10 dicas para adaptar acessibilidade em casa para idosos ou doentes

10 dicas para adaptar acessibilidade em casa para idosos ou doentes

Acessibilidade em casa é coisa séria, principalmente quando se tem pessoas com mobilidade reduzida vivendo nos mesmos ambientes. Um elevador de acessibilidade, um piso tátil e até portas mais largas fazem toda a diferença para quem precisa de um apoio ao se locomover.

E é comum pensarmos que a acessibilidade em casa se aplica para residências com cadeirantes. A verdade não é bem essa: a mobilidade reduzida é justamente o que seu nome diz, algum fator que impede que alguém se locomova bem.

Assim, idosos, gestantes e pessoas temporariamente doentes também vão precisar de acessibilidade em casa. Pensando nisso, desenvolvemos este artigo onde damos dez dicas para te dar uma força em tornar seus ambientes acessíveis. Vamos lá?

1 – Elevador de acessibilidade em casa

O elevador de acessibilidade em casa sempre aparece pelos nossos artigos, e não é por nada: eles são os mais indicados para resolver várias questões de acessibilidade em casa.

Com um elevador bem instalado, seus problemas com a locomoção segura já estão a meio caminho de se resolver. Você pode conectar a sala ao quarto, o quarto à cozinha, áreas externas e o que mais você quiser.

E tudo isso com simplicidade e facilidade de manutenção. Incrível? Mas nós só estamos começando…

2 – Elevadores para piscinas

Se você tem uma piscina em casa, muitas vezes as pessoas de mais idade acabam deixando de usá-la por receios de quedas.

Também pode ser bastante constrangedor precisar de ajuda para entrar e sair, além de que se banhar sem ninguém por perto pode ser difícil ou até impossível.

A acessibilidade em casa resolve todas essas questões. Com os elevadores para piscinas, você leva independência para as pessoas com mobilidade reduzida com facilidade e economia.

3 – Pisos emborrachados no banheiro

O banheiro é fonte de grande preocupação na hora de pensar a acessibilidade em casa para pessoas idosas. A água em contato com pisos mais escorregadios, como a ardósia e os porcelanatos, fazem com que cada banho deva ser tomado com muito cuidado.

Para deixar o ambiente mais seguro, o melhor é instalar aqueles pisos emborrachados, antiderrapantes, em posições estratégicas no banheiro.

A acessibilidade em casa, então, mais uma vez atua para a segurança das pessoas que precisam de mais cuidado e com mobilidade reduzida.

4 – Barras de apoio no banheiro

As barras de apoio são outra funcionalidade que devem necessariamente estar inserida nos banheiros de pessoas idosas ou doentes. Elas atuam da mesma forma que os pisos antiderrapantes, sendo um apoio a mais para prevenir acidentes.

5 – Escadas? Rampas!

Escadas são grandes inimigas de pessoas com mobilidade reduzida. Há o risco de quedas sempre presentes, mesmo nos menores desníveis, que podem ocasionar em fraturas e graves hematomas.

O que der pra você substituir por rampas, substitua. Você pode evitar obras demasiadas com rampas portáteis de aço, que podem ser instaladas e retiradas a qualquer hora.

6 – Móveis sem quinas

Mas a acessibilidade em casa não está necessariamente relacionada com adaptações pontuais e equipamentos. Na verdade, ela é quase um “estado de espírito” do lar, e isso inclui o estilo de móveis.

Evite móveis com muitas quinas e prefira aqueles que sejam mais acolchoados. Isso vai melhorar tanto a segurança quanto aumentar o conforto da sua família!

7 – Barras de apoio pela casa

Às vezes, ter barras de apoio só no banheiro pode não ser o suficiente. Especialmente em casos de pessoas mais idosas ou doentes, que podem ter um mal estar ou fraqueza em qualquer lugar da casa.

É interessante instalar algumas barras de apoio em posições estratégicas pela casa para dar mais segurança em caso de problemas no dia a dia. Corredores são uma boa pedida, assim como a área de preparo de alimentos e na varanda.

8 – Portas mais largas

Estabelecida pela NBR 9050, a largura das portas para contemplar a acessibilidade em casa deve ser de pelo menos 80 centímetros, e a altura 2,10 metros.

