Acessibilidade no ambiente escolar: entenda a importância, desafios e como aplicar

Acessibilidade no ambiente escolar: entenda a importância, desafios e como aplicar

A acessibilidade no ambiente escolar é um assunto que nunca deveria sair de pauta. Isso porque mesmo quando atingirmos um patamar de inclusão total, ainda há muito o que fazer para tornar tudo ainda mais fácil, cômodo e adequado.

A questão é que aqui no Brasil nós estamos muito longe de atingir esse patamar. Na verdade, nós temos problemas em seguir as mais básicas recomendações da Lei de Acessibilidade nas escolas.

Em espaços como a escola, que recebe alunos de todas as esferas sociais e de todo tipo de perfil, é natural esperar que em algum momento pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida eventualmente vão aparecer por lá. É natural e lógico que as estruturas para o seu melhor aproveitamento estejam lá, esperando por elas.

A questão é que a acessibilidade no ambiente escolar não é tão simples assim. Existem vários pontos que precisam ser trabalhados, envolvendo comunicação, deslocamento, aproveitamento dos espaços, sistemas de avaliação, dentre outros. É sobre isso que falamos no artigo de hoje. Vamos ver?

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A acessibilidade no ambiente escolar começa com a comunicação

Muito mais importante do que até o próprio deslocamento, a comunicação lida diretamente com a mensagem transmitida em sala de aula. A escola existe para convívio e ensino, ambos de grande importância, mas o ensino é ainda mais. É necessário um esquema de inclusão começando por aí, na maneira com que as aulas são ministradas.

Primeiro, o básico: se há crianças surdas, um intérprete de LIBRAS deve ser contratado pela escola para fazer a tradução simultânea. Da mesma forma, crianças com deficiências cognitivas precisam de acompanhamento de professores habilitados a tratar com elas.

Para crianças cegas, materiais didáticos em braille são simplesmente necessários. A escola que oferece esse sistema está melhor colocada para trabalhar a acessibilidade no ambiente escolar.

O ensino também é parte fundamental

É assim que se começa, mas dá para ir mais além. A tecnologia já é protagonista na vida de todos nós hoje, por que não seguir para a sala de aula? O uso de projetores interativos é um exemplo: ele facilita a inclusão de alunos incapacitados de comparecer à lousa e quebra o tabu de que eles “não estão participando”.

Dentro do próprio ensino, também há muito a ser feito. A inclusão de atividades que estimulam todos os sentidos e competências já é currículo, mas suas adaptações para pessoas com deficiência não. Seja criativo, invente algo que trabalhe competências como:

  • A própria LIBRAS;

  • A consciência espacial;

  • O movimento corporal;

  • A fala;

  • A extroversão;

E muito mais. Acessibilidade no ambiente escolar é extremamente importante, mas também é bem profunda para quem quer se jogar de cabeça.

Acesso é mais do que a lei de acessibilidade requer

Se você procurar ao longo da ABNT NBR 9050, é pouco provável que vá achar muito sobre os acessos para a escola. É garantido que você encontra informações sobre a acessibilidade nas escolas, e pouco sobre elas.

Investimentos foram feitos pelo Governo Federal e até continuam sendo feitos hoje em dia, mas em escala cada vez mais reduzida. Mesmo assim, quando o governo investe, são normalmente as escolas estaduais e municipais que se beneficiam.

O transporte escolar acessível deve ser direito de todos os que precisam. Não adianta a escola inteira estar acessível se o aluno não consegue chegar lá. Se você quer se destacar em relação à acessibilidade no ambiente escolar – e com isso elevar o prestígio da sua escola à níveis bem altos – precisa considerar o transporte.

Se pararmos para analisar, a função da escola é educar. Ela é o refúgio principal do aluno, que passará anos e anos aprendendo para se tornar um bom cidadão. As crianças dependem dela. Se alunos não estão conseguindo chegar, a responsabilidade em si não é da escola, mas a moralidade pede um esforço da parte dela.

E não é só contratar um ônibus adaptado: para trabalhar verdadeiramente a acessibilidade no ambiente escolar, é necessário um trabalho mais extenso. Monitores devem acompanhar a viagem, monitores esses que precisam se comunicar bem com as crianças. Nisso podemos incluir a LIBRAS e até treinamentos para lidar com deficiências cognitivas.

