimos olhos!

O que o Brasil vem fazendo é mudar a realidade das pessoas com deficiência desde a base. Hoje, já temos mais de 90% de pessoas com deficiência matriculados no ensino regular, contando com todo o apoio que a escola deve dar por Lei.

Acessibilidade na construção civil: importância dos projetos e a responsabilidade

Mais uma vez, não é só garantir a matrícula. Os alunos precisam de estrutura adequada para que a educação inclusiva realmente funcione, além de questões que extrapolam a infra.

O ensino também é pauta dos nossos esforços para a acessibilidade na educação, sendo que por recomendação da ONU, estamos focando em leitura por braille, comunicação por LIBRAS e outros métodos de comunicação ampliada.

Hoje, inclusive, a educação inclusiva já perpassa professores dedicados para alunos com deficiências cognitivas. É um trabalho que avança lentamente, mas avança. Esse reconhecimento da ONU, mesmo que de dois anos atrás, trouxe vida ao debate sobre a educação inclusiva no Brasil e a acessibilidade nas escolas.

Uma maneira simples e elegante de trabalhar a educação inclusiva é com a adição de elevadores de acessibilidade nas escolas. Mas esse trabalho requer um bom conhecimento das empresas que os fabricam! Vamos saber mais no próximo artigo?

Guia para escolher o elevador de acessibilidade para sua casa

Guia para escolher o elevador de acessibilidade para sua casa

Agora é a hora de instalar um elevador de acessibilidade na sua casa. Você começa pesquisando alguns preços, entendendo como funciona o sistema de manutenção da maioria das empresas e pronto, já se decidiu. Tudo pronto? Bem, nem tanto. Agora é que surgem as perguntas mais importantes.

Onde instalar o elevador de acessibilidade? Qual é o modelo mais recomendado? Será que no ambiente há lugar para a casa de máquinas? Será que essa é a parede mais recomendada?

Se essas são as suas maiores perguntas, não precisa se desesperar: é nesse artigo que suas dúvidas vão ser sanadas. Está duvidando? Então vamos prosseguir para a leitura agora mesmo!

Projetar o elevador de acessibilidade antes ou depois da obra?

Bom, tudo depende de você mesmo. É possível já projetar o edifício antes e inserir o elevador de acessibilidade no projeto ou deixar para depois. A maior diferença mesmo é no seu transtorno por conta da reforma, que mesmo não sendo muito extensa, ainda é uma pequena obra.

Orçamento de um elevador de acessibilidade | JE Elevadores

Se você decidir por instalar o elevador de acessibilidade durante a obra, deve encontrar um ponto onde seja possível embuti-lo na parede ou um local sem obstruções verticais para o seu trajeto. Não há pré requisitos além do pé direito, que pede um mínimo de 2,70 metros. O poço é bem pequeno, e vários modelos dispensam a casa de máquinas, mais necessária em elevadores comerciais, de grande carga.

Agora, se você optar por instalar o elevador de acessibilidade depois da casa já estar pronta, também não há nenhum impedimento. Nesse caso, sua maior preocupação deve ser com o espaço livre para a instalação. Dependendo do modelo que você escolher, será necessário fazer uma pequena escavação, mas nada muito complicado. O poço, em muitos casos, funciona até para a sua própria segurança.

Então não importa se você quer incluir o produto no projeto ou não: ele ainda vai se encaixar perfeitamente na sua casa. Mas onde?

Instalar o elevador de acessibilidade dentro de casa

O que queremos dizer aqui é que, no modelo de instalação no interior da casa, todo o equipamento fica por dentro da residência. Não há nenhuma parte dele que fica de fora, e todo o trajeto do passageiro é feito debaixo do mesmo teto!

Nesse caso, o que a maioria das pessoas fazem é instalar em uma posição mais próxima da escada. Mas ao mesmo tempo, desde que você tenha pelo menos o pé direito mínimo e o espaço para a instalação do seu modelo de preferência, é possível colocá-lo em qualquer lugar.

Se há espaço de sobra e você está projetando o elevador junto com a casa, um ótimo toque para o design de interiores é erguer algumas paredes ao seu redor e criar um elevador “embutido”.

Se o espaço está muito reduzido e o desnível nem é tão grande assim, talvez o melhor a se fazer é optar por uma plataforma de acessibilidade, mais simples e de dimensões muito mais reduzidas. Nesse caso, não há necessidade de reformas, escavações e instalações muito demoradas.

Colocando o elevador “pra fora”

Se não há nenhuma maneira de colocar o elevador de acessibilidade inteiro dentro de casa, também não há problema. A maior parte da sua estrutura também pode ser instalada do lado de fora, e se você for alguém que gosta da sua vista, pode inclusive pedir um elevador panorâmico.

Nesses casos, normalmente só a porta do elevador é visível do lado de dentro. Quando você entra, tecnicamente está do lado de fora. Isso é muito vantajoso para quem não está encontrando aquele espaço dentro de casa, ou acha que um elevador de acessibilidade, equipamento pesado, não cabe no meio da sala de estar.

Vencendo os desníveis do exterior

Tudo bem, até agora falamos basicamente de elevadores de acessibilidade que vão dentro de casa ou que são usados para vencer desníveis no interior, mesmo que sua estrutura esteja do lado de fora. Mas e para vencer escadas no jardim, garagem ou varanda?

Nesses casos, o elevador de acessibilidade não é a melhor recomendação. O melhor é trabalhar com a plataforma elevatória, equipamento mais simples que mencionamos anteriormente. Elas são simples de montar e, no caso das que já vem pré-montadas – produto que a JE Elevadores já oferece – você mesmo consegue fazer a instalação.

Então, desníveis pequenos e do lado de fora precisam não de um elevador de acessibilidade, mas de uma plataforma. Conheça a diferença para não errar!

Ficou um pouco confuso com os modelos que apresentamos? Quer saber mais sobre como instalar um elevador de acessibilidade? Não tem problema. Temos as respostas pra você nesse artigo mais aprofundado. Vamos ver?