Assim, para o caso de cadeirantes, há espaço mais do que suficiente para que ele passe sem maiores desconfortos ou riscos à sua segurança.

9 – Iluminação dos corredores

Nem precisamos falar da iluminação dos corredores, não é? Para pessoas idosas ou que apresentam algum problema para enxergar, é fundamental que eles sejam bem claros e que haja um bom contraste para identificar as portas e os vãos livres.

10 – Tomadas mais altas

Pessoas idosas e gestantes também podem ter dificuldades para se abaixar. Portanto, deixar tomadas mais altas vai facilitar a vida dessas pessoas e ainda trazer muito mais segurança.

Se o seu imóvel tem as tomadas baixas, não tem problema. Existem várias extensões bem discretas para você aplicar a acessibilidade em casa!

O mais importante da acessibilidade em casa é fazer com que a residência inteira seja segura e fácil de usar por qualquer pessoa, com mobilidade reduzida ou não. Aplique essas dicas para que todo mundo consiga andar bem pelos ambientes!

A JE Elevadores quer te ajudar a trabalhar a acessibilidade em casa! Somos referência em elevadores para pessoas com mobilidade reduzida, tanto na instalação quanto na manutenção e no preço. Vamos fazer um orçamento?

Acessibilidade: adaptação em hotéis e lugares turísticos

Acessibilidade: adaptação em hotéis e lugares turísticos

A acessibilidade em hotéis é um assunto que deve ser tratado o quanto antes, pois a não compatibilidade com todas as pessoas, com mobilidade reduzida ou não, acaba impedindo que esses espaços – que por serem turísticos devem ser utilizados por todos os turistas – sejam frequentados por pessoas com limitações de locomoção.

Mas em geral, os locais acabam pecando em situações simples e fáceis de resolver: com um investimento mínimo, é possível realizar as adaptações necessárias e oferecer a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos sem comprometer o orçamento.

E é aí onde a oportunidade se mostra: se é barato investir e se a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos abrange um novo público, o que é um dever de cidadania também passa a ser rentável.

A acessibilidade em hotéis e lugares turísticos é rentável

Os tempos mudaram e com eles as tecnologias avançaram bastante. Hoje em dia, ninguém mais está refém das rampas de concreto armado para promover a acessibilidade em hotéis e pontos turísticos. Elas são caras e demandam tempo, sendo que os elevadores de acessibilidade podem realizar o trabalho tão bem quanto elas.

Isso quer dizer que o investimento é pequeno se comparado ao preço da hora dos pedreiros, aos tijolos que devem ser comprados, ao concreto que deve ser misturado em betoneiras alugadas, ao ferro, etc.

Onde nós queremos chegar com isso? Pense com a gente: oferecer a acessibilidade em hotéis abre a possibilidade de encantar mais pessoas, não só as que normalmente o frequentam. Muitos cadeirantes deixam de frequentar lugares que não oferecem acessibilidade.

Portanto, se é barato e se abre para que mais pessoas frequentem o hotel, a rentabilidade é garantida.

Pequenas mudanças, grandes negócios

Mas a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos vai muito além da mobilidade. Como hoje não há uma regulamentação muito grande sobre a aplicação do símbolo internacional de acessibilidade, muitos hotéis acabam aplicando o que é obrigatório, como 5% de quartos adaptados, e se esquecendo do resto.

Um despertador para surdos raramente passa dos 200 reais, e garante grande autonomia para o hóspede, que com certeza irá preferir o seu hotel. Mudar algum mobiliário de lugar para garantir maior espaço de manobra não custa nada, e organizar as geladeiras de acordo com sinalizações em braille também não.

Todas essas mudanças, que são bem pequenas quando comparadas com mobiliar um quarto e pronto, vão garantir que você fidelize mais clientes e abram uma nova realidade de mercado.

A acessibilidade é garantida por lei

Hoje em dia, a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos já é garantida por lei. Na verdade, estabelecimentos que recebem outras pessoas já são obrigados a seguir a NBR 9050 na concepção do projeto e na execução da obra, sendo que a adaptação dos já existentes também são contempladas.

Os hotéis que já estão construídos devem reservar pelo menos 2% dos seus quartos para pessoas com mobilidade reduzida, sendo que eles devem conter banheiros com barras de sustentação, piso tátil, sanitários adaptados e cama baixa.