O mesmo vale para o motorista. Transformar a viagem em uma experiência comum, típica da infância, é o trabalho da escola preocupada com a acessibilidade no ambiente escolar.

Arquitetura de acordo com as leis de acessibilidade

Nós já tratamos extensivamente sobre as leis de acessibilidade ao longo do nosso blog. Já tratamos da acessibilidade em eventos, já falamos sobre as normas a serem seguidas nos condomínios, em áreas de lazer pela cidade, etc. Se o assunto é normas e leis de inclusão, pode ter certeza que nós já falamos sobre.

Acessibilidade no ambiente escolar

Mas ainda assim é extremamente necessário ressaltar a importância e o impacto que uma arquitetura focada na acessibilidade no ambiente escolar tem e provoca. Estamos lidando com crianças, e as crianças precisam das condições mínimas para aproveitamento da aula. Imagine se, ao chegar para estudar, os alunos percebessem que a sala não tem cadeiras?

Essa é a realidade de pessoas com deficiência quando não encontram acessibilidade no ambiente escolar. As condições mínimas não existem.

O melhor para trabalhar a inclusão no ambiente escolar é começar pelo mobiliário além das mesas e carteiras. Ele é realmente necessário? As mesas, armários e outras peças podem ser facilmente removidas para que o espaço fique maior e crianças cegas possam circular com maior confiança.

Outra questão: os banheiros. É necessário que adaptações sejam feitas de acordo com a NBR 9050. Esse ponto é básico, e um dos mais procurados em fiscalizações arquitetônicas.

Pisos táteis também são ótimas ideias, especialmente para crianças cegas. Elas dependem severamente dessas estruturas para se guiar para as outras partes da escola.

As adaptações são muitas para citar nesse finalzinho de artigo. O melhor a se fazer é estudar a NBR 9050 em conjunto com as outras leis para ter certeza de que seus esforços estão seguindo no caminho certo.

Vamos continuar a conversa no próximo artigo sobre acessibilidade nas escolas? Garantimos que ainda tem muito pra ser dito. Vem com a gente! 

Acessibilidade em eventos: saiba por que é importante e como se adaptar

Acessibilidade em eventos: saiba por que é importante e como se adaptar

Acessibilidade em eventos é um assunto seríssimo. Se você tem uma produtora ou sua empresa vai ser host de um evento, mesmo que de pequeno porte, é necessário considerar que pessoas com deficiência e mobilidade reduzida vão estar lá. Elas precisam de acomodações especiais para aproveitar o que você irá transmitir.

E quando falamos em acomodações, não estamos necessariamente falando só de espaços reservados em posição privilegiada, acessos em salas, etc. Deve haver toda uma estrutura acessível, a experiência do evento deve ser respeitada acima de tudo. Em poucas palavras, o evento deve se esforçar para ser igual a todos.

O que acontece é que, na maioria das vezes, as pessoas não sabem muito bem o que é definido por lei, e acabam esquecendo de pontos importantes que não são tão evidentes assim. É claro que você precisa ter banheiros adaptados, mas você sabia que a  acessibilidade em eventos também contempla o uso de intérpretes de libras durante palestras?

Pois é. Essas questões de acessibilidade em eventos podem passar despercebidas, e isso vai impactar diretamente na experiência. Para não encontrar problemas, elaboramos neste artigo um guia para te auxiliar nessa trajetória. Vamos ver?

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Quantas pessoas com deficiência seu evento terá?

Você conseguiria estimar? Segundo o Censo de 2010 do IBGE, cerca de 24% da população é composta de pessoas com deficiência. Se contarmos as com mobilidade reduzida – permanentemente ou temporariamente -, o número cresce ainda mais. Quantas pessoas seu evento terá?

Pense nisso. Quantas ele terá de verdade? 100 pessoas? Então pode ser que 20 delas tenha alguma dificuldade na locomoção. Dependendo do grau de inclusão do seu evento, essas pessoas podem ter sua experiência comprometida.

Esse número provavelmente é maior do que você realmente vai encontrar na realidade, mas ele só expressa a realidade brasileira. É preciso pelo menos estar preparado para oferecer um fluxo harmônico de pessoas oferecendo acessibilidade em eventos. É melhor sobrar do que faltar, diz o ditado, e ele nunca esteve tão certo.

Como garantir acessibilidade em eventos?

O primeiro passo é planejar a acessibilidade em eventos. Comece com o mais básico: se você está pensando em financiar ou idealizar um evento e não é da área de acessibilidade, encaminhe esse artigo para o seu produtor. Mostre que você tem interesse em aplicar os conceitos que vamos explorar e cobre a inclusão desde o primeiro projeto.

Depois, vamos pensar nas denominações. Pessoas com deficiência são aquelas que, por algum motivo, possuem perda de funções e/ou estruturas do corpo. Isso se manifesta de várias formas: surdez, cegueira, perda de movimentos, etc.

Pessoa com mobilidade reduzida é exatamente o que seu nome diz: aquelas que, por algum motivo, possuem redução das funções de movimentação. Aí podem se incluir cadeirantes, que podem também ser pessoas com deficiência, mas eles não são os únicos. Gestantes são pessoas com mobilidade reduzida. Idosos também. Até crianças mais novas.

Agora você está com o mindset voltado para a acessibilidade em eventos! Qual é o próximo passo?

Planejando acessos para pessoas com deficiência

A acessibilidade em eventos começa antes de escolher o local. O ideal é que você pense no transporte facilitado para todos, com área bem servida de pontos de ônibus e em local próximo dos centros residenciais da cidade.

Acessibilidade em eventos

Chegando ao evento, primeiro pense nos desníveis. Do acesso do estacionamento até a sede do evento, há desníveis consideráveis? Veja que quando pensamos em consideráveis, estamos seguindo a NBR 9050, que estipula desníveis mínimos de 5mm como aceitáveis, mas acima disso, não.

Rampas de acessibilidade em eventos já são praticamente básicas. Elas precisam ter no mínimo 1,50m de largura – que é a largura mínima dos seus corredores também – e ter guarda corpo, corrimão e sinalização. Para não errar, é só procurar por desníveis sem rampa. Eles existem? Pois não deveriam.

Piso tátil também é absolutamente necessário, sendo que os interiores podem ser decorados com adesivos com indicações. Não se esqueça que eles devem estar presentes em portas, degraus, desníveis de qualquer espécie, elevadores, etc. O ideal mesmo é ter cobertura no evento inteiro, se possível.

Fique de olho nas inclinações para rampas: elas variam conforme a altura do desnível a ser vencido! Para lidar com a incerteza, também é possível a instalação de rampas de acessibilidade. Elas se tornam inclusive necessárias em algumas venues, onde não há a possibilidade de simplesmente construir uma rampa.

Áreas de acessibilidade em eventos

Além dessas questões de acesso – que nós só exemplificamos, o ideal é ler e interpretar a NBR 9050 – também é necessário planejar uma área exclusiva para garantir autonomia e acessibilidade máxima às pessoas.

Essa área deve contar com intérprete de Libras próximo ou com uma boa visão desse profissional. Também recomenda-se um colaborador acostumado a acompanhar cegos em casos de necessidade audiovisual do conteúdo exposto.

Separe áreas para cadeirantes em posições privilegiadas, reservando no mínimo 50 metros quadrados, e corredor na frente e atrás para circulação.

Eventos devem seguir as regulamentações de espaços públicos e privados de performance, como casas de shows, cinemas, teatros, etc. Portanto:

  • Se você tem 25 assentos: 1 deles é reservado para pessoas com mobilidade reduzida, 1 para pessoas obesas e deve haver 1 espaço para cadeirantes;

  • 25 a 50 assentos: idem, mas com 2 espaços para cadeirantes;

  • 51 a 100 assentos: idem, mas com 3 espaços para cadeirantes;

  • de 201 a 500: 2% dos assentos para cadeirantes, 1% para os outros;

Daí pra cima, as porcentagens vão aumentando e se transformando em assentos fixos mais taxas de sobreposição da quantidade total de assentos. Consulte a NBR 9050!