Porém, ir além do que a lei estipula é sempre a melhor ideia, como nós ressaltamos ali em cima, especialmente quando vivemos em um mundo cada vez mais digital.

Acessibilidade em hotéis é marketing grátis

Primeiramente, é muito necessário ressaltar que a acessibilidade em hotéis e lugares turísticos é um esforço para a cidadania principalmente, sendo que todos esses tipos de locais no mundo inteiro deveriam ser acessíveis. O problema é o que os hoteleiros encaram como gastos os recursos necessários.

Gasto é uma palavra forte demais para descrever a acessibilidade em hotéis. Tudo o que é investimento é, no fundo, um gasto. Se você constrói dez andares pensando em quantas pessoas pode receber sem pensar nos gastos, porque com a acessibilidade essa situação muda de figura?

O ponto é que, na era digital, onde cada vez mais buscamos os clientes de onde eles estão, ter um hotel acessível é uma poderosa ferramenta de marketing. Os clientes irão procurar o seu hotel pela internet com toda a certeza antes de reservar, e muito provavelmente farão a reserva também online.

Ter fotos de ambientes acessíveis e de como o hotel valoriza essa questão e traz mais garantias de sucesso em fisgar os seus clientes em potencial ainda no momento da busca.

Viu só como a acessibilidade em hotéis é importante e vantajosa? Mas por enquanto só falamos nos interiores, não é? E a área da piscina, como fica? Descubra neste artigo!

10 dicas para você começar a investir em acessibilidade já!

10 dicas para você começar a investir em acessibilidade já!

Investir em acessibilidade é uma necessidade de qualquer empreendimento, tanto para dar a sua contribuição para um mundo mais democrático, onde todas as pessoas podem ir e vir para onde quiserem, quanto para faturar mais.

Faturar mais? Sim! Investir em acessibilidade significa adereçar a um público que, infelizmente, encontra-se muitas vezes com obstáculos para frequentar certos espaços e estabelecimentos.

Dessa forma, investir em nela amplia a clientela de um estabelecimento e o coloca em posição de vantagem para pessoas com mobilidade reduzida: elas vão preferir você, que cria maneiras fáceis de acesso.

Quer começar a investir em acessibilidade agora mesmo? Separamos dez dicas para você começar! Continue a leitura para saber mais!

1 – Planeje bem os caminhos

Investir em acessibilidade não é o mesmo que somente instalar algumas rampas no seu estabelecimento e pronto.

Na verdade, é necessário criar condições para que a pessoa com mobilidade reduzida consiga trafegar pelo espaço sem maiores empecilhos, e para isso, é necessário entender como a sua estrutura funciona.

Procure por posições estratégicas, entenda o fluxo dos seus clientes e insira recursos de acessibilidade de acordo!

2 – Seja abrangente

Não adianta nada instalar rampas e elevadores de acesso e se esquecer do piso tátil.

Da mesma forma, se você coloca avisos em braile indicando onde é o toalete, o próprio deve ser acessível para todas as pessoas.

Pense alto e pense com abrangência! Instale equipamentos para que todos possam se locomover com segurança e facilidade no seu estabelecimento.

3 – Não ignore o digital

Você tem uma página na internet? Muito bom! Mas sabia que há uma forma de investir em acessibilidade no mundo digital?

Você pode instalar aplicativos que leem suas páginas e também contratar agências para narrar seus artigos no blog. Assim, pessoas cegas conseguem se aproveitar de tudo o que você tem a oferecer sem maiores transtornos.

4 – Converse com seu público

Quando o assunto é investir em acessibilidade, nunca é demais conhecer bem as necessidades das pessoas que você procura contemplar.

Se você já possui um ambiente acessível, perceba como é o acesso aos seus recursos e se eles estão dando conta do recado. Converse com as pessoas com mobilidade reduzida e entenda o que elas precisam, onde você precisa melhorar e o que mais você pode fazer.

Quando se trata de investir em acessibilidade, menos nunca é mais!

5 – Procure por situações excludentes

Investir em acessibilidade é um trabalho que nunca acaba. Como dissemos, sempre há espaço para melhorar, e mesmo que você ache que tudo está resolvido, sempre haverá um empecilho para a mobilidade total.

E esse é o objetivo de investir em acessibilidade: o acesso a todos os lugares, sem excessão. Tem uma piscina? Muito bom, mas será que as pessoas com mobilidade reduzida conseguem acessá-la? Qual é a altura dos seus balcões e mesas? Você possui desníveis no estabelecimento?

Fique de olho na sua estrutura e procure investir em acessibilidade de acordo!

6 – Use a empatia

As pessoas com necessidades especiais de mobilidade são, acima de tudo, pessoas. Elas tem os mesmos anseios e necessidades que todas as outras, sendo que o que você oferece em termos de experiência de compra ou desfrute de serviços, deve ser universal.

O banheiro para deficientes é exatamente isso, para deficientes. Ele deve estar em boas condições e, se possível, ser reservado apenas para o uso destes. O mesmo para as vagas, que devem ser controladas para evitar problemas na locomoção, e todos os seus equipamentos.

7 – Entenda o custo benefício

Construir uma rampa pode sair muito caro dependendo da altura do desnível a ser vencido, sendo que uma ideia melhor seria instalar um elevador de acessibilidade.

Avaliar o custo benefício ao investir em acessibilidade não é um pecado: na verdade, ele está relacionado com a sua capacidade de atender a todos dentro do seu orçamento. Os recursos mais simples de instalar, em muitos casos, atendem o cliente tão bem quanto qualquer outro.

8 – Não se esqueça da manutenção

Investir em acessibilidade é ótimo, mas se você não realiza um trabalho de manutenção, todo o seu esforço pode ser em vão.

Veja se a empresa com a qual você trabalha possui um plano de manutenção incluído e como ele funciona, e cobre as rotinas de reparos acordadas. Um equipamento de mobilidade que não funciona chega a ser até pior do que não ter nenhum.

9 – Investir em acessibilidade é com um fornecedor idôneo

Ao investir em acessibilidade, tenha certeza de estar lidando com um fornecedor idôneo, que presta serviços de qualidade e oferece os melhores produtos possíveis.

Não se esqueça que investir em acessibilidade afeta diretamente a segurança das pessoas com mobili

dade reduzida, e qualquer trabalho feito errado pode causar acidentes que você poderia facilmente evitar.

10 – Conheça as melhores maneiras de dar acessibilidade

Você conhece todos os modelos de elevadores de acessibilidade? Sabe operá-los? Será que esse modelo é o melhor para a sua estrutura?

Sempre procure por maneiras alternativas de oferecer o melhor para os seus clientes com necessidades especiais, e esteja por cima dos avanços tecnológicos!

E falando em investir em acessibilidade e segurança, que tal conhecer mais sobre os elevadores de piscina? Veja nosso próximo artigo sobre esse tema no nosso blog!

Projeto de acessibilidade na arquitetura

Projeto de acessibilidade na arquitetura

Entender o projeto de acessibilidade na arquitetura requer um pensamento mais amplo, diferente do que é feito em grande parte das adaptações para pessoas com mobilidade reduzida em estruturas como prédios públicos, áreas residenciais e estabelecimentos comerciais.

Isso se torna evidente inclusive durante esse próprio parágrafo: note que usamos a palavra “adaptação”, que na realidade das pessoas com mobilidade reduzida se traduz em tornar um ambiente muitas vezes intransponível para elas em um com as mínimas condições de locomoção. Esse não deveria ser o objetivo do projeto de acessibilidade na arquitetura.

Pode parecer que estamos falando contra a causa do projeto de acessibilidade, mas na verdade é o contrário. Quer saber mais sobre esse debate? Então continue a leitura!

O projeto de acessibilidade na arquitetura foca na mobilidade

O que muitos profissionais de arquitetura e da engenharia falham em perceber é que não devem haver adaptações para atender as condições mínimas de locomoção das pessoas com mobilidade reduzida: na verdade, todo o design da estrutura deve ser pensada de forma a propiciar essas condições.

Uma andorinha só não faz verão, assim como uma única rampa de acesso não é o suficiente para que o projeto de acessibilidade seja satisfatório. E o espaço dos corredores? E o tipo de piso utilizado? Será que ele é propício para o trânsito com bengalas, muletas ou cadeiras de roda?