Adaptações gerais

Na verdade, “adaptações” é uma palavra complicada de se usar. Na verdade, você só está criando uma experiência inclusiva para todos. Você não diz que fez uma “adaptação” quando, por exemplo, colocou um sinal de “Saída” comum em uma porta.

A acessibilidade em eventos não precisa estar reservada ao que a lei diz. Você pode inovar gastando bem pouco e ainda oferecendo a melhor experiência para todos, algo que deve ser sempre o seu maior princípio norteador no evento.

Contrate intérpretes de Libras e os deixe “patrulhando” o evento. Instrua aos seus seguranças para que eles guiem pessoas para áreas de acessibilidade. Distribua folhetos do evento em Braille. Esteja próximo e sempre presente.

A acessibilidade em eventos se faz assim. Não é só respeitar a lei, é buscar oferecer o melhor sempre, é ter empatia e respeito por todas as pessoas.

Mas como nós falamos, em muitos casos não adianta querer contratar uma venue e simplesmente fazer uma rampa. Não dá, o trabalho é longo e o investimento não vai ser para você. Nesse caso, você irá precisar da empresa de elevadores de acessibilidade certa. Vamos conhecer suas características?

Qual a responsabilidade da arquitetura no projeto de acessibilidade

Acessibilidade em piscinas para fisioterapia: saiba as vantagens

Acessibilidade em piscinas para fisioterapia: saiba as vantagens

Na fisioterapia, a acessibilidade em piscinas é de fundamental importância. Seu primeiro pensamento, provavelmente, é o ponto de vista do usuário, não é? Sim, quem vai participar da sessão de fisioterapia realmente precisa de acessibilidade, mas o elevador apresenta outras oportunidades relacionadas ao próprio negócio.

Acessibilidade em qualquer lugar é de extrema importância. No passo em que caminhamos, com cada vez mais discussões sobre espaços acessíveis e o desenho universal, veremos transformações drásticas em vários ambientes do nosso cotidiano. A piscina é um dos que já está passando da hora de se transformar em acessível.

Neste artigo, vamos tratar um pouco mais sobre a acessibilidade em piscinas olhando pelo lado da fisioterapia. Esse trabalho tão importante se torna mais inclusivo e respeitoso com um elevador. Vamos saber mais?

A fisioterapia em piscinas

A hidroterapia ou fisioterapia aquática, como é conhecida a fisioterapia feita em piscinas, possui grandes vantagens para o corpo. Por não apresentar carga, a lesão é estimulada apenas por exercícios pontuais, e não é estimulada a um ponto que cause dor.

A própria pressão hidrostática da água – que luta com a gravidade e eleva o corpo – promove melhor circulação e alívio de dores na região da lesão ou, da área a ser estimulada. Mesmo com limitações óbvias, como o tempo maior até resultados aparecerem, a hidroterapia é amplamente utilizada para casos onde a cirurgia pode não ser a melhor opção.

Acessibilidade em piscinas

A questão é que a hidroterapia é utilizada por vários tipos de lesões. Justamente por algumas delas causarem limitações de mobilidade, a acessibilidade em piscinas deve ser estimulada.

Acessibilidade em piscinas e a hidroterapia

A acessibilidade em piscinas é muito necessária para casos onde a pessoa que a realiza apresenta algum nível de dificuldade em se locomover. Nesse caso, o ideal é contar com apoio em duas frentes: com nadadores auxiliando a pessoa a entrar na piscina e, é claro, estruturas ou sistemas que permitam a transferência.

Esses sistemas podem apresentar variações e inovações dependendo da estrutura, mas os mais comuns são de longe os elevadores de piscina com assento, as plataformas de descida e as rampas de concreto armado.

Vamos falar um pouco das rampas. Ainda que degraus submersos com uma largura maior sejam funcionais em alguns casos, eles limitam cadeirantes a entrar na água. A rampa de acessibilidade em piscinas com piso antiderrapante já consegue ser mais inclusiva, mas em alguns pontos nem tanto. Se ela for muito extensa, o trabalho de atravessá-la pode ser difícil para pessoas com graus médios de dificuldade de locomoção.

Então qual é a melhor alternativa?

Elevadores de acessibilidade em piscinas

Os elevadores de acessibilidade em piscinas permitem um uso mais democrático, pois contemplam qualquer situação. O único requerimento para seu uso é que a pessoa possa ficar sentada.

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Isso elimina absolutamente riscos à integridade física da pessoa, algo que pode inclusive ser uma condição frequente, ou seja, toda vez que a pessoa usar uma rampa ou degraus na piscina ela pode se machucar.

Com os elevadores de acessibilidade para piscinas, tudo se torna mais fácil e seguro. A transferência para a água deve ser supervisionada sempre, sendo que o elevador baixa a uma posição segura para promover o auxílio de supervisor dentro da piscina.

E justamente por ser tão inclusivo, há ainda a questão que extrapola o usuário…

Agregando valor ao negócio

Os elevadores de piscina promovem a valorização do seu negócio de um jeito muito simples. Se eles estão lá e em outros locais não, sua piscina se torna instantaneamente universal, sem limitações.

Isso é extremamente valoroso em um cenário de fisioterapia aquática. A segurança e o fim do embaraço de ser levado por uma rampa ou degraus falam alto na hora de fechar o negócio. Isso sem contar na independência, já que o elevador de piscina pode ser operado pelo próprio passageiro.

Pessoas idosas, cadeirantes, gestantes e com mobilidade reduzida em diferentes graus possuem no elevador um aliado discreto e elegante para entrar na água. Isso não se encontra em qualquer lugar, e justamente por isso torna o estabelecimento que emprega os elevadores os “reis” da acessibilidade em piscinas.

Mas não adianta nada falar dos elevadores de acessibilidade em piscinas sem falar do preço, não é? Então, que tal saber qual é o investimento necessário para a instalação? Venha fazer um orçamento rápido!

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Acessibilidade para deficientes na área da saúde

Acessibilidade para deficientes na área da saúde

A acessibilidade para deficientes deve estar presente em qualquer lugar, desde a rua até os prédios, públicos ou privados. Ter boa acessibilidade diz respeito à cidadania, e todos os esforços devem ser direcionados para a inclusão total de todas as pessoas.

Isso é lei. Desde 2004, todos os empreendimentos devem levar a ABNT NBR 9050 em consideração na hora de construir ou reformar ambientes abertos ao público. Isso é ainda mais importante quando tratamos da área da saúde, com estruturas como hospitais e unidades básicas de atendimento, como os postinhos e as UBS.

Neste artigo, vamos elaborar um pouco mais sobre a acessibilidade para deficientes e mobilidade reduzida na área da saúde, mostrando o que precisa ser feito para que os direitos de todos os cidadãos sejam respeitados. Vamos ver?

Acessibilidade para deficientes no caminho à unidade de saúde

Antes de efetivamente chegar à unidade de saúde, a pessoa com deficiência precisa de equipamentos urbanos específicos para conseguir se locomover com segurança e independência. Nos arredores da unidade de saúde, a recomendação é que, em conjunto com o Departamento de Trânsito da cidade, seja criada uma rota acessível.

Acessibilidade para deficientes no caminho à unidade de saúde

Essa rota é definida por um caminho único, desobstruído e sinalizado que leva até a unidade de saúde. Nisso, podemos destacar o piso tátil, calçadas sem buracos e até mesmo uma convergência das ruas e avenidas para uma principal, que conecta a cidade à unidade.

Também recomenda-se a instalação de semáforos com avisos sonoros ao invés de apenas visuais. Com isso, a acessibilidade para pessoas com deficiência se torna ainda mais abrangente. Também é importante adaptar pelo menos um acesso ao transporte público – aliás, um para cada modalidade.

Para quem vem de carro, a vaga exclusiva já é padrão quando falamos de acessibilidade para pessoas com deficiência. 2% do número total de vagas deve ser exclusivo, assim como 5% para pessoas idosas.

Equipamentos urbanos para permitir maior mobilidade

E se o que a gente disse parece muito, ainda tem muito o que uma unidade de saúde deveria oferecer em termos de acessibilidade para pessoas com deficiência. Em conjunto com a prefeitura e o departamento de trânsito, adaptações devem ser criadas para o mobiliário urbano: postes, orelhões, lixeiras, etc.

A largura mínima para a transposição de um poste é de 0,80 metros. Isso significa que o poste deve estar em uma posição em que 0,80 metros devem ser necessários para circulá-lo e prosseguir o caminho. Isso garante a rota acessível de que estávamos falando.