O projeto de acessibilidade, quando bem pensado, procura resolver todas as dificuldades das pessoas que podem vir a frequentar aquela localidade, mas não de forma pontual: é necessário ter uma grande abrangência para garantir não apenas condiçõe básicas, mas o conforto de todas as pessoas, com mobilidade reduzida ou não.

E é aí que entra um conceito interessante, que procura ir além da concepção do projeto de acessibilidade: o desenho universal. Continue lendo para descobrir o que ele é!

O que é o Desenho Universal?

Ao final da segunda guerra mundial, a população americana que apresentava mobilidade reduzida cresceu consideravelmente, principalmente devido aos ferimentos de guerra. Quando esses veteranos voltaram para casa, descobriram que grande parte das estruturas não contemplava o uso de muletas, bengalas ou cadeiras de rodas, e não havia nenhum tipo de auxílio de locomoção para pessoas cegas pela rua.

Assim, nessa época foi criado o Desenho Livre de Barreiras, que mais tarde passou a se chamar o Desenho Universal. O Brasil abraçou essa iniciativa com o seu boom de crescimento urbano nos anos sessenta, e hoje em dia o Desenho Universal é o principal norteador do projeto de acessibilidade na arquitetura.

A própria ABNT se baseou nos seus preceitos para a elaboração da NBR 9050, que regula o projeto de acessibilidade na engenharia. Porém, mesmo com os esforços feitos, as recomendações do Desenho Universal não são todas seguidas à risca.

uso equitativo, flexibilidade no uso, uso simples e intuitivo, informação perceptível, tolerância ao erro, baixo esforço físico e tamanho e espaço para aproximação e uso.

O projeto de acessibilidade que se pauta inteiramente no desenho universal apresenta sete guias principais. São elas:

  • Uso Equitativo: o entendimento que todos devem ser capazes de se movimentar sem barreiras;

  • Flexibilidade no uso: a criação de várias opções para as mais variadas limitações;

  • Uso simples e intuitivo: é a facilidade de usar as soluções do projeto de acessibilidade de forma intuitiva, sem precisar de instruções para entender como a estrutura funciona;

  • Informação perceptível: é a sinalização adequada das opções de mobilidade dentro do projeto de acessibilidade;

  • Tolerância ao erro: a possibilidade de errar sem ter riscos à integridade física do usuário;

  • Baixo esforço físico: é a opção de não ter que realizar muito esforço para utilizar um item do projeto de acessibilidade;

  • Espaço para aproximação e uso: diz respeito ao espaço suficiente para se locomover e utilizar as soluções de acessibilidade;

 

A tecnologia no projeto de acessibilidade

Hoje em dia, já fizemos muitos avanços no campo tecnológico capazes de oferecer grandes vantagens ao projeto de acessibilidade. Uma delas é o elevador de acessibilidade.

Podendo ser inserido em qualquer estrutura e em espaços reduzidos, o elevador de acessibilidade é capaz de vencer desníveis com facilidade e, principalmente, sem muitos gastos para o proprietário.

Incluir o elevador no seu projeto de acessibilidade, na época em que vivemos, não é apenas uma questão de querer inserir a pessoa com mobilidade reduzida: é um esforço cidadania e respeito, principalmente pelas facilidades que ele traz sem custos ou manutenção elevada.

Se quiser saber mais a respeito dessas soluções para o seu projeto de acessibilidade, não deixe de conhecer a JE Elevadores. Somos especialistas no assunto e trabalhamos todos os dias para oferecer o melhor para o seu projeto de acessibilidade.

E para mais conteúdo relevante como esse, não deixe de seguir o nosso blog, ok? Até a próxima!

Os benefícios de projetos de acessibilidade na construção civil

Os benefícios de projetos de acessibilidade na construção civil

A acessibilidade na construção civil é algo de extrema importância, por se tratar de algo que afeta diretamente na vida de centenas de milhares de pessoas pelo Brasil. Os avanços na popularização nesses projetos são tímidos, mas já mostram grandes possibilidades.

Não investir em acessibilidade na construção civil é um problema sério, que atrapalha a vida de muitas pessoas com mobilidade reduzida por todo o país. Mas para além da questão de cidadania, na construção civil oferece a possibilidade de explorar um mercado em expansão e pouco aproveitado por muitas construtoras.