As lixeiras também precisam estar suspensas ao longo do percurso e nos arredores da unidade de saúde, evitando acidentes e trombos.

Mas até agora só estamos falando do acesso à unidade de saúde. Que tal falarmos mais sobre a acessibilidade para deficientes dentro da própria estrutura?

Acessibilidade para deficientes dentro da unidade de saúde

As rotas acessíveis não param quando a unidade de saúde começa. Na verdade, elas circulam seu interior e saem mais uma vez para a rua, e seguem até o ponto de acesso mais próximo ao transporte público. Às vezes ela segue até avenidas de ligação, garantindo que pessoas com deficiência possam fazer o trajeto de volta pra casa sozinhas e com independência.

Ao entrar na unidade de saúde, é importante pensar nos desníveis. Eles devem ser vencidos com rampas ou com os elevadores de acessibilidade, soluções mais seguras e modernas.

Nas catracas para o acesso, deve haver pelo menos um portão para que pessoas com deficiência possam passar sem dificuldades. A catraca limita a movimentação e é uma inimiga da acessibilidade para deficientes.

Acessibilidade para deficientes dentro da unidade de saúde

Entrando na unidade de saúde, as portas devem conter vão livre de pelo menos 0,80 m, espaço suficiente para que cadeirantes e pessoas portadoras de outras deficiências consigam manuseá-las. A altura mínima é de 2,10 m. Isso vale tanto para portas de acesso quanto para elevadores.

Na parte inferior, é recomendado que essas portas possuam guardas inferiores e nos batentes para absorver o impacto de bengalas, cadeiras e andadores. Acionamentos manuais devem estar a 0,90 m ou 1,10 m do piso acabado no mínimo.

Escadas e corrimãos

As escadas no interior da unidade de saúde devem conter corrimãos nos dois lados sempre. Se houver degraus, deve haver corrimão. Eles precisam estar a duas alturas, 0.92 m e 0,70 m do piso, medidos da face superior dos corrimãos.

A largura dos corrimãos deve ser de 3,5 a 4 centímetros, sendo feitos preferencialmente sem arestas vivas para não machucar os usuários.

Todos os degraus devem possuir sinalização tátil nas suas extremidades também para evitar acidentes. Elas devem ser em cores contrastantes com o piso e possuírem largura entre 0,25 m e 0,60 m.

Os sanitários

Como todos os sanitários em espaços públicos ou com grande concentração de pessoas, os da unidade de saúde precisam estar adaptados.

A razão é de uma cabine para cada gênero, sendo que eles precisam conter barras de apoio, sanitário adaptado e porta que separa o resto do ambiente da própria cabine de acessibilidade para deficientes.

Essas são apenas poucas recomendações, um compilado de informações de várias leis, normas técnicas e estatutos. Você consegue conferir o documento base, criado pela Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos das Pessoas com Deficiência e a Secretaria Nacional de Direitos Humanos, seguindo este link.

Agora que já ilustramos um pouco mais sobre a situação da acessibilidade para deficientes na área da saúde, que tal falarmos um pouco sobre o lazer? Vamos continuar a conversa no próximo artigo!

E-book: Acessibilidade na construção civil: importância dos projetos e a responsabilidade

Guia para escolher o elevador de acessibilidade para sua casa

Guia para escolher o elevador de acessibilidade para sua casa

Agora é a hora de instalar um elevador de acessibilidade na sua casa. Você começa pesquisando alguns preços, entendendo como funciona o sistema de manutenção da maioria das empresas e pronto, já se decidiu. Tudo pronto? Bem, nem tanto. Agora é que surgem as perguntas mais importantes.

Onde instalar o elevador de acessibilidade? Qual é o modelo mais recomendado? Será que no ambiente há lugar para a casa de máquinas? Será que essa é a parede mais recomendada?

Se essas são as suas maiores perguntas, não precisa se desesperar: é nesse artigo que suas dúvidas vão ser sanadas. Está duvidando? Então vamos prosseguir para a leitura agora mesmo!

Projetar o elevador de acessibilidade antes ou depois da obra?

Bom, tudo depende de você mesmo. É possível já projetar o edifício antes e inserir o elevador de acessibilidade no projeto ou deixar para depois. A maior diferença mesmo é no seu transtorno por conta da reforma, que mesmo não sendo muito extensa, ainda é uma pequena obra.

Orçamento de um elevador de acessibilidade | JE Elevadores

Se você decidir por instalar o elevador de acessibilidade durante a obra, deve encontrar um ponto onde seja possível embuti-lo na parede ou um local sem obstruções verticais para o seu trajeto. Não há pré requisitos além do pé direito, que pede um mínimo de 2,70 metros. O poço é bem pequeno, e vários modelos dispensam a casa de máquinas, mais necessária em elevadores comerciais, de grande carga.

Agora, se você optar por instalar o elevador de acessibilidade depois da casa já estar pronta, também não há nenhum impedimento. Nesse caso, sua maior preocupação deve ser com o espaço livre para a instalação. Dependendo do modelo que você escolher, será necessário fazer uma pequena escavação, mas nada muito complicado. O poço, em muitos casos, funciona até para a sua própria segurança.

Então não importa se você quer incluir o produto no projeto ou não: ele ainda vai se encaixar perfeitamente na sua casa. Mas onde?

Instalar o elevador de acessibilidade dentro de casa

O que queremos dizer aqui é que, no modelo de instalação no interior da casa, todo o equipamento fica por dentro da residência. Não há nenhuma parte dele que fica de fora, e todo o trajeto do passageiro é feito debaixo do mesmo teto!

Nesse caso, o que a maioria das pessoas fazem é instalar em uma posição mais próxima da escada. Mas ao mesmo tempo, desde que você tenha pelo menos o pé direito mínimo e o espaço para a instalação do seu modelo de preferência, é possível colocá-lo em qualquer lugar.

Se há espaço de sobra e você está projetando o elevador junto com a casa, um ótimo toque para o design de interiores é erguer algumas paredes ao seu redor e criar um elevador “embutido”.

Se o espaço está muito reduzido e o desnível nem é tão grande assim, talvez o melhor a se fazer é optar por uma plataforma de acessibilidade, mais simples e de dimensões muito mais reduzidas. Nesse caso, não há necessidade de reformas, escavações e instalações muito demoradas.

Colocando o elevador “pra fora”

Se não há nenhuma maneira de colocar o elevador de acessibilidade inteiro dentro de casa, também não há problema. A maior parte da sua estrutura também pode ser instalada do lado de fora, e se você for alguém que gosta da sua vista, pode inclusive pedir um elevador panorâmico.

Nesses casos, normalmente só a porta do elevador é visível do lado de dentro. Quando você entra, tecnicamente está do lado de fora. Isso é muito vantajoso para quem não está encontrando aquele espaço dentro de casa, ou acha que um elevador de acessibilidade, equipamento pesado, não cabe no meio da sala de estar.

Vencendo os desníveis do exterior

Tudo bem, até agora falamos basicamente de elevadores de acessibilidade que vão dentro de casa ou que são usados para vencer desníveis no interior, mesmo que sua estrutura esteja do lado de fora. Mas e para vencer escadas no jardim, garagem ou varanda?

Nesses casos, o elevador de acessibilidade não é a melhor recomendação. O melhor é trabalhar com a plataforma elevatória, equipamento mais simples que mencionamos anteriormente. Elas são simples de montar e, no caso das que já vem pré-montadas – produto que a JE Elevadores já oferece – você mesmo consegue fazer a instalação.

Então, desníveis pequenos e do lado de fora precisam não de um elevador de acessibilidade, mas de uma plataforma. Conheça a diferença para não errar!

Ficou um pouco confuso com os modelos que apresentamos? Quer saber mais sobre como instalar um elevador de acessibilidade? Não tem problema. Temos as respostas pra você nesse artigo mais aprofundado. Vamos ver?

Como escolher empresas fabricantes de elevadores de acessibilidade de qualidade

Como escolher empresas fabricantes de elevadores de acessibilidade de qualidade

As empresas fabricantes de elevadores de acessibilidade não são famosas nem possuem o glamour de grandes marcas. Você não duvida da Unilever porque a conhece e consome seus produtos há anos, então há uma relação de confiança implícita muito bem estabelecida aí.