Quer saber quais são os benefícios dos projetos de acessibilidade na construção civil? Neste artigo dizemos quais são, tudo o que você precisa fazer é continuar lendo. Vamos com a gente?

A conscientização e a empatia através da acessibilidade

Nós já deixamos claro em vários artigos do nosso blog que a acessibilidade na construção civil é um dever de cidadania que todo profissional da área deve apoiar e realizar nos seus projetos.

A população que possui alguma dificuldade de mobilidade aumenta a cada dia, ao mesmo tempo em que a sua expectativa de vida também fica mais alta na medida em que a qualidade de vida melhora e avanços na medicina são atingidos.

Com isso, para exercer nosso papel como cidadãos empáticos e responsáveis com as necessidades de locomoção de todas as pessoas, são necessários avanços na acessibilidade dentro do âmbito dos projetos, algo que depende do próprio engenheiro, projetista ou arquiteto para se tornar real.

A exploração de um mercado em expansão

Para o consumidor final, às vezes pode ser complicado realizar adaptações na sua casa para melhorar a sua mobilidade por questões financeiras. E também há outra dificuldade: em muitos condomínios residenciais há regulamentações que impedem o morador de realizar reformas extensas para a instalação dessas soluções. O que fazer, então?

A solução mais comum nesses casos, para a pessoa com mobilidade reduzida, é procurar uma casa ou apartamento que já possua esses recursos instalados e funcionando corretamente. Assim, ela economiza ao mesmo tempo em que tem tudo o que precisa para se locomover perfeitamente.

Percebeu a oportunidade de mercado? A falta de soluções de acessibilidade na construção civil torna rentável investir, e os custos para a instalação de equipamentos de acessibilidade são muito pequenos quando comparados com toda a estrutura do imóvel.

Valorização da estrutura

A acessibilidade na construção civil tem outro grande benefício, um que atrai investidores conscientes e com o olho no futuro: a valorização da estrutura.

Justamente por se tratar de um investimento com amplo mercado, um imóvel que se utiliza de recursos de acessibilidade valoriza-se com maior velocidade e certeza.

Além disso, a acessibilidade na construção civil muito provavelmente se tornará padrão nos imóveis do futuro, pois o debate que passa pelos engenheiros e arquitetos avança dentro das universidades e das construtoras e o clamor por mudanças oriundo dessa parcela da população somente se torna mais alto.

Assim, é seguro dizer que na construção civil é uma forma de se preparar para um futuro que não tarda a chegar.

Ampliação da clientela

Para estabelecimentos comerciais, ter formas acessíveis para que pessoas com mobilidade reduzida consigam entrar na loja é exatamente o que você está imaginando: uma maneira de ganhar novos clientes.

Quando se investe em elevadores ou rampas de acesso para o estabelecimento, a parcela da população normalmente excluída desses locais passa a fazer compras na sua loja, pois ela é inclusiva e assertiva nos recursos de acessibilidade na construção civil.

Estar de acordo com a legislação

A legislação brasileira, por meio da NBR 9050 de 1983, já contempla a acessibilidade na construção civil. Para fortalecer a acessibilidade, em 2000 foi instaurada a Lei 10.098, que torna obrigatórios os recursos de acessibilidade em novos empreendimentos imobiliários.

Dessa forma, a acessibilidade na construção civil é muito mais do que uma simples recomendação ou um esforço de cidadania tão somente, mas sim algo exigido por lei.

A fiscalização no Brasil anda, assim como os esforços na criação de ambientes com acessibilidade, muito tímida, e grande parte dos novos empreendimentos simplesmente ignora essa lei.

Para se adequar a ela e estar preparado para o futuro ao mesmo tempo em que se exercita a empatia e a coletividade, é importante que a acessibilidade na construção civil seja uma grande preocupação na hora de elaborar um projeto.

Quer saber como se apresenta a acessibilidade na construção civil? Conhecer opções com ótimo custo benefício e uma empresa idônea para fazer a instalação? Tudo isso você encontra na JE Elevadores. Venha nos conhecer!

E depois de explorar nosso catálogo, não deixe de visitar nosso blog para mais artigos sobre acessibilidade na construção civil!