O problema é que, como as empresas fabricantes de elevadores não são tão conhecidas assim, talvez você nunca nem tenha ouvido falar nas que está procurando. Como saber se elas são confiáveis? Como fiscalizar o serviço sendo prestado?

É isso o que você descobre neste artigo, com um antes e depois da escolha. Quer saber mais sobre como escolher a melhor dentre todas as empresas fabricantes de elevadores? Então vamos com a gente!

Ao escolher as empresas fabricantes de elevadores

Na hora de escolher dentre as empresas fabricantes de elevadores, não dá pra ser levado só pelo preço. Na verdade, é bom pensar que você está fazendo um investimento voltado para a sua família e para as pessoas que você ama, então a economia não deve ser o seu maior foco.

Na verdade, seu maior compromisso deve ser com a qualidade dos produtos e dos serviços. Veja algumas dicas neste tópico!

Pesquise bem

Os elevadores estão entre os meios de transporte mais seguros do mundo quando bem instalados. Mas veja bem: quando bem instalados.

É exatamente por isso que escolher as melhores empresas fabricantes de elevadores para fazer seus orçamentos é fundamental. E em um segmento onde as mais conhecidas não trabalham com acessibilidade, você terá que pesquisar bastante.

Alguns métodos de pesquisas que podem te ajudar são:

  • O Reclame Aqui;

  • A página de avaliações da empresa no Facebook (se não tiver, desconfie);

  • As fotos da empresa no Google;

  • Avaliações de antigos clientes;

  • Se o site é bem construído;

  • Se o site dá informações técnicas do produto.

Dentre outras.

Desconfie de preços discrepantes

Se o preço de uma das empresas fabricantes de elevadores que você está sondando está muito abaixo das demais, só há uma conclusão a se extrair: eles cortam custos em algum ponto.

Isso não é necessariamente ruim, o problema é você não saber com certeza de onde esses custos são cortados. E se for na mão de obra certificada? E se for na qualidade dos materiais usados? E se?

Se o preço está muito abaixo, infelizmente o barato pode sair caro. Evite problemas futuros, não se esqueça de que estamos lidando com a sua família e pessoas fragilizadas. 

Inspeções durante a instalação

Escolheu a empresa e agora vai instalar? Calma que o seu trabalho ainda não terminou. E se durante a instalação você percebe irregularidades? Aí é melhor procurar outra empresa fabricante de elevadores mesmo.

Mas como saber que a instalação não está sendo da maneira mais satisfatória? Existem algumas maneiras de perceber, olha só:

Profissional qualificado

A certificação do profissional é um ótimo indício de que a instalação e as manutenções futuras será feita de maneira satisfatória.

Não vale a pena apostar em trabalho informal. Converse com o seu atendente e peça a certificação e a identificação do profissional que irá te atender. Confira seu crachá quando ele chegar e também o seu uniforme. Pode parecer preocupação extra, mas o equipamento vai ser amplamente usado na sua casa por anos e anos.

Serviço bem feito

Não deixe de inspecionar o serviço e perguntar o que está acontecendo. Pode parecer inconveniente, mas é seu direito como consumidor se certificar de que o trabalho está sendo bem realizado.

Peça para conhecer a casa das máquinas e inspecione o padrão. Quando mal instalado, ele pode dar brecha para que animais entrem na sua casa ou até pessoas mal intencionadas.

Quando o trabalho terminar, confira se há fios soltos e se todas as peças estão no lugar. Lembre-se: a integridade do seu elevador é a segurança da sua família.

Dentre as empresas fabricantes de elevadores, a JE se destaca

A JE Elevadores trabalha apenas com profissionais qualificados e certificados, além de fabricar as melhores soluções para a sua casa ou o seu negócio.

Se há preocupações em escolher a melhor empresa fabricante de elevadores, não precisa se preocupar. Estamos de portas abertas para resolver qualquer dúvida que você possa ter!

E já que estamos falando em equipamentos, por que você não vem conferir nosso catálogo de produtos? Temos todas as informações que você precisa para se decidir por lá. Vem fazer um orçamento com a gente e garanta o melhor serviço em elevação agora mesmo!